Lista de Poemas
Flores Silvestres
Nesse caminho
Sem destino marcado
Onde procuras
Assegurar
O que te foi dado
A sonhar
A pensar
A querer concretizar
“Ai onde assim vivi
Ai onde nasci
Ai onde escrevi”
Os trilhos mais serenos levados
Por dentro assim guardados
À espera de germinar a teu lado
Ai
Ali além
Onde é lido
E bem querido
Nesse peito guardado
Ora assim estendido
E entendido
Como partilhado
Quando florescem
flores silvestres
Ali
Além
Onde nada
ou ninguém
ainda as tenha plantado
Sem destino marcado
Onde procuras
Assegurar
O que te foi dado
A sonhar
A pensar
A querer concretizar
“Ai onde assim vivi
Ai onde nasci
Ai onde escrevi”
Os trilhos mais serenos levados
Por dentro assim guardados
À espera de germinar a teu lado
Ai
Ali além
Onde é lido
E bem querido
Nesse peito guardado
Ora assim estendido
E entendido
Como partilhado
Quando florescem
flores silvestres
Ali
Além
Onde nada
ou ninguém
ainda as tenha plantado
👁️ 97
Algo que permanece
Nesse algo
que se mexe
Nesse ebulição
que se entretece
Nesse sopro subtil
Que permanece
E não se esquece
Nem arrefece
Alento
Sopro suave
Sustento
Da poesia a clave
Desse animar
Sentimento
Uma alegre
melancolia
Que se faz folia
Ao se abeirar
Das margens vazias
Dessas vagas divinas
Que nos tocam
ao se prolongar
E nos fazem ressoar
Qual corda
de harpa inspirada
E se elevam
E nos levam
Ai onde a alma
ainda é farta
Desse sentido
Ora sentimento
Desse sentir
que se leva
e mostra
por dentro
E se faz surgir
Em seu momento
Quando
Sedente
Esperando
Te sentas
Sonhando
E levantas
Tecla a tecla
Essa harmonia
celestial
Esse algo
original
Essa rima
dividida
Entre o real e a magia
Que nos leva
A querer acreditar
Que algo ou alguém
Nos vai tocar
Ao reler
Sem saber
O que levamos em ser geral
E nesse espaço idealizado
Nesse encontro aninhado
Em nós
Permanece
E prevalece
Esse algo de vida
Que jamais se esquece
que se mexe
Nesse ebulição
que se entretece
Nesse sopro subtil
Que permanece
E não se esquece
Nem arrefece
Alento
Sopro suave
Sustento
Da poesia a clave
Desse animar
Sentimento
Uma alegre
melancolia
Que se faz folia
Ao se abeirar
Das margens vazias
Dessas vagas divinas
Que nos tocam
ao se prolongar
E nos fazem ressoar
Qual corda
de harpa inspirada
E se elevam
E nos levam
Ai onde a alma
ainda é farta
Desse sentido
Ora sentimento
Desse sentir
que se leva
e mostra
por dentro
E se faz surgir
Em seu momento
Quando
Sedente
Esperando
Te sentas
Sonhando
E levantas
Tecla a tecla
Essa harmonia
celestial
Esse algo
original
Essa rima
dividida
Entre o real e a magia
Que nos leva
A querer acreditar
Que algo ou alguém
Nos vai tocar
Ao reler
Sem saber
O que levamos em ser geral
E nesse espaço idealizado
Nesse encontro aninhado
Em nós
Permanece
E prevalece
Esse algo de vida
Que jamais se esquece
👁️ 166
Ecos d@ cor
contrastes
entre a suavidade
de uma melodia
e o ribombar
que a anima
um suave
silêncio
sibilado
que nesse ouvido
mais íntimo
nos é segredado
e a emoção
sentimento
nesse momento
sedento
de se fazer ouvir
essa musicalidade
da percussão
e do som
desse tom
a se fazer sentir
elevado e levado
aonde possa surgir
entre a suavidade
de uma melodia
e o ribombar
que a anima
um suave
silêncio
sibilado
que nesse ouvido
mais íntimo
nos é segredado
e a emoção
sentimento
nesse momento
sedento
de se fazer ouvir
essa musicalidade
da percussão
e do som
desse tom
a se fazer sentir
elevado e levado
aonde possa surgir
👁️ 97
Fragilidade
Frágil sensibilidade
Transparente em verdade
Suave e subtil
Brisa que poisa
Na face
E acaricia
Sem mais se ver
Esse algo
que é em nós a surgir
A crescer
Quando em cada momento
Se torna aparente
Ora ausente
Para nos perder
E nesses recantos
Assim visitados
Nesses momentos
Perdidos e encontrados
Voltamos
A trazer ao peito
Essa alegria
Esse sentimento
Transparente em verdade
Suave e subtil
Brisa que poisa
Na face
E acaricia
Sem mais se ver
Esse algo
que é em nós a surgir
A crescer
Quando em cada momento
Se torna aparente
Ora ausente
Para nos perder
E nesses recantos
Assim visitados
Nesses momentos
Perdidos e encontrados
Voltamos
A trazer ao peito
Essa alegria
Esse sentimento
👁️ 117
Rumor da Rosa
quando esse rumor nos permeia
quando o burburinho é colcheia
dessa melodia
tão silenciosa
que anima
qual uma rosa
a se abrir
e sentir
seu aroma
a nos envolver
sua bela trama
sua pétala que clama
em cor
e transparência
a ir além da ciência
e voar
em asas de sonhos
de suavidade
em aveludados
momentos
dessa saudade
feliz melancolia
que se reergue
e reanima
a se estender
devagar
pontes de seda
telas apenas
sem se pintar
para que concebas
teu próprio traço
nesse subtil abraço
anos envolver
devagar
sereno
forte
ameno
qual o mar
ao se levantar
e a teus pés
desdobrar
aromas
dessa maresia
e espumas
que cantam melodias
que sabes então entender
e estendidas
a teus pés
as areias cintilam
quais estrelas
que brilham
por seres
tal qual és
odes desse reflexo
que fez do teu ser
um novo universo
quando o burburinho é colcheia
dessa melodia
tão silenciosa
que anima
qual uma rosa
a se abrir
e sentir
seu aroma
a nos envolver
sua bela trama
sua pétala que clama
em cor
e transparência
a ir além da ciência
e voar
em asas de sonhos
de suavidade
em aveludados
momentos
dessa saudade
feliz melancolia
que se reergue
e reanima
a se estender
devagar
pontes de seda
telas apenas
sem se pintar
para que concebas
teu próprio traço
nesse subtil abraço
anos envolver
devagar
sereno
forte
ameno
qual o mar
ao se levantar
e a teus pés
desdobrar
aromas
dessa maresia
e espumas
que cantam melodias
que sabes então entender
e estendidas
a teus pés
as areias cintilam
quais estrelas
que brilham
por seres
tal qual és
odes desse reflexo
que fez do teu ser
um novo universo
👁️ 99
Poemas entre tecidos vivos
Poemas
entretecidos
Vivos
Ressoando
O que sonhamos
O que bem amamos
O que sentimos
e assim pensamos
e passámos
a saber ouvir
Palavras por dentro
No silêncio atento
Desse saber
sem tanto entender
E sem estar definidos
Assim limitados
Ser livres
Porque voamos
entretecidos
Vivos
Ressoando
O que sonhamos
O que bem amamos
O que sentimos
e assim pensamos
e passámos
a saber ouvir
Palavras por dentro
No silêncio atento
Desse saber
sem tanto entender
E sem estar definidos
Assim limitados
Ser livres
Porque voamos
👁️ 81
Refúgio de Hospitalidade
Nesse lugar
Onde acolhem
Os que escolhem
Assim ficar
Nessa simplicidade
Na mais pura clandestinidade
Até se abeirar
À mesa
Ninguém sopesa
Quem estará
Lado alado
Sentimento alado
No alento assim formado
Nesse sentimento
De se estar por dentro
Encontrado
Assim no abraço
do silêncio
Pela palavra animado
Assim nesse lamento
De melodia renascida
Recriada
Revivida
Nesse lugar
Na mesa redonda
Sem soçobrar
Ninguém sobra
nem há sombra
De se ocultar
E nesse tempo
Velejamos
Nessa brisa
Navegamos
Nesse algo
que nos avisa
Ouvimos
E sabemos
Partilhamos
E nesse dizer
Assim ao saber
Que vamos
Nos ver
Outra vez
Quem sabe
Quando
Levámos
No íntimo
O que encontramos
E no ser
A leveza
Que aceitamos
Onde acolhem
Os que escolhem
Assim ficar
Nessa simplicidade
Na mais pura clandestinidade
Até se abeirar
À mesa
Ninguém sopesa
Quem estará
Lado alado
Sentimento alado
No alento assim formado
Nesse sentimento
De se estar por dentro
Encontrado
Assim no abraço
do silêncio
Pela palavra animado
Assim nesse lamento
De melodia renascida
Recriada
Revivida
Nesse lugar
Na mesa redonda
Sem soçobrar
Ninguém sobra
nem há sombra
De se ocultar
E nesse tempo
Velejamos
Nessa brisa
Navegamos
Nesse algo
que nos avisa
Ouvimos
E sabemos
Partilhamos
E nesse dizer
Assim ao saber
Que vamos
Nos ver
Outra vez
Quem sabe
Quando
Levámos
No íntimo
O que encontramos
E no ser
A leveza
Que aceitamos
👁️ 86
Abraços Dados
Nesse elemento
Forte e sedento
Que jorra por ti afora
Que se estende
quando se demora
Nesse tempo,
nesse lugar
Que voga aonde
o sonho chora
Que se entretece
Quando assim permanece
Sem se estender
Entender
Sentir ou partilhar
Essa ponte enrolada
Dentro de ti mais nada
A dar
Sem se ver
Saber
Assentir
Sem querer
E ousar
Assim estar
Lado a lado
Sabendo que somos
Por dentro
Abraçados
Forte e sedento
Que jorra por ti afora
Que se estende
quando se demora
Nesse tempo,
nesse lugar
Que voga aonde
o sonho chora
Que se entretece
Quando assim permanece
Sem se estender
Entender
Sentir ou partilhar
Essa ponte enrolada
Dentro de ti mais nada
A dar
Sem se ver
Saber
Assentir
Sem querer
E ousar
Assim estar
Lado a lado
Sabendo que somos
Por dentro
Abraçados
👁️ 152
Vagar nas Névoas
Nestas vagas viventes
Que vêm e vão
e nos arrastam
Nessa ilha de paz
Serena tranquilidade
Que se estende
na longevidade
E que se vê de relance
Vogam as marés
No ser que és
Procurando
Peregrino vagando
Migrante se achegando
A gente certa
Em lugar qualquer
A coerente reta
Que sempre acerta
Assim no bem-querer
E nesses seres
Que vais encontrando
Ao som das marés
Te mostrando
Assim reflexo vivo
Descoberto
Em cada caminho perdido
Em cada trilho de novo aberto
Que vêm e vão
e nos arrastam
Nessa ilha de paz
Serena tranquilidade
Que se estende
na longevidade
E que se vê de relance
Vogam as marés
No ser que és
Procurando
Peregrino vagando
Migrante se achegando
A gente certa
Em lugar qualquer
A coerente reta
Que sempre acerta
Assim no bem-querer
E nesses seres
Que vais encontrando
Ao som das marés
Te mostrando
Assim reflexo vivo
Descoberto
Em cada caminho perdido
Em cada trilho de novo aberto
👁️ 85
Encontrar teu Lugar
Quando damos
tempo e atenção
Às amenidades serenas
Às tempestades apenas
Trazemos
O que assim pescamos
Ao de cima
Desse mar de amar
Imenso e profundo
Que anima
e dá cor a este mundo
E nos inspira
E se lança
A quem abraça
A assim enjeitar
Em sons de melodia
Entre a noite e o dia
Alvorada
Ora ocaso
Silêncio
Escasso
Pintado
Por todo o lado
E no vento
O sentimento
A se levantar devagar
Até o ar ficar sereno
E o sol repousar
Ou se elevar
Para mostrar
Novas cores
Aos mil amores
Que cintilam
nesse teu jardim
A florir
Longe de mim
A se abrir
Primaveril
A ser sêmea
Desse gérmen
que se semeia
Em cada dia
Chamarada
que se ateia
Ao dar
E saber receber
O que a vida
íntegra
inteira
Convida
A partilhar
tempo e atenção
Às amenidades serenas
Às tempestades apenas
Trazemos
O que assim pescamos
Ao de cima
Desse mar de amar
Imenso e profundo
Que anima
e dá cor a este mundo
E nos inspira
E se lança
A quem abraça
A assim enjeitar
Em sons de melodia
Entre a noite e o dia
Alvorada
Ora ocaso
Silêncio
Escasso
Pintado
Por todo o lado
E no vento
O sentimento
A se levantar devagar
Até o ar ficar sereno
E o sol repousar
Ou se elevar
Para mostrar
Novas cores
Aos mil amores
Que cintilam
nesse teu jardim
A florir
Longe de mim
A se abrir
Primaveril
A ser sêmea
Desse gérmen
que se semeia
Em cada dia
Chamarada
que se ateia
Ao dar
E saber receber
O que a vida
íntegra
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Convida
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