Lista de Poemas

Pipa invissioneiro

Pipa Invissioneiro
Queria falar as línguas que falo.
Saber as ciências que sei.
Fazer as voisas que fiz e façov fiz.
Viver com mulher como vivi.
Conhecê-las como conheci.
Em fim tudo de invejs, ambição, covardia.
Até os erros que cometi.
Ele também queria.
Por fim ele é uma bichinha irrustida.
E ainda sempre quis minha história.
Ser quem eu sou.
Em fim viajar pelo mundo,ou país como
pretendo e fiz e faço.
Ter o que eu tive,yenho e terei.
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Fantasma da primeira mulher da juventude

Fatasma da primeira mulher da juventude.
Que quis.
Não sabia ela.
Não sabia eu.
Que na agitações do mundo.
Eu como Raimundo.
Ela Raimunda.
E um ébrio de paixões.
Fui então sem sermões.
Não a atingi,nem ela eu.
Esse fantasma foi sempre distante.
E aproximando agitante.
Quase que dessa vida parti.
Eu sem fim.
Ela sem fim.
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Cachorrada, minha infância e chifres

Cachorrada como diz o Santos Dumonesnse para confusão.
É olhar então ever inveja, manipulação e covardia.
Dos que não tem e nunca viveram um dia.
Minha infância foi aprendendo e lendo com quatro anos emeio de idade.
Os romances selvagens.
E o livros que tinha em casa.
Foram rudomentos do inglês com cinco anos.
E happy birthday dear Bell.
Na escolacom cinco rudimentosdo inglês com cantos.
E informática nas aulas com cinco.
Na Santos Dumont que amo.
Foram os passaros que ganhei.
E os brinquedos Jaspion,Né Man,Esqueleto, policiais com notinhas,carrinhos de controle remoto.
E as bicicletas até na juventude, bicicletas boas de alumínio ou de rodinha ou outras.
E ainda as músicas em dita depois as coleções de revista de Rock n roll e as camisas de banda.
E cds centenas de rock n roll e metal, música clássica,funk,pagode,samba,e, ópera.
e naquela época até telefone que era difícil de brinquedo claro.
E o vídeo game Atari,o PlayStation só o NeoGeo que não.
E depois os carrinhos da Mobil os melhores já vistos.
Com cinco e meio.
Meu pastor Belga,meu fila Brasileiro ranjado Nera,meu coquer Snoop,e os heróis Cigano e Nadina cães adestrados pastores alemães.
E o pastor perigoso o Dwow.
E meu coleiro Carequinha e Egídio.
Todos registrados e dentro da lei como meu tico tico enfemiando com pardal.
A estrelinha  o tico tico.
e até o tziu o piriquito.
Foram as pipas os ratos de papel para soltar.
E sabe-se be! lá.
Na juventude os torneios de passarinhos.
Onde o Ganso e o Suruco trinca ferros soberbos.
Com o Tico Tico Gaguinho impunham respeito.
Chifres de mulher, não.
Pois o caraque queria colocar.
De inveja e aflição sem estar.
Nunca colocou.
E so pensou.
E com isso nunca foi ficar.
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Nega, ordinária e ladrona

Nega, ordinária, ladrona.
Queria ser minha mulher.
E como um fantasma qualquer.
Parente da gente feia.
E numa vingança como sereia.
Eu correr atrás de sua xereta.
Nega, ordinária,ladrona.
Com sua família fofoqueira.
E. seu pai chei dela,na birita.
👁️ 91

Mexiricus

Mexiricus.
Do ato de fazer mexerico.
Do português do passado,fofoca.
Ainda que sem demora mexerica poca.
Fede e igual maracujá mucho.
Todo irrugado.
.
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Uma vida

Uma vida e o roceiro brigão
De fato em tao brigava.
Eu nos desenhos nas composições.
E no Metal.
Com so banda arrumada.
E na redação sem suabes pendões.
Foram tantas catibacoes.
Que nem sei!
E o trabalho sem cadastro.
Suave regalo.
A blusa de marca.
Poe nãosentir inveja e mais nada.
Somente coleiros tui tui.
Que no lugar chamavam tuiu tuiu.
E o canário francês são pássaros.
Que aquele lugar não viu.
E ainda nq escola as religiões.
Os anti cristãos.
Foram os metais como a banda Marduk.
Estes mesnos metais que ninguém conhecia.
Black metal.
E mesmo eu na porrada comia.
E muita gente de malta e gente fina.
Só companheiros que depois vi só de longe.
Assim como meus coleiros e os amigos de passarinhada.
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Mulher que se vende e saber viver II

Mulher que se vende.
E da o produto pro seu homem.
Não muito obstante.
Seu homem é o que mais tem.
Mas importa o produto porém.
Pois quem paga recebe.
E sendo breve.
Seu homem não tem.
E fazer de bem.
Não sendo prostituta,mais se vende bem.

Saber viver e ter inveja ou na covardia.
Como eu escrevi como poeta.
E não viver.
É não ter história.
E mesmo na ignorância como céu,inferno
Ou esquecido de tudo.
Se se inveja ou na covardia
E manipulação.
Não fosse então.
E viver sua vida defendendo de inveja e covardia dos que não tem.
E na manipulação eles querendo então ser e viver  eu de inveja.
👁️ 54

Bumba no cu

Bumba no cu.
Era o pessoal sem dinheiro.
E como dizem os cadeieros.
Bumba é celular.
Mais sem grana na cadeia não dá.
E bumba no cu.
Também não.
E na rua sem direito.
Quer brigar e falar que tem.
Mais só pela droga tem.
O bumba no cu.
E na rua quer brigar e roubar.
Para a droga sustentar.
E ninguém dá ousadia também.
E na rua querem,
brigar,espancar ou até matar.
E só cairam nessa por essas vadias metidas da ruafalarem que tem.
E as mesmas nem sendo tão vadias ou vadias riem de você nas ruas.
Ou nem te vêem.
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Ludibriar

Ludibriar.
Querer.
Ludibriar.
O mesmo que covardia.
Na mesma inveja.
Cm a mesma cachorrada.
E com ousadia.
E roubar e tomar.
Com inveja,covardia.
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Ferreiro do trem e a ignorância

Ferreiro do trem.
como diz o bom mineiro da pares intimas.
Mais esse era do trem na linha.
E nunca que comia salsicha.
Pois o trem tinha discaririlhado.
O trem desua mulher.

A ignorância é assim.
Sabendo ou não sabendo.
Por boato em fim tal como um apagão.
Cresce os oi então por inveja e covardia
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