Lista de Poemas
Mais ou menos poema de amor
Não sei escrever poemas de amor
Ainda que tenha a quem ame de verdade
E não é porque nunca tenha amado
Não é porque não saiba o que é a dor
De perder ou de sair magoado
Não é porque não conheça o vórtice
O buraco negro, a tempestade
Que no peito se agita
Na pele se eletriza
E por todo o corpo se grita
Enquanto todas as lógicas
São amordaçadas por uma vontade
Conheço a magia, a fantasia,
A alegria, a realidade
Experimentei toda uma palete de tons de amor
E ainda que não me sinta pintora
Jamais largarei o desejo de pintar com intensidade
Mas escrever…
Não sei escrever poemas de amor
Tenho na verdade uma ambição maior
Espero saber amar aqueles a quem amo
Da forma que precisam de ser amados.
Ainda que tenha a quem ame de verdade
E não é porque nunca tenha amado
Não é porque não saiba o que é a dor
De perder ou de sair magoado
Não é porque não conheça o vórtice
O buraco negro, a tempestade
Que no peito se agita
Na pele se eletriza
E por todo o corpo se grita
Enquanto todas as lógicas
São amordaçadas por uma vontade
Conheço a magia, a fantasia,
A alegria, a realidade
Experimentei toda uma palete de tons de amor
E ainda que não me sinta pintora
Jamais largarei o desejo de pintar com intensidade
Mas escrever…
Não sei escrever poemas de amor
Tenho na verdade uma ambição maior
Espero saber amar aqueles a quem amo
Da forma que precisam de ser amados.
👁️ 589
COISA ESTRANHA
Coisa estranha esta de escrever poesia
Quando eu não me sinto poetaCoisa estranha escrever por entrelinhas
Quando por norma sou mais directa
Sinto-me, mas não sei que sinto
Escrevo, mas não sei bem qual o nervo
Que se toca com as palavras em que toco
Não entendo esta biologia do ser
Que não assenta nas coisas práticas
Nas químicas básicas do corpo e das moléculas
Não entendo esta necessidade
De beber e suar palavras
Este equilibrio desequilibrado
Entre o receber e o doar
Daquilo que nem sei que seja
Coisa estranha esta de escrever assim
Quando não me sinto uma coisa concreta
Delineada e definida, de formas e com formas
Daquelas que se podem cravar na pedra
Tenho ângulos e vértices por todo o lado esbatidos
Onde está a científica ciência
Para medir e identificar a antítese desta forma de estar
E não sendo científico o existencialismo da consciência
Será que realmente existo?
Escrevo apenas porque a minha essência
Seja ela o que for, gosta de o fazer
Porque nisso e disso retira um certo prazer
E recebe algum alívio,
Para qualquer soçobro do ser
Que forma de escrita esta que me sai convulsa
Estarei doente
Serei apenas e sem sabê-lo, uma dócil paciente?
Padecente de sonhos distendidos
Dilatados, inflamados,
De coceira atiçados
E meio perdidos, meio achados ?!
👁️ 587
DE VIAJE
Era una chica muy guapa
que por todo el mundo viajaba
y siempre donde se quedaba
en su pecho tal qual nido
nuevos comienzos se acomodaban.
Un dia llegando à Colombia
sus miedos se tranquilizarón
pues las gentes que encontró
en su nido se aterrizarón.
Miraba los cielos y las estrellas
Buscando a los que conocia
Pero también arriba de las nubes
Nuevos territórios se tecian
El aire era diferente.
Olía a nuevas aventuras.
Y de la hermosa y generosa tierra,
brotaban ofrendas aún por ella desconocidas.
“Té de Coca!” Le hablaron. “Tienes que probarlo.”
Y ella se sorprendió
pues de dónde venía
solo se conocían dos tipos de coca
la que es Cola y la que es Droga
Se rió de la cosa más tarde
Ya después de probar
La recordaba las hojas de laurel
Y la ayudó a energizar
Al sentirse bien decidió arriesgar
Pués que también le habian hablado
De unas hormigas culonas que tenía de probar
Se decian afrodisiacas
Y ella fué a descubrir ...
Tenian sabor de mantequilla de maní
con un toque de râncio, sí.
Pero nada de muy malo
Respiró hondo y cerró sus hojos
Los rayos del sol acariciaban su piel
Le recordando su família tan lejos
Ella queria darles a conocer estas cosas nuevas
Y así, para ellos,
Decidió hacer un video
Para que la pudieran ver y saber que estaba bien
Ellos lo vieron y concluyeron …
“Cariño tienes mismo que volver!
Porque te estás poniendo loca
Comiendo hormigas culonas y bebiendo Té de Coca!”
Dedicado à minha querida amiga Eunice
👁️ 190
MEDO DE DIA FUTURO
Quantas vezes imaginando um dia futuro
Não amedrontei o meu dia presente
Acreditando em promessas vãs de maus augúrios
Coisas tristes e aflições, capazes de esmagar
O mais salutar pulmão, esgotando o ar e a razão
Mas sem nunca chegarem a ser
Mais do que uma simples visão
Quantas vezes imaginando um dia futuro
Ignorei todas as coisas que me amedrontaram no passado
Sem que algumavez tivessem chegado
A uma concretização
É natural pensar nas coisas
Mas o medo de castelos no ar
Tolda o discernimento
E impede a lógica de brilhar
É sempre bom lembrar que tudo passa
E que até mesmo na desgraça
O princípio mantém-se
É que não raras vezes, mais do que a festa futura
O grosso da emoção, se vive em sua antevisão
Respira fundo
Fecha os olhos
E lembra-te das soluções
Que tantas vezes se manifestaram
Onde não vias quaisquer opções
Respira fundo e repara
Que como a água se evapora e o fogo se apaga
Como a terra se movimenta e o vento esvoaça
Um dia destes lá mais à frente
Quando fores ver, vais perceber
Que com o tempo, o que quer que chegue a ser
De alguma forma, tudo passa
E se na pior das hipóteses
Coisa ruim acontecer
Permite-te então relativizar e procura ressignificar
Pois a força de qualquer situação
E o significado de um tormento
Se ele chegar a acontecer
Será a que lhe escolheres dar
Pois todos temos esse poder!
Não amedrontei o meu dia presente
Acreditando em promessas vãs de maus augúrios
Coisas tristes e aflições, capazes de esmagar
O mais salutar pulmão, esgotando o ar e a razão
Mas sem nunca chegarem a ser
Mais do que uma simples visão
Quantas vezes imaginando um dia futuro
Ignorei todas as coisas que me amedrontaram no passado
Sem que algumavez tivessem chegado
A uma concretização
É natural pensar nas coisas
Mas o medo de castelos no ar
Tolda o discernimento
E impede a lógica de brilhar
É sempre bom lembrar que tudo passa
E que até mesmo na desgraça
O princípio mantém-se
É que não raras vezes, mais do que a festa futura
O grosso da emoção, se vive em sua antevisão
Respira fundo
Fecha os olhos
E lembra-te das soluções
Que tantas vezes se manifestaram
Onde não vias quaisquer opções
Respira fundo e repara
Que como a água se evapora e o fogo se apaga
Como a terra se movimenta e o vento esvoaça
Um dia destes lá mais à frente
Quando fores ver, vais perceber
Que com o tempo, o que quer que chegue a ser
De alguma forma, tudo passa
E se na pior das hipóteses
Coisa ruim acontecer
Permite-te então relativizar e procura ressignificar
Pois a força de qualquer situação
E o significado de um tormento
Se ele chegar a acontecer
Será a que lhe escolheres dar
Pois todos temos esse poder!
👁️ 261
Quando Falo Demais
Nem sempre
Aquilo que tenho a dizer
Carece de muitas palavras
Para se fazer perceber
Às vezes é em lereia perdida
Que a mensagem no excesso da arenga
Quando me lembra
Já está esquecida
Aquilo que tenho a dizer
Carece de muitas palavras
Para se fazer perceber
Às vezes é em lereia perdida
Que a mensagem no excesso da arenga
Quando me lembra
Já está esquecida
👁️ 239
OS MINIMEUS
Tanto se fala do gigante poeta, que nós os poetas da treta
até esquecemos que não somos grandes...
Porque sonhamos tantos sonhos acordados,
com frases inteiras que voam em mundos diferentes
que habitam cá dentro da gente
enquanto que o mundo lá fora
se desenrola e devora tudo o que lhe dão a comer
e o fazem engordando com as mesmas imagens de sempre...
Sentimo-nos sequiosos de palavras mágicas
daquelas que viajam directas ao coração
e do toque dos sonhos que se desenrolam enquanto a cabeça vai às nuvens
mas o corpo nos segura aqui firmes no chão.
Sentimo-nos tão pequeninos quando nos apercebemos
que a imensidão daquilo que trazemos cá dentro
nunca poderemos colocar no papel...
E notamos que a morte e a dor vendem mais que o amor
e por isso até parece mal mostrar algo diferente...
Mas confesso que quando a cabeça se perde nas tais nuvens de que vos falei,
ou quando segue em direcção à lua
e num sitio ou no outro se demora e permite que aí sinta a minha alma, desnuda,
aí me vejo grande! Me sinto grande!
Enquanto incho, cresço, me agiganto e aventuro em universos diferentes,
tal como o "(...) João Sem Medo"
que com medo ou não, viveu aventuras surpreendentes...
Sou uma poetisa de pé descalço,
não porque não tenha sapatos mas porque gosto de sentir os pés no chão
e afinal não sou grande e com um metro e sessenta e quatro não chego à lua,
mas já cheguei às nuvens e até já voei!
E também gosto de sair à rua cá em baixo e olhar para cima
e ver que lá no alto há mais quem se arrisque a ir às nuvens, a ir à lua e voar também...
E ao ver o outro crescer e sonhar e viver
e voar o seu voo diferente do meu pois é seu
sinto-me bem, pois sei que nesta terra há gigantes e minimeus
mas a versão desta história quem a escreve sou eu
e o fim dela ainda não encontrei
por isso não sei bem que papel é o meu ...
Quero experimentar um pouco mais antes de decidir olhar para trás
para saber afinal qual foi o papel que andei a desempenhar
e se a minha história para a história de alguém ficar, a razão é simples.
Não é porque fui grande ou pequena...
É porque o meu valor quem mo deu fui eu!
Sofia Rocha Silva
até esquecemos que não somos grandes...
Porque sonhamos tantos sonhos acordados,
com frases inteiras que voam em mundos diferentes
que habitam cá dentro da gente
enquanto que o mundo lá fora
se desenrola e devora tudo o que lhe dão a comer
e o fazem engordando com as mesmas imagens de sempre...
Sentimo-nos sequiosos de palavras mágicas
daquelas que viajam directas ao coração
e do toque dos sonhos que se desenrolam enquanto a cabeça vai às nuvens
mas o corpo nos segura aqui firmes no chão.
Sentimo-nos tão pequeninos quando nos apercebemos
que a imensidão daquilo que trazemos cá dentro
nunca poderemos colocar no papel...
E notamos que a morte e a dor vendem mais que o amor
e por isso até parece mal mostrar algo diferente...
Mas confesso que quando a cabeça se perde nas tais nuvens de que vos falei,
ou quando segue em direcção à lua
e num sitio ou no outro se demora e permite que aí sinta a minha alma, desnuda,
aí me vejo grande! Me sinto grande!
Enquanto incho, cresço, me agiganto e aventuro em universos diferentes,
tal como o "(...) João Sem Medo"
que com medo ou não, viveu aventuras surpreendentes...
Sou uma poetisa de pé descalço,
não porque não tenha sapatos mas porque gosto de sentir os pés no chão
e afinal não sou grande e com um metro e sessenta e quatro não chego à lua,
mas já cheguei às nuvens e até já voei!
E também gosto de sair à rua cá em baixo e olhar para cima
e ver que lá no alto há mais quem se arrisque a ir às nuvens, a ir à lua e voar também...
E ao ver o outro crescer e sonhar e viver
e voar o seu voo diferente do meu pois é seu
sinto-me bem, pois sei que nesta terra há gigantes e minimeus
mas a versão desta história quem a escreve sou eu
e o fim dela ainda não encontrei
por isso não sei bem que papel é o meu ...
Quero experimentar um pouco mais antes de decidir olhar para trás
para saber afinal qual foi o papel que andei a desempenhar
e se a minha história para a história de alguém ficar, a razão é simples.
Não é porque fui grande ou pequena...
É porque o meu valor quem mo deu fui eu!
Sofia Rocha Silva
👁️ 182
SOLTO, SUBO, SOLTA
Solto pedaços de mim
Em verso
Feitos pesos que por fim
Liberto
Voo daqui para lá
Sem onde
Leve leve subindo
Sem volta
De asas abertas eu sigo!
Já solta!
Em verso
Feitos pesos que por fim
Liberto
Voo daqui para lá
Sem onde
Leve leve subindo
Sem volta
De asas abertas eu sigo!
Já solta!
👁️ 255
O MAIOR ERRO
O maior erro não é errar
É esquecer à força
Virar o olhar
E assim...
Não vendo o novo caminho
Voltar a tornar
É esquecer à força
Virar o olhar
E assim...
Não vendo o novo caminho
Voltar a tornar
👁️ 17
TENHO A CERTEZA DE QUE DUVIDO
Eu não duvido que um Deus me acompanha
Eu, que sei dos meus dolorosos momentos de atEia
Eu não duvido da ciência que coloca hipóteses
Somente daquela que advoga certezas
E eu que nunca duvidei de mim
Sempre tenho momentos em que não sei se é bem assim
Eu sempre soube algo mais
Além do que os meus olhos vêm
Mas mesmo eu
- que os quero abertos olhando bem o mundo que me rodeia -
Sei que às vezes é quando os fecho que melhor vejo
E na escuridão vejo acender uma candeia
Eu sempre tive medo das grandes certezas que me toldam o discernimento
Mas vivi certa de muitas coisas até essas convicções se esfumarem com o vento ...
E eu que sempre busquei o conhecimento,
Saber o que não sei
Entender o que não entendo
Ainda assim
Em paradoxo
É esta ausência de algo
Que leva à dúvida de tudo
O permanente ruir e construir de mim
Que me move e que me guia
Feliz assim ...
Em expedição
Numa busca desconhecida
Que me preenche enquanto me esvazia
Todos os dias da minha vida
Sofia Rocha Silva
Eu, que sei dos meus dolorosos momentos de atEia
Eu não duvido da ciência que coloca hipóteses
Somente daquela que advoga certezas
E eu que nunca duvidei de mim
Sempre tenho momentos em que não sei se é bem assim
Eu sempre soube algo mais
Além do que os meus olhos vêm
Mas mesmo eu
- que os quero abertos olhando bem o mundo que me rodeia -
Sei que às vezes é quando os fecho que melhor vejo
E na escuridão vejo acender uma candeia
Eu sempre tive medo das grandes certezas que me toldam o discernimento
Mas vivi certa de muitas coisas até essas convicções se esfumarem com o vento ...
E eu que sempre busquei o conhecimento,
Saber o que não sei
Entender o que não entendo
Ainda assim
Em paradoxo
É esta ausência de algo
Que leva à dúvida de tudo
O permanente ruir e construir de mim
Que me move e que me guia
Feliz assim ...
Em expedição
Numa busca desconhecida
Que me preenche enquanto me esvazia
Todos os dias da minha vida
Sofia Rocha Silva
👁️ 99
O SOBREIRO
Sentei-me debaixo de um Sobreiro
E ouvi a sua voz ao vento
Suas folhas e ramos silvavam e resmalhavam
E em conforto me deixei ali ficar
Descaíndo o rabo até me deitar
Fechei os olhos e estiquei os braços
Lá para trás da minha cabeça
Dobrei as pernas e finquei os pés no chão seguro
A terra debaixo deles agradou-me
E movi os pés para a frente e para trás
Brincando assim com a terra da terra mãe
Senti o sotaque alentejano
Nos sons que me chegavam
E nos banhos quentes
Com que as minhas pálpebras cerradas se deleitavam
No chão uma bolota se rebolou
Até chegar junto dos meus dedos
Toquei-a e agarrei nela sem abrir os olhos
E sem me mover
Tomei a resolução de trazê-la comigo
No regresso a casa
Porque o sobreiro sempre foi meu amigo
E a sua semente me acorda a memória
Das coisas boas que passei consigo
Brincando junto de si
Escondendo-me atrás do seu tronco
Que me oferecia abrigo frente a qualquer perigo
Usando a cortiça
Que o sobreiro doou aos homens
Sem qualquer cobiça
Deixa-se despir para doar de si
Sinto o sotaque alentejano
Nas formas do seu tronco, nas rugas
Nos sulcos das texturas
E se houverem sobreiros noutras partes do mundo
Onde quer que estejam, sei que se me sentar junto deles
Também nos vamos entender
Pois nem que seja na China
O sobreiro fala sempre Alentejano !!
E ouvi a sua voz ao vento
Suas folhas e ramos silvavam e resmalhavam
E em conforto me deixei ali ficar
Descaíndo o rabo até me deitar
Fechei os olhos e estiquei os braços
Lá para trás da minha cabeça
Dobrei as pernas e finquei os pés no chão seguro
A terra debaixo deles agradou-me
E movi os pés para a frente e para trás
Brincando assim com a terra da terra mãe
Senti o sotaque alentejano
Nos sons que me chegavam
E nos banhos quentes
Com que as minhas pálpebras cerradas se deleitavam
No chão uma bolota se rebolou
Até chegar junto dos meus dedos
Toquei-a e agarrei nela sem abrir os olhos
E sem me mover
Tomei a resolução de trazê-la comigo
No regresso a casa
Porque o sobreiro sempre foi meu amigo
E a sua semente me acorda a memória
Das coisas boas que passei consigo
Brincando junto de si
Escondendo-me atrás do seu tronco
Que me oferecia abrigo frente a qualquer perigo
Usando a cortiça
Que o sobreiro doou aos homens
Sem qualquer cobiça
Deixa-se despir para doar de si
Sinto o sotaque alentejano
Nas formas do seu tronco, nas rugas
Nos sulcos das texturas
E se houverem sobreiros noutras partes do mundo
Onde quer que estejam, sei que se me sentar junto deles
Também nos vamos entender
Pois nem que seja na China
O sobreiro fala sempre Alentejano !!
👁️ 225
Comentários (10)
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devoto
2020-04-21
Oi Sofia, grande sensibilidade nos teus poemas. Parabéns
sofiarocha
2020-04-20
Muito Obrigada Wilson :) É sempre bom ter feedback.
wilson1970
2020-04-20
Olá Sofia Gosto muto do seus versos Parabéns
sofiarocha
2019-06-29
Octaviano, que bom que gostou! Para além das descobertas que vamos fazendo sobre nós próprios, não há nada melhor que sentirmos que inspiramos alguém. Obrigada. Cumprimentos.
Octaviano Joba
2019-06-29
Inspiradora...
Português
English
Español
visitei a sua p[agina e gostei do que li....saudações...
Muito obrigada João! Já está a caminho :) Programado para o final do mês de Julho. Nessa altura actualizarei no perfil.
Parabéns, gosto da sua escrita, seria agradável ve-la impressa num livro.
José, Muito Obrigada! Fico feliz que goste :)
LIndos poemas!