Lista de Poemas
sou tudo e nada...
Feita a Vida de pedaços
Agora falo de esperança, de saudade.
Da fé, do desalento, da ingenuidade.
Falo até da falta dos abraços!
Mais velha que o tempo, me sinto.
Às vezes sou tudo,
Outras vezes sou nada.
Sou assim e não mudo.
É o que sinto e não minto.
Sou aquilo que a Vida quiz
Agora me deixa abandonada.
É ela que sempre me diz:
"Tu, tu é que estás desmemoriada"
Não lembras os primeiros amores?
Nem das lágrimas que te sequei?
De te pôr sorrisos como flores!
Ah! E tudo quanto te ensinei?!
Tolerância, aceitação,
Lealdade...
Hoje?! Tens um coração!
Onde até cabe a saudade.
Desapontada, de responder incapaz
L ê-me nos olhos, que agora só quero
Paz!
Poder dizer que recordar
É o melhor que se possui
E no tempo de Amar!?
Que louca fui!
Agora já só posso partir
Levar comigo
O sonho na curva da estrada
E morrer
Numa tarde de chuviscos salpicada.
natalia nuno
rosafogo
2009
Leia mais: https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=112927 © Luso-Poemas
Agora falo de esperança, de saudade.
Da fé, do desalento, da ingenuidade.
Falo até da falta dos abraços!
Mais velha que o tempo, me sinto.
Às vezes sou tudo,
Outras vezes sou nada.
Sou assim e não mudo.
É o que sinto e não minto.
Sou aquilo que a Vida quiz
Agora me deixa abandonada.
É ela que sempre me diz:
"Tu, tu é que estás desmemoriada"
Não lembras os primeiros amores?
Nem das lágrimas que te sequei?
De te pôr sorrisos como flores!
Ah! E tudo quanto te ensinei?!
Tolerância, aceitação,
Lealdade...
Hoje?! Tens um coração!
Onde até cabe a saudade.
Desapontada, de responder incapaz
L ê-me nos olhos, que agora só quero
Paz!
Poder dizer que recordar
É o melhor que se possui
E no tempo de Amar!?
Que louca fui!
Agora já só posso partir
Levar comigo
O sonho na curva da estrada
E morrer
Numa tarde de chuviscos salpicada.
natalia nuno
rosafogo
2009
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👁️ 340
coração dividido...
nada há em mim de diferente
sou tudo... e o que de mim ficou
mas às vezes fico ausente
num disfarce
de que o tempo não passou.
os meus olhos não me vêem
mas não desmoreço
faço-me à vida
se ela me foi dada
Deus acha que a mereço.
e lá vou levando meu passo
em mais uma tarde que cai
vou escrevendo sobre o que sei
e de tudo falarei,
já que a vida assim abraço
ninguém me ouvirá um ai.
trago o coração dividido,
mas só hoje me lembrei
que depois de ter-te conhecido
metade dele te dei...
ouve bem o que te digo
assim p'la vida prossigo,
olhos nos olhos, mão na mão
trago o coração dividido
e uma lágrima furtiva
acordada na solidão.
o sonho que em mim respira?
é pra mim libertação!
natalia nuno
Leia mais: https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=245782 © Luso-Poemas
sou tudo... e o que de mim ficou
mas às vezes fico ausente
num disfarce
de que o tempo não passou.
os meus olhos não me vêem
mas não desmoreço
faço-me à vida
se ela me foi dada
Deus acha que a mereço.
e lá vou levando meu passo
em mais uma tarde que cai
vou escrevendo sobre o que sei
e de tudo falarei,
já que a vida assim abraço
ninguém me ouvirá um ai.
trago o coração dividido,
mas só hoje me lembrei
que depois de ter-te conhecido
metade dele te dei...
ouve bem o que te digo
assim p'la vida prossigo,
olhos nos olhos, mão na mão
trago o coração dividido
e uma lágrima furtiva
acordada na solidão.
o sonho que em mim respira?
é pra mim libertação!
natalia nuno
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👁️ 325
saudade...trovas
O amor é como incenso
Que acende e arde breve
Aroma que odora imenso
A alma de quem escreve.
Na verdade não me conheço
Tão diferente da que fui
Meu caminho eu atravesso
Lembrança que já dilui.
Já não há nada de verdade
Falo, falo, nem sei quem sou
Sou de mim já só a saudade
Saudade que em mim ficou.
natalia nuno
Que acende e arde breve
Aroma que odora imenso
A alma de quem escreve.
Na verdade não me conheço
Tão diferente da que fui
Meu caminho eu atravesso
Lembrança que já dilui.
Já não há nada de verdade
Falo, falo, nem sei quem sou
Sou de mim já só a saudade
Saudade que em mim ficou.
natalia nuno
👁️ 292
sou ainda jovem...
sou ainda jovem
como jovem é a primavera
sou águia que espera
pelas ondas do vento
que me levam ao sonho
caindo lentamente no azul
desprendida do pensamento.
ave distante que desvanece
na linha do poente,
em mar transparente,
na quietude do entardecer
e nos sonhos se deixa perder.
e a vida como se nova fosse
bela e doce
toda ela felicidade,
como se nunca mais
pudesse ser
apenas saudade...
natalia nuno
fuseta 4/2015
como jovem é a primavera
sou águia que espera
pelas ondas do vento
que me levam ao sonho
caindo lentamente no azul
desprendida do pensamento.
ave distante que desvanece
na linha do poente,
em mar transparente,
na quietude do entardecer
e nos sonhos se deixa perder.
e a vida como se nova fosse
bela e doce
toda ela felicidade,
como se nunca mais
pudesse ser
apenas saudade...
natalia nuno
fuseta 4/2015
👁️ 284
trovas...à deriva
Rói-me no peito a dor
fechando a minha vida
aventura, paixão amor
saudades em despedida.
Já os lilases floriram...
p'los campos, p'lo jardim
dias de inverno partiram
e o desassossego em mim.
Numa doce melancolia
passam nuvens no poente
olho a noite olho o dia
passa o tempo indiferente.
Pego os sacos da viagem
sigo e vou dizendo adeus
vou por aí fazer romagem
levo sonhos meus e teus.
Sol posto de cores liláses
e as laranjas já tão doces
ai...a falta que me fazes
Quem dera doce tu fosses
Os momentos de donzela
entre flores de laranjeira
acenei beijos da janela...
Não te quis à minha beira
Sou eu tão pequena ao pé
do vento que vem soprar
faço súplica com fé...
por amor maior que o mar.
natalia nuno
rosafogo
fechando a minha vida
aventura, paixão amor
saudades em despedida.
Já os lilases floriram...
p'los campos, p'lo jardim
dias de inverno partiram
e o desassossego em mim.
Numa doce melancolia
passam nuvens no poente
olho a noite olho o dia
passa o tempo indiferente.
Pego os sacos da viagem
sigo e vou dizendo adeus
vou por aí fazer romagem
levo sonhos meus e teus.
Sol posto de cores liláses
e as laranjas já tão doces
ai...a falta que me fazes
Quem dera doce tu fosses
Os momentos de donzela
entre flores de laranjeira
acenei beijos da janela...
Não te quis à minha beira
Sou eu tão pequena ao pé
do vento que vem soprar
faço súplica com fé...
por amor maior que o mar.
natalia nuno
rosafogo
👁️ 291
teu amor...
rosto sépia sorriso fugidio
súbita sombra na alegria
horas de solidão
que só a saudade remove.
um suspiro lamentoso,
vindo do coração, que ninguém
ouve...
os sentidos em chamas
abraço-te no silêncio, sei que ainda me amas...
teu AMOR é minha manhã de luz
é sol nascente ocre doce, e forte
algo profundo, amadurecido
às vezes confundido no coração
aberto à sorte,
é folha que treme
onde pousa um pássaro cego,
pássaro que bate asas, num céu imaginário
repleto de estrelas
acalentando meu ego.
meus olhos mudam de cor
há muito deixaram o fulgor
anda minha vontade errante.
não sou sol nem lua
de ti meu desdenhoso amante
sou terra fresca, garça alada
entrelaço minha mão na tua
meu corpo é tua morada.
natalia nuno
súbita sombra na alegria
horas de solidão
que só a saudade remove.
um suspiro lamentoso,
vindo do coração, que ninguém
ouve...
os sentidos em chamas
abraço-te no silêncio, sei que ainda me amas...
teu AMOR é minha manhã de luz
é sol nascente ocre doce, e forte
algo profundo, amadurecido
às vezes confundido no coração
aberto à sorte,
é folha que treme
onde pousa um pássaro cego,
pássaro que bate asas, num céu imaginário
repleto de estrelas
acalentando meu ego.
meus olhos mudam de cor
há muito deixaram o fulgor
anda minha vontade errante.
não sou sol nem lua
de ti meu desdenhoso amante
sou terra fresca, garça alada
entrelaço minha mão na tua
meu corpo é tua morada.
natalia nuno
👁️ 316
simples, assim como quando brincava...
na memória
um tempo de passagem,
adormeço e acordo
deixo o poema em liberdade
ele é de meu rosto a imagem,
do coração a saudade,
da minha esperança um vôo maior,
a alegria que toma posse de mim,
o som da noite que ouço melhor.
é ponte onde atravesso o ribeiro
é dos desejos o meu desejo primeiro
e tudo o que é lonjura
se torna perto...
perto na recordação,
que faz frente ao tempo
às minhas veias diz que não
e põe o pensamento em contradição.
vou fiando o fio do destino
neste tempo de passagem
sou entre o nevoeiro um peregrino
que deixa poesia na aragem.
meus pés ensopados no chão
e o poema a abrir-me o coração
vou bebendo o vento,
e gritando
um grito que não se ouve,
mas que alivia o pensamento
e nestas palavras agitadas
a emoção se move e me atrai
como uma chama
e por instantes me alucina
e lá volta a saudade
dos meus sonhos de menina.
e é desta substância que faço
o poema, simples assim como
quando brincava
e nada me aprisionava.
natalia nuno
Leia mais: https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=245850 © Luso-Poemas
um tempo de passagem,
adormeço e acordo
deixo o poema em liberdade
ele é de meu rosto a imagem,
do coração a saudade,
da minha esperança um vôo maior,
a alegria que toma posse de mim,
o som da noite que ouço melhor.
é ponte onde atravesso o ribeiro
é dos desejos o meu desejo primeiro
e tudo o que é lonjura
se torna perto...
perto na recordação,
que faz frente ao tempo
às minhas veias diz que não
e põe o pensamento em contradição.
vou fiando o fio do destino
neste tempo de passagem
sou entre o nevoeiro um peregrino
que deixa poesia na aragem.
meus pés ensopados no chão
e o poema a abrir-me o coração
vou bebendo o vento,
e gritando
um grito que não se ouve,
mas que alivia o pensamento
e nestas palavras agitadas
a emoção se move e me atrai
como uma chama
e por instantes me alucina
e lá volta a saudade
dos meus sonhos de menina.
e é desta substância que faço
o poema, simples assim como
quando brincava
e nada me aprisionava.
natalia nuno
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👁️ 295
perto da foz...
faço balanço, a vida foi passageiro
instante, hoje estou entre a luz e o chão
meu andar é hesitante
e a dureza do tempo varreu meu coração
como uma tempestade, agora é nele
rainha a saudade...
minha memória esconde recordações
como grilos que se escondem nas moitas
p'lo verão,
e, no meu coração
as saudades daqueles tempos primeiros,
meus sonhos besouros nos olhos verdes
dos salgueiros...
tudo me lembra a menina em mim cativa
sempre a minha mão escrevendo a afaga
quero-a sempre em mim viva
por mais saudade que me traga
queira ou não queira, quero-lhe demais
a saudade dela se funde em mim
é ela que escuta meus ais
é nela que me vejo nesta aventura
a chegar ao fim
faço o balanço e rememoro
nas horas lentas, mas que se esquivam
vivo, faço e desfaço, mas já não choro,
é inverno a estação a que me abeiro
deixei meus olhos no outono
para trás ficou um sonho inteiro.
corre a tarde a meu lado
a nostalgia habita o meu peito
tudo o tempo tem gerado, tudo me tem dado
mas nem tudo foi bom, nem perfeito.
olho para o dia que vai a meio
a solidão empresta-me um pouco de liberdade
não a temo, não lhe tenho medo
traz-me um gosto doce a saudade.
natalia nuno
https://nataliacanais.blogspot.pt/
instante, hoje estou entre a luz e o chão
meu andar é hesitante
e a dureza do tempo varreu meu coração
como uma tempestade, agora é nele
rainha a saudade...
minha memória esconde recordações
como grilos que se escondem nas moitas
p'lo verão,
e, no meu coração
as saudades daqueles tempos primeiros,
meus sonhos besouros nos olhos verdes
dos salgueiros...
tudo me lembra a menina em mim cativa
sempre a minha mão escrevendo a afaga
quero-a sempre em mim viva
por mais saudade que me traga
queira ou não queira, quero-lhe demais
a saudade dela se funde em mim
é ela que escuta meus ais
é nela que me vejo nesta aventura
a chegar ao fim
faço o balanço e rememoro
nas horas lentas, mas que se esquivam
vivo, faço e desfaço, mas já não choro,
é inverno a estação a que me abeiro
deixei meus olhos no outono
para trás ficou um sonho inteiro.
corre a tarde a meu lado
a nostalgia habita o meu peito
tudo o tempo tem gerado, tudo me tem dado
mas nem tudo foi bom, nem perfeito.
olho para o dia que vai a meio
a solidão empresta-me um pouco de liberdade
não a temo, não lhe tenho medo
traz-me um gosto doce a saudade.
natalia nuno
https://nataliacanais.blogspot.pt/
👁️ 323
sentidos...trovas
Tudo que escrevo eu sinto
São como lamentos reais
Às vezes para mim minto
Porque me doem de mais!
Há dias em que não escrevo
Para não usar o coração
Tão cansado que nem atrevo
A causar-lhe desilusão.
natalia nuno
São como lamentos reais
Às vezes para mim minto
Porque me doem de mais!
Há dias em que não escrevo
Para não usar o coração
Tão cansado que nem atrevo
A causar-lhe desilusão.
natalia nuno
👁️ 289
aberta às palavras...prosa poética
Minha mãe continua remendando o lençol, enquanto a lareira crepita e se ouve o fervilhar da sopa.
Fecha a porta diz a mãe, olha a corrente de ar, e minha avó rabujenta e desesperada... já se encheu a casa de fumo, pois esta cachopa não sabe estar sossegada, anda numa roda viva o tempo todo, parece que tem fogo no rabo...
O principal pensamento estava na brincadeira, a dormir ou acordada sempre a mesma ânsia, a mesma excitação, a brincadeira era a magia que alegrava e fazia brilhar as pedras preciosas que eram meus olhos, de reflexos cor da terra e o verde dos prados, e nos lábios de água fresca sempre o mesmo sorriso.
E quando veio a primavera os pássaros pousaram no peitoril da janela, as sardinheiras deram-lhes as boas vindas, hoje o peitoril da janela vê-se privado dos pássaros, os olhos não brilham mais e o sorriso não tem o mesmo fulgor, só a saudade é que me traz um alívio bem vindo.
A avó rezava de face olheirenta marcada pelas rugas, de quando em quando abria a boca bocejando, e uma ou outra lamúria se lhe escapava dos lábios e ficava meditando na sorte de alguém que partiu para não voltar, esse avô que pairava clandestinamente pela casa como um fantasma.
Dizem os velhos da aldeia que me pareço com ele, como saber ao certo se apenas o conheço duma fotografia que não páro de olhar?
É agora tempo de medrarem as sementeiras, aspiro o cheiro dos campos, quem dera obrigar o relógio a andar para trás.
Às vezes se acerca de mim o pânico, o medo de esquecer, por isso me apresso a passar ao papel, a história dum vaso florido que o sol ergueu com narcisos de ouro e que hoje está quase quebrado, e só a poeira o cobre e a palavra o sente.
Recolho a saudade de mim
quando ao espelho me olho...
rosafogo
natalia nuno
Leia mais: https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=243982 © Luso-Poemas
Fecha a porta diz a mãe, olha a corrente de ar, e minha avó rabujenta e desesperada... já se encheu a casa de fumo, pois esta cachopa não sabe estar sossegada, anda numa roda viva o tempo todo, parece que tem fogo no rabo...
O principal pensamento estava na brincadeira, a dormir ou acordada sempre a mesma ânsia, a mesma excitação, a brincadeira era a magia que alegrava e fazia brilhar as pedras preciosas que eram meus olhos, de reflexos cor da terra e o verde dos prados, e nos lábios de água fresca sempre o mesmo sorriso.
E quando veio a primavera os pássaros pousaram no peitoril da janela, as sardinheiras deram-lhes as boas vindas, hoje o peitoril da janela vê-se privado dos pássaros, os olhos não brilham mais e o sorriso não tem o mesmo fulgor, só a saudade é que me traz um alívio bem vindo.
A avó rezava de face olheirenta marcada pelas rugas, de quando em quando abria a boca bocejando, e uma ou outra lamúria se lhe escapava dos lábios e ficava meditando na sorte de alguém que partiu para não voltar, esse avô que pairava clandestinamente pela casa como um fantasma.
Dizem os velhos da aldeia que me pareço com ele, como saber ao certo se apenas o conheço duma fotografia que não páro de olhar?
É agora tempo de medrarem as sementeiras, aspiro o cheiro dos campos, quem dera obrigar o relógio a andar para trás.
Às vezes se acerca de mim o pânico, o medo de esquecer, por isso me apresso a passar ao papel, a história dum vaso florido que o sol ergueu com narcisos de ouro e que hoje está quase quebrado, e só a poeira o cobre e a palavra o sente.
Recolho a saudade de mim
quando ao espelho me olho...
rosafogo
natalia nuno
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👁️ 423
Comentários (11)
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natalia nuno
2021-11-06
Grata por todo o apreço dado à minha Poesia, a todos desejo muita felicidade e que vossos sonhos se realizem. Um abraço
rosafogo
2018-12-15
A todos agradeço o apreço precioso aos meus poemas...obrigado! Abraço-vos
charlesburck
2018-12-14
A distância não nos impede as canções, vc canta lidamente ao teu amor
atal66
2018-10-22
Fica-se com o gosto de mel e amoras ao ler os seus pensamentos ...um momento de puro deleite
quaglino
2018-10-17
Poeta forte! Muito bom, muito bom mesmo. Quem sabe um dia chego lá. Parabéns de novo.
Natural de Lapas/Torres Novas
A Poeta nasceu na pequena aldeia Ribatejana chamada Lapas/ Torres Novas a 19/1, Estudou na Escola Industrial e Comercial de Torres Novas .
Participou nas seguintes Antologias: «Entre o sono e o sonho III» «trago-te um sonho nas mãos», «por um sorriso», «poiesis vol. XIII» e «poiesis vol. XXIX», «Viva Outubro 2009» e «Viva outubro 2010», «Licença poética 2011» , « Alma gémea 2011 antologia brasileira», «Tu cá, tu lá II», «Horizontes da Poesia III 2011», « Digo não ao não», «Na magia da noite», «Entre o sono e o sonho III» , «Mãe», « Poetar Contemporâneo 2012», « Cruzada da Poesia», «Horizontes da Poesia IV», «Horizontes de Poesia V» Antologia Poética Contemporânea «Entre o Sono e o Sonho IV», «A Palavra é uma Espada», «Amantes da Poesia 2014», «Horizontes da Poesia IX» «Utopia(s)», «Poetas da Cidade»… Antologias editadas por diversas Editoras situadas em Portugal e Brasil.
Colaborou no jornal da sua cidade natal «O Almonda»
Prefaciou as obras: « No Chão de àgua » do Poeta Paulo César,
O romance « Óh África...oh África Minha» do escritor José Silva, e
« Encontro-me nas Palavras» da Poeta Maria Antonieta Oliveira.
Livros seus editados/ de Poesia: «Pesa-me a Alma» em 2011 Editora Lua de Marfim e «A Melodia do Tempo» em 2014 pela mesma editora.
Com o 3º livro de Poesia editado na Roménia com o nome de «Moldura da Saudade» ou «Margini de dor». O quarto livro «Estremecimentos d'Alma» editado pelo editor Vieira da Silva em 2017......................todos os meus poemas estão registados no IGAC
Entre 2016 e 2018 participou em cerca de quatro dezenas de Antologias a convite........
Português
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Español
Caraca, muito bom mesmo. Alma poeta.
Contundente, muito bom mesmo. Parabéns.
Obrigada :)
obrigado
Fernando Pessoa Entre o sono e o sonho, Entre mim e o que em mim É o quem eu me suponho, Corre um rio sem fim.
Parabéns pela beleza da escrita!