Estrela Negra
O proveniente do entretenimento
Observa-os no banco de trás,
Do pináculo, pois há duplo
Exemplo de corpo avirás.
Vaidade, liberdade, palco
Aos seus caminhos frívolos
Denunciados pelo oráculo,
À quem possa questioná-los.
Primeiro, holofotes, estrela
Negra à audiência turva;
Mestre em sua própria mente,
Mas oásis à gente anuente.
Um ermitão às margens da scientia
Traz controvérsias ao aeon,
Cercado por vã experiência,
Ao som do vil acordeon,
Jogar-te-ás folhas ao vento,
Pois são intentos esmo;
Mas fantasmas rondam,
Direi ao subsconsciente, o sigam!
Recuperou equilíbrios controversos;
Escolhas, este é o reflexo
Ressoando no interior dos desejos
Porosos, mas conexo.
Atado está o nó ao corpo;
Sangue e carne em um,
Refugiar-te-às no público
Em uníssono desjejum,
Aos braços do regente,
Todos, à quem és escravo
Partilha e exibe,
A coroa de ilusão criada
Observa-os no banco de trás,
Do pináculo, pois há duplo
Exemplo de corpo avirás.
Vaidade, liberdade, palco
Aos seus caminhos frívolos
Denunciados pelo oráculo,
À quem possa questioná-los.
Primeiro, holofotes, estrela
Negra à audiência turva;
Mestre em sua própria mente,
Mas oásis à gente anuente.
Um ermitão às margens da scientia
Traz controvérsias ao aeon,
Cercado por vã experiência,
Ao som do vil acordeon,
Jogar-te-ás folhas ao vento,
Pois são intentos esmo;
Mas fantasmas rondam,
Direi ao subsconsciente, o sigam!
Recuperou equilíbrios controversos;
Escolhas, este é o reflexo
Ressoando no interior dos desejos
Porosos, mas conexo.
Atado está o nó ao corpo;
Sangue e carne em um,
Refugiar-te-às no público
Em uníssono desjejum,
Aos braços do regente,
Todos, à quem és escravo
Partilha e exibe,
A coroa de ilusão criada
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