De Vénus a M@rte

ao descobrir cada poema numa linha seguida dentro de uma cidade qualquer...

e entrar de investida, sem aviso prévio nem guarida, para seguir os teus ideais...

e ver que cada tema tinha uma sequela escondida esperando o teu ser de Mulher...

passear pelas guaridas das ruas e avenidas pare se ver, cuidar, assim mais os animais...

 

e nesse Homem perdido, entre tanto ser escondido, que espera uma esperança para renascer

voltar a crer no ninho, neste lugar - sempre sozinho - neste entramado aonde ainda as vemos iguais

a estrela cadente, nesse horizonte - a mais quente - a que anima poentes sem velar, a que te levanta na madrugada quando se apagam as demais...
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