Lista de Poemas
Saber a mar
neste ser recatado...
nesse passar
sem se ser notado...
nesse lugar quadrado
aonde vivemos
quase tod@s
sem se precatar
uma curva na estrada
horizonte, que de fronte
se não deixa assim revelar
e na noite
estrelada
nesse véu entre o tudo e o nada
o teu céu se deixa pintar...
e das cores que sonhamos
quando ao deitar ainda deixamos,
nessa vontade... sossegar
e já à vontade aparecem veredas!
sempre verdejantes, apenas:
nesses primeiros instantes
nos que nos atrevemos assim a explorar...
e no dia a dia das entrelinhas
subtil o sentido que aninhas
nesse peito ainda a palpitar
estremece, parece que arrefece
calor desse ser humano
que se estende e entende
qual flor silvestre...
sem ter sido plantado
por ser algum...
ainda a querer
assim
se expressar
uma outra forma desse
saber amar...
nesse passar
sem se ser notado...
nesse lugar quadrado
aonde vivemos
quase tod@s
sem se precatar
uma curva na estrada
horizonte, que de fronte
se não deixa assim revelar
e na noite
estrelada
nesse véu entre o tudo e o nada
o teu céu se deixa pintar...
e das cores que sonhamos
quando ao deitar ainda deixamos,
nessa vontade... sossegar
e já à vontade aparecem veredas!
sempre verdejantes, apenas:
nesses primeiros instantes
nos que nos atrevemos assim a explorar...
e no dia a dia das entrelinhas
subtil o sentido que aninhas
nesse peito ainda a palpitar
estremece, parece que arrefece
calor desse ser humano
que se estende e entende
qual flor silvestre...
sem ter sido plantado
por ser algum...
ainda a querer
assim
se expressar
uma outra forma desse
saber amar...
👁️ 189
Ecos de Vida
Ai aonde a vida aninha
Nesse coração que se detinha
Em cada passo numa vereda qualquer…
Sentir vida por nós adentro a acontecer;
Em cada momento de silêncio maior;
Nesse recanto que cresce no interior
Nesses claustros ainda cheios de vida
Veredas e trilhos que nos animam
A voltar a caminhar:
Nesse sentir devagar
E nesse contexto ameno,
nesse tudo calmo e sereno
Sentir as cores de vida preenchida,
A germinar assim sem despedida,
Apenas a nos tocar nesse divagar
Espaço Interior desse ser maior
Esse algo assim a se encontrar
Nó que se estende em derredor
Assim sempre a nos entrelaçar…
Integrar sem ir nem voltar apenas o descobrir devagar
Algo dessa essência a se concentrar e nos alimentar…
Dessa vida que rejubila:
Dessa água cristalina
Assim ainda a borbulhar;
Nesse coração que se detinha
Em cada passo numa vereda qualquer…
Sentir vida por nós adentro a acontecer;
Em cada momento de silêncio maior;
Nesse recanto que cresce no interior
Nesses claustros ainda cheios de vida
Veredas e trilhos que nos animam
A voltar a caminhar:
Nesse sentir devagar
E nesse contexto ameno,
nesse tudo calmo e sereno
Sentir as cores de vida preenchida,
A germinar assim sem despedida,
Apenas a nos tocar nesse divagar
Espaço Interior desse ser maior
Esse algo assim a se encontrar
Nó que se estende em derredor
Assim sempre a nos entrelaçar…
Integrar sem ir nem voltar apenas o descobrir devagar
Algo dessa essência a se concentrar e nos alimentar…
Dessa vida que rejubila:
Dessa água cristalina
Assim ainda a borbulhar;
👁️ 197
De Vénus a M@rte
ao descobrir cada poema numa linha seguida dentro de uma cidade qualquer...
e entrar de investida, sem aviso prévio nem guarida, para seguir os teus ideais...
e ver que cada tema tinha uma sequela escondida esperando o teu ser de Mulher...
passear pelas guaridas das ruas e avenidas pare se ver, cuidar, assim mais os animais...
e nesse Homem perdido, entre tanto ser escondido, que espera uma esperança para renascer
voltar a crer no ninho, neste lugar - sempre sozinho - neste entramado aonde ainda as vemos iguais
a estrela cadente, nesse horizonte - a mais quente - a que anima poentes sem velar, a que te levanta na madrugada quando se apagam as demais...
e entrar de investida, sem aviso prévio nem guarida, para seguir os teus ideais...
e ver que cada tema tinha uma sequela escondida esperando o teu ser de Mulher...
passear pelas guaridas das ruas e avenidas pare se ver, cuidar, assim mais os animais...
e nesse Homem perdido, entre tanto ser escondido, que espera uma esperança para renascer
voltar a crer no ninho, neste lugar - sempre sozinho - neste entramado aonde ainda as vemos iguais
a estrela cadente, nesse horizonte - a mais quente - a que anima poentes sem velar, a que te levanta na madrugada quando se apagam as demais...
👁️ 41
Ser e Estar
ecos desse futuro presente
nos guia entre rios de gente
um lugar calmo e sereno
aonde ser e estar
ouvir essa melodia garrida
em cada eco palavra de vida
sentir essa alegria em cada dia
voltar a crer sem mais duvidar
entrar na sintonia que por dentro vivia
criar novas metas, encontrar estradas esguias
viajar, em teus pés assim o palpitar, desse estar mais perto
de cada ser e lugar, e querer de corpo inteiro assim se chegar
inteiro o tempo, integro o ser a passar
sentir que se está cada vez mais perto
meta futura que te foi dada a sonhar...
nos guia entre rios de gente
um lugar calmo e sereno
aonde ser e estar
ouvir essa melodia garrida
em cada eco palavra de vida
sentir essa alegria em cada dia
voltar a crer sem mais duvidar
entrar na sintonia que por dentro vivia
criar novas metas, encontrar estradas esguias
viajar, em teus pés assim o palpitar, desse estar mais perto
de cada ser e lugar, e querer de corpo inteiro assim se chegar
inteiro o tempo, integro o ser a passar
sentir que se está cada vez mais perto
meta futura que te foi dada a sonhar...
👁️ 202
Iron ias
agradeceria, cometários sobre a nostalgia...
neste esperar, fazer-se algo útil
entre a arte subtil do rimar...
como um nascer do dia:
lançar pontes sobre o desespero,
para ver a luz do teu olhar de segredo
pintada sobre a estrada pavimentada
a sorrir e assentir, sem mais nada...
alvorada...
a sorrir, quem sabe...
assentir sem tempo nem idade
quiçá a ver além do ser real:
o escrever sonhos indiferentes
por entre as melodias
e os dons de gentes
que aqui pairam pelos beirais;
palavras sempre veladas
letras sempre a mais...
e doces sentidos,
para sempre vivos,
por entre os temporais;
destas sombras nas avenidas
quando se recolhe a luz dos dias
e as horas se tornam invernais...
rimar quais obras primas...
frases às que aspiras
entre olhares sempre iguais...
desencadear de fantasias...
quando os temas que dizias
eram os meus breves finais...
por entre reticencias das belas ciências sociais,
estar perto na distância que nos gela os ideais;
neste esperar, fazer-se algo útil
entre a arte subtil do rimar...
como um nascer do dia:
lançar pontes sobre o desespero,
para ver a luz do teu olhar de segredo
pintada sobre a estrada pavimentada
a sorrir e assentir, sem mais nada...
alvorada...
a sorrir, quem sabe...
assentir sem tempo nem idade
quiçá a ver além do ser real:
o escrever sonhos indiferentes
por entre as melodias
e os dons de gentes
que aqui pairam pelos beirais;
palavras sempre veladas
letras sempre a mais...
e doces sentidos,
para sempre vivos,
por entre os temporais;
destas sombras nas avenidas
quando se recolhe a luz dos dias
e as horas se tornam invernais...
rimar quais obras primas...
frases às que aspiras
entre olhares sempre iguais...
desencadear de fantasias...
quando os temas que dizias
eram os meus breves finais...
por entre reticencias das belas ciências sociais,
estar perto na distância que nos gela os ideais;
👁️ 31
Olhares de Amor
quando, estás noutro lugar
ou o lugar onde estavas é levado
pelo tempo acompassado
pelas veredas imaginadas
feitas ruas e estradas...
flores que sempre vias - cuidadas
nos jardins de beirais - mimadas
pelos amores sempre abundantes
primores desses olhares amantes
que viam sempre a dançar
crianças e gentes de idade
nas vilas olhando a cidade
e nos contemplavam em verdade
e assim diziam ao nos ver passar
ou o lugar onde estavas é levado
pelo tempo acompassado
pelas veredas imaginadas
feitas ruas e estradas...
flores que sempre vias - cuidadas
nos jardins de beirais - mimadas
pelos amores sempre abundantes
primores desses olhares amantes
que viam sempre a dançar
crianças e gentes de idade
nas vilas olhando a cidade
e nos contemplavam em verdade
e assim diziam ao nos ver passar
👁️ 173
Ecos da cidade a mais
e veredeas... iluminadas
cheias de tanto se andar
desses relanços de escadas escondidas
entre ruas e pedras polidas
até os beirais aonde ainda
nos vemos sem nos falar
estes ecos de viver
assim entre o estar e ser - atuais
tanto que se mostra e se deixa passar
entre o que era vivo, o que está assumido
e ainda o que poderemos voltar a encontrar
caminhos de luz e de sonho
neste lugar enorme - medonho
noite após noite tanto ser a silenciar
seus devaneios, ainda entre os recreios
das praças cheias, das vias que creias
assim qual ver e pintar...
nesses poemas aonde ias,
nessas rimas de poesias
saindo sem sequer se pensar...
cheias de tanto se andar
desses relanços de escadas escondidas
entre ruas e pedras polidas
até os beirais aonde ainda
nos vemos sem nos falar
estes ecos de viver
assim entre o estar e ser - atuais
tanto que se mostra e se deixa passar
entre o que era vivo, o que está assumido
e ainda o que poderemos voltar a encontrar
caminhos de luz e de sonho
neste lugar enorme - medonho
noite após noite tanto ser a silenciar
seus devaneios, ainda entre os recreios
das praças cheias, das vias que creias
assim qual ver e pintar...
nesses poemas aonde ias,
nessas rimas de poesias
saindo sem sequer se pensar...
👁️ 207
Cuidares
luzes sempre acesas
qual vê-las sempre à mesa
cidades que não dormem
turnos sempre a cuidar...
desses recantos - enormes
onde vivem tant@s
sem serem demais...
e nos destinos entrelaçados...
tênues laços unem seus fados;
somos qual bem se quiser...
umas vezes empoderados
outras qual coisa qualquer...
e no sonho, um abraço ilumina
a mão em mão reanima...
o olhar sereno prenuncia confiar
o estar perto
ainda longe
faz o Ser
qual vê-las sempre à mesa
cidades que não dormem
turnos sempre a cuidar...
desses recantos - enormes
onde vivem tant@s
sem serem demais...
e nos destinos entrelaçados...
tênues laços unem seus fados;
somos qual bem se quiser...
umas vezes empoderados
outras qual coisa qualquer...
e no sonho, um abraço ilumina
a mão em mão reanima...
o olhar sereno prenuncia confiar
o estar perto
ainda longe
faz o Ser
👁️ 31
Ecos da Cidade
numa cidade cadente
cheia de humanidade e de gente
alamedas preenchidas
olhares de soslaio, reflexo
dos ecos de outras vidas...
aromas que se entrelaçam
enquanto uns e outros passam
cheia de humanidade e de gente
alamedas preenchidas
olhares de soslaio, reflexo
dos ecos de outras vidas...
aromas que se entrelaçam
enquanto uns e outros passam
👁️ 231
Poema Migrante
quando se não entende
a linguagem da gente
quando tudo
parece obscuro
nem transparente
nem seguro
quando te apressas por chegar
e chegas e vais chegando...
a nenhum lugar;
quando te precipitas
uma gota neste oceano
e hesitas... por estar só
tu és a água
do rio diário
do mar que nos cerca
do oceano que nos inunda
desta humanidade jocunda
que é fértil em obra e pensar
e voa aonde não mais se pode chegar
nestas ruas de pavimento
e betão armado...
quando caminhamos sempre sós
mesmo estando tantos lado a lado
podíamos ser tu e eu
podíamos ser só nós...
podíamos assentir em silêncio
no mesmo olhar, na mesma voz
a linguagem da gente
quando tudo
parece obscuro
nem transparente
nem seguro
quando te apressas por chegar
e chegas e vais chegando...
a nenhum lugar;
quando te precipitas
uma gota neste oceano
e hesitas... por estar só
tu és a água
do rio diário
do mar que nos cerca
do oceano que nos inunda
desta humanidade jocunda
que é fértil em obra e pensar
e voa aonde não mais se pode chegar
nestas ruas de pavimento
e betão armado...
quando caminhamos sempre sós
mesmo estando tantos lado a lado
podíamos ser tu e eu
podíamos ser só nós...
podíamos assentir em silêncio
no mesmo olhar, na mesma voz
👁️ 48
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
NoComments
Português
English
Español