Escritas

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NATAL 2019

Natal 2019  -  Feliz NATAL com votos de BOAS FESTAS

Senhor, Eis-me aqui novamente neste Natal.

Nesta estrada imensa, feliz, radiosa
Ergue-se a alma, sob a luz frondosa
Cada coração, é repleto de alegria
Nasceu o Messias, filho de Maria

E que a mão Divina seja projetada,
E toda a criatura, seja iluminada
Na bendita escola da Fé e verdade
E que cada coração, sinta a caridade

Entendimento que alivia e consola
O indigente que precisa de esmola
E leva a cada coração a Esperança
Que anseia a alma, que na luz avança

A caridade é o clarão desta vida
O amparo à esperança da penúria
A estrada que ajuda a desventura
E dá expectativa a toda criatura

Socorrendo de amor ao desvalido
Com palavras de carinho ao oprimido
Renascerá em ti a caridade verdadeira
À luz de Deus, serás sempre mensageira

Abençoado sejas tu, meu irmão
Ao abrir as portas de teu coração
Servindo e ajudando o que tem fome,
À presença de Jesus, irá teu nome.

Senhor, protege e ampara a humanidade
Teus símbolos são a prece e a caridade
Para alcançar a paz, a luz e o amor
Resgata teu povo; Oh! Grande Criador .

São Paulo, 04/09/2019 (data da criação)
Armando A. C. Garcia   -  Visite meus blogs:

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Aos leitores e amigos desejo um
Feliz Natal -2019 e 
Alvissareiros sucessos de
Próspero Ano Novo – 2020   
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Mãe ! Coletânea de Poesias em homenagem às Mães

Mãe !

 

Coletânea de Poesias 

em Homenagem às Mães

           ------------

  I

O valor que a Mãe tem

 

Senhor, Deus do Universo

Deste à vida o verso

Deste o verso, a mim, também

Para mostrar ao mundo

O valor que a Mãe tem

 

Até Jesus, o Salvador

Teu filho amado, Senhor

Foi gerado pela Mãe

Para mostrar o valor

E o exemplo de Belém

 

Nem todos devotam amor

Do preito que são devedores

Disperso o pendor na idade

Filhos esquecem da Mãe

Cometendo iniquidade 

 

Afastam-se como apogeu

Daquela que o protegeu

Não lembram quando criança

Os desvelos que lhe deu

Dimensão de desesperança

 

Outros com serenidade

Amam a Mãe de verdade

São filhos probos, corretos

Trazem Deus no coração

Filhos do Grande Arquiteto.

 

 

São Paulo, 04/05/2011

Armando A. C. Garcia

 

  II

 

ÀQUELA QUE VAI SER MÃE ! ...

 

I

Vai ser mãe não tem receio

A espera é um anseio

É esperança, é alegria

De fecundar sua cria

II

O amor em si, canta e vibra

Ela é força que equilibra

Aurora cheia de brilho

É mulher. Espera um filho

III

Ao seu filho tão amado

Sempre estará a seu lado

Cuidando e dando carinho

Tal como a ave em seu ninho

IV

Será amável dedicada

Alma em sonhos perfumada

Da rosa pétala flor

Magia dum amor maior

V

Como rocha, firme e forte

Enfrentas até a morte

Pela primorosa flor

Fruto de um grande amor!

VI

Vais ser mãe. Bendita sejas

E em minha prece singela

Peço a Deus p’ra que não sejas

A mãe de outra Isabella !

 

 

São Paulo, 26/04/2008

Armando A. C. Garcia

 

------------

  III

EXALTAÇÃO À MÃE MARIA

 

 

Como poeta, peço a Deus inspiração

Para puder falar sobre a mãe de Jesus

Maria, a única virgem que deu à luz

E seu filho trouxe ao mundo a redenção

 

Mostrou na grandeza de sua humildade

O sofrimento atroz, cruel e desumano

Quão perversa foi, e é a humanidade

Pregando na cruz, seu filho *messiano

 

Não professo os princípios da Santa Sé

Mas tenho que admitir que a Mãe Maria

É Mãe de todos, e até de quem não crê.

 

Descrente de religiões e fantasias

Os louvores que hoje vos rendo, Mãe Maria

São a prece pelos meus últimos dias.

 

* messiânico

São Paulo, 01/05/2008

Armando A. C. Garcia

 

-------------

        IV 

M ã e I 

 

 

Ama-a, cheia de defeitos ou de bondade 

Ama-a tal qual é, porque ela é tua mãe 

Não lhe meças os erros se é que ela os tem 

Tampouco a enobreças se for cheia de bondade. 

 

Ama-a, porque ela deu um pouco de si mesma 

E dessa dádiva, brotou um rebento. És tu! 

Que ela, jamais, deixou secar enquanto que tu... 

Tornas-te indigno de ser filho dela mesma. 

 

Ama-a, como um filho deve amar sem preconceitos 

Porque o amor de uma mãe não pode ser ultrajado 

E aquele que o fizer, será eternamente condenado. 

Será um réprobo, um monstro, sem mais direitos. 

 

Cobre de beijos, sua pele já sulcada de rugas 

E em cada fio de cabelo argenteado 

Deposita um beijo e perdoa seu pecado 

Assim como ela em criança perdoava tuas fugas. 

 

Mas se assim não for, redobra então teus carinhos 

Para que um dia, quando morrer, leve na lembrança, 

A certeza de que na terra deixou uma esperança!... 

A quem mais tarde, será a luz de seus caminhos. 

 

São Paulo, 04/04/1964 

Armando A. C. Garcia 

-----------------

                 V

Mãe 

 

A palavra pequenina 

Que maior carinho tem 

É a palavra Divina 

Que tem a expressão de Mãe ! 

 

Mãe é palavra sagrada 

Cheia de amor e amizade 

Mãe... é a expressão mais amada 

Sinônimo de Felicidade. 

 

21/04/2004 

Armando A. C. Garcia 

 ------------

     VI

Mãe III 

 

Presta a justa homenagem 

À mãe, rainha do lar 

Que reflita sua imagem 

Como santa no altar 

 

Lembra-te dos seus carinhos 

E dos desvelos sem fim 

Orientando teus caminhos 

Qual lâmpada de Aladim ! 

 

E nesta data festiva 

Enche de paz e alegria 

E leva a tua rogativa 

Aos pés da virgem Maria 

 

Só em ter-te concebido 

Carregando-te no ventre 

Deves ser agradecido 

E louvá-la eternamente 

 

04/05/2004 

Armando A. C. Garcia 

-----------

 VII

 

MÃE (IV)

I

Carinhos quantos me deste

Ó minha mãe tão querida

Mil afagos, tu soubeste

Colocar em minha vida

II

Velaste noites a fio

Quase sempre, sem dormir

Quer no calor, quer no frio.

- De dia, alegre a sorrir

III

Em teu regaço ó mãe

Aprendi sempre o melhor

Ensinaste-me, também

Quem foi do mundo o Feitor !

IV

Bendita seja a mãe

Que na palavra interpela

Fazendo do filho alguém

Na expressão lúcida e bela

V

Com o tempo fui crescendo

- Sempre tu a orientar-me

E em teus conselhos, aprendo

A do mal, sempre afastar-me

VI

Em minha alma gravaste

Princípios de honestidade

E quantas noites passaste

Velando minha mocidade

VII

Eu, fui crescendo na vida

Tu, prateando os cabelos

Ias ficando envelhecida

Mantendo os mesmos desvelos

VIII

Oh! Se eu pudesse voltar

Aos tempos de minha infância

Teu rosto iria beijar

Com ternura e *jactância

IX

O tempo nada perdoa

Consome até a esperança

- Mas deixa uma coisa boa

Que é, a eterna lembrança !

 

* orgulho - altivez

 

São Paulo, 26/04/2008

Armando A. C. Garcia

-----------------

      VIII

 

 

Nasci sem ter ninguém ! 

 

 

Quisera ter uma mãe 

Como todo mundo tem 

A minha partiu pro além !... 

Eu... nasci sem ter ninguém. 

 

Não conheci seu carinho 

Deus, não me deu a ventura 

Que seus dedos de mansinho 

Tocassem minha figura 

 

Fui semente pequenina 

Tirada da terra boa 

Esta aflição me domina 

Mas do alto me abençoa 

 

Na morte serena e pura 

Deu sua vida na minha 

Hoje, no alto fulgura 

Com o brilho de rainha 

 

Só quem o amor sente 

Vê que o orfão foi privado 

Da mão bela e reluzente 

Do amor mais delicado 

 

Por que somos desiguais 

Na alegria e na tristeza 

A uns, tudo a vida oferece 

E a outros, só desmerece. 

 

São Paulo 05/05/2004 

Armando A. C. Garcia

-------------- 

     IX

 

 

ÀS MÃES, QUE DEUS JÁ LÁ TEM ! 

 

Às mães, que Deus já lá tem 

Que glorificadas sejam 

Amor de todos amores. Mãe 

 

 

Oh! Quanta falta tu fazes 

Aos meus anseios de vida 

Sem teus conselhos querida 

Meus desejos incapazes 

 

De trilhar todo caminho 

Só temores atormentando. 

A casa, não é mais ninho 

Como o foi, no teu passado...[ 

 

Ò se pudesses voltar 

Ao convívio novamente, 

Como iria te amar 

Numa ternura envolvente 

 

Mas se assim não pode ser 

Eu sei que o Criador 

Do Universo, se quiser 

Com seu Dom inspirador 

 

Pode levar até ti 

Amostra do meu amor 

Para saberes que senti 

Com tua falta, grande dor! 

 

São Paulo, 28/04/2005 

Armando A. C. Garcia 

 

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NATAL - 2018

Natal 2018
Senhor,          
Eis-me aqui novamente neste Natal.  
            
Feliz Natal 2018
                                                       
 Com votos de BOAS FESTAS

Em cada lar e em cada coração
Transborde o espírito Natalino
E a paz de Jesus, o Deus-menino
Se expanda repleta de emoção,
                                                                                               
E faça sentir amor, ao que não sente
Dê a esperança ao desventurado
Consolação pra que seja abençoado
De alegria e exultação o descontente.
 
Faz tu, de tuas mãos a ferramenta
Não negues a dádiva, nem o carinho
Porque elas serão a luz de teu caminho
O esplendor que redime e acalenta
 
É a luz que resplandece lá dos céus.
Mitiga a fome daquele que é desvalido
Dá ternura e amor ao decaído
Muito mais quer que tu faças – nosso Deus
 
Leva um pouco de ventura e caridade
Aos lares que padecem sem comida
Enxuga-lhes o pranto e dá guarida
Suaviza-os com o advento da felicidade
 
Na doce migalha por ti derramada
Verás surgir em ti outra figura
Jesus, ungirá teus dias de amargura
E a mão Divina, em ti será projetada!
 
   
Feliz Natal – 2018    e                              
Alvissareiros sucessos de                            
Próspero Ano Novo – 2019                                            
 
São Paulo, 14/08/2018 (data da criação)                        
Armando A. C. Garcia 
      
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Reminiscências...

Reminiscências... 


O amor há muito tempo, posto em esquecimento 
Não soube o coração dissimular a dor cruenta, 
Não por faltar-lhe lembrança ou discernimento 
Mas, num misto de medo e alegria que atormenta 

Pálido, instrumento do próprio desatino 
A causa de não sentir a perda da grande estima 
Sua natureza ferida, reluta tal destino 
Sendo mais numerosas que suas forças ... 

Seu propósito mudado, está-o confundido, 
Na mais profunda retaguarda do coração 
Por anos a fio foste tu, perdida estima ! 
Desagrado pesar, que em mim recordo em vão ... 

A causa de sentir é grande, extraordinária 
Maior na amara desventura do amor perdido, 
Deitada em outro leito.; a si contrária... 
A alma cheia de dúvida, coração oprimido. 

Cheio de saudade, feroz descontentamento 
Qual mansa ovelha, ao duro sacrifício, oferecida... 
Liberta, finalmente, de mil juras ao vento... 
Eterno esquecimento, do que fui na sua vida ! 

Armando A. C. Garcia 
São Paulo, 08/12/2001 (data da criação)

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Soneto

Soneto
 
Sonetos, são poemas ensarilhados
Composto apenas por quatorze versos
Dois quartetos, dois tercetos agrupados
Por metrificação são *abstersos
 
Sucintos. De gosto apurado e breve
Em poucas palavras, exprimem idéia
Uma história em poucas linhas se escreve
O mesmo trato, é dado a uma epopéia
 
Não é prolixo, nem sobrecarregado
Deve obedecer à regra camoniana
Empolgando o estro de todos os poetas
 
O ouvido espera o efeito completado
No decassílabo da poesia italiana
Onde o verso, exprime, suas facetas !
                                                                  *purificados
São Paulo, 08/09/2011
Armando A. C. Garcia
 
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TU !... (soneto)

TU !... (soneto)

Foste meu prêmio e meu primeiro castigo
Encheste meu peito de glória e de tormento
Anseio delirante, que morreu contigo
Deste imaturo amor; hoje, me alimento

Se fui feliz um instante, deixei de sê-lo
Ainda geme, ainda chora, minha alma
O afastamento penoso de flagelo
Que nem o terror da morte acalma

O amargor que tamanho castigo impõe
Ao objeto encantador de minha vida
A sorte que a comanda se antepõe

Cortando como vento os meus sentidos
Os sonhos, a ventura e sem guarida
Tu carregas sentimentos escondidos

São Paulo, 10/01/2008 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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Vitória injusta

Vitória injusta 


Não vence quem a vitória injusta conquista 
O tributo que aufere inda será tornado 
Vitupério algum será troféu de artista 
E um dia... verá não ter sido admirado ! 

O remédio não defenderá seus passos loucos 
Esforço, empenho, bravura e atrevimento 
Não serão ajuda, o dar-lhe ouvidos moucos 
Mesmo que tomado de bom comportamento. 

Armando A. C. Garcia 
São Paulo 13/12/2001 (data da criação)

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O Velhinho

O Velhinho 


O sol! sol abrasador de meio dia 
Caía em cheio no caminho deserto 
Não havendo uma sombra, ou um coberto 
Onde descansar do calor que fazia 

E, naquele sol impiedoso, escaldante 
Caminhava a pouco e pouco já cansado 
Apoiando-se a muito custo no cajado 
Aquele velho andrajoso caminhante. 

As borboletas são as suas flores do espaço 
E as plumagens coloridas dos passarinhos 
São como seus cantares, únicos carinhos 
Que cheios de ternura, o envolvem num abraço! 

Caminhando só, enfrenta a natureza 
Virá uma brisa, encontrará uma fonte 
Encontrará um vale, descido o monte. 
E, onde possa saciar sua fraqueza! 

E quando às vezes a noite caí no caminho 
Fica dormindo ao relento, noite aberta 
Fitando as estrelas doiradas da coberta 
Que espiam dia a dia o seu caminho. 

Armando A. C. Garcia 
São Paulo 18/03/1964 (data da criação)

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Não fujas novamente...

Não fujas novamente... 


Se me esperas, não há mais porque esperar ! 
Se o amor te fere, neste teu gesto lindo 
Não fujas novamente, deixa alcançar 
Que a esperança não fique... só te seguindo 

Tiraste do coração o que não tinha 
O riso, alegria, desejo de viver 
Foste tu, a razão da desdita minha 
Destino cruel, imutável sofrer ! 

Se nem tu, poder fugiste, ao destino 
Das juras de amor, guarda prometida 
Obedecendo ao ensejo alto divino, 
Eis que voltas com a alma redimida 

Trazendo em teus deleites esperança 
Como prêmio, que a vida dá, lá no fim 
Da imensa angústia, da desesperança 
Chama do amor, jamais apagada em mim. 

Armando A. C. Garcia 
São Paulo 13/12/2001 (data da criação)

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A Última Cartada

A Última Cartada 

Já cantam os galos, madrugada é alta 
A luz no seu quarto contínua acesa 
E na sala, o candeeiro sobre a mesa 
Espera apagarem as luzes da ribalta 

A noite caí. E no silêncio profundo 
Aumenta o seu desespero a sua dor. 
Na espera interminável do seu amor... 
Do próprio companheiro deste mundo. 

Que no cassino àquela hora, embriagado 
Já perdeu até o último vintém. 
E para última arriscada põe, também, 
Em jogo, o apartamento mobiliado. 

Pois na magia das cartas trapaceiras 
Perdeu tudo, naquele jogo foi lesado 
Deixando todo seu lar prejudicado 
A troco de infamantes bebedeiras. 

Armando A. C. Garcia 
S.P. 31/08/1965 (data da criação)

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