Lista de Poemas
Mi restauración
Mis llantos cayeron como los pétalos de una flor,
Pero mi corazón se quedó limpio para sonreír.
De mi rostro un día borró su resplandor,
Pero hoy ya tengo muchas ganas de vivir.
Ahora dejo volar las alas de mis sueños
Como pájaros alrededor de los hermosos paisajes.
Ellos son libres para haceren, como dueños
De su propio destino, los más largos viajes.
En mi alma restaurada, la esperanza prevaleció
Como una luz de rayos inextinguibles.
¡Es, pues, un maravilloso milagro que sucedió!
A pesar de las noches de recuerdos incompresibles,
A pesar de la oscura agonía que en mi brotó,
Hoy puedo mirar el amanecer de glorias indescriptibles.
Pero mi corazón se quedó limpio para sonreír.
De mi rostro un día borró su resplandor,
Pero hoy ya tengo muchas ganas de vivir.
Ahora dejo volar las alas de mis sueños
Como pájaros alrededor de los hermosos paisajes.
Ellos son libres para haceren, como dueños
De su propio destino, los más largos viajes.
En mi alma restaurada, la esperanza prevaleció
Como una luz de rayos inextinguibles.
¡Es, pues, un maravilloso milagro que sucedió!
A pesar de las noches de recuerdos incompresibles,
A pesar de la oscura agonía que en mi brotó,
Hoy puedo mirar el amanecer de glorias indescriptibles.
👁️ 187
Oração de uma alma exultante
Digno és tu, Ó Deus Altíssimo,
Dos meus melhores louvores
E das minhas sinceras orações,
As quais são entoadas com um fervor
Que provém de minha alma exulltante
E ao mesmo tempo fascinada
Pelos teus grandes mistérios
Apenas reveláveis e acessíveis
Aos mais humildes de coração!
Só tu, Ó Deus bendito e eterno;
Só tu, Ó Deus Soberano e majestoso,
Podes, perfeita e incrivelmente,
Mudar a minha história de dores,
Fazendo da minha vida
Um milagre de grandes renovações internas
E também uma aurora de alegrias
Alcançadas mediante a tua misericórdia
Que é sempre infinita e sublime!
Hoje, nesse novo dia que se inicia,
Quero louvar-te de todo o meu coração,
Pois só tu és merecedor
Dos meus elogios e agradecimentos;
Das minhas melhores preces
E ofertas de amor!
Só tu, Ó Pai Eternal e Criador do universo,
Mereces ser exaltado
Por toda a tua rica criação!
Amar-te-ei dia após dia, Ó principe da paz,
Que nunca esquece de fazer justiça
A todos os oprimidos e orfãos da terra!
Amar-te-ei nas dificuldades, Ó amado redentor!
Tu estás sempre alerta ao espargir
O orvalho de tua graça maravilhosa
Para exaltar aqueles que o ama
Enquanto dobram os seus joelhos
Em sinal de incessante reverência!
Dos meus melhores louvores
E das minhas sinceras orações,
As quais são entoadas com um fervor
Que provém de minha alma exulltante
E ao mesmo tempo fascinada
Pelos teus grandes mistérios
Apenas reveláveis e acessíveis
Aos mais humildes de coração!
Só tu, Ó Deus bendito e eterno;
Só tu, Ó Deus Soberano e majestoso,
Podes, perfeita e incrivelmente,
Mudar a minha história de dores,
Fazendo da minha vida
Um milagre de grandes renovações internas
E também uma aurora de alegrias
Alcançadas mediante a tua misericórdia
Que é sempre infinita e sublime!
Hoje, nesse novo dia que se inicia,
Quero louvar-te de todo o meu coração,
Pois só tu és merecedor
Dos meus elogios e agradecimentos;
Das minhas melhores preces
E ofertas de amor!
Só tu, Ó Pai Eternal e Criador do universo,
Mereces ser exaltado
Por toda a tua rica criação!
Amar-te-ei dia após dia, Ó principe da paz,
Que nunca esquece de fazer justiça
A todos os oprimidos e orfãos da terra!
Amar-te-ei nas dificuldades, Ó amado redentor!
Tu estás sempre alerta ao espargir
O orvalho de tua graça maravilhosa
Para exaltar aqueles que o ama
Enquanto dobram os seus joelhos
Em sinal de incessante reverência!
👁️ 137
A verdade que eu quero
1-
Eu não quero a meia-verdade
Que só almeja agradar a todos
E massageia os egos feridos em sua vaidade.
Eu quero a verdade integral
Que precisa às vezes ferir
Para poder curar as enfermidades
Até nas profundezas da alma;
E a verdade que nos torna contritos e sóbrios
Para nos abençoar com seus sábios ensinos.
Eu quero a verdade que me ajuda
A reconhecer a minha fraqueza,
Pois ela há de me guiar no discernimento
Que tornar-me-à forte e valente para vencer
Os véus do engano mais sorrateiro.
É preferível viver na verdade que me agride
Do que na meia-verdade que me bajula;
Na verdade que dolorosamente me aperfeiçoa,
Do que na insuficiente verdade que só me protege.
2-
Eu não quero a verdade com remendo,
A verdade acessível àqueles que querem
Ver o que apenas lhes convém
Para aflorar os prazeres dos sentidos.
Eu quero a verdade que angustia o coração;
A verdade que faz a minha fé se elevar;
A verdade que faz a minh'alma temer e tremer;
A verdade quebrantadora que me aflige com amor.
Eu não quero a verdade que faz uma aliança
Com a mentira para me propiciar
Uma zona de conforto ilusória e perigosa
E uma realidade adulterada e prostituída
Que faz a minha vida ser aparentemente apreciável.
Eu quero unicamente a refulgente verdade
No seu poder para derrubar os muros de alienação
E que é invencível para iluminar a escuridão do meu ser.
Eu não quero a verdade rala e empobrecida,
A verdade sem aquele conteúdo nutritivo
Que pode tão bem me transformar.
Eu quero a verdade que não irá desamparar
As minhas expectativas a longo prazo;
Eu quero a verdade que me redime das minhas mazelas;
Eu quero, pois, tão somente aquela singela verdade
Que mesmo na dor, sempre há de me libertar!
Eu não quero a meia-verdade
Que só almeja agradar a todos
E massageia os egos feridos em sua vaidade.
Eu quero a verdade integral
Que precisa às vezes ferir
Para poder curar as enfermidades
Até nas profundezas da alma;
E a verdade que nos torna contritos e sóbrios
Para nos abençoar com seus sábios ensinos.
Eu quero a verdade que me ajuda
A reconhecer a minha fraqueza,
Pois ela há de me guiar no discernimento
Que tornar-me-à forte e valente para vencer
Os véus do engano mais sorrateiro.
É preferível viver na verdade que me agride
Do que na meia-verdade que me bajula;
Na verdade que dolorosamente me aperfeiçoa,
Do que na insuficiente verdade que só me protege.
2-
Eu não quero a verdade com remendo,
A verdade acessível àqueles que querem
Ver o que apenas lhes convém
Para aflorar os prazeres dos sentidos.
Eu quero a verdade que angustia o coração;
A verdade que faz a minha fé se elevar;
A verdade que faz a minh'alma temer e tremer;
A verdade quebrantadora que me aflige com amor.
Eu não quero a verdade que faz uma aliança
Com a mentira para me propiciar
Uma zona de conforto ilusória e perigosa
E uma realidade adulterada e prostituída
Que faz a minha vida ser aparentemente apreciável.
Eu quero unicamente a refulgente verdade
No seu poder para derrubar os muros de alienação
E que é invencível para iluminar a escuridão do meu ser.
Eu não quero a verdade rala e empobrecida,
A verdade sem aquele conteúdo nutritivo
Que pode tão bem me transformar.
Eu quero a verdade que não irá desamparar
As minhas expectativas a longo prazo;
Eu quero a verdade que me redime das minhas mazelas;
Eu quero, pois, tão somente aquela singela verdade
Que mesmo na dor, sempre há de me libertar!
👁️ 240
A perseverança de um sonhador
Nesses dias escuros,
Nesse tempo adoecido pelo descaso,
Busco me saciar no divinal resplendor
Da santidade e da verdade,
Do discernimento e do entendimento,
E assim não adormecer na fria letargia
Dessa maré de ilusões infindáveis.
Quão importante é, para mim, me aprazer
Na luz de um sempiterno amor
Para não perecer na desolação
Desse absurdo quase generalizado!
Como eu almejo nesse rio me banhar
A fim de me curar de tantas dores!
Quero no entardecer da minha vida
Sempre manterem abertas
As pesadas janelas do meu quarto;
Permitir que a luz do sol
Irradie um aroma de doce esperança!
Busco enxergar nessas trevas
Uma fresta de luz que possa me salvar
Desse sono que enfraqueceu os meus sentidos.
Quero que a luz da solidariedade aqueça
O meu coração amargurado
Em meio a essa onda de indiferença brutal
E em meio a essa lógica que,
Ao nos apartar da fonte da verdade,
Só nos divide ainda mais e mais.
Às vezes, num lampejo de abrupta lucidez,
Penso que o meu destino
Não é o deserto da cegueira
E, muito menos, o do nada.
Sinto nesses momentos
Que no meu ser subsiste a nostalgia
De um paraíso distante e inacessível...
Raia em mim, em certas horas,
Uma louca ânsia pela eternidade,
Uma ânsia que, no meu íntimo, é germinada
De forma um tanto inesperada
Tal como uma flor noturna cujo perfume
É doce, sereno e cheio de inocência.
Às vezes, esqueço de me inquietar
Para voltar a me esconder na letargia,
Caminhando perdido sem esperar nada
Sob uma rotina aparentemente intransponível...
Mas dentro de mim, no mais profundo de mim,
Persiste um pequeno incomodo
Que não me deixa adormecido por muito tempo:
É quando passo a imaginar o inescrutável,
E a sonhar tal como uma criança
Ao contemplar o brilho
Das estrelas sem fim no firmamento.
Ao entoar clamores aos céus,
Num sincero derramamento de lágrimas,
Sinto um contentamento estranho
A tomar conta do meu ser...
Uma luz de discernimento me liberta
De uma desoladora petrificação
E me conduz para um paraíso de inspirações
Que ofuscam as trevas
De uma terrível morte afetiva e espiritual.
Enquanto sonhar num tempo de escuridão
Não deixarei se esvair a esperança
E nem permitirei que evanesça
Um mínimo resquício de amor para viver.
Enquanto sonhar num tempo de escuridão
Irei reluzir como uma estrela,
Cujo fulgor é perseverar
Numa vida de impávida benignidade.
Enquanto viver de sonhos e clamores aos céus,
Não deixarei morrer a força espiritual do meu ser,
Cujo mérito é me manter firme
Numa vida de grande fé no Eterno
E numa vida de calorosa compaixão.
Sonhar é a minha maior liberdade
E o único meio pelo qual posso imaginar
O que ainda não posso vislumbrar na sua plenitude;
Sonhar é um dos meus maiores consolos
Para não perecer por causa dessa humanidade
Afligida pelos espinhos de sua própria desumanidade.
Nesse tempo adoecido pelo descaso,
Busco me saciar no divinal resplendor
Da santidade e da verdade,
Do discernimento e do entendimento,
E assim não adormecer na fria letargia
Dessa maré de ilusões infindáveis.
Quão importante é, para mim, me aprazer
Na luz de um sempiterno amor
Para não perecer na desolação
Desse absurdo quase generalizado!
Como eu almejo nesse rio me banhar
A fim de me curar de tantas dores!
Quero no entardecer da minha vida
Sempre manterem abertas
As pesadas janelas do meu quarto;
Permitir que a luz do sol
Irradie um aroma de doce esperança!
Busco enxergar nessas trevas
Uma fresta de luz que possa me salvar
Desse sono que enfraqueceu os meus sentidos.
Quero que a luz da solidariedade aqueça
O meu coração amargurado
Em meio a essa onda de indiferença brutal
E em meio a essa lógica que,
Ao nos apartar da fonte da verdade,
Só nos divide ainda mais e mais.
Às vezes, num lampejo de abrupta lucidez,
Penso que o meu destino
Não é o deserto da cegueira
E, muito menos, o do nada.
Sinto nesses momentos
Que no meu ser subsiste a nostalgia
De um paraíso distante e inacessível...
Raia em mim, em certas horas,
Uma louca ânsia pela eternidade,
Uma ânsia que, no meu íntimo, é germinada
De forma um tanto inesperada
Tal como uma flor noturna cujo perfume
É doce, sereno e cheio de inocência.
Às vezes, esqueço de me inquietar
Para voltar a me esconder na letargia,
Caminhando perdido sem esperar nada
Sob uma rotina aparentemente intransponível...
Mas dentro de mim, no mais profundo de mim,
Persiste um pequeno incomodo
Que não me deixa adormecido por muito tempo:
É quando passo a imaginar o inescrutável,
E a sonhar tal como uma criança
Ao contemplar o brilho
Das estrelas sem fim no firmamento.
Ao entoar clamores aos céus,
Num sincero derramamento de lágrimas,
Sinto um contentamento estranho
A tomar conta do meu ser...
Uma luz de discernimento me liberta
De uma desoladora petrificação
E me conduz para um paraíso de inspirações
Que ofuscam as trevas
De uma terrível morte afetiva e espiritual.
Enquanto sonhar num tempo de escuridão
Não deixarei se esvair a esperança
E nem permitirei que evanesça
Um mínimo resquício de amor para viver.
Enquanto sonhar num tempo de escuridão
Irei reluzir como uma estrela,
Cujo fulgor é perseverar
Numa vida de impávida benignidade.
Enquanto viver de sonhos e clamores aos céus,
Não deixarei morrer a força espiritual do meu ser,
Cujo mérito é me manter firme
Numa vida de grande fé no Eterno
E numa vida de calorosa compaixão.
Sonhar é a minha maior liberdade
E o único meio pelo qual posso imaginar
O que ainda não posso vislumbrar na sua plenitude;
Sonhar é um dos meus maiores consolos
Para não perecer por causa dessa humanidade
Afligida pelos espinhos de sua própria desumanidade.
👁️ 239
A minha vida hoje
Eu perdi para saber ganhar,
Eu já fui incauto para ser mais sábio,
Eu já duvidei para aceitar o desafio de crer,
Eu cai para então me erguer,
Eu chorei para depois rir,
Eu desisti para chegar ao fim.
Eu me frustei para desfrutar,
Eu fracassei para conquistar,
Eu me fiz pequeno para ser grande,
Eu já fui desajeitado para ser elegante,
Eu me envergonhei nas trevas
Para resplandecer a verdade do meu ser
E o valor que brota da minh'alma.
Tudo o que eu fiz,
Tudo o que eu desejei,
Foram essenciais para ser o que sou hoje.
Muito do que já fui, apenas me ensinou
A ser o que eu não quero ser
Como nos invernos de outrora;
E tudo o que eu serei amanhã
É o meu de desejo de hoje
Que levar-me-á a ser o ser
Que ainda não se configurou agora.
Mas tudo o que eu sou hoje
É um sinal na minha vida
De que eu sou responsável
Por ser quem eu sou.
Hoje eu dou valor na minha própria liberdade,
Pois já ansiei voar nos seus cumes
Para então ser como hoje:
Mais livre na tomada de boas decisões
E no vivenciar de sonhos altaneiros
Que me motivam incansavelmente
A caminhar na perseverança.
Eu já fui incauto para ser mais sábio,
Eu já duvidei para aceitar o desafio de crer,
Eu cai para então me erguer,
Eu chorei para depois rir,
Eu desisti para chegar ao fim.
Eu me frustei para desfrutar,
Eu fracassei para conquistar,
Eu me fiz pequeno para ser grande,
Eu já fui desajeitado para ser elegante,
Eu me envergonhei nas trevas
Para resplandecer a verdade do meu ser
E o valor que brota da minh'alma.
Tudo o que eu fiz,
Tudo o que eu desejei,
Foram essenciais para ser o que sou hoje.
Muito do que já fui, apenas me ensinou
A ser o que eu não quero ser
Como nos invernos de outrora;
E tudo o que eu serei amanhã
É o meu de desejo de hoje
Que levar-me-á a ser o ser
Que ainda não se configurou agora.
Mas tudo o que eu sou hoje
É um sinal na minha vida
De que eu sou responsável
Por ser quem eu sou.
Hoje eu dou valor na minha própria liberdade,
Pois já ansiei voar nos seus cumes
Para então ser como hoje:
Mais livre na tomada de boas decisões
E no vivenciar de sonhos altaneiros
Que me motivam incansavelmente
A caminhar na perseverança.
👁️ 250
O supremo consolo
Tu trazes, Ó Pai amado, a chuva seródia
Que fecunda de uma curativa misericórdia
A vida de um homem sincero que chora
E os solos de toda alma que louva e ora!
És tu a suprema consolação de todos os dias!
E designas um alvorecer de paz e alegrias,
Fazendo nascer as sementes do amor
No coração dos justos que vivem de fervor.
O teu povo, Santo Remidor, prevalece
Como uma rosa de Saron que se fortalece
Graças ao teu alento no deserto da existência.
Só tu podes, Ó Pai Sempiterno, tão bem regar
O teu povo com um consolo que o faz raiar
Como um novo dia em clima de resiliência!
Que fecunda de uma curativa misericórdia
A vida de um homem sincero que chora
E os solos de toda alma que louva e ora!
És tu a suprema consolação de todos os dias!
E designas um alvorecer de paz e alegrias,
Fazendo nascer as sementes do amor
No coração dos justos que vivem de fervor.
O teu povo, Santo Remidor, prevalece
Como uma rosa de Saron que se fortalece
Graças ao teu alento no deserto da existência.
Só tu podes, Ó Pai Sempiterno, tão bem regar
O teu povo com um consolo que o faz raiar
Como um novo dia em clima de resiliência!
👁️ 187
Alvorada
O dia mostra o seu sublime esplendor
E a vida com todo o seu perfume e cor
Ressurge em cânticos diáfanos de alegria,
Anunciando uma paz que tão bem contagia.
Uma revoada aplaude sem esmorecer
A beleza de um glorioso amanhecer
Com o seu louvor doce e harmonioso,
Semeando gratidão num tom majestoso.
No oceano, desponta o azul em sua calmaria...
No horizonte, já se vê um clima de nostalgia:
Um fascinante convite à liberdade de sonhar!
É nesse panorama idílico que a alvorada
Vem então reinar numa alma entuasiasmada
Que sai de uma longa noite para se renovar.
E a vida com todo o seu perfume e cor
Ressurge em cânticos diáfanos de alegria,
Anunciando uma paz que tão bem contagia.
Uma revoada aplaude sem esmorecer
A beleza de um glorioso amanhecer
Com o seu louvor doce e harmonioso,
Semeando gratidão num tom majestoso.
No oceano, desponta o azul em sua calmaria...
No horizonte, já se vê um clima de nostalgia:
Um fascinante convite à liberdade de sonhar!
É nesse panorama idílico que a alvorada
Vem então reinar numa alma entuasiasmada
Que sai de uma longa noite para se renovar.
👁️ 137
Na torrente do devir
Outrora eu era de tal forma, e hoje já não sou mais...
E o que sou hoje, amanhã enfim deixarei de ser...
Embalde eu vivo para amanhã evanescer
Na torrente do devir sob seus instantes finais.
Às vezes, bebo um fel de insatisfações quase fatais
E todos os dias me consumo em desejos de viver
Eternamente sob a verdade que me ajuda a fortalecer
Como uma nau ancorado num seguro cais.
Vivo em mm sensações de despedidas frequentes
Dos que me cativam com as suas auras envolventes
E também dos momentos prodigando doces emoções.
Meu existir nesse mundo é uma estranha passagem
Como a de um peregrino em sua inaudita viagem,
Ávido de descobertas, respostas e transmutações.
E o que sou hoje, amanhã enfim deixarei de ser...
Embalde eu vivo para amanhã evanescer
Na torrente do devir sob seus instantes finais.
Às vezes, bebo um fel de insatisfações quase fatais
E todos os dias me consumo em desejos de viver
Eternamente sob a verdade que me ajuda a fortalecer
Como uma nau ancorado num seguro cais.
Vivo em mm sensações de despedidas frequentes
Dos que me cativam com as suas auras envolventes
E também dos momentos prodigando doces emoções.
Meu existir nesse mundo é uma estranha passagem
Como a de um peregrino em sua inaudita viagem,
Ávido de descobertas, respostas e transmutações.
👁️ 116
Todos los días
TODOS LOS DÍAS (PARTE I)
Todos los días encuentro fuerzas
¡En ti, Ó Dios amado, que eres lleno de amor!
Todos los días encuentro un dulce aliento
¡En ti, mi mestre Jesús, hacia superar todo mi dolor!
Todos los días una nueva esperanza
Surge en mi corazón pesado y lloroso.
A veces una respuesta para mis preguntas
Alegra mi alma en un momento lluvioso.
Todos los días quiero en paz alabarte
Y demonstrarte una profunda gratitud
Por salvarme del abismo de la desesperación
Cuando aún yo no sentía la luz de tu plenitud.
Todos los días me levanto en preces...
Al despertar en sueños hermosos
Sé que puedo vivir más que triunfante
Y un día pasar por camiños gloriosos.
Todos los días yo soy testigo
De tu misericordia por mi vida animada
En la contemplación de tu formidable creación
Llena de colores para toda alma enamorada.
TODOS LOS DÍAS (PARTE II)
¡Tu eres, Ó padre que estás en los cielos,
El radioso sol de las maravillosas bendiciones
A calientarme todos los días del frío
De las más terribles desilusiones!
¡Tu eres, Ó creador de todas las cosas,
La dulce sombra que me refresca del calor!
¡Y todos los días eres una estrella
Alumbrando mi oscuridad con su resplandor!
¡Tu eres, Ó Dios todopoderoso e sublime,
Mi camiño seguro para vivir un sueño de libertad!
¡Tu eres, además, mi fuente inagotable de amor
A brillar todos los días y para toda la eternidad!
Todos los días encuentro fuerzas
¡En ti, Ó Dios amado, que eres lleno de amor!
Todos los días encuentro un dulce aliento
¡En ti, mi mestre Jesús, hacia superar todo mi dolor!
Todos los días una nueva esperanza
Surge en mi corazón pesado y lloroso.
A veces una respuesta para mis preguntas
Alegra mi alma en un momento lluvioso.
Todos los días quiero en paz alabarte
Y demonstrarte una profunda gratitud
Por salvarme del abismo de la desesperación
Cuando aún yo no sentía la luz de tu plenitud.
Todos los días me levanto en preces...
Al despertar en sueños hermosos
Sé que puedo vivir más que triunfante
Y un día pasar por camiños gloriosos.
Todos los días yo soy testigo
De tu misericordia por mi vida animada
En la contemplación de tu formidable creación
Llena de colores para toda alma enamorada.
TODOS LOS DÍAS (PARTE II)
¡Tu eres, Ó padre que estás en los cielos,
El radioso sol de las maravillosas bendiciones
A calientarme todos los días del frío
De las más terribles desilusiones!
¡Tu eres, Ó creador de todas las cosas,
La dulce sombra que me refresca del calor!
¡Y todos los días eres una estrella
Alumbrando mi oscuridad con su resplandor!
¡Tu eres, Ó Dios todopoderoso e sublime,
Mi camiño seguro para vivir un sueño de libertad!
¡Tu eres, además, mi fuente inagotable de amor
A brillar todos los días y para toda la eternidad!
👁️ 123
Lágrimas
Os meus versos revelam melancolicamente
As angústias de alma que sempre vivenciei
E todas as lágrimas que um dia já derramei
Aos voos de minha sensibilidade ardente.
A minha poesia nasce dos prantos inesperados
De desespero, de luto, de saudades e de tristezas;
Mas também dá frutos com as lágrimas das certezas
De que os belos sonhos nunca serão arruinados.
Guardo em mim o ímpeto de tantas perseveranças
Em meio a uma torrente densa de adversidades.
E de emoção choro com o raiar de um sol de esperanças.
Revisto o meu coração de contrastantes tonalidades.
Ao mesmo tempo em que aspiro por futuras mudanças,
Persigo lacrimoso memórias de inocentes verdades.
As angústias de alma que sempre vivenciei
E todas as lágrimas que um dia já derramei
Aos voos de minha sensibilidade ardente.
A minha poesia nasce dos prantos inesperados
De desespero, de luto, de saudades e de tristezas;
Mas também dá frutos com as lágrimas das certezas
De que os belos sonhos nunca serão arruinados.
Guardo em mim o ímpeto de tantas perseveranças
Em meio a uma torrente densa de adversidades.
E de emoção choro com o raiar de um sol de esperanças.
Revisto o meu coração de contrastantes tonalidades.
Ao mesmo tempo em que aspiro por futuras mudanças,
Persigo lacrimoso memórias de inocentes verdades.
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