Lista de Poemas

O café

No meu chalé
Eu tomo a minha xícara-de-café
Eu também,às vezes,na correria do dia-a-dia
Assim que vou trabalhar
Eu paro um pouco para o meu café
Poder saborear
Lá na padaria
Para que o resto do meu dia
Eu possa me manter em pé
Essa bebida querida
Que também combina com o leite integral
Para que se torne ainda mais especial
Esse é o café matinal
Que me fornece energia
E que eu não paro de beber
Isso,já se tornou um vício
Pode crer!
Porque,Já faz parte do meu viver
Que por essa bebida diária e extraordinária
Eu até fiz essa minha poesia
Em homenagem ao café
Que me mantém em pé.

Wilhans Lima Mickosz
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Minha primeira admiração

Minha professora da primeira série do primário
Foi minha primeira admiração
Ela ensinava-me a lição
De todo seu coração
Com ela, eu aprendi a ler e a escrever
Para me desenvolver no aprendizado da vida
Enquanto, ela vinha até a minha carteira
A falar-me nos meus ouvidos
Com sua voz aveludada
Sobre o : A , B , C...
Eu a agradecia com uma frase lisonjeira
Dizendo-lhe: Que linda professora é você!
E ela respondia-me: "Simplesmente Obrigada"!
Eu era seu melhor discente
E contente,hoje,eu sei
Que minha melhor professora
Foi minha primeira mestre primária
Com sua maneira extraordinária
De poder lecionar
E minha admiração é tanta por ela
Que eu nunca deixei de me lembrar dela
Dessa docente
Que eu,como era,um aluno nessa tenra idade
Não tinha nenhuma maldade
Era apenas inocente.

Wilhans Lima Mickosz
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O triste fim dos três animaizinhos de estimação de Sara

Era uma vez,uma moça chamada: Sara que tinha três animaizinhos de estimação em sua casa.
Ela desde cedo os criava, desde quando pequenos e ainda por cima tinha dado-lhes nomes:Era uma aranha que tinha recebido o nome de Dona pernas finas e que também tinha o corpo pequeno igual uma bolinha e as pernas longas e bem finas,por isso,havia recebido esse nome,a aranha era inofensiva e não mordia,dona pernas finas vivia debaixo da pia,Sara cuidava dela,dando-lhe comida,todo dia, e o que ela adorava comer era arroz,somente um grão de arroz, por dia,era mais que o suficiente para o tamanho do corpo daquela aranha Dona pernas finas, ela tinha sido treinada a comer arroz por Sara,porque dentro de sua casa, não tinha insetos.
Também havia uma lagartixa que chamava-se:Alexandra Almeida Prado , ela era pequenininha, quando esta apareceu pela primeira vez na casa de sua dona Sara que de tão bonita que essa lagartixa era que ela resolveu adotá-la para si e inclusive,Alexandra Almeida Prado,recentemente,tivera filhotes e Sara estava cuidando deles,porque,como,já foi dito que na casa de Sara não tinha insetos, Alexandra não entrava e vivia no rol da porta de entrada, onde por lá fora, ela se alimentava de insetos,porque Sara também tinha treinado sua lagartixa.
E o terceiro e último animalzinho de Sara era uma gatinha chamada: Barbie,travessa que só ela que vivia aprontando suas travessuras que até comer os filhotinhos da lagartixa Alexandra,ela tinha comido.
E por causa disso, Sara a colocou de castigo na lavanderia.
Sua gatinha Barbie,tinha sido a única que Sara não conseguiu treinar, ela era difícil de aprender as coisas, Barbie era uma gatinha rebelde, ou seja, ela era uma gatinha intreinável.
Só que um dia, infelizmente,Sara saiu de sua casa para ir ao trabalho e Barbie, como sendo ela,uma gatinha,cheia de travessuras,conseguiu escapar,fugindo dali da lavanderia,onde sua dona Sara a havia deixado de castigo.
Então, a gatinha Barbie foi cheirando todos os cantos possíveis da casa à procura de algo,fosse o que fosse,para comer, Barbie comia de tudo que não prestava para ela não tinha nem nunca houve frescura,falta de comida não era,porque ela tinha a melhor marca de ração para gatos que Sara lhe comprava,isso era travessura de gatos mesmo.
Foi então que na cozinha,Barbie , sentiu um cheiro diferente por debaixo da pia e lá,logo encontrou parada,A aranha Dona pernas finas que ali estava,sem direção,sentindo-se acuada e a mesma,acabou morrendo e sendo engolida pela Barbie e esta, depois,não satisfeita,foi perambulando,ainda mais,pelo resto da casa que a gatinha,ainda estava com fome e com vontade de aprontar mais,bem mais e ela viu, a porta de entrada da casa que a Sara tinha saído,às pressas,para ir ao trabalho e tinha se esquecido de fechar a porta que ficou entreaberta e a gatinha Barbie com sua pata conseguiu abrir um espaço suficiente para poder passar com seu corpo felino e sucedeu que o que também não poderia acontecer aconteceu,a lagartixa Alexandra Almeida Prado que estava ali no rol de entrada da porta,ambas,tanto uma quanto outra,instantaneamente,se depararam e nem sua agilidade de lagartixa foi páreo para a velocidade ainda mais superior da gatinha Barbie que com suas patas e suas unhas afiadas a pegou,sendo assim,vitimando Alexandra Almeida Prado ,colocando-a em sua boca inteira,desde o rabo até a cabeça de lagartixa,mastigando-a ,pouco a pouco,sentindo o sabor e enfim a engoliu.
Ou seja, a gatinha Barbie, tinha acabado com a vida desses animaizinhos de estimação que Sara tanto adorava e que tinha duramente treinado e ensinado a obedecer.
Mas como tudo nessa vida,o que se faz,se paga.
Barbie,pouco tempo,depois de ter comido,dona pernas finas e Alexandra Almeida Prado,começou a sentir-se mal do estômago e a miar de fortes dores.
Até chegar o dia seguinte, quando,Sara, voltou do seu trabalho,toda distraída,ao abrir a porta,ela percebeu que deixara aberta e quando,foi dar um passo para entrar em sua casa,abrindo toda sua porta,ali, no rol no carpete escrito Bem-vindo,estava toda estirada e morta com a linguinha para fora da boca sua gatinha Barbie,a qual com seus pés havia tropeçado nela, antes de entrar.
Sara,pensando que ela estivesse apenas dormindo,mas,Sara agachou-se e mexeu nela e constatou que ela estava definitivamente morta,sem nenhum sinal de vida.
Sara,também, depois não viu a presença, ali no rol de sua porta de entrada da casa, a Alexandra Almeida Prado nem a Dona de pernas finas,debaixo da pia e já acabou suspeitando,imaginando, o que havia acontecido,ou seja, a gatinha Barbie comeu,as duas,sentiu-se mal e acabou morrendo.
Sara,em seguida disso,gritou e chorou muito de tristeza,porém nada disso,resolveria,nada disso adiantaria,o que foi feito pela gata,foi feito, por um ser que nada mais agiu, conforme,seu instinto animal que por causa de sua gulodice e travessura,ocasionou com que todos encontrassem esse terrível fim.
E Sara,nada mais fez,além de enterrar sua gata e de lamentar o fato e seguir sua vida em frente,sem seus três animaizinhos de estimação.

Wilhans Lima Mickosz
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O mistério das palavras

Palavras atrás de Palavras
Que eu escuto,que eu falo,que eu escrevo,que eu leio
Palavras grandes e pequenas
Palavras fáceis e difíceis
Palavras conhecidas e desconhecidas
Palavras bonitas e feias
Enfim,sejam quais elas forem
As palavras sempre foram misteriosas para mim
Com um mistério sem fim
Como o vocabulário
De todos os vocábulos do dicionário
Um livro extraordinário
Para muitos
Mas,só que não para mim
Que vivo perdido no mundo vocabular
Nesse mundo das letras
Que na hora certa de falar
Eu não sei o que nem como falar
Qual a melhor forma de me expressar
Será que através da poesia?
Para me tirar da melancolia!
De que a causa desse meu sentimento
É de saber que a todo momento
Eu vivo perdido
E não consigo encontrar a saída
Do labirinto do mistério das palavras
Da minha vida.

Wilhans Lima Mickosz
👁️ 171

O sabiá

Pelo o que eu saiba
O sabiá
Não sabia
Que têm!
O mais belo canto que há!
Seu canto vai além
Quando,ele começa a cantar
Meus ouvidos passam na hora a escutar
Sua canção
Vinda do seu pequenino coração
Que vem do dele
Para o meu
Mostrando para todos a beleza da natureza
E também como é bom ser um passarinho
Que vive a voar
Livre,Solto e Sozinho
Para somente a vida poder aproveitar
Esse sabiá com o mais belo canto que há!
Não sabia
Que podia amar
Mas que amou
A partir do momento
Que encontrou
O verdadeiro motivo do seu contentamento
Que é namorar
Sua companheira
Da vida inteira
Que têm os olhinhos tão azuis quanto o mar.

Wilhans Lima Mickosz
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Lívia da lichia

Ela comia
Mas,a fome que ela sentia de lichia
Não alivia
Essa era Lívia
Que comia lichia
Todo Santo dia
Essa sua vontade de lichia a consumia
Até quando Lívia dormia
A mesma sonhava com lichia
Que era sua alegria
Que quando comia
De tudo,ela esquecia
Até de sua melancolia
De quando ,soube que um dia
Alguém lhe escondia sua lichia
Disso esse alguém lhe mentia
Afinal de contas é muita patifaria por um dia
Esconder de Lívia
Sua lichia
Que de tanto dessa frutinha, ela adorar
Resolveram lhe apelidar
De Lívia da lichia.

Wilhans Lima Mickosz
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Uma menina bailarina

Dança,bailarina,Dança
Dança com esse seu corpo que jamais se cansa
Pule,salte no ar
Mostre a todos
Como é belo o seu dançar
Seus pés são tão pequenos!
Tão pequenos seus pés são!
Que eu ao menos
Diante da sua dificuldade
Te vejo com a minha visão
Sobre quem tem tão pouca idade
De você,uma menina bailarina
Que quando dança com sua trança
Simplesmente,me fascina
Essa bailarina
Dança,Dança e Dança
E jamais se cansa
Não se cansa jamais
Como isso é capaz?
Seu dançar me traz paz
É só isso que eu tenho a falar
Em relação a essa bailarina
Que vive no meu sonhar.

Wilhans Lima Mickosz
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Luzimar

Eu vejo a luz e o mar
Eu vejo Luzimar a nadar
Nas ondas do mar
Luzimar
Que é a minha luz
E que é o meu mar
Luzimar
É luz e mar
Ela é a luz que me ilumina
E também ela é o mar
Em que eu estou a nadar
Luzimar
É a minha menina
Luzimar
É quem eu vou amar
Entre a luz e o mar.

Wilhans Lima Mickosz
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Insônia

À meia-noite no silêncio do meu quarto
Eu deitado na minha cama tentando dormir
Mas com meus pensamentos fluindo
Assim como ideias do nada
Que da minha cabeça
Me vão surgindo
Eu passo a ouvir a buzina da motocicleta
O ronco do barulho do motor do carro a acelerar
E bem no alto do teto da minha casa
O som das turbinas do avião nos ares a sobrevoar
E eu ainda tentando dormir
E tudo isso está a acontecer
Até o meu amanhecer
Mas quando finalmente
Por um minuto, eu consigo pregar os olhos
Lá no horizonte por trás das montanhas
Nasce o sol novamente
Para fazer com que eu saiba
Que eu devo cumprir
Minha nova jornada
Sem que eu pudesse dormir
Absolutamente nada
Por causa dessa minha insônia
Que faz com que eu não durma
Porém, só escreva
Que é o que eu faço de mais importante
Quando eu estou inspirado
São versos meus
Que viverão a todo instante
E que eu agradeço à Deus
Tudo por eu estar acordado.

Autor: Wilhans Lima Mickosz
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Infidelidade

Eu não sei,por quê?
Mas,eu não consigo ser fiel
Eu sou como uma abelha
Que sempre vai em busca do melhor mel
E que esse mel
Representa cada uma das mulheres
Que não pararam na minha mão
Eu tento entender
Eu tento explicar
Mas nem o meu coração sequer
Sabe o significado de tanta mulher
Eu decidir ficar
E com nenhuma seriamente namorar
É porque,quando começo com uma
Logo sempre,acaba em traição
Ou seja,em infidelidade
Da minha parte
É muita tentação
Não é minha maldade
Mas é o que diz meu coração
Que essa é a minha arte
E como sempre por fim
No meu caminho
Eu sei que estarei sozinho
Por não ter conseguido segurar uma só mulher
Para mim.

Wilhans Lima Mickosz
👁️ 112

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