Lista de Poemas
NATAL 2019
Natal 2019 - Feliz NATAL com votos de BOAS FESTAS
Senhor, Eis-me aqui novamente neste Natal.
Nesta estrada imensa, feliz, radiosa
Ergue-se a alma, sob a luz frondosa
Cada coração, é repleto de alegria
Nasceu o Messias, filho de Maria
E que a mão Divina seja projetada,
E toda a criatura, seja iluminada
Na bendita escola da Fé e verdade
E que cada coração, sinta a caridade
Entendimento que alivia e consola
O indigente que precisa de esmola
E leva a cada coração a Esperança
Que anseia a alma, que na luz avança
A caridade é o clarão desta vida
O amparo à esperança da penúria
A estrada que ajuda a desventura
E dá expectativa a toda criatura
Socorrendo de amor ao desvalido
Com palavras de carinho ao oprimido
Renascerá em ti a caridade verdadeira
À luz de Deus, serás sempre mensageira
Abençoado sejas tu, meu irmão
Ao abrir as portas de teu coração
Servindo e ajudando o que tem fome,
À presença de Jesus, irá teu nome.
Senhor, protege e ampara a humanidade
Teus símbolos são a prece e a caridade
Para alcançar a paz, a luz e o amor
Resgata teu povo; Oh! Grande Criador .
São Paulo, 04/09/2019 (data da criação)
Armando A. C. Garcia - Visite meus blogs:
http://brisadapoesia.blogspot.com
http://preludiodesonetos.blogspot.com
http://criancaspoesias.blogspot.com
Direitos autorais registrados
Mantenha a autoria do poema
Aos leitores e amigos desejo um
Feliz Natal -2019 e
Alvissareiros sucessos de
Próspero Ano Novo – 2020
Senhor, Eis-me aqui novamente neste Natal.
Nesta estrada imensa, feliz, radiosa
Ergue-se a alma, sob a luz frondosa
Cada coração, é repleto de alegria
Nasceu o Messias, filho de Maria
E que a mão Divina seja projetada,
E toda a criatura, seja iluminada
Na bendita escola da Fé e verdade
E que cada coração, sinta a caridade
Entendimento que alivia e consola
O indigente que precisa de esmola
E leva a cada coração a Esperança
Que anseia a alma, que na luz avança
A caridade é o clarão desta vida
O amparo à esperança da penúria
A estrada que ajuda a desventura
E dá expectativa a toda criatura
Socorrendo de amor ao desvalido
Com palavras de carinho ao oprimido
Renascerá em ti a caridade verdadeira
À luz de Deus, serás sempre mensageira
Abençoado sejas tu, meu irmão
Ao abrir as portas de teu coração
Servindo e ajudando o que tem fome,
À presença de Jesus, irá teu nome.
Senhor, protege e ampara a humanidade
Teus símbolos são a prece e a caridade
Para alcançar a paz, a luz e o amor
Resgata teu povo; Oh! Grande Criador .
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Alvissareiros sucessos de
Próspero Ano Novo – 2020
👁️ 43
Mãe ! Coletânea de Poesias em homenagem às Mães
Mãe !
Coletânea de Poesias
em Homenagem às Mães
------------
I
O valor que a Mãe tem
Senhor, Deus do Universo
Deste à vida o verso
Deste o verso, a mim, também
Para mostrar ao mundo
O valor que a Mãe tem
Até Jesus, o Salvador
Teu filho amado, Senhor
Foi gerado pela Mãe
Para mostrar o valor
E o exemplo de Belém
Nem todos devotam amor
Do preito que são devedores
Disperso o pendor na idade
Filhos esquecem da Mãe
Cometendo iniquidade
Afastam-se como apogeu
Daquela que o protegeu
Não lembram quando criança
Os desvelos que lhe deu
Dimensão de desesperança
Outros com serenidade
Amam a Mãe de verdade
São filhos probos, corretos
Trazem Deus no coração
Filhos do Grande Arquiteto.
São Paulo, 04/05/2011
Armando A. C. Garcia
II
ÀQUELA QUE VAI SER MÃE ! ...
I
Vai ser mãe não tem receio
A espera é um anseio
É esperança, é alegria
De fecundar sua cria
II
O amor em si, canta e vibra
Ela é força que equilibra
Aurora cheia de brilho
É mulher. Espera um filho
III
Ao seu filho tão amado
Sempre estará a seu lado
Cuidando e dando carinho
Tal como a ave em seu ninho
IV
Será amável dedicada
Alma em sonhos perfumada
Da rosa pétala flor
Magia dum amor maior
V
Como rocha, firme e forte
Enfrentas até a morte
Pela primorosa flor
Fruto de um grande amor!
VI
Vais ser mãe. Bendita sejas
E em minha prece singela
Peço a Deus p’ra que não sejas
A mãe de outra Isabella !
São Paulo, 26/04/2008
Armando A. C. Garcia
------------
III
EXALTAÇÃO À MÃE MARIA
Como poeta, peço a Deus inspiração
Para puder falar sobre a mãe de Jesus
Maria, a única virgem que deu à luz
E seu filho trouxe ao mundo a redenção
Mostrou na grandeza de sua humildade
O sofrimento atroz, cruel e desumano
Quão perversa foi, e é a humanidade
Pregando na cruz, seu filho *messiano
Não professo os princípios da Santa Sé
Mas tenho que admitir que a Mãe Maria
É Mãe de todos, e até de quem não crê.
Descrente de religiões e fantasias
Os louvores que hoje vos rendo, Mãe Maria
São a prece pelos meus últimos dias.
* messiânico
São Paulo, 01/05/2008
Armando A. C. Garcia
-------------
IV
M ã e I
Ama-a, cheia de defeitos ou de bondade
Ama-a tal qual é, porque ela é tua mãe
Não lhe meças os erros se é que ela os tem
Tampouco a enobreças se for cheia de bondade.
Ama-a, porque ela deu um pouco de si mesma
E dessa dádiva, brotou um rebento. És tu!
Que ela, jamais, deixou secar enquanto que tu...
Tornas-te indigno de ser filho dela mesma.
Ama-a, como um filho deve amar sem preconceitos
Porque o amor de uma mãe não pode ser ultrajado
E aquele que o fizer, será eternamente condenado.
Será um réprobo, um monstro, sem mais direitos.
Cobre de beijos, sua pele já sulcada de rugas
E em cada fio de cabelo argenteado
Deposita um beijo e perdoa seu pecado
Assim como ela em criança perdoava tuas fugas.
Mas se assim não for, redobra então teus carinhos
Para que um dia, quando morrer, leve na lembrança,
A certeza de que na terra deixou uma esperança!...
A quem mais tarde, será a luz de seus caminhos.
São Paulo, 04/04/1964
Armando A. C. Garcia
-----------------
V
Mãe
A palavra pequenina
Que maior carinho tem
É a palavra Divina
Que tem a expressão de Mãe !
Mãe é palavra sagrada
Cheia de amor e amizade
Mãe... é a expressão mais amada
Sinônimo de Felicidade.
21/04/2004
Armando A. C. Garcia
------------
VI
Mãe III
Presta a justa homenagem
À mãe, rainha do lar
Que reflita sua imagem
Como santa no altar
Lembra-te dos seus carinhos
E dos desvelos sem fim
Orientando teus caminhos
Qual lâmpada de Aladim !
E nesta data festiva
Enche de paz e alegria
E leva a tua rogativa
Aos pés da virgem Maria
Só em ter-te concebido
Carregando-te no ventre
Deves ser agradecido
E louvá-la eternamente
04/05/2004
Armando A. C. Garcia
-----------
VII
MÃE (IV)
I
Carinhos quantos me deste
Ó minha mãe tão querida
Mil afagos, tu soubeste
Colocar em minha vida
II
Velaste noites a fio
Quase sempre, sem dormir
Quer no calor, quer no frio.
- De dia, alegre a sorrir
III
Em teu regaço ó mãe
Aprendi sempre o melhor
Ensinaste-me, também
Quem foi do mundo o Feitor !
IV
Bendita seja a mãe
Que na palavra interpela
Fazendo do filho alguém
Na expressão lúcida e bela
V
Com o tempo fui crescendo
- Sempre tu a orientar-me
E em teus conselhos, aprendo
A do mal, sempre afastar-me
VI
Em minha alma gravaste
Princípios de honestidade
E quantas noites passaste
Velando minha mocidade
VII
Eu, fui crescendo na vida
Tu, prateando os cabelos
Ias ficando envelhecida
Mantendo os mesmos desvelos
VIII
Oh! Se eu pudesse voltar
Aos tempos de minha infância
Teu rosto iria beijar
Com ternura e *jactância
IX
O tempo nada perdoa
Consome até a esperança
- Mas deixa uma coisa boa
Que é, a eterna lembrança !
* orgulho - altivez
São Paulo, 26/04/2008
Armando A. C. Garcia
-----------------
VIII
Nasci sem ter ninguém !
Quisera ter uma mãe
Como todo mundo tem
A minha partiu pro além !...
Eu... nasci sem ter ninguém.
Não conheci seu carinho
Deus, não me deu a ventura
Que seus dedos de mansinho
Tocassem minha figura
Fui semente pequenina
Tirada da terra boa
Esta aflição me domina
Mas do alto me abençoa
Na morte serena e pura
Deu sua vida na minha
Hoje, no alto fulgura
Com o brilho de rainha
Só quem o amor sente
Vê que o orfão foi privado
Da mão bela e reluzente
Do amor mais delicado
Por que somos desiguais
Na alegria e na tristeza
A uns, tudo a vida oferece
E a outros, só desmerece.
São Paulo 05/05/2004
Armando A. C. Garcia
--------------
IX
ÀS MÃES, QUE DEUS JÁ LÁ TEM !
Às mães, que Deus já lá tem
Que glorificadas sejam
Amor de todos amores. Mãe
Oh! Quanta falta tu fazes
Aos meus anseios de vida
Sem teus conselhos querida
Meus desejos incapazes
De trilhar todo caminho
Só temores atormentando.
A casa, não é mais ninho
Como o foi, no teu passado...[
Ò se pudesses voltar
Ao convívio novamente,
Como iria te amar
Numa ternura envolvente
Mas se assim não pode ser
Eu sei que o Criador
Do Universo, se quiser
Com seu Dom inspirador
Pode levar até ti
Amostra do meu amor
Para saberes que senti
Com tua falta, grande dor!
São Paulo, 28/04/2005
Armando A. C. Garcia
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em Homenagem às Mães
------------
I
O valor que a Mãe tem
Senhor, Deus do Universo
Deste à vida o verso
Deste o verso, a mim, também
Para mostrar ao mundo
O valor que a Mãe tem
Até Jesus, o Salvador
Teu filho amado, Senhor
Foi gerado pela Mãe
Para mostrar o valor
E o exemplo de Belém
Nem todos devotam amor
Do preito que são devedores
Disperso o pendor na idade
Filhos esquecem da Mãe
Cometendo iniquidade
Afastam-se como apogeu
Daquela que o protegeu
Não lembram quando criança
Os desvelos que lhe deu
Dimensão de desesperança
Outros com serenidade
Amam a Mãe de verdade
São filhos probos, corretos
Trazem Deus no coração
Filhos do Grande Arquiteto.
São Paulo, 04/05/2011
Armando A. C. Garcia
II
ÀQUELA QUE VAI SER MÃE ! ...
I
Vai ser mãe não tem receio
A espera é um anseio
É esperança, é alegria
De fecundar sua cria
II
O amor em si, canta e vibra
Ela é força que equilibra
Aurora cheia de brilho
É mulher. Espera um filho
III
Ao seu filho tão amado
Sempre estará a seu lado
Cuidando e dando carinho
Tal como a ave em seu ninho
IV
Será amável dedicada
Alma em sonhos perfumada
Da rosa pétala flor
Magia dum amor maior
V
Como rocha, firme e forte
Enfrentas até a morte
Pela primorosa flor
Fruto de um grande amor!
VI
Vais ser mãe. Bendita sejas
E em minha prece singela
Peço a Deus p’ra que não sejas
A mãe de outra Isabella !
São Paulo, 26/04/2008
Armando A. C. Garcia
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III
EXALTAÇÃO À MÃE MARIA
Como poeta, peço a Deus inspiração
Para puder falar sobre a mãe de Jesus
Maria, a única virgem que deu à luz
E seu filho trouxe ao mundo a redenção
Mostrou na grandeza de sua humildade
O sofrimento atroz, cruel e desumano
Quão perversa foi, e é a humanidade
Pregando na cruz, seu filho *messiano
Não professo os princípios da Santa Sé
Mas tenho que admitir que a Mãe Maria
É Mãe de todos, e até de quem não crê.
Descrente de religiões e fantasias
Os louvores que hoje vos rendo, Mãe Maria
São a prece pelos meus últimos dias.
* messiânico
São Paulo, 01/05/2008
Armando A. C. Garcia
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IV
M ã e I
Ama-a, cheia de defeitos ou de bondade
Ama-a tal qual é, porque ela é tua mãe
Não lhe meças os erros se é que ela os tem
Tampouco a enobreças se for cheia de bondade.
Ama-a, porque ela deu um pouco de si mesma
E dessa dádiva, brotou um rebento. És tu!
Que ela, jamais, deixou secar enquanto que tu...
Tornas-te indigno de ser filho dela mesma.
Ama-a, como um filho deve amar sem preconceitos
Porque o amor de uma mãe não pode ser ultrajado
E aquele que o fizer, será eternamente condenado.
Será um réprobo, um monstro, sem mais direitos.
Cobre de beijos, sua pele já sulcada de rugas
E em cada fio de cabelo argenteado
Deposita um beijo e perdoa seu pecado
Assim como ela em criança perdoava tuas fugas.
Mas se assim não for, redobra então teus carinhos
Para que um dia, quando morrer, leve na lembrança,
A certeza de que na terra deixou uma esperança!...
A quem mais tarde, será a luz de seus caminhos.
São Paulo, 04/04/1964
Armando A. C. Garcia
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V
Mãe
A palavra pequenina
Que maior carinho tem
É a palavra Divina
Que tem a expressão de Mãe !
Mãe é palavra sagrada
Cheia de amor e amizade
Mãe... é a expressão mais amada
Sinônimo de Felicidade.
21/04/2004
Armando A. C. Garcia
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VI
Mãe III
Presta a justa homenagem
À mãe, rainha do lar
Que reflita sua imagem
Como santa no altar
Lembra-te dos seus carinhos
E dos desvelos sem fim
Orientando teus caminhos
Qual lâmpada de Aladim !
E nesta data festiva
Enche de paz e alegria
E leva a tua rogativa
Aos pés da virgem Maria
Só em ter-te concebido
Carregando-te no ventre
Deves ser agradecido
E louvá-la eternamente
04/05/2004
Armando A. C. Garcia
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VII
MÃE (IV)
I
Carinhos quantos me deste
Ó minha mãe tão querida
Mil afagos, tu soubeste
Colocar em minha vida
II
Velaste noites a fio
Quase sempre, sem dormir
Quer no calor, quer no frio.
- De dia, alegre a sorrir
III
Em teu regaço ó mãe
Aprendi sempre o melhor
Ensinaste-me, também
Quem foi do mundo o Feitor !
IV
Bendita seja a mãe
Que na palavra interpela
Fazendo do filho alguém
Na expressão lúcida e bela
V
Com o tempo fui crescendo
- Sempre tu a orientar-me
E em teus conselhos, aprendo
A do mal, sempre afastar-me
VI
Em minha alma gravaste
Princípios de honestidade
E quantas noites passaste
Velando minha mocidade
VII
Eu, fui crescendo na vida
Tu, prateando os cabelos
Ias ficando envelhecida
Mantendo os mesmos desvelos
VIII
Oh! Se eu pudesse voltar
Aos tempos de minha infância
Teu rosto iria beijar
Com ternura e *jactância
IX
O tempo nada perdoa
Consome até a esperança
- Mas deixa uma coisa boa
Que é, a eterna lembrança !
* orgulho - altivez
São Paulo, 26/04/2008
Armando A. C. Garcia
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VIII
Nasci sem ter ninguém !
Quisera ter uma mãe
Como todo mundo tem
A minha partiu pro além !...
Eu... nasci sem ter ninguém.
Não conheci seu carinho
Deus, não me deu a ventura
Que seus dedos de mansinho
Tocassem minha figura
Fui semente pequenina
Tirada da terra boa
Esta aflição me domina
Mas do alto me abençoa
Na morte serena e pura
Deu sua vida na minha
Hoje, no alto fulgura
Com o brilho de rainha
Só quem o amor sente
Vê que o orfão foi privado
Da mão bela e reluzente
Do amor mais delicado
Por que somos desiguais
Na alegria e na tristeza
A uns, tudo a vida oferece
E a outros, só desmerece.
São Paulo 05/05/2004
Armando A. C. Garcia
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IX
ÀS MÃES, QUE DEUS JÁ LÁ TEM !
Às mães, que Deus já lá tem
Que glorificadas sejam
Amor de todos amores. Mãe
Oh! Quanta falta tu fazes
Aos meus anseios de vida
Sem teus conselhos querida
Meus desejos incapazes
De trilhar todo caminho
Só temores atormentando.
A casa, não é mais ninho
Como o foi, no teu passado...[
Ò se pudesses voltar
Ao convívio novamente,
Como iria te amar
Numa ternura envolvente
Mas se assim não pode ser
Eu sei que o Criador
Do Universo, se quiser
Com seu Dom inspirador
Pode levar até ti
Amostra do meu amor
Para saberes que senti
Com tua falta, grande dor!
São Paulo, 28/04/2005
Armando A. C. Garcia
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NATAL - 2018
Natal 2018
Senhor,
Eis-me aqui novamente neste Natal.
Feliz Natal 2018
Com votos de BOAS FESTAS
Em cada lar e em cada coração
Em cada lar e em cada coração
Transborde o espírito Natalino
E a paz de Jesus, o Deus-menino
Se expanda repleta de emoção,
E faça sentir amor, ao que não sente
Dê a esperança ao desventurado
Consolação pra que seja abençoado
De alegria e exultação o descontente.
Faz tu, de tuas mãos a ferramenta
Não negues a dádiva, nem o carinho
Porque elas serão a luz de teu caminho
O esplendor que redime e acalenta
É a luz que resplandece lá dos céus.
Mitiga a fome daquele que é desvalido
Dá ternura e amor ao decaído
Muito mais quer que tu faças – nosso Deus
Leva um pouco de ventura e caridade
Aos lares que padecem sem comida
Enxuga-lhes o pranto e dá guarida
Suaviza-os com o advento da felicidade
Na doce migalha por ti derramada
Verás surgir em ti outra figura
Jesus, ungirá teus dias de amargura
E a mão Divina, em ti será projetada!
Feliz Natal – 2018 e
Alvissareiros sucessos de
Próspero Ano Novo – 2019
São Paulo, 14/08/2018 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
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Reminiscências...
Reminiscências...
O amor há muito tempo, posto em esquecimento
Não soube o coração dissimular a dor cruenta,
Não por faltar-lhe lembrança ou discernimento
Mas, num misto de medo e alegria que atormenta
Pálido, instrumento do próprio desatino
A causa de não sentir a perda da grande estima
Sua natureza ferida, reluta tal destino
Sendo mais numerosas que suas forças ...
Seu propósito mudado, está-o confundido,
Na mais profunda retaguarda do coração
Por anos a fio foste tu, perdida estima !
Desagrado pesar, que em mim recordo em vão ...
A causa de sentir é grande, extraordinária
Maior na amara desventura do amor perdido,
Deitada em outro leito.; a si contrária...
A alma cheia de dúvida, coração oprimido.
Cheio de saudade, feroz descontentamento
Qual mansa ovelha, ao duro sacrifício, oferecida...
Liberta, finalmente, de mil juras ao vento...
Eterno esquecimento, do que fui na sua vida !
Armando A. C. Garcia
São Paulo, 08/12/2001 (data da criação)
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O amor há muito tempo, posto em esquecimento
Não soube o coração dissimular a dor cruenta,
Não por faltar-lhe lembrança ou discernimento
Mas, num misto de medo e alegria que atormenta
Pálido, instrumento do próprio desatino
A causa de não sentir a perda da grande estima
Sua natureza ferida, reluta tal destino
Sendo mais numerosas que suas forças ...
Seu propósito mudado, está-o confundido,
Na mais profunda retaguarda do coração
Por anos a fio foste tu, perdida estima !
Desagrado pesar, que em mim recordo em vão ...
A causa de sentir é grande, extraordinária
Maior na amara desventura do amor perdido,
Deitada em outro leito.; a si contrária...
A alma cheia de dúvida, coração oprimido.
Cheio de saudade, feroz descontentamento
Qual mansa ovelha, ao duro sacrifício, oferecida...
Liberta, finalmente, de mil juras ao vento...
Eterno esquecimento, do que fui na sua vida !
Armando A. C. Garcia
São Paulo, 08/12/2001 (data da criação)
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Soneto
Soneto
Sonetos, são poemas ensarilhados
Composto apenas por quatorze versos
Dois quartetos, dois tercetos agrupados
Por metrificação são *abstersos
Sucintos. De gosto apurado e breve
Em poucas palavras, exprimem idéia
Uma história em poucas linhas se escreve
O mesmo trato, é dado a uma epopéia
Não é prolixo, nem sobrecarregado
Deve obedecer à regra camoniana
Empolgando o estro de todos os poetas
O ouvido espera o efeito completado
No decassílabo da poesia italiana
Onde o verso, exprime, suas facetas !
*purificados
São Paulo, 08/09/2011
Armando A. C. Garcia
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Sonetos, são poemas ensarilhados
Composto apenas por quatorze versos
Dois quartetos, dois tercetos agrupados
Por metrificação são *abstersos
Sucintos. De gosto apurado e breve
Em poucas palavras, exprimem idéia
Uma história em poucas linhas se escreve
O mesmo trato, é dado a uma epopéia
Não é prolixo, nem sobrecarregado
Deve obedecer à regra camoniana
Empolgando o estro de todos os poetas
O ouvido espera o efeito completado
No decassílabo da poesia italiana
Onde o verso, exprime, suas facetas !
*purificados
São Paulo, 08/09/2011
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TU !... (soneto)
TU !... (soneto)
Foste meu prêmio e meu primeiro castigo
Encheste meu peito de glória e de tormento
Anseio delirante, que morreu contigo
Deste imaturo amor; hoje, me alimento
Se fui feliz um instante, deixei de sê-lo
Ainda geme, ainda chora, minha alma
O afastamento penoso de flagelo
Que nem o terror da morte acalma
O amargor que tamanho castigo impõe
Ao objeto encantador de minha vida
A sorte que a comanda se antepõe
Cortando como vento os meus sentidos
Os sonhos, a ventura e sem guarida
Tu carregas sentimentos escondidos
São Paulo, 10/01/2008 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
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Foste meu prêmio e meu primeiro castigo
Encheste meu peito de glória e de tormento
Anseio delirante, que morreu contigo
Deste imaturo amor; hoje, me alimento
Se fui feliz um instante, deixei de sê-lo
Ainda geme, ainda chora, minha alma
O afastamento penoso de flagelo
Que nem o terror da morte acalma
O amargor que tamanho castigo impõe
Ao objeto encantador de minha vida
A sorte que a comanda se antepõe
Cortando como vento os meus sentidos
Os sonhos, a ventura e sem guarida
Tu carregas sentimentos escondidos
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👁️ 77
Vitória injusta
Vitória injusta
Não vence quem a vitória injusta conquista
O tributo que aufere inda será tornado
Vitupério algum será troféu de artista
E um dia... verá não ter sido admirado !
O remédio não defenderá seus passos loucos
Esforço, empenho, bravura e atrevimento
Não serão ajuda, o dar-lhe ouvidos moucos
Mesmo que tomado de bom comportamento.
Armando A. C. Garcia
São Paulo 13/12/2001 (data da criação)
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Não vence quem a vitória injusta conquista
O tributo que aufere inda será tornado
Vitupério algum será troféu de artista
E um dia... verá não ter sido admirado !
O remédio não defenderá seus passos loucos
Esforço, empenho, bravura e atrevimento
Não serão ajuda, o dar-lhe ouvidos moucos
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O Velhinho
O Velhinho
O sol! sol abrasador de meio dia
Caía em cheio no caminho deserto
Não havendo uma sombra, ou um coberto
Onde descansar do calor que fazia
E, naquele sol impiedoso, escaldante
Caminhava a pouco e pouco já cansado
Apoiando-se a muito custo no cajado
Aquele velho andrajoso caminhante.
As borboletas são as suas flores do espaço
E as plumagens coloridas dos passarinhos
São como seus cantares, únicos carinhos
Que cheios de ternura, o envolvem num abraço!
Caminhando só, enfrenta a natureza
Virá uma brisa, encontrará uma fonte
Encontrará um vale, descido o monte.
E, onde possa saciar sua fraqueza!
E quando às vezes a noite caí no caminho
Fica dormindo ao relento, noite aberta
Fitando as estrelas doiradas da coberta
Que espiam dia a dia o seu caminho.
Armando A. C. Garcia
São Paulo 18/03/1964 (data da criação)
Visite meus blogs:
http://brisadapoesia.blogspot.com
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Direitos autorais registrados
Mantenha a autoria do poema
O sol! sol abrasador de meio dia
Caía em cheio no caminho deserto
Não havendo uma sombra, ou um coberto
Onde descansar do calor que fazia
E, naquele sol impiedoso, escaldante
Caminhava a pouco e pouco já cansado
Apoiando-se a muito custo no cajado
Aquele velho andrajoso caminhante.
As borboletas são as suas flores do espaço
E as plumagens coloridas dos passarinhos
São como seus cantares, únicos carinhos
Que cheios de ternura, o envolvem num abraço!
Caminhando só, enfrenta a natureza
Virá uma brisa, encontrará uma fonte
Encontrará um vale, descido o monte.
E, onde possa saciar sua fraqueza!
E quando às vezes a noite caí no caminho
Fica dormindo ao relento, noite aberta
Fitando as estrelas doiradas da coberta
Que espiam dia a dia o seu caminho.
Armando A. C. Garcia
São Paulo 18/03/1964 (data da criação)
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Não fujas novamente...
Não fujas novamente...
Se me esperas, não há mais porque esperar !
Se o amor te fere, neste teu gesto lindo
Não fujas novamente, deixa alcançar
Que a esperança não fique... só te seguindo
Tiraste do coração o que não tinha
O riso, alegria, desejo de viver
Foste tu, a razão da desdita minha
Destino cruel, imutável sofrer !
Se nem tu, poder fugiste, ao destino
Das juras de amor, guarda prometida
Obedecendo ao ensejo alto divino,
Eis que voltas com a alma redimida
Trazendo em teus deleites esperança
Como prêmio, que a vida dá, lá no fim
Da imensa angústia, da desesperança
Chama do amor, jamais apagada em mim.
Armando A. C. Garcia
São Paulo 13/12/2001 (data da criação)
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Se me esperas, não há mais porque esperar !
Se o amor te fere, neste teu gesto lindo
Não fujas novamente, deixa alcançar
Que a esperança não fique... só te seguindo
Tiraste do coração o que não tinha
O riso, alegria, desejo de viver
Foste tu, a razão da desdita minha
Destino cruel, imutável sofrer !
Se nem tu, poder fugiste, ao destino
Das juras de amor, guarda prometida
Obedecendo ao ensejo alto divino,
Eis que voltas com a alma redimida
Trazendo em teus deleites esperança
Como prêmio, que a vida dá, lá no fim
Da imensa angústia, da desesperança
Chama do amor, jamais apagada em mim.
Armando A. C. Garcia
São Paulo 13/12/2001 (data da criação)
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A Última Cartada
A Última Cartada
Já cantam os galos, madrugada é alta
A luz no seu quarto contínua acesa
E na sala, o candeeiro sobre a mesa
Espera apagarem as luzes da ribalta
A noite caí. E no silêncio profundo
Aumenta o seu desespero a sua dor.
Na espera interminável do seu amor...
Do próprio companheiro deste mundo.
Que no cassino àquela hora, embriagado
Já perdeu até o último vintém.
E para última arriscada põe, também,
Em jogo, o apartamento mobiliado.
Pois na magia das cartas trapaceiras
Perdeu tudo, naquele jogo foi lesado
Deixando todo seu lar prejudicado
A troco de infamantes bebedeiras.
Armando A. C. Garcia
S.P. 31/08/1965 (data da criação)
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Já cantam os galos, madrugada é alta
A luz no seu quarto contínua acesa
E na sala, o candeeiro sobre a mesa
Espera apagarem as luzes da ribalta
A noite caí. E no silêncio profundo
Aumenta o seu desespero a sua dor.
Na espera interminável do seu amor...
Do próprio companheiro deste mundo.
Que no cassino àquela hora, embriagado
Já perdeu até o último vintém.
E para última arriscada põe, também,
Em jogo, o apartamento mobiliado.
Pois na magia das cartas trapaceiras
Perdeu tudo, naquele jogo foi lesado
Deixando todo seu lar prejudicado
A troco de infamantes bebedeiras.
Armando A. C. Garcia
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Sou Poeta !
E poeta é qual vinho envelhecido
Em antigos tonéis de carvalho
Por alguns será bebido,
Por outros, só degustado !
São Paulo, 10/09/2009
Armando A. C. Garcia
Visite meu blog://http://brisadapoesia.blogspot.com
E poeta é qual vinho envelhecido
Em antigos tonéis de carvalho
Por alguns será bebido,
Por outros, só degustado !
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