Lista de Poemas
Louvei a Deus
Louvei a Deus
Pedi a Deus que me desse
Um minuto de atenção
Para que assim eu pudesse
Abrir-lhe o meu coração
Deus consentiu no pedido
Louvei-o cheio de amor
E pelo tempo perdido,
Supliquei da imensa dor
As trevas, a escuridão
Rasguei, com seu esplendor
Agora é só mansidão
Paz, harmonia e amor
Outra janela se abriu
Para um mundo melhor
Foi roseira que floriu
No jardim do Criador !
Horizontes sem fronteiras
Neste universo sem fim
Desfraldando as bandeiras
Anjos tocando o clarim.
Louvo-te, com alma em brasa
E com fervor no coração
Senhor! Honra a minha casa
No mundo, toda nação
Que haja equilíbrio e paz
Mais amor, ponderação
Que o povo seja capaz
De viver sem confusão.
São Paulo, 15/07/2013
Armando A. C. Garcia
Visite meu blog:
http://brisadapoesia.blogspot.com
Pedi a Deus que me desse
Um minuto de atenção
Para que assim eu pudesse
Abrir-lhe o meu coração
Deus consentiu no pedido
Louvei-o cheio de amor
E pelo tempo perdido,
Supliquei da imensa dor
As trevas, a escuridão
Rasguei, com seu esplendor
Agora é só mansidão
Paz, harmonia e amor
Outra janela se abriu
Para um mundo melhor
Foi roseira que floriu
No jardim do Criador !
Horizontes sem fronteiras
Neste universo sem fim
Desfraldando as bandeiras
Anjos tocando o clarim.
Louvo-te, com alma em brasa
E com fervor no coração
Senhor! Honra a minha casa
No mundo, toda nação
Que haja equilíbrio e paz
Mais amor, ponderação
Que o povo seja capaz
De viver sem confusão.
São Paulo, 15/07/2013
Armando A. C. Garcia
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👁️ 591
A alma do poeta !
A alma do poeta !
A alma do poeta amargurada
De tão exangue está desfalecida
Não pode suportar esta parada
Se, por tão grande chaga, foi ferida
Só Tu, ó Deus! só Tu, de imenso amor
Podes amenizar a dor não consentida
E aplacar das têmporas o suor
Frio das lágrimas da despedida
Ouve Senhor, o clamor do meu peito
Mitiga a dor que consome o coração
Meu sonho de vida, já foi desfeito
Ampara os últimos dias com afeição
Sê Tu, para mim o amor perfeito
Já que na vida, só tive enganação !
São Paulo, 13/07/2013
Armando A. C. Garcia
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👁️ 573
Incertezas II
Incertezas II
Como um barco soçobrando no mar
Na mesma intensidade de incertezas
São dúvidas, cicatrizes de torpezas
Dor horrível, que sempre dói ao amar
Pus em suas mãos, a minha fantasia
Acomodei a vida naquele sonho
Naquela incerteza, o sonho foi medonho
Caí, como um pato, na sua pontaria
Escuros enganos na alcova da vida
Enxurrada que desvanece no rio
Anseio, cobiça, esperança ferida
Se incerto é o fim, me dá arrepio
Qual barco soçobrando na dúvida
A incerteza, me cobre no vazio !
Porangaba, 29/07/2013
Armando A. C. Garcia
Visite meu blog:http:/ /brisadapoesia.blogspot.com
Como um barco soçobrando no mar
Na mesma intensidade de incertezas
São dúvidas, cicatrizes de torpezas
Dor horrível, que sempre dói ao amar
Pus em suas mãos, a minha fantasia
Acomodei a vida naquele sonho
Naquela incerteza, o sonho foi medonho
Caí, como um pato, na sua pontaria
Escuros enganos na alcova da vida
Enxurrada que desvanece no rio
Anseio, cobiça, esperança ferida
Se incerto é o fim, me dá arrepio
Qual barco soçobrando na dúvida
A incerteza, me cobre no vazio !
Porangaba, 29/07/2013
Armando A. C. Garcia
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👁️ 540
do imenso mar
...do imenso mar
Com certa magia a lua reflete
Nas águas profundas do imenso mar
Quase sem vento a luz se inflecte
Na luz que do céu, provém do luar
Certa fragrância, as ondas carregam
Na praia deserta, suspiros sem fim...
Nas areias da praia, que tudo abnegam
Um cheiro tão doce, parece jasmim
Noite tão calma, silêncio profundo
Caminha sozinho, na praia jardim
Sem violar sossego, nem paz ao mundo
Curtindo a mágoa do fim de um amor
Nas águas do mar, deságua por fim
As dores que mutilam, aquele sonhador !
São Paulo, 18/07/2013
Armando A. C. Garcia
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Com certa magia a lua reflete
Nas águas profundas do imenso mar
Quase sem vento a luz se inflecte
Na luz que do céu, provém do luar
Certa fragrância, as ondas carregam
Na praia deserta, suspiros sem fim...
Nas areias da praia, que tudo abnegam
Um cheiro tão doce, parece jasmim
Noite tão calma, silêncio profundo
Caminha sozinho, na praia jardim
Sem violar sossego, nem paz ao mundo
Curtindo a mágoa do fim de um amor
Nas águas do mar, deságua por fim
As dores que mutilam, aquele sonhador !
São Paulo, 18/07/2013
Armando A. C. Garcia
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👁️ 637
A Varina
A Varina !
À sombra, duma sombrinha
Para a cútis não queimar
No mercado da sardinha
Que logo iria apregoar
Tendo por lida, a entrega
De sardinha e carapau
A linda e meiga varina
Sobe ladeira e degrau
Da baixada da Ribeira
Vai apregoando seu peixe
Até São Bento e Alegria;
Olhá-la, não há quem deixe
Passa alegre, sorridente
Com tão finura leveza
Até parece pra a gente
Que sua canastra não pesa
Aos olhos leva alegria
A cada hora que passa
Como um toque de magia
Parece um anjo da graça
É livre como a esperança
Num mundo que é todo seu
Misto de mulher e criança
Que o trabalho enalteceu
Fruto de muito labor
A sua lida constante,
Do viço tem o frescor
E o brilho do diamante !
São Paulo, 17/07/2013
Armando A. C. Garcia
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À sombra, duma sombrinha
Para a cútis não queimar
No mercado da sardinha
Que logo iria apregoar
Tendo por lida, a entrega
De sardinha e carapau
A linda e meiga varina
Sobe ladeira e degrau
Da baixada da Ribeira
Vai apregoando seu peixe
Até São Bento e Alegria;
Olhá-la, não há quem deixe
Passa alegre, sorridente
Com tão finura leveza
Até parece pra a gente
Que sua canastra não pesa
Aos olhos leva alegria
A cada hora que passa
Como um toque de magia
Parece um anjo da graça
É livre como a esperança
Num mundo que é todo seu
Misto de mulher e criança
Que o trabalho enalteceu
Fruto de muito labor
A sua lida constante,
Do viço tem o frescor
E o brilho do diamante !
São Paulo, 17/07/2013
Armando A. C. Garcia
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👁️ 644
Natureza morta
Natureza morta,
Imagem da própria natureza morta,
Figura que nem o sol a reconforta
O tempo é inimigo incomplacente
Corrói a matéria e a deixa doente
Minada a saúde da criatura
Tombando como a noite escura
Infiltra-se na sua alma dorida
Uma tristeza amarga indefinida
Sua outrora admirável figura
Não é mais que a sombra do passado
Desmaiada por cândidas aventuras
Ó natureza, como a tal consentes
Qu’em nódoa escura seja sepultado
O viço de outrora, nos presentes !
Porangaba, 24/06/2013
Armando A. C. Garcia
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Imagem da própria natureza morta,
Figura que nem o sol a reconforta
O tempo é inimigo incomplacente
Corrói a matéria e a deixa doente
Minada a saúde da criatura
Tombando como a noite escura
Infiltra-se na sua alma dorida
Uma tristeza amarga indefinida
Sua outrora admirável figura
Não é mais que a sombra do passado
Desmaiada por cândidas aventuras
Ó natureza, como a tal consentes
Qu’em nódoa escura seja sepultado
O viço de outrora, nos presentes !
Porangaba, 24/06/2013
Armando A. C. Garcia
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👁️ 627
Convulsões Nacionais
Convulsões Nacionais
O povo está descontente, enfurecido
Vez que, tudo que lhe foi prometido
Foi-lhe negado pelo legislativo
Que só quer seu voto, seu voto ativo
Em turbas invadem toda nação
Alvoroço, tumulto, confusão
A depredação mostra o descontento
O parco salário, mal dá pro alimento
Consecutivos aumentos de preços
Têm gerado descontento, desapreços
Nosso povo já está desiludido
De tanto discurso, nunca cumprido
Certamente os políticos se esquecem
Promessas, prometidas, esvaecem
Porque uma vez eleitos, são excelências
Nós, pra eles, meramente as excrescências
Soa o grito de espanto e desabafo
A nação se alvoroça, solta o sarrafo
A polícia intervém e mais se agita
O povo pelas ruas clama e grita
O governo faz ouvidos de mercador
Não quer de seu povo ouvir o clamor
Agigantam-se a cada dia passeatas
O povo quer passagem mais baratas
Quer menos corrupção, mais punição
Quer ver punido de verdade o mensalão
Menos gastos, melhoria e prevenção
Na saúde, segurança e educação
Porangaba, 18/06/2013
Armando A. C. Garcia
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O povo está descontente, enfurecido
Vez que, tudo que lhe foi prometido
Foi-lhe negado pelo legislativo
Que só quer seu voto, seu voto ativo
Em turbas invadem toda nação
Alvoroço, tumulto, confusão
A depredação mostra o descontento
O parco salário, mal dá pro alimento
Consecutivos aumentos de preços
Têm gerado descontento, desapreços
Nosso povo já está desiludido
De tanto discurso, nunca cumprido
Certamente os políticos se esquecem
Promessas, prometidas, esvaecem
Porque uma vez eleitos, são excelências
Nós, pra eles, meramente as excrescências
Soa o grito de espanto e desabafo
A nação se alvoroça, solta o sarrafo
A polícia intervém e mais se agita
O povo pelas ruas clama e grita
O governo faz ouvidos de mercador
Não quer de seu povo ouvir o clamor
Agigantam-se a cada dia passeatas
O povo quer passagem mais baratas
Quer menos corrupção, mais punição
Quer ver punido de verdade o mensalão
Menos gastos, melhoria e prevenção
Na saúde, segurança e educação
Porangaba, 18/06/2013
Armando A. C. Garcia
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👁️ 599
O grito de Alerta!
O grito de Alerta !
A antítese no preço da passagem
Não foi somente ela, o estopim
O povo cansado da libertinagem
Saiu às ruas para pedir um fim
Um fim, à corrupção e ao crime
Ao que erra, mais rigor na punição,
Punição ao menor, que não o anime
Nem ao roubo, nem à malversação
Nosso povo abomina tais abusos
Justaposição a tão vis afrontes
Que se antepõem aos costumes e usos
À moral, à paz, a novos horizontes
Aumento no preço do arroz e do pão
Do café, do açúcar e do feijão
Tudo aumenta e diz qu’não há inflação
O povo está cansado de submissão
De fronte às ironias e lacunas
Na guinada do ângulo obtuso
Qual a onda do mar frente às dunas
Em face ao descaso e ao abuso
Porquanto, logo após a eleição
Ignoram compromisso assumido.
Nas campanhas, beijam a tua mão
Depois, o nada é sempre repetido
O povo cansado deste marasmo
Extrema atonia, indiferença
Foi às ruas gritar contra o sarcasmo
Clamar em prol de sua independência.
Não serão tolas balas de borracha
Da nobre tropa de choque em ação
Nem o tropel dos cavalos no racha
Que irão calar o grito da nação !
Porangaba, 19/06/2013
Armando A. C. Garcia
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A antítese no preço da passagem
Não foi somente ela, o estopim
O povo cansado da libertinagem
Saiu às ruas para pedir um fim
Um fim, à corrupção e ao crime
Ao que erra, mais rigor na punição,
Punição ao menor, que não o anime
Nem ao roubo, nem à malversação
Nosso povo abomina tais abusos
Justaposição a tão vis afrontes
Que se antepõem aos costumes e usos
À moral, à paz, a novos horizontes
Aumento no preço do arroz e do pão
Do café, do açúcar e do feijão
Tudo aumenta e diz qu’não há inflação
O povo está cansado de submissão
De fronte às ironias e lacunas
Na guinada do ângulo obtuso
Qual a onda do mar frente às dunas
Em face ao descaso e ao abuso
Porquanto, logo após a eleição
Ignoram compromisso assumido.
Nas campanhas, beijam a tua mão
Depois, o nada é sempre repetido
O povo cansado deste marasmo
Extrema atonia, indiferença
Foi às ruas gritar contra o sarcasmo
Clamar em prol de sua independência.
Não serão tolas balas de borracha
Da nobre tropa de choque em ação
Nem o tropel dos cavalos no racha
Que irão calar o grito da nação !
Porangaba, 19/06/2013
Armando A. C. Garcia
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👁️ 558
Prosaica comparação
Prosaica comparação
Oculta o sofrimento à natureza
Do negro pesar triste e profundo
Arrancado à felicidade do mundo
Na estrada palmilhada de tristeza
Oculta que tua alma entristecida
No desalento que aniquila a alma
E nesse abatimento, tenha calma
Aguarda no além contrapartida
Abstraindo desse termo o abstrato
À unicidade d’alma está ligada
Leitor, não fique pois estupefato
Com a doutrina da reencarnação
Circunstância que ora foi projetada
Nesta mais prosaica comparação !
Porangaba, 23/06/2013
Armando A. C. Garcia
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Oculta o sofrimento à natureza
Do negro pesar triste e profundo
Arrancado à felicidade do mundo
Na estrada palmilhada de tristeza
Oculta que tua alma entristecida
No desalento que aniquila a alma
E nesse abatimento, tenha calma
Aguarda no além contrapartida
Abstraindo desse termo o abstrato
À unicidade d’alma está ligada
Leitor, não fique pois estupefato
Com a doutrina da reencarnação
Circunstância que ora foi projetada
Nesta mais prosaica comparação !
Porangaba, 23/06/2013
Armando A. C. Garcia
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👁️ 571
A transcedência
A transcendência
Difícil compreender a transcendência
Do Criador em relação à criatura
A forma imprecisa por excelência
Ao crivo de nossa mente *tatura
De natureza simples, rudimentar
Onde o subconsciente ainda é latente
Incapaz de aquilatar e apurar
As particularidades à sua frente
Conquanto assinalem um progresso
Nossas idéias falsas ou exatas
Não têm pura consciência ao acesso
Do banco de dados espiritual
Lampejo de luz, faculdade inata
Que só foi dado ao plano celestial !
· Que apalpa
Porangaba, 21/06/2013
Armando A. C. Garcia
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Difícil compreender a transcendência
Do Criador em relação à criatura
A forma imprecisa por excelência
Ao crivo de nossa mente *tatura
De natureza simples, rudimentar
Onde o subconsciente ainda é latente
Incapaz de aquilatar e apurar
As particularidades à sua frente
Conquanto assinalem um progresso
Nossas idéias falsas ou exatas
Não têm pura consciência ao acesso
Do banco de dados espiritual
Lampejo de luz, faculdade inata
Que só foi dado ao plano celestial !
· Que apalpa
Porangaba, 21/06/2013
Armando A. C. Garcia
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Sou Poeta !
E poeta é qual vinho envelhecido
Em antigos tonéis de carvalho
Por alguns será bebido,
Por outros, só degustado !
São Paulo, 10/09/2009
Armando A. C. Garcia
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E poeta é qual vinho envelhecido
Em antigos tonéis de carvalho
Por alguns será bebido,
Por outros, só degustado !
São Paulo, 10/09/2009
Armando A. C. Garcia
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