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Lista de Poemas

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Tsunamidesaudade63

Tsunamidesaudade63

Feliz Natal,


Nossa senhora hoje perante seu altar me ajoelharei,
não venho pedir dinheiro muito menos fortuna,
venho junto de vós rezar pela minha família,
e amigos pelo seu bem estar,
saúde, sorte, felicidade, paz e amor,
a você senhora vou orar e pedir por favor,
de joelhos no chão, rezo baixinho e peço perdão,
ás pessoas que alguma vez magoei seu coração,
peço desculpa e imploro perdão,
a você senhora vou implorar,
escute e perdoe este arrependido pecador,
que pede para este mundo,
paz, prosperidade, saúde e muito amor,
senhora no nosso universo, sua função é vital
você Senhora de Fátima é a rainha do nosso Portugal...
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Daniel Feijoo e Caldas Almeida Pinto

Daniel Feijoo e Caldas Almeida Pinto

poemas de marco

Poemas em requadros

Poemas entre grades

Poemas iguais aos temas

Que nos abrem e nos sabem

 

Poemas para te encontrar desperta

Poemas para ver porta aberta

E de janela bem espelhada

Nessa tua casa iluminada

 

Poemas para ver natureza

E fazer do sonho a certeza

Dessa viagem do ser

 

Poemas – íntimos apenas

Para quem se sabe sem se ver
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A poesia de JRUnder

A poesia de JRUnder

Crescer

Não cite amor e felicidade

Quando na realidade

Fala de posse e egoísmo.

Me ama?

Ou precisa de mim,

Para ser feliz?

Servir às suas necessidades

Anula minha personalidade

E esvazia o que sou.

A infância passou...

Largue seu ursinho

E abrace o travesseiro...

Nele, moram sonhos reais,

Mas também renuncias e desilusões.

É vida fremente!!

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LeeMercês21

LeeMercês21

Pássaro errático

Errar como um pássaro blefando ao se despir de suas asas

deixando para trás o ar que corre em suas veias 

de puro engano e mente violentamente inconsciente

o pássaro já sufoca em seus próprios voos 

espalhados em árvores, em fractais eternas da vida

perdido nas chuvas que o molham, levando tudo que há

os nós na garganta, os segredos encurralados em labirintos eternos

os relógios que saltam em ciclos eternamente erráticos

repeticões e mais repetições de erros movidos por impulsões do ser

dilascerados entre escolhas cotidianas e prisões da mente 

contraste eterno entre luz e sombra, das ações  e não ações

voar ou não voar ? 

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rmc9realizar

rmc9realizar

É preciso

É preciso
Ter o que precisas em vez do que pensas que queres.
É preciso abandonar os caminhos usados e que te levam sempre aos mesmos lugares.
É a hora de atravessares e ousares vislumbrar as outras margens e os outros acasos.
Porque os acasos não existem.

A realidade voa e pousa onde é necessária.
É preciso deixar o pensamento voar e a mente destralhar.
Para que o que tiver que chegar, chegue sem te perturbar.
Se o que chegar, parecer não fazer sentido, fica a saber que as coisas certas por vezes têm um sentido secreto que só precisas de escutar como te falam por dentro.

É preciso parar um segundo e olhar atentamente para o vazio.
Porque o vazio pode estar cheio da plenitude dos novos inícios, mesmo que nos pareçam confusos na imperfeição do desconhecido.
É preciso ter coragem para amar no meio do caos enquanto nos levantamos do chão e curamos as feridas abertas que encerram os capítulos do passado.

É preciso ser incompleto quando damos o melhor de nós.
É preciso ter consciência que o que importa é celebrar, fortalecer o nosso eu e libertar a opressão que nos aprisiona o coração. 
Porque o mundo vai continuar a respirar no alvoroço da rotina.
Se estiveres com atenção, consegues inspirar o silêncio no meio da desordem e do inesperado de cada dia.
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AurelioAquino

AurelioAquino

Paisagem lunar e circunstância

a lua
justa no céu
corta a noite
como se fora
uma exata foice
e nova, desmaia
nos ombros de um infinito
em que naufraga
todos os navios de mim
que das pupilas saltam,
viajantes dos portos gerais
das cidades da alma.
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Tsunamidesaudade63

Tsunamidesaudade63

Ultima carta,

Esta é a ultima carta, que vou escrever,
cansei-me de esperar e acreditar no amor.
Se num amanhã me virem por ai,
acompanhado, será so por uma amizade,
pois não necessito de ninguém a meu lado,
foram tantos anos que vivi apaixonado,
cansei-me de ser usado,
agora, já e tarde!
Um dia iram ter a certeza,
que jamais ninguém terá um amor como o meu.
Quem alguma vez eu amei, pra sempre me recordará,
e muitas vezes chorará pelo meu amor!
Tantas foram as quadras que escrevi,
e muitas poesias dediquei,
Um dia escutaram cantar esta canção
seja na radio ou televisão
ou em outro qualquer lugar,
e aí sentiram que a escrevi com muito carinho,
estas simples palavras saídas do meu coração ...

Luzern, 20-06-2015, João Neves
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paola_

paola_

esquadrinhar

minhas mãos estão cortadas

de tanto esforço que fiz

tentando arrancar 

aquilo que tem raiz

pra não falhar 

fugi da frustração 

busquei pela eterna atenção 

sempre com paixão 

tudo em vão 

tentei controlar o incontrolável 

busquei sempre pelo mais favorável 

num caminho onde tudo era tátil 

usei da força 

e não do sentido

e assim me tornei este ser perdido  
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Tsunamidesaudade63

Tsunamidesaudade63

Não deixem de amar

Entre pétalas,
uma vela,
a noite,
e o lindo luar,
tenho tantas coisas para ofertar,
Uma madrugada! e outras tantas pra amar,
beijos, caricias e muito amor para dar,
Ao longe ouço ventos e a tempestade a chegar,
vinda de muito Longe, vinda do mar,
ao amor estou a implorar,
estou aqui pra dar carinho e amor,
a Deus irei apelar,
que a partir desta noite, a mais bonita noite,
onde tudo brilha, onde brilhaas estrelas e o luar,
não deixem de amar e amar, até a morte nos devorar...

Luzerna, 14.12.2020, João Neves.
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Sofiarocha

Sofiarocha

OS MINIMEUS

Tanto se fala do gigante poeta, que nós os poetas da treta 
até esquecemos que não somos grandes...

Porque sonhamos tantos sonhos acordados, 
com frases inteiras que voam em mundos diferentes
que habitam cá dentro da gente
enquanto que o mundo lá fora
se desenrola e devora tudo o que lhe dão a comer
e o fazem engordando com as mesmas imagens de sempre...

Sentimo-nos sequiosos de palavras mágicas
daquelas que viajam directas ao coração
e do toque dos sonhos que se desenrolam enquanto a cabeça vai às nuvens
mas o corpo nos segura aqui firmes no chão.
Sentimo-nos tão pequeninos quando nos apercebemos
que a imensidão daquilo que trazemos cá dentro
nunca poderemos colocar no papel...

E notamos que a morte e a dor vendem mais que o amor
e por isso até parece mal mostrar algo diferente...

Mas confesso que quando a cabeça se perde nas tais nuvens de que vos falei,
ou quando segue em direcção à lua
e num sitio ou no outro se demora e permite que aí sinta a minha alma, desnuda,
aí me vejo grande! Me sinto grande!
Enquanto incho, cresço, me agiganto e aventuro em universos diferentes,
tal como o "(...) João Sem Medo"
que com medo ou não, viveu aventuras surpreendentes...

Sou uma poetisa de pé descalço,
não porque não tenha sapatos mas porque gosto de sentir os pés no chão
e afinal não sou grande e com um metro e sessenta e quatro não chego à lua,
mas já cheguei às nuvens e até já voei!

E também gosto de sair à rua cá em baixo e olhar para cima
e ver que lá no alto há mais quem se arrisque a ir às nuvens, a ir à lua e voar também...

E ao ver o outro crescer e sonhar e viver
e voar o seu voo diferente do meu pois é seu
sinto-me bem, pois sei que nesta terra há gigantes e minimeus
mas a versão desta história quem a escreve sou eu
e o fim dela ainda não encontrei
por isso não sei bem que papel é o meu ...

Quero experimentar um pouco mais antes de decidir olhar para trás
para saber afinal qual foi o papel que andei a desempenhar
e se a minha história para a história de alguém ficar, a razão é simples.
Não é porque fui grande ou pequena...

É porque o meu valor quem mo deu fui eu!


Sofia Rocha Silva
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A poesia de JRUnder

A poesia de JRUnder

Vista-se de luar


Quanto querer cabe em um abraço?
Quantas lágrimas compõe uma saudade?
Quanta dor acumula-se em uma despedida?
Quanta esperança produz um sorriso?
Quanta paz transmite um olhar?
Quanta solidão nasce de uma ausência?

Abra suas portas e deixe fluir o dia.
Abra sua vida e perfume-se de existência.
Abra seu coração e deixe-se dominar pelo amor.

É a manhã que antecede a noite,
Ou o sol se veste de luar para avisar que está voltando?

O mar é imenso, mas é nada se comparado ao universo.
Abra seus braços e seja mar, seja sol, seja o infinito.
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Daniel Feijoo e Caldas Almeida Pinto

Daniel Feijoo e Caldas Almeida Pinto

Encontro e Abraço

Qual encontrar humanidade

Comunidade de vida e verdade

 

Qual viver sereno,

calmo simples ameno

 

Qual ver acontecer

Esta vida de novo a reviver

 

Qual em cada esquina

Uma nova cena,

 

uma palavra de poema,

uma cor mais garrida…

 

Qual voltar a sonhar

A crer e ver acontecer

neste lugar

 

Odes de sinfonia,

sons de melodia,

alguém que nos guia
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steliochitlhango

steliochitlhango

Sonho

Carvão afiado e uma régua de varão

Me falta o lugar certo
E o material certo
Para ser eu mesmo
Uso carvão, e varão sobre o bloco
Arquitecto o pouco que toco
Pela minha imaginação
Me supero a cada dia, seguindo a mim mesmo
Subo montanhas e atravesso mares, e tento chegar lá.
Não canto dificuldades, porque é fácil quando se está de bravuras.
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AurelioAquino

AurelioAquino

da construção permanente do devir

sonhos são
exatamente
um desejo arquivado
no peito da gente

em sono
construindo futuros
dei-me a desconstruir
todos os muros

e era um tempo
tão sempre
que eu me deixei 
p'ra depois
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Daniel Feijoo e Caldas Almeida Pinto

Daniel Feijoo e Caldas Almeida Pinto

Sob ri edades

Quando me lês

De relance

 

Quando passa inerte cada instante

 

Quando o tempo a nos entregar

Definha sem cessar

 

E ainda crendo

Que é suave e lento

Sereno fundamento

A se acrescentar

E dar sem esperar

 

Retorno

Apenas uma escada

Dessa tua lavra

Dessa tua atenção prendada

 

Desse dar algo

plantar no nada

Até ver germinar

 

flor silvestre no olhar

 

A espera e a esperança, amena…

Desse algo que se bem sabe e leva

Por ai aonde nos é dado a andar

 

E nessa sensibilidade cristalina

Que deixa passar a luz do dia

Nesse estar despido,

nesse algo frio

Encontrar calor

e amenidade…

 

Sem mais tempo

Sobriedade…

 

Desse algo aveludado

Que cresce em mim

em ti e em todo o lado
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Lucas Menezes

Lucas Menezes

O poeta sem palavras

P’ra quem já me deixou sem palavras
Saibas que me deixou como quem deixa
Um motorista sem volante
Violão sem cifras
Gana sem Axante
Balança 100 libras
Malabarista sem claves
Santo sem milagre
Janela sem persiana
Que o Sol invade
As palavras são tudo que tenho
Ferramentas de ofício
Dispositivo de refúgio
Deixou-me como quem deixa
Tudo isso
E mais um montão de coisas (sem as outras)
Que sou incapaz de proferir por estar sem palavras
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CORASSIS

CORASSIS

Você



Você disse que meus lábios são bonitos

Mal sabes que são ácidos
Ressequidos por beijos profanos e
Por mais que decrete ao infinito
Esse deserto desesperador
E como nem tudo no horizonte amor
Tem raízes profundas em intensa dor .
Você, ao miserável dos homens demostrou piedade
Em ajudar na insanidade que se mostrava eterna.
E como és bela!
Anjo,
És da poesia uma flor
Peixe raro neste oceano
Você que me resgata de águas profundas!
Lindas são as cores que você pinta
E colore no mundo
Também o meu.
Deixa eu ser o teu Romeu
Antes que Shakespeare defina minha sorte.
Pois o mundo desconhece o meu amor!

Para Maria Ventania
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helderduarte

helderduarte

Salvador

Só tem vida eterna, aquele que aceita Jesus Cristo, como seu Salvador!
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Pedro Rodrigues de Menezes

Pedro Rodrigues de Menezes

aldeia dos cães

no silêncio metamórfico das rochas
irrompendo do solo como um trovão
o tímido ladrar canino da alcateia
constitui o único vestígio humano
abandono absoluto no tempo presente.

homens íngremes de outrora ergueram
na imponente altura dos mistérios
cruzes dispersas como faróis acesos
liturgia imóvel dos mil cataventos
apontando ao destino o seu caminho.

(Pedro Rodrigues de Menezes, "aldeia dos cães")
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LeeMercês21

LeeMercês21

Eu não sei escrever poesia

Não sei escrever com charme, palavras e encantos a flor da pele
Não sei dizer lindas frases e trechos para agradar e elevar a alma
Só sei me expressar a partir da eterna melancolia do viver em mutações
Do meu ser que já não é enquanto escrevo,
Que ao teclar em um notebook já se foi como breve alucinação
Ao observar meus dedos, minhas unhas pintadas de vermelho
Que sangra como morango escorrendo pela boca de uma criança
Criança eterna que brinca a pular nas poças de chuva, ouvindo o 
Som das gotas caindo no chão, som do trem ao passar pelos trilhos
do coração
Minha criança está perdida ou se encontrando ? 

Meu ser adulto está cansado e se matando, se esgotando
Gritando para renascer do véu que o cega todos os dias 
Das perturbações cotidianas que o enchem de percepções inúteis
Desejo eterno de viver e se esconder do ser adulto
das responsabilidades, da moral, das contas a pagar 
da eterna luta interna entre coração e mente a se alinhar

Meu ser esta na eterna busca de transmutação, fixação e coagulação 
na busca de universo onde se possa ser sem se debater 
sem violência demasiadamente desnecessária, sem as corrupções do ser
na Terra.
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Emma Bébinn

Emma Bébinn

SORRIO

Hoje eu acordei mais cedo,
e fiz um café,
li uma crônica qualquer,
e lembrei de você.
Fico saudosa ao lembrar
dos teus olhos castanhos.
Fecho os meus olhos e juro
ainda conseguir sentir o teu cheiro.
Teu carinho em meu cabelo
faz um nó em minha garganta.
Pus uma música
para tentar te sentir comigo.
Sinto muito
por você, nós, isto.
Em meio a este poema saudoso
sorrio por lembrar do teu abraço,
e de como você é linda pela manhã,
de como preto te cai bem,
e quanto eu amo o seu perfume.
Sorrio pelo acaso,
pela perda,
pela satisfação.
Sorrio por uma aventura jamais vivida.
251
Emma Bébinn

Emma Bébinn

QUEM?

Se eu morresse hoje, quem escreveria amanhã?
Qual mão lhe passaria no rosto para acalmar, quem de MPB seria fã?
Ficaria o motorista do ônibus sem um bom dia, que dia seria esse dia? Que dia?
Qual voz masculina lhe chamaria de irmã ou de tardinha compraria o pão, quem seria a mais velha ou brigaria pelo qual filme assistir?
Se eu morresse hoje quem ouviria meus gritos de euforia ou descontentamento?
Quem lhe chamaria de best para juntas dominarem o mundo?
Se hoje eu morresse quem mais seria confusa ou tiraria o queijo mussarela do prato do café da manhã?
Quem ouviria Legião Urbana no volume máximo?
Quem chamaria você de chata ou leria aqueles gibis da estante da sala?
Minha carteira na escola ficaria vazia, o doce de goiaba enfim renderia e enfim eu não teria mais diabetes.
Hoje não! Talvez outro dia. Pois hoje falarei pra minha amada o quanto a amo, só por ela não me deixar e me fazer feliz.
Mas se amanhã eu morrer, escritora não serei, legista ou fotógrafa não me tornarei e não mais contrariaria as nossas inúteis leis.
Ah, se um dia eu morrer culpada serei, pois ninguém mais assaria os hamburguers com a senhora na cozinha... só meu irmão lhe ajudaria e ninguém criticaria as estórias que inventam nas redes sociais.
Quem você chamaria de idiota ou assistiria filmes legendados o dia todo pelo notebook?
Quem de toalha cantaria e bagunçaria o cabelo na frente do espelho se acabando de rir?
A senhora não sairia do hospital, minha avó passaria mal ao lembrar do meu quarto bagunçado.
Se um dia eu morrer espero que a sociedade compreenda que por mais forte é esse poema... Sempre será imperecível.
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MARIA DE FATIMA FERREIRA RODRIGUES

MARIA DE FATIMA FERREIRA RODRIGUES

Percurso

Caminho
entre encontros e reencontros
que me aprazem e me curam
Do estar junto ao estar só
fendas se abrem
Ciência tenho
é nesses pontos indecifráveis
onde me humanizo
Onde tudo é mistérioso e provisório
me refaço e elaboro o viver
Lá, sou Eu e o outro
Ciente de mim me reencontro
na mais pura introspeção
Nesses interstícios
a solidão vira solitude
No diverso é que existo

Expedicionários, João Pessoa, Paraíba, Brasil. Em 14 de dezembro de 2020.



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Daniel Feijoo e Caldas Almeida Pinto

Daniel Feijoo e Caldas Almeida Pinto

Poesia Serena

Nesse poema

Nesse tema

Em ti adormecido

Por amor e devoção sustido

Por bem querer vivido

E partilhado

Em páginas de imaginação e fantasia

Levado

E nesse dia a dia

Plantado

No coração humano

Para voltar a germinar

Noutro tempo

Noutro poema

Na luz desse

Teu olhar
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