Lista de Poemas
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Valdir Gomes
Algo Errado
Tinha tudo pra dar certo,
Mas algo não seguiu o planejado
Eu queria de você chegar bem perto
E expor o que tinhas conquistado.
Decidido estava a lhe dar meu coração,
Dar-lhe do meu tempo, do meu vinho,
Para te fartares, e de amor, viveres paixão.
Para que também percorresses meu caminho...
E ao meu lado vivêssemos um sonho
Que felizes, realizaríamos com carinho.
E curtiríamos, juntinhos, um século risonho(...)
Mas me pregastes uma peça, me deixando sozinho
A replanejar minha vida, que agora a repensar me ponho,
Ao fechares seus lindos olhos devagarinho.
Efigenia Coutinho
RETALHOS DA ALMA
RETALHOS DA ALMA
Efigênia Coutinho
Acaricia-me um olhar efêmero
agarrando à rima com esmero.
Vem da alma a estrofe iluminada
ao final resplandece alucinada!...
Ó Alma, quem há de dizer, contudo,
tuas infinitas angústias ao mundo?
Se sangras no teu sonhar mudo
a sufocar o teu grito em tudo?...
Este sonho se vai Alma rara!
Morrendo aos céus brandido.
No tempo, as confissões calara
emudecendo um Amor bandido!
Morres Alma, em sono profundo,
mas deixas os retalhos em tudo
para saberem que em teu amor mudo,
neste mundo, fostes um Mundo!...
Balneário Camboriú
Cléia Mutti Fialho
STEFANY E O PROFESSOR DE BIOLOGIA Pt.1(conto erótico)
Enide Santos
Flor
Foi ficando formosa
fabulosa
flor.
Feito
fantasia
fascinante
ficou.
Enide
Santos 01/05/14
joao euzebio
E POR FALAR EM SAUDADE
E POR FALAR EM SAUDADE
EM QUE ESTRELA
VOCÊ SE ESCONDEU
EM QUE LEMBRANÇAS
VOCÊ NÃO ME DEU
QUE ATÉ HOJE PROCURO
NESTE ESCURO
SEM LUAR
ONDE
AQUELE SORRISO
AQUELE SEU JEITO DE SER
VOCÊ NEM IMAGINA
COMO É DIFÍCIL TE ESQUECER
E POR FALAR EM SAUDADE
EM QUE MADRUGADA SE FOI
DEIXANDO ENTRE NOS DOIS
ESTE VAZIO
COISAS QUE O VENTO FRIO
ME FAZ ESTREMECER
VOCÊ NEM IMAGINA
COMO É DIFÍCIL TE ESQUECER
VEM PARA MIM
NÃO SEJA ASSIM
TÃO CRUEL
POIS O POEMA QUE ESTA
NO PAPEL
É SEU
FUI EU QUE LHE DEU
NAQUELA NOITE SEM FIM
QUANDO OLHOU PARA MIM
E DISSE ME AMAR
E POR FALAR EM SAUDADE
EM QUE LUGAR DESTE PASSADO
VOCÊ FICOU
POR QUE NÃO VOLTOU
ATÉ AGORA
POIS A CHUVA JÁ FOI EMBORA
E VOCÊ NÃO VOLTOU
NÃO ME EXPLIQUE NADA
SEGUE TUA ESTRADA
POIS VOCÊ SABE
QUE NA VERDADE... TE ESPERANDO SEMPRE
ESTOU.
José João Murtinheira Branco
BEIJAR TEU BEIJO
Guardo esse olhar límpido como dois lagos
E na memoria o cheiro do teu corpo confidente
Prende-me tua pele ao perfume dos teus seios
Ondulante, dardejante envolvido nos meus afagos
Na amargura do partir ficou apenas esse beijo ardente.
Revejo os teus olhos de um azul cintilante
Faiscando na última noite voluptuosa
Foi um tempo flamejante tão distante
Marcado por utopias de uma espera tortuosa.
Cruze a memória desse ultimo adeus
Recordo-te, distorço a tua imagem imaculada
Para reviver o teu carinho e os lábios teus
Nesta forja de frases rubras, do tudo ou nada.
Nas palavras murmurantes do desejo
Tão perto e tão longe que não te avisto
Coloquei asas prematuras no meu beijo
Neste querer que tanto insiste
Beijar esse teu beijo, que resiste.
João Murty
RITA FLOR
O ETERNO SOL ( Sobre MÚSICA... ) RITA
RITA FLOR
TRÊS POEMINHAS BEM SIMPLEZINHOS ___ COM FALINHAS DE CORAÇÃO ( E ) -AMOR...
marcelomalves
C.;
RITA FLOR
DÉBITO TÃO PROFUNDO QUE IDENTIFICA E RESTAURA A LUZ D'ALMA
Waldiano Nogueira
O Renasce da fênix
Heloisa Melo
Sozinha
José João Murtinheira Branco
RECORDAR A INFANCIA
Navego nos mares dos sonhos,
por entre as recordações de criança,
gritando, pulando, desafiando a ilusão,
calças rotas, corpo sujo, olhos risonhos,
nativo de Lagos, filho da ribeira,
desfraldo velas em ventos de mudança,
desafiando o mar, num bote da traineira
Que fantasia, que sol, que vida, pios de gaivota, sulcando o ar,
ronronam ondas, em noites de melodia
naquela doce alegria, naquele ingênuo brincar!
o céu bordado de estrelas, a terra de aromas cheia,
as ondas beijando a areia e a lua beijando o mar!
Preso na minha imaginação,
fui mascarilha, num
corcel de pau
correndo na pradaria da ilusão,
num
bote, fui Barbas - pirata mau,
persegui ovnis de olhos no céu,
fiz magia, abri a porta da fantasia
de um espirito inquieto, voando ao léu.
Que vagarosas saudades,
silenciosas lembranças,
aos muros do meu desgosto,
sou um poeta esquecido,
que suspira no tempo vencido,
quando o sonho, perde o rosto.
João Murty
Samuel da Mata
PRECE À MAMÃE
Senhor, quando o dia escurece
E todos por fim vão dormir
O meu pensamento eu elevo
E em prece agradeço a ti
Pela comida na mesa
Pelo aconchego de um lar
Por tão bela natureza
E um lindo céu a brilhar
Pela mãezinha querida
Tão meiga a cuidar de mim
Que a tudo renega na vida
Pra ver-me feliz por fim
Sei que por ti sou querida
Não tenho como duvidar
Me deste um tesouro na vida
Que é uma mãe a me amar
Que o Senhor dê a ela alegria
E o direito também de sonhar
Sê com ela, oh Senhor, todo dia
Pra ela sempre feliz me abraçar
Vinicius Veloso
Odeio
Odeio quando o tempo me arrasta
Mas não me leva para perto de ti
Odeio quando a brisa sopra o meu ouvido
E eu não ouço a tua voz;
Odeio quando me encaras
Mesmo que não saibas.
Teu olhar me domina
Mesmo que não me vejas;
Eu odeio não perder a esperança
Porque mesmo que eu perca o caminho
Um dia talvez eu entenda:
O amor faz acreditar-se
Até no que se duvida!
Paulo Jorge LG
A Imortalidade Perdida
O sonho equívoco da perpetuidade da vida,
Para além do céu estrelado pirilâmpico,
Pelas constelações serpenteando agnóstico,
Na procura vã de recolher à minha ermida.
A falência do bem incorrupto paradisíaco,
O maniqueísmo que subsiste em nós,
Interpretado na secular vivência a sós,
No dealbar de um devaneio afrodisíaco.
A filosofia da humanidade absorvida,
Diz-nos sem hesitações o caminho,
Irreversível para um fim sozinho,
Intransigente sem contrapartida.
A utopia da salvação e eternidade,
Difundida até à exaustão em delírio,
Idolatrando a alma em martírio,
Amordaçando o facho da liberdade.
Lisboa, 21-9-2013
Fernando Oliveira Granja
Não tocar
Heloisa Melo
Te quero
Cléia Mutti Fialho
DELÍCIAS DE SENTIR (erótico)
RITA FLOR
PAGAR AMOR ( e de ..um CRÉDITO ___ilimitado...)
Cléia Mutti Fialho
HOJE... (erótico)
RITA FLOR
UMA PARÁBOLA NOS MOLDES PROFUNDAMENTE PERCEPTIVOS DE FRANZ KAFKA
Vinicius Veloso
Se depender de mim
Se depender de mim
Não hei jamais de beijar outros olhos
Nem tampouco desejar outra lua cheia
Que não seja a que nos ilumina,
Se depender de mim
Não hei jamais de tocar outro rosto
Nem tampouco desejar outra boca
Que não pertençam a ti,
Se depender de mim
Não hei jamais de buscar outro caminho
Que não seja o que me leva aos teus braços
Nem tampouco desejar outros sinais
Que não sejam os do teu corpo,
Se depender de mim
A cada despedida
Para sempre teu nome será amor
E o meu saudade.
marcelomalves
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