Lista de Poemas
Tropeços
Tropeços
Tropeço na saudade e na esperança
Nas palavras que não ouço repetidas
Tropeço na nostalgia, na lembrança
Na abstrata imagem de tua fantasia
Tropeço na miséria que avassala,
Na incompreensão do ser humano
Do santuário sem abrigo, à cabala
Tropeço no segredo mais profundo
Nas mentiras, no ócio e na preguiça
Na tirania, despotismo e calúnia
Em tudo que é iníquo e, na injustiça
Tropeço na injúria e no insulto
Na mentira, na presunção com *adúnia
Por fim, tropeço na sombra de meu vulto
São Paulo, 17/08/2012
Armando A. C. Garcia
Visite meu blog: http://brisadapoesia.blogspot.com
E-mail: armandoacgarcia@superig.com.br
*muito abundante
Tropeço na saudade e na esperança
Nas palavras que não ouço repetidas
Tropeço na nostalgia, na lembrança
Na abstrata imagem de tua fantasia
Tropeço na miséria que avassala,
Na incompreensão do ser humano
Do santuário sem abrigo, à cabala
Tropeço no segredo mais profundo
Nas mentiras, no ócio e na preguiça
Na tirania, despotismo e calúnia
Em tudo que é iníquo e, na injustiça
Tropeço na injúria e no insulto
Na mentira, na presunção com *adúnia
Por fim, tropeço na sombra de meu vulto
São Paulo, 17/08/2012
Armando A. C. Garcia
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*muito abundante
👁️ 672
Desafio
Desafio
Ao tomar conhecimento, senti o frio
Nas entranhas, como aço a cortar
Consciente, vi no processo um desafio
Que me deu alento para o agravar
Meu espírito à noite agigantou-se
E deu-me forças para poder lutar
Contra o desafeto que apoderou-se
Da minha casa de praia sem pagar
Então compreendi porque alguém mata
Qual a causa, e o motivo desse ato
Perde-se a razão, a um desiderato
Só a piedade de que Jesus falou
Pode conter a revolta que assolou
Na decisão que o juiz tão mal retrata
São Paulo, 12/08/2012
Armando A. C. Garcia
Visite meu blog: http://brisadapoesia.blogspot.com
Ao tomar conhecimento, senti o frio
Nas entranhas, como aço a cortar
Consciente, vi no processo um desafio
Que me deu alento para o agravar
Meu espírito à noite agigantou-se
E deu-me forças para poder lutar
Contra o desafeto que apoderou-se
Da minha casa de praia sem pagar
Então compreendi porque alguém mata
Qual a causa, e o motivo desse ato
Perde-se a razão, a um desiderato
Só a piedade de que Jesus falou
Pode conter a revolta que assolou
Na decisão que o juiz tão mal retrata
São Paulo, 12/08/2012
Armando A. C. Garcia
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👁️ 653
Destroços
Destroços !
Amor ! neste poema te envio os destroços
Daquilo que eu fui, e do que ora eu sou
Guarda-os com carinho e, não em fossos
Não deixes que eles voem, como o sonho voou
O fruto do amor que conhecer não pude
E que minha alma, fez em vão sofrer
Foi tão puro em toda sua plenitude
Que não acaba, nem mesmo se eu morrer
Loucura motriz deste ardente desejo
Que me invade e impele nesta paixão
E em troca, o que recebi foi o despejo.
Tu, a musa que meus sonhos despertaste
E partiste sem me dar um humilde beijo.
Foste tu, que minha vida destroçastes !
São Paulo, 24/08/2012
Armando A. C. Garcia
Visite meu blog://http://brisadapoesia.blogspot.com
Amor ! neste poema te envio os destroços
Daquilo que eu fui, e do que ora eu sou
Guarda-os com carinho e, não em fossos
Não deixes que eles voem, como o sonho voou
O fruto do amor que conhecer não pude
E que minha alma, fez em vão sofrer
Foi tão puro em toda sua plenitude
Que não acaba, nem mesmo se eu morrer
Loucura motriz deste ardente desejo
Que me invade e impele nesta paixão
E em troca, o que recebi foi o despejo.
Tu, a musa que meus sonhos despertaste
E partiste sem me dar um humilde beijo.
Foste tu, que minha vida destroçastes !
São Paulo, 24/08/2012
Armando A. C. Garcia
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👁️ 715
Pai !
Pai !
PAI, chama de vida
Presente a toda hora
No carinho, educação
Deste sempre acolhida
Ao impulso que aflora
Do meu pobre coração
És o grande timoneiro
Significado de vida
Com tua sabedoria
Moldaste, qual usineiro
Sem deixar de dar guarida
À minha triste *agnosia
Aos poucos foste moldando
Mostrando o bom caminho
No exemplo de tua conduta
Aprendi o valor, quando
Vi em grande desalinho
Minha vida dissoluta
Que entre o certo e errado
Há grande diferenciação
Um, caminho verdadeiro
O outro, leva ao pecado
Um pulsa na exatidão
Outro, exala mau cheiro
Corrigir, defeitos, falhas
Tudo de ti aprendi
Conhecimento, bondade
E, enfrentar as batalhas
Que, de nenhuma fugi
Nem estendi a toalha
Longo o aprendizado
Foi-me de grande valia
Aprendi a ser honrado
Probo, integro, respeitado
A **cravelha que me guia
Tangendo cordas do fado
PAI, de ti foi plagiado
Nos passos de teu caminho,
Teu exemplo incrustado
Na minha alma gravado
Por teu amor e carinho
A teu filho dedicado.
Neste dia congraçado
Aos pais deste universo
Quero deixar um recado
Nas letras deste meu verso
Que seja um dia louvado
E o Pai, parabenizado.
Com abraço de ternura
E um beijo de afeição
Que expresse o carinho
Cheio amor e ventura
E sele a saudação
Com cheiro de rosmaninho!
São Paulo, 13/08/2011
Armando A. C. Garcia
Visite meu blog: http://brisadapoesia.blogspot.com
leia; SER PAI
*ignorância
**peça para retesar as cordas (de instrumentos de corda)
PAI, chama de vida
Presente a toda hora
No carinho, educação
Deste sempre acolhida
Ao impulso que aflora
Do meu pobre coração
És o grande timoneiro
Significado de vida
Com tua sabedoria
Moldaste, qual usineiro
Sem deixar de dar guarida
À minha triste *agnosia
Aos poucos foste moldando
Mostrando o bom caminho
No exemplo de tua conduta
Aprendi o valor, quando
Vi em grande desalinho
Minha vida dissoluta
Que entre o certo e errado
Há grande diferenciação
Um, caminho verdadeiro
O outro, leva ao pecado
Um pulsa na exatidão
Outro, exala mau cheiro
Corrigir, defeitos, falhas
Tudo de ti aprendi
Conhecimento, bondade
E, enfrentar as batalhas
Que, de nenhuma fugi
Nem estendi a toalha
Longo o aprendizado
Foi-me de grande valia
Aprendi a ser honrado
Probo, integro, respeitado
A **cravelha que me guia
Tangendo cordas do fado
PAI, de ti foi plagiado
Nos passos de teu caminho,
Teu exemplo incrustado
Na minha alma gravado
Por teu amor e carinho
A teu filho dedicado.
Neste dia congraçado
Aos pais deste universo
Quero deixar um recado
Nas letras deste meu verso
Que seja um dia louvado
E o Pai, parabenizado.
Com abraço de ternura
E um beijo de afeição
Que expresse o carinho
Cheio amor e ventura
E sele a saudação
Com cheiro de rosmaninho!
São Paulo, 13/08/2011
Armando A. C. Garcia
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leia; SER PAI
*ignorância
**peça para retesar as cordas (de instrumentos de corda)
👁️ 643
Desejo Intenso
Desejo Intenso
Desejo nos meus íntimos delírios de amor
Estar sempre ao lado teu, minha querida
Sedento desnudar-me no calor
E em teu corpo erótico cheio de vida
Jogar minhas emoções em torvelinho
O coração pulsando em desalinho
Ignoras, minha vontade meu anseio
Negas amor, estranha ao meu sentimento
Tento conquistar-te, e sempre alheio,
Esse teu desdém, parece fingimento
Na impetuosidade de esquecer o amor
Senso das lembranças, eterno invasor
Onde ocultas ao tempo, teu desejo intenso.
São Paulo, 11/08/2012
Armando A. C. Garcia
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Desejo nos meus íntimos delírios de amor
Estar sempre ao lado teu, minha querida
Sedento desnudar-me no calor
E em teu corpo erótico cheio de vida
Jogar minhas emoções em torvelinho
O coração pulsando em desalinho
Ignoras, minha vontade meu anseio
Negas amor, estranha ao meu sentimento
Tento conquistar-te, e sempre alheio,
Esse teu desdém, parece fingimento
Na impetuosidade de esquecer o amor
Senso das lembranças, eterno invasor
Onde ocultas ao tempo, teu desejo intenso.
São Paulo, 11/08/2012
Armando A. C. Garcia
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👁️ 738
Retrato de mulher
Retrato de mulher
Retrato de mulher, delírio de um desejo
Formosa e bela, tal ninfa, meu cortejo
Que assaz dor causou ao pobre coração
Profundas cicatrizes, foram em vão
Negros cabelos frondeavam-lhe a fronte
Fulguravam, como o sol no horizonte
Vaidosa, num vaivém cheia de caprichos
Às vezes os prendia em forma de rabichos
Verdadeira princesa, digna de um sonho
Do homem mais astuto ao mais bisonho
Excêntrica joia, rara, preciosa
Uma pocinha, no sorriso formava
Em sua face rosada e radiosa
Deixando-a mais bonita, mais formosa.
São Paulo, 12/08/2012
Armando A. C. Garcia
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Retrato de mulher, delírio de um desejo
Formosa e bela, tal ninfa, meu cortejo
Que assaz dor causou ao pobre coração
Profundas cicatrizes, foram em vão
Negros cabelos frondeavam-lhe a fronte
Fulguravam, como o sol no horizonte
Vaidosa, num vaivém cheia de caprichos
Às vezes os prendia em forma de rabichos
Verdadeira princesa, digna de um sonho
Do homem mais astuto ao mais bisonho
Excêntrica joia, rara, preciosa
Uma pocinha, no sorriso formava
Em sua face rosada e radiosa
Deixando-a mais bonita, mais formosa.
São Paulo, 12/08/2012
Armando A. C. Garcia
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👁️ 725
SER PAI
SER PAI
É uma solene missão
Árdua, tarefa dura
Que Deus dá à criatura
Num rosário de paixão
É uma fonte de esperança
Que consola o coração
Como se fora uma benção
Uma bem-aventurança
É a argila que se molda
Nem sempre a nosso prazer.
Pois querer. Não é puder,
Nem sempre o barro se amolda !
Ser pai é fé que sublima
Altar de luz e tormenta
É paixão que impacienta
É um sonho que arrima.
É esperança que consola
É um sol que irradia
A estrada áspera e fria
E faz do ninho uma escola.
Não vê maldade em quem ama
Tem amor sempre de sobra...
Pelo filho se desdobra
Se preciso, pisa a lama.
È um clarão de alegria...
A nova estrada do mundo
É o amor mais profundo
Estrela... que o filho guia.
São Paulo, 06/08/2004
Armando A. C. Garcia
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É uma solene missão
Árdua, tarefa dura
Que Deus dá à criatura
Num rosário de paixão
É uma fonte de esperança
Que consola o coração
Como se fora uma benção
Uma bem-aventurança
É a argila que se molda
Nem sempre a nosso prazer.
Pois querer. Não é puder,
Nem sempre o barro se amolda !
Ser pai é fé que sublima
Altar de luz e tormenta
É paixão que impacienta
É um sonho que arrima.
É esperança que consola
É um sol que irradia
A estrada áspera e fria
E faz do ninho uma escola.
Não vê maldade em quem ama
Tem amor sempre de sobra...
Pelo filho se desdobra
Se preciso, pisa a lama.
È um clarão de alegria...
A nova estrada do mundo
É o amor mais profundo
Estrela... que o filho guia.
São Paulo, 06/08/2004
Armando A. C. Garcia
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👁️ 712
Estigma
Estigma
A vida estigmatizou espírito e matéria
Escabrosos vendavais em desalinho
Dolorosas chagas que levam à*progéria
Inditosas experiências de escarninho
Imenso vazio, pensamentos a vagar
Frivolidades, anseios, emoções
Labirintos invisíveis a pensar
Torvelinhos em todas direções
**Soturnas mágoas, de crises profundas
Abominações, fúrias, e mentiras
Peremptórias, decisivas, rotundas
Feridas que não quer mais questionar
E olvidará enquanto o mundo gira
Se a pobre matéria o permitir pensar.
São Paulo, 12/08/2012
Armando A. C. Garcia
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*fig. Senilidade
**tristes
A vida estigmatizou espírito e matéria
Escabrosos vendavais em desalinho
Dolorosas chagas que levam à*progéria
Inditosas experiências de escarninho
Imenso vazio, pensamentos a vagar
Frivolidades, anseios, emoções
Labirintos invisíveis a pensar
Torvelinhos em todas direções
**Soturnas mágoas, de crises profundas
Abominações, fúrias, e mentiras
Peremptórias, decisivas, rotundas
Feridas que não quer mais questionar
E olvidará enquanto o mundo gira
Se a pobre matéria o permitir pensar.
São Paulo, 12/08/2012
Armando A. C. Garcia
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*fig. Senilidade
**tristes
👁️ 663
Congresso ou um mercado persa
Congresso
ou um mercado persa
Verdadeiro troca troca
Instalou-se no Congresso
Pra apurar essa *baldroca
Instalou-se um processo
Que apurou corrupção
Pagamento de propinas
Denominado "mensalão".
Essas aves de rapinas
Em novo estilo de vida
Em vez de lutar pelo povo
O assaltavam sem medida,
Atitude que reprovo.
Foi dinheiro na cueca,
Foi na mala e no gibão
Gente levada da breca
Nunca vai para a prisão
Agora serão julgados
Não creio, sem isenção
Pra mal de nossos pecados
É de irmão para irmão
Já se fala em anistia
Pro tal de José Dirceu
Até a Virgem Maria
Já lhe prometeu o céu
*trapaça; logro
São Paulo, 02/08/2012
Armando A. C. Garcia
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ou um mercado persa
Verdadeiro troca troca
Instalou-se no Congresso
Pra apurar essa *baldroca
Instalou-se um processo
Que apurou corrupção
Pagamento de propinas
Denominado "mensalão".
Essas aves de rapinas
Em novo estilo de vida
Em vez de lutar pelo povo
O assaltavam sem medida,
Atitude que reprovo.
Foi dinheiro na cueca,
Foi na mala e no gibão
Gente levada da breca
Nunca vai para a prisão
Agora serão julgados
Não creio, sem isenção
Pra mal de nossos pecados
É de irmão para irmão
Já se fala em anistia
Pro tal de José Dirceu
Até a Virgem Maria
Já lhe prometeu o céu
*trapaça; logro
São Paulo, 02/08/2012
Armando A. C. Garcia
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👁️ 693
Um enigma
Um enigma
Brilha o sol na natureza
Na tua face, teus olhos
Em ti, está toda beleza
Tua vida, é sem abrolhos
Um enigma me consome
Quando te vejo passar
és um desejo sem nome
Que aspiro conquistar
E, sendo eu alva espuma
E tu, a água do mar
Ela vira coisa nenhuma
Se na praia, a deixas ficar
Que importa se a esmagas
Nas ondas enfurecidas
Contanto que tu a tragas
Nessas ondas envolvidas
São Paulo, 25/07/2012
Armando A. C. Garcia
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Brilha o sol na natureza
Na tua face, teus olhos
Em ti, está toda beleza
Tua vida, é sem abrolhos
Um enigma me consome
Quando te vejo passar
és um desejo sem nome
Que aspiro conquistar
E, sendo eu alva espuma
E tu, a água do mar
Ela vira coisa nenhuma
Se na praia, a deixas ficar
Que importa se a esmagas
Nas ondas enfurecidas
Contanto que tu a tragas
Nessas ondas envolvidas
São Paulo, 25/07/2012
Armando A. C. Garcia
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Sou Poeta !
E poeta é qual vinho envelhecido
Em antigos tonéis de carvalho
Por alguns será bebido,
Por outros, só degustado !
São Paulo, 10/09/2009
Armando A. C. Garcia
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E poeta é qual vinho envelhecido
Em antigos tonéis de carvalho
Por alguns será bebido,
Por outros, só degustado !
São Paulo, 10/09/2009
Armando A. C. Garcia
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