Lista de Poemas
Sou teu escravo por querer...
Sou teu escravo por querer, tua propriedade, teu prisioneiro;
tua mão de obra cativa, amante dos teus olhos.
Não careço de salário, teus olhos são minha recompensa;
Quando quiseres me dar algo olha-me e darás à minha vida mais alegria.
E se quiseres me punir, nega-me os teus olhos, e eu serei brutalmente açoitado. Porque os teus olhos é o destino a que estou fadado, meu rumo, minha fatalidade, meu emprego, minha fortuna.
tua mão de obra cativa, amante dos teus olhos.
Não careço de salário, teus olhos são minha recompensa;
Quando quiseres me dar algo olha-me e darás à minha vida mais alegria.
E se quiseres me punir, nega-me os teus olhos, e eu serei brutalmente açoitado. Porque os teus olhos é o destino a que estou fadado, meu rumo, minha fatalidade, meu emprego, minha fortuna.
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Antes de conhecer o amor
Antes de conhecer o amor, andava as ruas a sua procura.
Minha alma ia ao mundo e caminhava sem voz entre outras almas.
A mim, foram revelados os seus olhos. Só conhecia a noite.
Antes disso, eu nao havia nascido. Jurei imediatamente ser devoto deles.
Minha alma ia ao mundo e caminhava sem voz entre outras almas.
A mim, foram revelados os seus olhos. Só conhecia a noite.
Antes disso, eu nao havia nascido. Jurei imediatamente ser devoto deles.
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Pares
Ela disse: os melhores beijos são os de tua boca; tua língua um pássaro livre que transcreve prazeres.
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Porque te amo
Porque te amo, faltam-me palavras
para dizer-te quanto, amor.
Amo-te como jardim em flor,
Cheio de pudores e graças.
Minha doce lira, lírio do val,
Preciosa ninfa aquática;
Rainha poderosíssima das águas,
Meu amor por ti é carnaval.
Em brincadeiras, alegria e folguedos,
Vou as ruas declarando-te amor,
Encho meu peito de bonanças;
Amo-te inteiramente, sem medos.
Amo-te, passarinho, sem dor,
Com amor sincero e esperança.
para dizer-te quanto, amor.
Amo-te como jardim em flor,
Cheio de pudores e graças.
Minha doce lira, lírio do val,
Preciosa ninfa aquática;
Rainha poderosíssima das águas,
Meu amor por ti é carnaval.
Em brincadeiras, alegria e folguedos,
Vou as ruas declarando-te amor,
Encho meu peito de bonanças;
Amo-te inteiramente, sem medos.
Amo-te, passarinho, sem dor,
Com amor sincero e esperança.
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Como eu te amo, querida?
Como eu te amo, querida?
Faltam palavras para dizer-te quanto;
Toma-me o amor em encantos.
Amo-te como se ama a vida.
Amo-te tanto querida, amo-te assim,
em silêncio, com graça e carinho,
Sem medo de ser sozinho,
Amo-te sem ter fim.
É por isso que minha voz te chama,
nascendo nas espumas,
Em rugidos amorosos como um puma.
É por isso que minha voz te chama, querendo em ti beber os aromas das flores: te chama para morrer de amores.
Faltam palavras para dizer-te quanto;
Toma-me o amor em encantos.
Amo-te como se ama a vida.
Amo-te tanto querida, amo-te assim,
em silêncio, com graça e carinho,
Sem medo de ser sozinho,
Amo-te sem ter fim.
É por isso que minha voz te chama,
nascendo nas espumas,
Em rugidos amorosos como um puma.
É por isso que minha voz te chama, querendo em ti beber os aromas das flores: te chama para morrer de amores.
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Lamento de Adão
I
Por que não fizeste de mim ribeiros, nascentes de olhos sangrentos e vermelhos?
Por que fizeste de meu corpo cansaço, por que fizeste de mim o primeiro?
Por que não fizeste margens dos meus braços e barragens deste sangue corrompido e fraco? Por que fizeste de minha alma solidão, por que fizeste de mim fracasso?
II
Se me amavas, tão somente, então, por que roubaste as forças de minhas mãos, por que me condenastes ao temeroso inferno para apodrecer meu coração?
Se me amavas com amor tão terno, por que me destes ao sofrimento eterno, por que lanças-te-me o espírito aos aromas e delírios do inferno?
III
Por que fizeste Sodomoa dos meus filhos? Por que me amando, dizeste: és martírio? Por que me deste desejos que consomem, por que me deste a vida por vãos lírios?
Por que fizeste de mim tão miseravelmente homem, cego pobre e nu? Por que destes por alimento as feras o meu abdômen? Por que fui eu e não foi tu!
Por que não fizeste de mim ribeiros, nascentes de olhos sangrentos e vermelhos?
Por que fizeste de meu corpo cansaço, por que fizeste de mim o primeiro?
Por que não fizeste margens dos meus braços e barragens deste sangue corrompido e fraco? Por que fizeste de minha alma solidão, por que fizeste de mim fracasso?
II
Se me amavas, tão somente, então, por que roubaste as forças de minhas mãos, por que me condenastes ao temeroso inferno para apodrecer meu coração?
Se me amavas com amor tão terno, por que me destes ao sofrimento eterno, por que lanças-te-me o espírito aos aromas e delírios do inferno?
III
Por que fizeste Sodomoa dos meus filhos? Por que me amando, dizeste: és martírio? Por que me deste desejos que consomem, por que me deste a vida por vãos lírios?
Por que fizeste de mim tão miseravelmente homem, cego pobre e nu? Por que destes por alimento as feras o meu abdômen? Por que fui eu e não foi tu!
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Ao regressar teus olhos
Ao regressar teus olhos, abrem-me os botões da vida. Tudo renasce ao teu regresso.
Os meus olhos são rios despertos. Comovidos, os frutos vão se revelando em silêncio.
Do ventre da terra surgem novas rosas.
Dos teus pés nascem novos cantos. O teu rosto se revela em mistério.
Os meus olhos são rios despertos. Comovidos, os frutos vão se revelando em silêncio.
Do ventre da terra surgem novas rosas.
Dos teus pés nascem novos cantos. O teu rosto se revela em mistério.
👁️ 155
Pílula poética
Desabrocha ávida as tentações mais selvagens, semeando um broto cansado de uma paixão envelhecida, na chuva breve e solitária de nossas vidas.
👁️ 206
Beija-me, amor
Beija-me, amor, meu bem-amado coração a quer beijar, sobre o luar amoroso das conversações de amar.
Beija-me agora para que não haja jamais dor no meu peito, e eu lembre de ti desse jeito, ainda que não queira lembrar.
Beija-me agora para que não haja jamais dor no meu peito, e eu lembre de ti desse jeito, ainda que não queira lembrar.
👁️ 171
Traga-me nessas mãos calejadas beijos ardentes...
Traga-me nessas mãos calejadas beijos ardentes, paixões tão delinquentes e acordadas.
Como pássaros a pousar nas mãos enchendo o mundo de cantos, teus beijos cheios de encantos encanta meu coração.
Minha querida, em gracioso amar
Te espero, assim, meu bem, te quero, como os peixinhos querem o mar.
Como pássaros a pousar nas mãos enchendo o mundo de cantos, teus beijos cheios de encantos encanta meu coração.
Minha querida, em gracioso amar
Te espero, assim, meu bem, te quero, como os peixinhos querem o mar.
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Comentários (1)
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joaoeuzebio
2020-08-07
LINDO POEMA AMIGO O AMOR É TUDO ÉPROFUNDO É DESEJO PARABÉNS
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