Lista de Poemas

Os corpos dos ricos, cheios e anafados, são o banquete dos bichos; os dos pobres, secos e postos nos ossos, são o seu jejum.

 

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Considere, pois, o rico e o pobre para onde vai: Quo vadis? Para que o rico modere a sua abundância, e o pobre se componha com a sua moderação. E porque o pobre e o rico (e o rico mais apressadamente que o pobre) todos irmos parar ali, lamentem-se os ricos da sua riqueza e das suas galas e regalos: sejam os pobres os contentes e eles os tristes. E paguem com a tristeza a fraqueza dos seus corações.

 

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De maneira que não é rico quem tem muito, ainda que seja tudo. Pois quem é o verdadeiro rico? Aquele que não quer nada, porque nenhuma coisa lhe falta.

 

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As armas com que o mundo faz maior guerra aos homens são as riquezas.

 

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Não há cousa que mais alargue o tempo na ausência e na saudade que a dilação: as horas se fazem anos e os dias, séculos.

 

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Pouco conhece a riqueza da saúde quem cuida que por algum preço pode ser cara, quanto mais caríssima.

 

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Não há riqueza no mundo que se iguale à saúde do corpo. (...) Donde se segue que, se o médico der ao enfermo a saúde e o enfermo ao médico todas as riquezas, menos recebe o médico que o enfermo.

 

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Os sábios em qualquer faculdade mais sabem ouvindo que discorrendo, e mais acompanhados que sós.

 

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O ponto mais alto, o mais fino e o mais difícil da sabedoria não é o saber; é o saber e poder encobrir o que sabe.

 

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Tão dificultoso é aprender a ignorar até à sabedoria, que tudo sabe.

 

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