Lista de Poemas
Coisas ao vento
Eu fiz da barca sua estima
Das águas seu chronos
Da âncora meu cordis
O cais seu orgulho
A vela seu siso
Ao vento, minha ode e desejo.
👁️ 384
Brasília de 3 pessoas
Brasiliense apresenta-se
Brasiliense encontra conhecido
Brasiliense "finge que não sei"
Brasiliense identifica-se novamente
👁️ 436
Réquiem para o indiferente
A cintilância que o atinge,
Não se sabe ao certo revelar
A aura energizante, a jornada utópica
E o condescendente som intrínseco
Que o permitiu o doce manipulante
Sorriso, o veículo do espírito
De uma matéria ocupada e,
Revestida de dardos envenenados
Onde neutralizam-se pelo alimento
Inóspito e tendencioso,
Vago e torrencial,
De quando a alma encontra o corpo.
Carpiu-se da oblação narcisista
Que é erguida numa bandeja pequena
Mal arrumada e composta de delírios
Mas venerada em envaidecido períplo
Para a intrépida plateia de Gorski
Tal como alimentam-se sob gume
Do pungente poder que escraviza
A escrita que se revela morta
Aos olhos de um pobre ser
O cirscunpecto prostrado neles
Manuais de estilos formidáveis;
As regulares doses de láudano.
Pondere dísticos combustíveis:
Mentiras, recordar-te-ás
No aquecer do frio sintético
Que dirás radiante ao eu
Situado em uniforme paz
Toca-se Who You Selling For
Em descarte de faixas incertas
Porque, Mad love, é epílogo.
Não se sabe ao certo revelar
A aura energizante, a jornada utópica
E o condescendente som intrínseco
Que o permitiu o doce manipulante
Sorriso, o veículo do espírito
De uma matéria ocupada e,
Revestida de dardos envenenados
Onde neutralizam-se pelo alimento
Inóspito e tendencioso,
Vago e torrencial,
De quando a alma encontra o corpo.
Carpiu-se da oblação narcisista
Que é erguida numa bandeja pequena
Mal arrumada e composta de delírios
Mas venerada em envaidecido períplo
Para a intrépida plateia de Gorski
Tal como alimentam-se sob gume
Do pungente poder que escraviza
A escrita que se revela morta
Aos olhos de um pobre ser
O cirscunpecto prostrado neles
Manuais de estilos formidáveis;
As regulares doses de láudano.
Pondere dísticos combustíveis:
Mentiras, recordar-te-ás
No aquecer do frio sintético
Que dirás radiante ao eu
Situado em uniforme paz
Toca-se Who You Selling For
Em descarte de faixas incertas
Porque, Mad love, é epílogo.
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Luzes Mecânicas
Aos ventos que hão de vir;
Arrastando o ar miscigenado,
Em DNA singular, Candango,
Onde a urbis é o inspirar.
Alenta-se os monumentos,
Da Catedral a Torre Digital,
Excede-se o natural,
Da Ponte JK aos Ministérios.
Ascende vermelho-pungente,
Barro que adentra a cosmopolita
Noite que cega, luzes mecânicas.
Além das asas sul e norte,
E eixos desconcertantes, paira,
Há algo utópico, centros brasilienses.
Arrastando o ar miscigenado,
Em DNA singular, Candango,
Onde a urbis é o inspirar.
Alenta-se os monumentos,
Da Catedral a Torre Digital,
Excede-se o natural,
Da Ponte JK aos Ministérios.
Ascende vermelho-pungente,
Barro que adentra a cosmopolita
Noite que cega, luzes mecânicas.
Além das asas sul e norte,
E eixos desconcertantes, paira,
Há algo utópico, centros brasilienses.
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Estrela Negra
O proveniente do entretenimento
Observa-os no banco de trás,
Do pináculo, pois há duplo
Exemplo de corpo avirás.
Vaidade, liberdade, palco
Aos seus caminhos frívolos
Denunciados pelo oráculo,
À quem possa questioná-los.
Primeiro, holofotes, estrela
Negra à audiência turva;
Mestre em sua própria mente,
Mas oásis à gente anuente.
Um ermitão às margens da scientia
Traz controvérsias ao aeon,
Cercado por vã experiência,
Ao som do vil acordeon,
Jogar-te-ás folhas ao vento,
Pois são intentos esmo;
Mas fantasmas rondam,
Direi ao subsconsciente, o sigam!
Recuperou equilíbrios controversos;
Escolhas, este é o reflexo
Ressoando no interior dos desejos
Porosos, mas conexo.
Atado está o nó ao corpo;
Sangue e carne em um,
Refugiar-te-às no público
Em uníssono desjejum,
Aos braços do regente,
Todos, à quem és escravo
Partilha e exibe,
A coroa de ilusão criada
Observa-os no banco de trás,
Do pináculo, pois há duplo
Exemplo de corpo avirás.
Vaidade, liberdade, palco
Aos seus caminhos frívolos
Denunciados pelo oráculo,
À quem possa questioná-los.
Primeiro, holofotes, estrela
Negra à audiência turva;
Mestre em sua própria mente,
Mas oásis à gente anuente.
Um ermitão às margens da scientia
Traz controvérsias ao aeon,
Cercado por vã experiência,
Ao som do vil acordeon,
Jogar-te-ás folhas ao vento,
Pois são intentos esmo;
Mas fantasmas rondam,
Direi ao subsconsciente, o sigam!
Recuperou equilíbrios controversos;
Escolhas, este é o reflexo
Ressoando no interior dos desejos
Porosos, mas conexo.
Atado está o nó ao corpo;
Sangue e carne em um,
Refugiar-te-às no público
Em uníssono desjejum,
Aos braços do regente,
Todos, à quem és escravo
Partilha e exibe,
A coroa de ilusão criada
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Pablo Bruno de Paula dos Santos (Recife, 09 de novembro de 1994)
Pioneiro em poesia sobre privacidade de dados, como regulação ex-ante e compliance, além de ser um dos primeiros autores a utilizar IA generativa para a arte de capa de um livro publicado (Parapráxis do Pragmático).
Da perfídia das Desventuras em Série a soturnez de A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça, surgiu a escrita de Pablo Santos, que alterna entre poesia e outros gêneros textuais. Também conhecido como Sylke, nasceu em Recife, Pernambuco, e atualmente vive no entorno do Distrito Federal. É formado em Letras, com habilitação em língua inglesa e especializado em Psicopedagogia. Multiartista, atua principalmente como editor de livros, revisor e professor.
Iniciou a primeira fonte brasileira sobre “A Series of Unfortunate Events”, o Desventuras em Série Brasil, citada como precursora de notícias pelo Parent Herald, reconhecida por Daniel Handler, Companhia das Letras e Editora Seguinte.
Livros:
Parapráxis do Pragmático (2023)
Aquilo que os candangos regurgitam (2018)
Participações, concursos e antologias:
Linhas de fuga da poesia do DF (2023)
Revista Bacanal - Vol. 6 (2022)
Dicionário de escritores de Brasília (2021)
Prêmio Poesia Livre (2018)
Revista Bacanal - Vol. 5 (2018)
Revista 7faces (2018)
Concurso Nacional Novos Poetas (2017) Música
Música:
Gore (2021)
Don't Sleep Your Life Away (2020)
Criações:
La Ursa - a La Ursa consiste numa publicação de tiragem semestral dedicada à literatura e às artes visuais, é editada e distribuída em meio eletrônico, além de edições especiais impressas, desde 2024. A ideia concebida por Pablo Santos, é uma produção autônoma, livre de vínculos políticos e religiosos, sob o intuito de mapear, compartilhar e potenciar os valores da arte.
Guará Books - a Guará Books é uma casa editorial para a poesia, terror, contos, romance e outros gêneros literários.
Produção cultural:
Prosa Candanga - sarau literário a fim de discutir a literatura brasiliense, tendo sua primeira edição no dia 15 de outubro de 2022, com as participações dos autores João Carlos Amador (Histórias de Brasília) e Ricardo Lins Brasiliense (Que lugar é esse?), sob mediação da autora Sarah Schmorantz e co-organização de Thiago Guimarães Moraes (Coordenador de Inovação e Pesquisa da ANPD).
Pioneiro em poesia sobre privacidade de dados, como regulação ex-ante e compliance, além de ser um dos primeiros autores a utilizar IA generativa para a arte de capa de um livro publicado (Parapráxis do Pragmático).
Da perfídia das Desventuras em Série a soturnez de A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça, surgiu a escrita de Pablo Santos, que alterna entre poesia e outros gêneros textuais. Também conhecido como Sylke, nasceu em Recife, Pernambuco, e atualmente vive no entorno do Distrito Federal. É formado em Letras, com habilitação em língua inglesa e especializado em Psicopedagogia. Multiartista, atua principalmente como editor de livros, revisor e professor.
Iniciou a primeira fonte brasileira sobre “A Series of Unfortunate Events”, o Desventuras em Série Brasil, citada como precursora de notícias pelo Parent Herald, reconhecida por Daniel Handler, Companhia das Letras e Editora Seguinte.
Livros:
Parapráxis do Pragmático (2023)
Aquilo que os candangos regurgitam (2018)
Participações, concursos e antologias:
Linhas de fuga da poesia do DF (2023)
Revista Bacanal - Vol. 6 (2022)
Dicionário de escritores de Brasília (2021)
Prêmio Poesia Livre (2018)
Revista Bacanal - Vol. 5 (2018)
Revista 7faces (2018)
Concurso Nacional Novos Poetas (2017) Música
Música:
Gore (2021)
Don't Sleep Your Life Away (2020)
Criações:
La Ursa - a La Ursa consiste numa publicação de tiragem semestral dedicada à literatura e às artes visuais, é editada e distribuída em meio eletrônico, além de edições especiais impressas, desde 2024. A ideia concebida por Pablo Santos, é uma produção autônoma, livre de vínculos políticos e religiosos, sob o intuito de mapear, compartilhar e potenciar os valores da arte.
Guará Books - a Guará Books é uma casa editorial para a poesia, terror, contos, romance e outros gêneros literários.
Produção cultural:
Prosa Candanga - sarau literário a fim de discutir a literatura brasiliense, tendo sua primeira edição no dia 15 de outubro de 2022, com as participações dos autores João Carlos Amador (Histórias de Brasília) e Ricardo Lins Brasiliense (Que lugar é esse?), sob mediação da autora Sarah Schmorantz e co-organização de Thiago Guimarães Moraes (Coordenador de Inovação e Pesquisa da ANPD).
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