Lista de Poemas
O QUE TU PRECISAS PARA RESPEITAR AS MULHERES?
Eu não preciso ser feminista para respeitar as mulheres. Eu preciso amá-las como seres iguais a mim. Amo mães, filhas, parentes, amigas e desconhecidas. Sou enfeitiçado quando vejo uma mulher grávida e até oro, da minha forma, para que germine ali uma criança feliz. Conheci mulheres que nunca se apequenaram diante das injustiças, da opressão e da dor. A maior delas foi minha mãe, de quem herdei a luta e a labuta.
Quando leio diariamente sobre feminicídio, em todo o Brasil, percebo que a nossa sociedade está doente, em agonia. Não falta apenas Amor, falta Educação que gera respeito e ensina que até para amar a gente precisa antes, ser civilizado.
Miserável uma sociedade que sacrifica pobres, negros, mulheres, lgbts, indígenas para favorecer uma pequena fatia da sociedade.
Eu não preciso ser feminista para respeitar as mulheres. Eu preciso ser civilizado e educado numa concepção de respeito, igualdade e amor ao próximo, bem diferente das religiões de fachada e das pregações dos farsantes religiosos e dos políticos covardes.
Se não amarmos as mulheres pelo que sugerem todos os códigos de conduta, vamos destruir o que somos nos seres que carregam uma usina divina, capaz de gerar vida.
Quando leio diariamente sobre feminicídio, em todo o Brasil, percebo que a nossa sociedade está doente, em agonia. Não falta apenas Amor, falta Educação que gera respeito e ensina que até para amar a gente precisa antes, ser civilizado.
Miserável uma sociedade que sacrifica pobres, negros, mulheres, lgbts, indígenas para favorecer uma pequena fatia da sociedade.
Eu não preciso ser feminista para respeitar as mulheres. Eu preciso ser civilizado e educado numa concepção de respeito, igualdade e amor ao próximo, bem diferente das religiões de fachada e das pregações dos farsantes religiosos e dos políticos covardes.
Se não amarmos as mulheres pelo que sugerem todos os códigos de conduta, vamos destruir o que somos nos seres que carregam uma usina divina, capaz de gerar vida.
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EM MEU PEITO ARDE UM VULCÃO
Em meu peito arde um vulcão
sem medo de encantar o coração.
Alguns, trazem um relógio no peito
marcando o tempo num tic-tac sem noção.
No fim de tudo
o tempo marcará nossa passagem.
Seremos cinzas!
Mas eu fui lava, sonho, paixão!
sem medo de encantar o coração.
Alguns, trazem um relógio no peito
marcando o tempo num tic-tac sem noção.
No fim de tudo
o tempo marcará nossa passagem.
Seremos cinzas!
Mas eu fui lava, sonho, paixão!
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Aprendi...
Aprendi com a vida e com os livros que há concessões que nos levam embora a liberdade, há silêncios que nos tiram a paz e há condescendências que nos fazem cúmplices.
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EXISTE UM MUNDO FORA DA INTERNET
O melhor mesmo seria perguntar se existe um mundo fora da internet. Parece que, se existe, está agonizando. Estamos lentamente (uma imensidão de gente) transferindo nossos afetos para as redes sociais. E quando um afeto se transforma em autoimagem, que afasta a pessoa do real, o mundo real vai ficando opaco. Cada vez mais o ego precisa de curtidas, compartilhamentos, comentários. Esse acúmulo de empatia em estado de aparência nos faz cair na ilusão de uma vida sem riscos de atropelos, assaltos, tragédias, porque o nosso santo cantinho diante do computador ou do celular nos dá a segurança de uma existência de sorrisos.
Paralelemente, o mundo real segue com seus sistemas de controle cada vez mais aperfeiçoados. A luta de classes ficou mais sofisticada, pode promover a aparência da igualdade quando eu posso postar da mesma forma que o presidente pode também. E eu posso rebatê-lo, posso esbravejar e criar meu protesto ou simplesmente replicar o protesto de alguém. Essa malha ilusória que nos faz pensar em igualdade é uma armadilha para ir, aos poucos, determinando nosso lugar no espaço dessa luta por audiência virtual. Quem detém o poder e está no controle de tudo sabe que o mundo fora da internet é para quem é livre e autossuficiente. Os zumbis das redes sociais precisam de doses cada vez maiores de sensacionalismo para estimularem sua integração com a virtualidade. O espetáculo, enfim, atingiu a humanidade, como preconizou Guy Debord.
A mim, me parece, que posso viver sem essa transferência pacífica e servil para o mundo virtual. Posso controlar meus neurônios e barrar o alojamento do chip cerebral que se alimentará das aparências.
Ainda gosto de lembrar e sentir o cheiro das pessoas. De sentir o pelo arrepiado. De esperar e trocar longos abraços por outros longos abraços. Olhar para fora de mim e ver que não tem uma tela pequena ou grande manipulando meus dedos e meu tempo. George Orwell já havia me alertado que o grande irmão estava de olho em nós. E Huxley previu até que passaríamos por um tipo de controle como seria o código de barras. Esses são meus companheiros de mundo real. Senhores sem idade que romperam o tempo para me dar mais créditos para viver a realidade.
Não quero me tornar um agente Smith, a serviço da Matrix, muito menos amanhecer transformado num inseto, como advertiu meu amigo Kafka. Quero cultivar minhas idiossincrasias e remendar meus erros na beira da praia, num efêmero castelo de areia. Afinal, se não fosse a onda que brinca de arrastar e devolver nossos sonhos ao mar, por que eu faria castelos para me tornar prisioneiro deles?
Minha memória me fez sorrir. Trouxe-me os cheiros e os abraços que perdi. Há nuvens no céu, livros sobre a mesa. Au revoir!
Paralelemente, o mundo real segue com seus sistemas de controle cada vez mais aperfeiçoados. A luta de classes ficou mais sofisticada, pode promover a aparência da igualdade quando eu posso postar da mesma forma que o presidente pode também. E eu posso rebatê-lo, posso esbravejar e criar meu protesto ou simplesmente replicar o protesto de alguém. Essa malha ilusória que nos faz pensar em igualdade é uma armadilha para ir, aos poucos, determinando nosso lugar no espaço dessa luta por audiência virtual. Quem detém o poder e está no controle de tudo sabe que o mundo fora da internet é para quem é livre e autossuficiente. Os zumbis das redes sociais precisam de doses cada vez maiores de sensacionalismo para estimularem sua integração com a virtualidade. O espetáculo, enfim, atingiu a humanidade, como preconizou Guy Debord.
A mim, me parece, que posso viver sem essa transferência pacífica e servil para o mundo virtual. Posso controlar meus neurônios e barrar o alojamento do chip cerebral que se alimentará das aparências.
Ainda gosto de lembrar e sentir o cheiro das pessoas. De sentir o pelo arrepiado. De esperar e trocar longos abraços por outros longos abraços. Olhar para fora de mim e ver que não tem uma tela pequena ou grande manipulando meus dedos e meu tempo. George Orwell já havia me alertado que o grande irmão estava de olho em nós. E Huxley previu até que passaríamos por um tipo de controle como seria o código de barras. Esses são meus companheiros de mundo real. Senhores sem idade que romperam o tempo para me dar mais créditos para viver a realidade.
Não quero me tornar um agente Smith, a serviço da Matrix, muito menos amanhecer transformado num inseto, como advertiu meu amigo Kafka. Quero cultivar minhas idiossincrasias e remendar meus erros na beira da praia, num efêmero castelo de areia. Afinal, se não fosse a onda que brinca de arrastar e devolver nossos sonhos ao mar, por que eu faria castelos para me tornar prisioneiro deles?
Minha memória me fez sorrir. Trouxe-me os cheiros e os abraços que perdi. Há nuvens no céu, livros sobre a mesa. Au revoir!
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A RAZÃO DO AMOR NÃO SE EXPLICA
Eu pertenço a ti porque estou em cada canto do teu sonho.
Estou nos caminhos porque és caminheira.
Guardo tua sombra para que ninguém te aprisione.
Eu escolhi estar contigo porque acredito no amor.
Vivi em busca do mais puro amor
E encontrei em ti a fonte que me alimenta.
Se não sabes escalar a montanha te dou asas,
Se não sabes ver além do mar te dou quilhas,
Se não queres ver a dor sobre a fronte te dou meu peito.
Não sabia de ti porque não existíamos
até o acaso divino mostrar nossa face.
Estamos aqui porque a maravilha foi feita
quando nascemos e recebemos a sina:
- Vai, encontra teu par e guarda-o para o sem fim.
E nos encontramos depois de muito nos perdermos.
E houve descaminhos e desalinhos nas dores e tristezas.
E houve saudades e desejos que não sabíamos.
Agora é hora de sermos a luz do nosso destino.
Deus tem-me dito ao longo do caminho, sem palavras,
que é para nós continuarmos o mundo.
O amor está em nós,
Deus não responde pelos nossos desenganos.
Estou nos caminhos porque és caminheira.
Guardo tua sombra para que ninguém te aprisione.
Eu escolhi estar contigo porque acredito no amor.
Vivi em busca do mais puro amor
E encontrei em ti a fonte que me alimenta.
Se não sabes escalar a montanha te dou asas,
Se não sabes ver além do mar te dou quilhas,
Se não queres ver a dor sobre a fronte te dou meu peito.
Não sabia de ti porque não existíamos
até o acaso divino mostrar nossa face.
Estamos aqui porque a maravilha foi feita
quando nascemos e recebemos a sina:
- Vai, encontra teu par e guarda-o para o sem fim.
E nos encontramos depois de muito nos perdermos.
E houve descaminhos e desalinhos nas dores e tristezas.
E houve saudades e desejos que não sabíamos.
Agora é hora de sermos a luz do nosso destino.
Deus tem-me dito ao longo do caminho, sem palavras,
que é para nós continuarmos o mundo.
O amor está em nós,
Deus não responde pelos nossos desenganos.
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ALGUÉM ME EMPRESTA UMA MÃE!
Alguém me empresta ou me aluga uma mãe,
para eu passar um pedaço do dia!
Quero lhe contar coisas que falo sozinho.
Quero pedir um cafuné, um doce, um café,
coisas assim de mãe, que não custa nada fazer.
Prometo que devolvo inteirinha
com uma sacola de abraços e beijos,
na hora das andorinhas.
Eu emprestaria minha mãe,
se ela ainda estivesse aqui,
queria vê-la fazer a alegria daqueles
que olham para retratos
e beijam lágrimas em redemoinho.
para eu passar um pedaço do dia!
Quero lhe contar coisas que falo sozinho.
Quero pedir um cafuné, um doce, um café,
coisas assim de mãe, que não custa nada fazer.
Prometo que devolvo inteirinha
com uma sacola de abraços e beijos,
na hora das andorinhas.
Eu emprestaria minha mãe,
se ela ainda estivesse aqui,
queria vê-la fazer a alegria daqueles
que olham para retratos
e beijam lágrimas em redemoinho.
👁️ 230
GRATIDÃO
A melhor gratidão
não diz que é grata
fica no pelo arrepiado
no sorriso silencioso
no vapor de uma alegria.
A melhor gratidão
nunca vai ser mentida
pela boca que não fala.
O estalo da alma
revela o encanto
estrela graça amor infinito.
não diz que é grata
fica no pelo arrepiado
no sorriso silencioso
no vapor de uma alegria.
A melhor gratidão
nunca vai ser mentida
pela boca que não fala.
O estalo da alma
revela o encanto
estrela graça amor infinito.
👁️ 305
TENHO PONTES PARA CONSTRUIR
O homem atravessa pontes
para não molhar os pés.
Entanto, derrama pranto e suor
para construir as pontes.
Muitas luas e sóis desabaram
no crepúsculo de nossas vidas.
Fugimos do rio e do mar revolto
porque somos passageiros das pontes.
A rede armada no quadro
retém o rude e sonolento pescador.
Não posso acordá-lo.
Esta imagem me salta como uma navalhada.
Desesperado, caio morto,
torto de desejos, ávido de sonhos.
Me levanto ao amanhecer, espada na mão.
Um sorriso antes de abrir a porta.
Uma rua infinita para seguir.
Descalço os sapatos, mastigo a solidão.
Dou o primeiro passo, não olho para trás.
Tenho pontes para construir.
para não molhar os pés.
Entanto, derrama pranto e suor
para construir as pontes.
Muitas luas e sóis desabaram
no crepúsculo de nossas vidas.
Fugimos do rio e do mar revolto
porque somos passageiros das pontes.
A rede armada no quadro
retém o rude e sonolento pescador.
Não posso acordá-lo.
Esta imagem me salta como uma navalhada.
Desesperado, caio morto,
torto de desejos, ávido de sonhos.
Me levanto ao amanhecer, espada na mão.
Um sorriso antes de abrir a porta.
Uma rua infinita para seguir.
Descalço os sapatos, mastigo a solidão.
Dou o primeiro passo, não olho para trás.
Tenho pontes para construir.
👁️ 270
A GRANDEZA DO INSTANTE
se tudo em nossa vida dura pouco,
o instante é um piscar de olhos!
Ser criança e, pulo depois, a velhice.
Para que guardamos dores
a desfolhar os horrores das lembranças vazias?
Se há sorrisos, abraços, amores
Por que não guardamos só o prazer
do divino instante?
Tantas maravilhas que a alma nega,
pois foi cega na ganância da posse.
Eu não serei eu mesmo amanhã.
Sou o que fui
no divino instante em que amei a vida.
o instante é um piscar de olhos!
Ser criança e, pulo depois, a velhice.
Para que guardamos dores
a desfolhar os horrores das lembranças vazias?
Se há sorrisos, abraços, amores
Por que não guardamos só o prazer
do divino instante?
Tantas maravilhas que a alma nega,
pois foi cega na ganância da posse.
Eu não serei eu mesmo amanhã.
Sou o que fui
no divino instante em que amei a vida.
👁️ 186
A MÃE DE DEUS
A mãe de Deus está de olho em tudo.
Até em Deus, que sacrificou seu neto por nós.
A Mãe de Deus é tão legal
que eu estou pedindo a ela
para afastar Nibiru só um tiquinho.
Pode levar a lua e aquele povaréu do universo
que fica pra lá e pra cá, lá na lua,
e não ajuda a gente a se livrar do egoísmo.
Até em Deus, que sacrificou seu neto por nós.
A Mãe de Deus é tão legal
que eu estou pedindo a ela
para afastar Nibiru só um tiquinho.
Pode levar a lua e aquele povaréu do universo
que fica pra lá e pra cá, lá na lua,
e não ajuda a gente a se livrar do egoísmo.
👁️ 210
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CARLOS GILDEMAR PONTES (Fortaleza-CE)
Escritor e Poeta. Ensaísta e Professor de Literatura da Universidade Federal de Campina Grande – UFCG, Campus de Cajazeiras. Editor da Revista Acauã, Mestre em Letras. Tem 27 títulos publicados, entre Poemas, Contos, Ensaios, Crítica Literária, em 21 livros, e 7 cordéis.
É traduzido para o espanhol e publicado em Cuba nas Revistas Bohemia e Antenas.
Ministra Cursos, Palestras, Oficinas, Comunicações em Eventos nacionais e internacionais.
Vencedor de Prêmios Literários locais e nacionais. Foi indicado para o Prêmio Portugal Telecom, o principal prêmio literário em Língua Portuguesa no mundo.
É articulista/ colunista do Gazeta do Alto Piranhas e do Site www.diariodosertao.com.br
Blog: http://rastros.zip.net E-mail: gilpoeta@yahoo.it
Faixa Preta de Karate Shotokan – 3º Dan/ CKIB
Coordenador do Projeto Karate Campeão, da UFCG.
FORMAÇÃO ESCOLAR
Primeiro/ Segundo Graus: Colégio Militar de Fortaleza/Colégio Rui Barbosa - 1980
Curso Básico de Língua Francesa: Casa de Cultura Francesa da Universidade Federal do Ceará. Carga Horária: 420 h/a,
Curso Superior: LETRAS - Universidade Federal do Ceará. 1986
Especialização em Literatura Brasileira – Universidade Federal da Paraíba, 1989.
Mestrado em Letras - Área Literatura - Universidade do Estado do Rio Grande do Norte. 2011
Doutorando em Letras - UERN, 2019
LIVROS:
Lesco-Lesco: a lida cotidiana - poesia, 1984.
Canção à lua - poesia, 1984.
Caixa postal – poemas postais, 1986
Metafísica das partes – poesia, 1991.
O olhar de Narciso – poesia, 1995
O silêncio – conto/ literatura infantil, 1996.
A miragem do espelho – conto, 1998
Super Dicionário de Cearensês, 2000
Literatura (quase sempre) Marginal – ensaios, 2002
Os gestos do amor: magia e ritual – poesia, 2004
Diálogo com a arte: vanguarda, história e imagens, ensaios, 2005
Quando o amor acontece... – poesia, 2006
Travessia de mundos paralelos – crítica literária, 2007
Da arte de fazer aeroplanos – conto, 2008
Melhor seria ser pardal – poesia, 2009.
A literatura e seus tentáculos (Org.) – ensaios, 2011.
Amor, verbo de se fazer – poesia, 2013.
Seres ordinários: o anão e outros pobres diabos na literatura - Ensaio, 2014.
A essência filosófica do amor - fragmentos, 2014.
Poesia na bagagem, (Antologia poética, vol 1), 2018
Cultura popular: meios, formas e identidades (Org.), 2018
Cordéis:
Da roça pro viaduto, 2ª ed. 1998
As aventuras de Zé Severino, 2004
A queda do Zé Severino, 2005
Bush vai reinar no inferno, 2007
O delegado que roubava livros, 2008
A morte do rei do Pop Michael Jackson, 2010
A casa de Josenir (é a casa da poesia), 2012
Homenagem a Bráulio Bessa, 2018
I Mostra de Teatro de Cajazeiras, 2019
O mundo da poesia, 2019
Escritor e Poeta. Ensaísta e Professor de Literatura da Universidade Federal de Campina Grande – UFCG, Campus de Cajazeiras. Editor da Revista Acauã, Mestre em Letras. Tem 27 títulos publicados, entre Poemas, Contos, Ensaios, Crítica Literária, em 21 livros, e 7 cordéis.
É traduzido para o espanhol e publicado em Cuba nas Revistas Bohemia e Antenas.
Ministra Cursos, Palestras, Oficinas, Comunicações em Eventos nacionais e internacionais.
Vencedor de Prêmios Literários locais e nacionais. Foi indicado para o Prêmio Portugal Telecom, o principal prêmio literário em Língua Portuguesa no mundo.
É articulista/ colunista do Gazeta do Alto Piranhas e do Site www.diariodosertao.com.br
Blog: http://rastros.zip.net E-mail: gilpoeta@yahoo.it
Faixa Preta de Karate Shotokan – 3º Dan/ CKIB
Coordenador do Projeto Karate Campeão, da UFCG.
FORMAÇÃO ESCOLAR
Primeiro/ Segundo Graus: Colégio Militar de Fortaleza/Colégio Rui Barbosa - 1980
Curso Básico de Língua Francesa: Casa de Cultura Francesa da Universidade Federal do Ceará. Carga Horária: 420 h/a,
Curso Superior: LETRAS - Universidade Federal do Ceará. 1986
Especialização em Literatura Brasileira – Universidade Federal da Paraíba, 1989.
Mestrado em Letras - Área Literatura - Universidade do Estado do Rio Grande do Norte. 2011
Doutorando em Letras - UERN, 2019
LIVROS:
Lesco-Lesco: a lida cotidiana - poesia, 1984.
Canção à lua - poesia, 1984.
Caixa postal – poemas postais, 1986
Metafísica das partes – poesia, 1991.
O olhar de Narciso – poesia, 1995
O silêncio – conto/ literatura infantil, 1996.
A miragem do espelho – conto, 1998
Super Dicionário de Cearensês, 2000
Literatura (quase sempre) Marginal – ensaios, 2002
Os gestos do amor: magia e ritual – poesia, 2004
Diálogo com a arte: vanguarda, história e imagens, ensaios, 2005
Quando o amor acontece... – poesia, 2006
Travessia de mundos paralelos – crítica literária, 2007
Da arte de fazer aeroplanos – conto, 2008
Melhor seria ser pardal – poesia, 2009.
A literatura e seus tentáculos (Org.) – ensaios, 2011.
Amor, verbo de se fazer – poesia, 2013.
Seres ordinários: o anão e outros pobres diabos na literatura - Ensaio, 2014.
A essência filosófica do amor - fragmentos, 2014.
Poesia na bagagem, (Antologia poética, vol 1), 2018
Cultura popular: meios, formas e identidades (Org.), 2018
Cordéis:
Da roça pro viaduto, 2ª ed. 1998
As aventuras de Zé Severino, 2004
A queda do Zé Severino, 2005
Bush vai reinar no inferno, 2007
O delegado que roubava livros, 2008
A morte do rei do Pop Michael Jackson, 2010
A casa de Josenir (é a casa da poesia), 2012
Homenagem a Bráulio Bessa, 2018
I Mostra de Teatro de Cajazeiras, 2019
O mundo da poesia, 2019
Português
English
Español