Lista de Poemas
no vazio...
passaram os anos de maior vigor
agora amor...vamos acenando à vida
com um adeus animador
seguimos com coragem
esta viagem, incansavelmente
já que a vontade de viver
ancora ainda no nosso horizonte
e tudo faremos para a manter
às vezes, a taciturnidade se abeira de mim
e logo uma saudade sem fim
a querer perpetuar o horizonte dos meus sonhos.
o tempo invisível, partiu
apagando-se no silêncio, no vazio
num lamento doentio...a alegria já emudece
surgem , lágrimas e pensamentos de
resignação,
a este tempo que nos isola,
que à nossa pele se agarra como uma
prisão,
trago a sede no ouvido, do meu riso
trago sede de regressar ao calor do teu olhar
escondo-me num recanto da memória
e é aí que sei amar-te
ocupo os degraus da minha imaginação
fujo dos golpes e dos redemoinhos
levo-te no coração
e por atalhos vou sonhando à procura
de outros caminhos.
o tempo não abdica nem de ti, nem de mim
escuta os relógios e a sua pressa
sempre com a mesma obsessão... a de nos levar o coração
mas em nós habitarão quimeras sem fim.
natalia nuno
rosafogo
agora amor...vamos acenando à vida
com um adeus animador
seguimos com coragem
esta viagem, incansavelmente
já que a vontade de viver
ancora ainda no nosso horizonte
e tudo faremos para a manter
às vezes, a taciturnidade se abeira de mim
e logo uma saudade sem fim
a querer perpetuar o horizonte dos meus sonhos.
o tempo invisível, partiu
apagando-se no silêncio, no vazio
num lamento doentio...a alegria já emudece
surgem , lágrimas e pensamentos de
resignação,
a este tempo que nos isola,
que à nossa pele se agarra como uma
prisão,
trago a sede no ouvido, do meu riso
trago sede de regressar ao calor do teu olhar
escondo-me num recanto da memória
e é aí que sei amar-te
ocupo os degraus da minha imaginação
fujo dos golpes e dos redemoinhos
levo-te no coração
e por atalhos vou sonhando à procura
de outros caminhos.
o tempo não abdica nem de ti, nem de mim
escuta os relógios e a sua pressa
sempre com a mesma obsessão... a de nos levar o coração
mas em nós habitarão quimeras sem fim.
natalia nuno
rosafogo
👁️ 318
fito a folha...
o coração pulsa sobressaltado
sempre que lembro o passado
fito a folha em branco, o tempo aborrece
já nada acontece
a vida é apenas um segundo
deixo-me no meu recolhimento
profundo ...
nesta já longa jornada
há um oceano a jorrar em mim
de saudade,
trago a vida presa a nada,
e esta sede que não passa
sinto-me assim saudosa
parte de mim deseja gritar
de contentamento
outra me desafia à solidão
e um mau pressentimento
se instala ... no coração
que insensato,
na ilusão bate
forte... fugindo à morte.
natália nuno
sempre que lembro o passado
fito a folha em branco, o tempo aborrece
já nada acontece
a vida é apenas um segundo
deixo-me no meu recolhimento
profundo ...
nesta já longa jornada
há um oceano a jorrar em mim
de saudade,
trago a vida presa a nada,
e esta sede que não passa
sinto-me assim saudosa
parte de mim deseja gritar
de contentamento
outra me desafia à solidão
e um mau pressentimento
se instala ... no coração
que insensato,
na ilusão bate
forte... fugindo à morte.
natália nuno
👁️ 307
floriram palavras na palavra...
Este poema carrega a saudade
Adormece e acorda comigo
É um vento forte que corre na tarde
E p'la noite é insónia ou castigo.
Este poema é um regato alegre a serpentear
É uma seara de trigo a crescer
É a saudade que me faz lembrar
O cheiro dos laranjais a florescer.
Este poema sou eu às árvores trepando
Sou eu menina descalça vadia
Que corre na carroça do tempo, levando
Cabelos ao vento, barriga vazia.
Este poema onde me fico a relembrar
Os caminhos e os sonhos que eu desafiei
Volta que volta à minha volta a girar
Poema da minha alma que não calarei.
Poema que sinto que me persegue
Me corre nas veias e a palavra abraça
Poema que quer que à saudade me entregue
Um cântico, um grito. um amor que não passa.
Lembranças, anseios tudo ele tem
Poema do querer que sinto de lhe querer bem.
rosafogo
natalia nuno
Adormece e acorda comigo
É um vento forte que corre na tarde
E p'la noite é insónia ou castigo.
Este poema é um regato alegre a serpentear
É uma seara de trigo a crescer
É a saudade que me faz lembrar
O cheiro dos laranjais a florescer.
Este poema sou eu às árvores trepando
Sou eu menina descalça vadia
Que corre na carroça do tempo, levando
Cabelos ao vento, barriga vazia.
Este poema onde me fico a relembrar
Os caminhos e os sonhos que eu desafiei
Volta que volta à minha volta a girar
Poema da minha alma que não calarei.
Poema que sinto que me persegue
Me corre nas veias e a palavra abraça
Poema que quer que à saudade me entregue
Um cântico, um grito. um amor que não passa.
Lembranças, anseios tudo ele tem
Poema do querer que sinto de lhe querer bem.
rosafogo
natalia nuno
👁️ 315
meu coração aperta-se...
meu coração aperta-se...
os olhos nas vidraças,
baças
o olhar distante
o ruído da chuva incessante
meia atordoada e feliz, na efémera
duração dum sonho...
os dias de outono tão melancólicos
soltam-se fragmentos de memórias,
inesperados,
sento-me na margem da tristeza
e vejo meus sonhos a preto e branco
desenhados.
sopra o vento da incerteza
olho o céu cinzento sem pássaros
meus dedos estão estéreis
acentua-se a solidão,
já não seguro meus ais
nem o vento segura as folhas outonais.
até um pássaro sonâmbulo, que a primavera levou
num destino incerto,
fez ninho no meu peito,
encoberto...
e a saudade voltou
e eu sem saber que rumo dar ao pensamento
abrigo-me da vida na memória distante,
a caminho do nada,
a alma cansada,
e é, a criança que em mim
vive que segura a minha mão
enquanto o vento lá fora vai varrendo
as folhas, que caem ao chão.
natália nuno
rosafogo
poema escrito na aldeia em 11/2017
os olhos nas vidraças,
baças
o olhar distante
o ruído da chuva incessante
meia atordoada e feliz, na efémera
duração dum sonho...
os dias de outono tão melancólicos
soltam-se fragmentos de memórias,
inesperados,
sento-me na margem da tristeza
e vejo meus sonhos a preto e branco
desenhados.
sopra o vento da incerteza
olho o céu cinzento sem pássaros
meus dedos estão estéreis
acentua-se a solidão,
já não seguro meus ais
nem o vento segura as folhas outonais.
até um pássaro sonâmbulo, que a primavera levou
num destino incerto,
fez ninho no meu peito,
encoberto...
e a saudade voltou
e eu sem saber que rumo dar ao pensamento
abrigo-me da vida na memória distante,
a caminho do nada,
a alma cansada,
e é, a criança que em mim
vive que segura a minha mão
enquanto o vento lá fora vai varrendo
as folhas, que caem ao chão.
natália nuno
rosafogo
poema escrito na aldeia em 11/2017
👁️ 315
lembrança...
Hoje rolou uma lágrima sobre o papel
Manchando o sonho que descrevia
Lágrima gotejando sobre a minha pele
Sonho que deixei p'ra tras um dia.
Hoje abriguei os sentimentos
Escrevo ao de leve numa folha de rosa
Deixo a memória e dias cinzentos
E volto sorrindo à meninice gostosa.
Esqueço o tempo, e só levo o coração
Fico lá atrás a brincar às escondidas
E vou saltar à corda, viva de emoção
E na mão tenho as malhas preferidas.
Agora brinco de mãos dadas na roda
Soquetes branquinhos coração explodindo
Livre como pássaro e nada me incomóda
Quero ficar, deixem-me estou pedindo.
Aqui neste tempo, ameno e transparente
Sonhar, poder de pés descalços andar.
Que felicidade a deste dez réis de gente!
Princesa, só com a aldeia p'ra morar.
rosafogo
natalia nuno
Manchando o sonho que descrevia
Lágrima gotejando sobre a minha pele
Sonho que deixei p'ra tras um dia.
Hoje abriguei os sentimentos
Escrevo ao de leve numa folha de rosa
Deixo a memória e dias cinzentos
E volto sorrindo à meninice gostosa.
Esqueço o tempo, e só levo o coração
Fico lá atrás a brincar às escondidas
E vou saltar à corda, viva de emoção
E na mão tenho as malhas preferidas.
Agora brinco de mãos dadas na roda
Soquetes branquinhos coração explodindo
Livre como pássaro e nada me incomóda
Quero ficar, deixem-me estou pedindo.
Aqui neste tempo, ameno e transparente
Sonhar, poder de pés descalços andar.
Que felicidade a deste dez réis de gente!
Princesa, só com a aldeia p'ra morar.
rosafogo
natalia nuno
👁️ 291
no ocaso da vida...
Ando nas coisas do tempo perdida
perdida como o jorro duma fonte
que canta...canta ferida!
no esquecimento do monte.
numa noite qualquer
com ou sem luar
hei-de gritar
o que não pode morrer!
Abrir de par em par
a alma, erguendo-me com rebeldia
e meu grito há-de ressoar
melhor do que a palavra faria.
quando a minha mão cessar
e não haja mais que esquecimento
e seja um longo calar?!
meu tempo será apenas um momento
e na mão que palavras escrevia
não creio que haja mais nada
só resignação fria e sombria.
ou uma esperança desolada.
Ando nas coisas do tempo perdida
vão-se as horas os minutos vagueiam,
pela minha atenção distraida.
na mente lembranças se passeiam,
no ocaso da vida.
e o olhar permanece atento,
aberto de par em par
com a suspeita da morte
que um dia vai chegar.
A vida foge para um sítio
onde nos resta esperar.
rosafogo
natalia nuno
perdida como o jorro duma fonte
que canta...canta ferida!
no esquecimento do monte.
numa noite qualquer
com ou sem luar
hei-de gritar
o que não pode morrer!
Abrir de par em par
a alma, erguendo-me com rebeldia
e meu grito há-de ressoar
melhor do que a palavra faria.
quando a minha mão cessar
e não haja mais que esquecimento
e seja um longo calar?!
meu tempo será apenas um momento
e na mão que palavras escrevia
não creio que haja mais nada
só resignação fria e sombria.
ou uma esperança desolada.
Ando nas coisas do tempo perdida
vão-se as horas os minutos vagueiam,
pela minha atenção distraida.
na mente lembranças se passeiam,
no ocaso da vida.
e o olhar permanece atento,
aberto de par em par
com a suspeita da morte
que um dia vai chegar.
A vida foge para um sítio
onde nos resta esperar.
rosafogo
natalia nuno
👁️ 269
na poeira do tempo...
na poeira negra do tempo
há flores que se desfolham
num torpor sonâmbulo e gelado,
já nenhuns olhos as olham
com olhar apaixonado
foram flores de verde pino
de olhos verdes expressão bravia
suave ou triste foi o destino
de melancolia hoje seu dia a dia.
o tempo cria caricaturas sem dó
tira-lhes o brilho que tinham outrora
e o sorriso que as faces iluminava
pétala a pétala lhe deixam só
a saudade, que as persegue hora a hora
a saudade magoa-as, quebram-se num
silêncio cismando em tudo e nada
e há lembranças que nem chegam a abrir
quando a memória é já de si delicada
flores que teimam em não morrer
expostas ao inverno e às nortadas
alimentam-se de sonhos, querem ser amadas
ressuscitam sentimentos de tanto querer.
um murmúrio de água na voz perdida
no âmago ainda a idade de ouro
e os olhos desencantados a prender-se à vida
quando a noite é já pálpavel
natalia nuno
rosafogo
há flores que se desfolham
num torpor sonâmbulo e gelado,
já nenhuns olhos as olham
com olhar apaixonado
foram flores de verde pino
de olhos verdes expressão bravia
suave ou triste foi o destino
de melancolia hoje seu dia a dia.
o tempo cria caricaturas sem dó
tira-lhes o brilho que tinham outrora
e o sorriso que as faces iluminava
pétala a pétala lhe deixam só
a saudade, que as persegue hora a hora
a saudade magoa-as, quebram-se num
silêncio cismando em tudo e nada
e há lembranças que nem chegam a abrir
quando a memória é já de si delicada
flores que teimam em não morrer
expostas ao inverno e às nortadas
alimentam-se de sonhos, querem ser amadas
ressuscitam sentimentos de tanto querer.
um murmúrio de água na voz perdida
no âmago ainda a idade de ouro
e os olhos desencantados a prender-se à vida
quando a noite é já pálpavel
natalia nuno
rosafogo
👁️ 267
ave sem ramo...
andorinhas volteiam no azul do céu
os estorninhos abalam em debandada
olhar que em mim mudou, que fiz eu?
que pelo jugo do tempo fui apanhada
pensei que meu coração asas tinha
julguei-me feliz em doces encantos
viva, era a saudade que me mantinha
e sonhos eram mil ...eram eles tantos!
trago agora cabelos de neve extrema
logo a vida envolta em névoa escura
se é vontade de Deus... ela é suprema!
lá ficou para trás ... a tão florida idade
e tudo o tempo me trouxe, menos a cura,
apenas dos anos restam danos e saudade
natalia nuno
rosafogo
👁️ 371
fala-me de amor...
fala-me de novo com a voz de outrora,
diz-me palavras d'amor ardorosas de promessas
e eu dar-te- ei tudo inda que não peças,
que arda em nós essa antiga chama
mais rubra que a aurora...
procuro-te em mim e rasgo-me de emoção,
o amor é minha ventura, a mais bela memória
do passado, é ternura q' extravasa em m'coração
nesta última e efémera estação.
estás a meu lado e por vezes não te alcanço
sinto-me, como se fosse uma folha despida
que ninguém socorre, neste poema que escrevo
com o rumor da agonia,
poema que não morre... vive da minha utopia
é ele que me arranca à solidão e me dá vida
traz-me a chave do teu amor, o sonho do teu
leito, levanta o meu capricho, o meu desejo
e eu sei que vais amar-me do meu jeito.
e eu sei...que darei tudo inda que não peças
que as tuas palavras serão promessas que
se espreguiçam aos meus ouvidos,
para acalmar a sede dos meus sentidos,
desse fogo d'amar ainda não extinto.
fala-me... fala-me por favor...
palavras ardorosas d' amor.
natalia nuno
rosafogo
diz-me palavras d'amor ardorosas de promessas
e eu dar-te- ei tudo inda que não peças,
que arda em nós essa antiga chama
mais rubra que a aurora...
procuro-te em mim e rasgo-me de emoção,
o amor é minha ventura, a mais bela memória
do passado, é ternura q' extravasa em m'coração
nesta última e efémera estação.
estás a meu lado e por vezes não te alcanço
sinto-me, como se fosse uma folha despida
que ninguém socorre, neste poema que escrevo
com o rumor da agonia,
poema que não morre... vive da minha utopia
é ele que me arranca à solidão e me dá vida
traz-me a chave do teu amor, o sonho do teu
leito, levanta o meu capricho, o meu desejo
e eu sei que vais amar-me do meu jeito.
e eu sei...que darei tudo inda que não peças
que as tuas palavras serão promessas que
se espreguiçam aos meus ouvidos,
para acalmar a sede dos meus sentidos,
desse fogo d'amar ainda não extinto.
fala-me... fala-me por favor...
palavras ardorosas d' amor.
natalia nuno
rosafogo
👁️ 339
olhar longínquo...
junto sorrisos na penumbra
e na face já adulterada
sinto a brisa da folhagem,
surge-me então a imagem que trago comigo
e a ninguém digo...o que sinto!
já não me amo inteiramente
trago o corpo desabrigado
já nada sente, cansado...
olho o espelho a que o inverno embaciou
o cristal, agora tão velho!
como posso levar-lhe a mal?
mas há uma luz que não se apaga
a mesma que às vezes os meus olhos alaga.
quiméricas lembranças vêm à minha memória
consumida...
de todo esse tempo que passou por mim
abre-se me o peito, e enternecida,
alargo o sorriso, o olhar longínquo
a cismar, a cismar sem fim.
procuro espantar o frio que chegou à vida
levo aves de sonho no meu caminho
e deixo a manhã em meus olhos crescer
a cada instante proponho-me a um
sorriso de murta e jasmim
sou um outono que não quer morrer
e assim renascem rouxinóis adormecidos
em mim...
e no sonho me perco e carícias teço
nele pé ante pé, com jeito
e de lá não regresso, tudo é perfeito
em sol e lua aninhada...
amanhã, talvez amanhã quando me sentir
amada!
natalia nuno
rosafogo
👁️ 322
Comentários (11)
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natalia nuno
2021-11-06
Grata por todo o apreço dado à minha Poesia, a todos desejo muita felicidade e que vossos sonhos se realizem. Um abraço
rosafogo
2018-12-15
A todos agradeço o apreço precioso aos meus poemas...obrigado! Abraço-vos
charlesburck
2018-12-14
A distância não nos impede as canções, vc canta lidamente ao teu amor
atal66
2018-10-22
Fica-se com o gosto de mel e amoras ao ler os seus pensamentos ...um momento de puro deleite
quaglino
2018-10-17
Poeta forte! Muito bom, muito bom mesmo. Quem sabe um dia chego lá. Parabéns de novo.
Natural de Lapas/Torres Novas
A Poeta nasceu na pequena aldeia Ribatejana chamada Lapas/ Torres Novas a 19/1, Estudou na Escola Industrial e Comercial de Torres Novas .
Participou nas seguintes Antologias: «Entre o sono e o sonho III» «trago-te um sonho nas mãos», «por um sorriso», «poiesis vol. XIII» e «poiesis vol. XXIX», «Viva Outubro 2009» e «Viva outubro 2010», «Licença poética 2011» , « Alma gémea 2011 antologia brasileira», «Tu cá, tu lá II», «Horizontes da Poesia III 2011», « Digo não ao não», «Na magia da noite», «Entre o sono e o sonho III» , «Mãe», « Poetar Contemporâneo 2012», « Cruzada da Poesia», «Horizontes da Poesia IV», «Horizontes de Poesia V» Antologia Poética Contemporânea «Entre o Sono e o Sonho IV», «A Palavra é uma Espada», «Amantes da Poesia 2014», «Horizontes da Poesia IX» «Utopia(s)», «Poetas da Cidade»… Antologias editadas por diversas Editoras situadas em Portugal e Brasil.
Colaborou no jornal da sua cidade natal «O Almonda»
Prefaciou as obras: « No Chão de àgua » do Poeta Paulo César,
O romance « Óh África...oh África Minha» do escritor José Silva, e
« Encontro-me nas Palavras» da Poeta Maria Antonieta Oliveira.
Livros seus editados/ de Poesia: «Pesa-me a Alma» em 2011 Editora Lua de Marfim e «A Melodia do Tempo» em 2014 pela mesma editora.
Com o 3º livro de Poesia editado na Roménia com o nome de «Moldura da Saudade» ou «Margini de dor». O quarto livro «Estremecimentos d'Alma» editado pelo editor Vieira da Silva em 2017......................todos os meus poemas estão registados no IGAC
Entre 2016 e 2018 participou em cerca de quatro dezenas de Antologias a convite........
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Español
Caraca, muito bom mesmo. Alma poeta.
Contundente, muito bom mesmo. Parabéns.
Obrigada :)
obrigado
Fernando Pessoa Entre o sono e o sonho, Entre mim e o que em mim É o quem eu me suponho, Corre um rio sem fim.
Parabéns pela beleza da escrita!