Lista de Poemas
Sem tempo faz tempo
Sem tempo marcado
Sou livre qual VENTO
Que não dá bola...
Pois é!
Para o TEMPO!
Ponho-o em seu
Devido lugar
Daí o tempo se depara...
com meu nada mais profundo
E para de incomodar
Acaba-se... As pressas
E até oos devagar
Eu in VENTO!
Por dentro
No Vagamento
das minhas próprias idéias
Crio ou apago
Recordações
Arroubos
De sopro...
Dou corda
pro meu coração
Recordar?
É para SEMPRE!
Batendo no AR
Me leva a flutuar
Faço tempo faz tempo
Sem tempo ou espaço
Por muito TEMPO
Tempo não se dá por horas
Das coisas que invento
habito por hábito
sãos... Uns poucos!!!
outros muitos...
entre tantos
estão cobertos
por certo
encobertos
e
disfarçados
com razão
com
cara
esticada
o cara pintada
de
santo
do pau oco
por máscaras
por força
do
hábito
da
paramentação
frutos
de rituais
consagrados
numa
espontânea...
programação
de
etiquetas
em
festas
normais
vestidos
de
engomação
marcas
e
vincos
de fatos
e
fotos
de um vazio
pano de fundo
panos quentes
e
sorrisos
colgate
por força
do
hábito
tão
bem
passado
e
repassado
de
geração
a
geração
com... decoração!
muitos despem
seus
vínculos
e
se
olham
nús
e
como um
milagre
eliminam
seus
vicios
habitamos
num mundo
cheio
de
hábitos
ilícitos
aceitos
no
cartão
ou
boleto
nú
débito
ou
crédito?
a
vista
ou
a
perder
de
vista?
nú
sei
PLAGIO
SOU PLáGIO DE MIM MESMA
DE TANDO QUE ME COPIO
EU INSISTO EM TOCAR
SEM COMPOR VERSOS NOVOS
VOU TER QUE ME PROCESSAR
POR DIREITOS DE AUTORIA
tEKa
D'alma vestida
sonhar acordado
Nunca mais
esquecerei de inventar
o que não aconteceu
Nos SoNhOs
de dormir
Sem sono
Prá sonhar
de acordo
com que
seria
se
fosse
Capa de vento
Quando leio o não visto
Me revisto de Nada
Uma luz me ascende
Abre em mim
meus super poderes
entre eles...
Minha capa de vento
Que me dá...
Dom de voar
Confiança em saltar...
Soltar
Tem poemas que me espantam
Pulo do onde estou...
Rapidinho
Bato asas sem pensar nos riscos
Puro instinto...
Que amplia criando espaços
Salto confiante
Que o vento já me amparou
Ele me dá asas de imaginar
Seus braços feitos de vento...
Que Ele que aventa, me abraça
Me deu um sexto sentido
Tal qual boleia de balão mágico
Numa frase não revelada,
Nma ideia de poder que
não se descreve...
Nem se escreve com palavras
E que só o vento sabe qual é
O Som e o TOM
Quando ele lê...
Minha palavra que 'falta' vibrar
Ele me imã n'Ele
E me ampara
Igual a palavra SHaZan!
Ou apóstrofe
Que gruda no a com a
Que funde as
Num só que
É enganchado com crase
Isso quem pode é só o vento
No momento do meu espanto
Um gancho, abriu instantâneo
Sem precisar pensar
Abre pelo que 'Sinto'
Solta o sinto...
Diferente da razão
Que manda amarrar os sintos
E VENTO...
VENTO que é ATENTO
Me dá vida...
Me veste a tal capa
Que me da asas e quando vi
Já abri e saltei
Tudo por conta dos riscos
De se ler um poema distraído
Que quase craseia conSigo, meu eu
É...
Poema pode matar
Sumir com seu repouso
Por isso agradeço ao Vento...
Na verdade...
Eu AMO O VENTO
Desde o momento
do primeiro respiro
A palmada...
Nem liguei
Me enchi de vento
E gritei com a parteira
E o vento...
Ah o vento que avento
Quando vou ver...
Me soprou e passou
Já foi
Já fui
Levou prá longe de mim
Todo perigo...
E meu ufa!!!
Ele sente...
E volta pras coisas D'ELE
Que é feita de repouso
Suspenso no AR
Vou parar onde?
Pousarei numa linha...
De algum poema não lido
Quero de novo
Sentir o frio na barriga
Na minha Disney inVENTADA
De Vazios e Nadas
AQUIETAR-ME e...
EU TENTO DESCREVER O QUE VEJO,
MAS NÃO DOU CONTA SOZINHA
TENHO QUE USAR SIGNUS... SÍMBOLOS...
ESTRAPOLAR CONCEITOS...
MELHOR CALAR... FINDAR!
DEIXAR... DEIXAR...
EM FALTA...
ATÉ QUE EU POSSA...
COMPLETAR....................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................... Nossa!!!
............................................................................................................................................................................................................................................................................................................... Me dei conta!!!!!
Como pode demorar................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................... !
Então... ?
Resolvi completar...
Por IMPACIÊNCIA!!!!!!
FIM
Butantã... Versus Tantãs
Butantã... Versus Tantãs
Tem aquele que se esmera
Na pronuncia do Sarcasmo
Ao destilar só... EscaRNIO
Inflamam maus sentimentos
Onde há boa intenção
Tem que haver um coração
Esta gente emana asco
Ao adentrar nos espaços
Sem esforço expele... O mal
Fala mansa, rebruscada
Cuspindo gotas... De esgoto
Disparos que são arrotos
Tal figura, faca não...
Nem bala certa, lhe fura
É calcanhar nas ideias
Girado embaixo do pé
O peixe morre pela boca
Camarão pela cabeça
É decepa-lo,
Em óleo quente fritado
Cabeças de merda, é o que restam,
Que nem servem prá ração
É intuição quem me diz
Desinfectar e incineração
Use lenço no Nariz
Durante o tal crematório
Os olhos irão arder
Até brotarem... As lagrimas
Puras como as tais, do tristonho crocodilo!!!
Gotas de um soro... Antiofídico
Contra o mau que evapora
Das cabeças peçonhentas
Estarás a Salvo!
A peste assim se extermina
Vai-se embora a era, ebola
E o mundo não vira latrina
Meu nome... ?
É Zé Gotinha !
Num mundo de tantos tantãs...
Prá que criar Butantãs?
Deixemos as cobras em PAZ !!!
teka barreto
Revisão
Revisão
Bem onde o homem se enrosca
A vida segue tranquila
E ele, a olhar prô umbigo
Vesga os olhos para aquém...
Quer ver seu nariz também
Este amplia o seu zoom
Vendo mais e mais de menos
E assim vai se curvando
Criando em si, redondo mundo pequeno
Este tolo só critica
Quando diante do outro
Pois o outro não é nada
Além de uma soma de defeitos
Neste jogo de palavras
Provoco em você efeitos
Se você franziu o cenho
Estás diante de um espelho
Se é poesia o que faço?
Não sei te dizer ao certo
Só sei que malhando o ferro
Aqueço, instigo o seu brilho
Este calor global e poético
Dosado à certas medidas
Revive qualquer defunto
Que se fechou para a vida
És tola... Muitos dirão!
E a resposta não tarda
Se tola é minha poesia
Estás mesmo ensimesmado!
E assim me curvo a ti
Para que olhar nos olhos?
Olho prô meu umbigo
Duas bolas então se fecham... Sem brilho
Tolos também tem função
Nos mostram de antemão
Quem olha só para o umbigo
Tromba,com toda razão... Nas massas!
Criamos assim universos
Que se chocam sem ter ideia
Rolando por sobre mesas
Tal qual jogo de bilhar
Num mundo sem poesia
As massas trocam o belo
Pelo armamento bélico
Nem há razão para parar
E a razão fica escassa
Tal e qual a educação
Papagaios também falam
Sem a menor compreensão
Repetindo, desde inicio...
É que se faz a revisão!
Bem onde o homem se enrosca e embaraça
A vida segue escrevendo... Com ou sem compreensão!
teka barreto
meditar versus coceira
Meditação e coceiras
Não sabemos por onde começar
Quem sabe se eu e você olharmos para o mundo?
Então o que é afinal o mundo?
Uma bola no espaço a vagar?
Como eu e você cada qual em seu mundo?
Tendo do mundo vagas idéias
Impensados comunicados às pressas
Vagamos e enchemos
Pulsamos num tempo des com passado
Que musica estamos tocando?
Onde ouço a nota LA?
Eu, você e o outro, tocamos sem nos escutar.
Que faço para ouvir a vibração que harmoniza?
Que diapasão que nos alinhará?
Quem sabe... Onde vibra LA?
Meditar?
Me ditar me faz coçar
Coça cabeça, pé e nariz
Falta-me paciência e ciência
Ciência de mim, não é crença.
Ciente de mim, percebo melhor o mundo do outro
Consciência, me alinha o sentir
Posso melhor transitar pelos mundos
Perceber-me ao compartilhar minhas realidades
Tanta coisa faz coçar nossa mente
Consciência tumultuada
Clicamos freneticamente os likes compartilhados
Likes de nossas coceiras involuntárias
E dessa forma tudo se deforma
Sem que percebamos vivemos só
Numa ilha abandonada
Bloqueados aos acessos do meu e do teu mundo
Em plena era da comunicação
Vagamos cheios de nada
Postamos, papagaiamos
As frases dos que um dia pensaram
E pensar é em si
Meditar
E que coceira que dá
Se liga, se like mais, se perceba em SI
Tem outro mundo LÁ
Co-criador da sinfonia do a... b... Surdo
Eu, você e milhares de músicos
Por falta de ouvir o som que vem de LÁ
Despejamos likes ao vento Virtual
Sem consistente virtude
Ouvimos um ponto a nos soprar as falas
Ponto com ponto bê érre
Érre...
Érre agora é o padrão, sem padrão
Pode sair da linha e curtir isso
Podes ver ouvir e
Alinhar ao meditar claramente
Chocar uma boa idéias!
Que floresça a consciência
Do bem que é pensar...
Por si mesmo!
Por conta própria!
Se curtiu a idéia? O coração vibrou LÁ
Namastê
teka barreto
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