Lista de Poemas
que é feito de mim?...
O meu canto lembra sempre Outono
Mas vou cultivando Primaveras
E sem descuido ou abandono
Faço delas minhas quimeras
Dos meus sonhos faço um jardim
Dos meus ais uma queda de àgua
Brota, límpida com cheiro a jasmim
Levando com ela minha mágoa.
Deixo-me consumir pela Vida
Trago a alma deserta de esperança
Na testa mais uma ruga perdida
Nada resta da menina da trança.
Abro minha vela ao vento norte
Nesta azulada tarde
Largo meus olhos pelo oceano à sorte
Devassada pelo vento minha saudade.
Há em mim um sudoeste impetuoso
Onde minha imaginação se aviva
E onde sonhar acordada eu posso
Sem da Vida me sentir cativa.
Desce o Sol sobre a crista do monte
Tudo recolhe na natureza
Estende-se o silêncio pelo horizonte
E em mim cai dia a dia a incerteza.
Leia mais: https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=140037 © Luso-Poemas
Mas vou cultivando Primaveras
E sem descuido ou abandono
Faço delas minhas quimeras
Dos meus sonhos faço um jardim
Dos meus ais uma queda de àgua
Brota, límpida com cheiro a jasmim
Levando com ela minha mágoa.
Deixo-me consumir pela Vida
Trago a alma deserta de esperança
Na testa mais uma ruga perdida
Nada resta da menina da trança.
Abro minha vela ao vento norte
Nesta azulada tarde
Largo meus olhos pelo oceano à sorte
Devassada pelo vento minha saudade.
Há em mim um sudoeste impetuoso
Onde minha imaginação se aviva
E onde sonhar acordada eu posso
Sem da Vida me sentir cativa.
Desce o Sol sobre a crista do monte
Tudo recolhe na natureza
Estende-se o silêncio pelo horizonte
E em mim cai dia a dia a incerteza.
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👁️ 310
euforia...
Hoje trago o Sol pelos ombros
Até o espírito trago tranquilo
Meu coração saíu dos escombros
Escuto-o em mim, voltei a ouvi-lo.
Trago ao pescoço uma cruz
Que a da Vida tirei da fronte
Na memória se faz luz
Cada dia vou viver e olhar o horizonte.
Mas falta-me talvez ousadia!?
E lembrar também já me cansa!
Dias há que de tristeza me sinto casa vazia
Os pensamentos, misturados na lembrança.
Ouço o que o coração tem p'ra me dizer
Procuro fazer minhas rimas puras
Que sejam elas belas como o Sol a romper
Ou tristes ais em noites escuras.
Mas hoje?! Meus olhos são como dois faróis
Com a luz do céu e a cor do mar
Com a intensidade de mil sóis
Decididos que à Morte?! Não me hão-de entregar.
natalia nuno
Leia mais: https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=126171 © Luso-Poemas
Até o espírito trago tranquilo
Meu coração saíu dos escombros
Escuto-o em mim, voltei a ouvi-lo.
Trago ao pescoço uma cruz
Que a da Vida tirei da fronte
Na memória se faz luz
Cada dia vou viver e olhar o horizonte.
Mas falta-me talvez ousadia!?
E lembrar também já me cansa!
Dias há que de tristeza me sinto casa vazia
Os pensamentos, misturados na lembrança.
Ouço o que o coração tem p'ra me dizer
Procuro fazer minhas rimas puras
Que sejam elas belas como o Sol a romper
Ou tristes ais em noites escuras.
Mas hoje?! Meus olhos são como dois faróis
Com a luz do céu e a cor do mar
Com a intensidade de mil sóis
Decididos que à Morte?! Não me hão-de entregar.
natalia nuno
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👁️ 372
pequena prosa poetica...
levava laranjas nas mãos, os sóis giravam à sua volta e perguntavam-lhe: quem és tu?
- sou apenas um sonho, um leve sonho solto no esplendor da manhã, ando pela casa onde nasci, ouço um rumor de pétalas caídas das ramagens, sonâmbulas, tristes pelo chão, também sussurros de quem adormeceu para sempre, mas sua alma navega ainda por cá junto à luz sombria dos loureiros...com o vôo livre deixo-me ir até onde mora a brisa, fico despida e inconsciente entre as madressilvas, alfazemas, e a ternura das giestas... ouço ao longe os trinados de pássaros anónimos que podem ser cotovias, rouxinóis pardais ou outros mais, e eu escuto-os no espaço azul da minha memória onde se enraiza o resplendor da esperança que ainda me cabe...é árida a realidade por isso sou apenas sonho, sonho e saudade e tudo que vivi e amei, solto agora com palavras velhas estas memórias atadas, enquanto não surge o caos e a confusão e venha calar a minha mão....
natalia nuno
http://flortriste1943.blogspot.pt
- sou apenas um sonho, um leve sonho solto no esplendor da manhã, ando pela casa onde nasci, ouço um rumor de pétalas caídas das ramagens, sonâmbulas, tristes pelo chão, também sussurros de quem adormeceu para sempre, mas sua alma navega ainda por cá junto à luz sombria dos loureiros...com o vôo livre deixo-me ir até onde mora a brisa, fico despida e inconsciente entre as madressilvas, alfazemas, e a ternura das giestas... ouço ao longe os trinados de pássaros anónimos que podem ser cotovias, rouxinóis pardais ou outros mais, e eu escuto-os no espaço azul da minha memória onde se enraiza o resplendor da esperança que ainda me cabe...é árida a realidade por isso sou apenas sonho, sonho e saudade e tudo que vivi e amei, solto agora com palavras velhas estas memórias atadas, enquanto não surge o caos e a confusão e venha calar a minha mão....
natalia nuno
http://flortriste1943.blogspot.pt
👁️ 229
recordar junto contigo...
O rubor do sol no poente
pinta o chão de matizes
Enquanto tu perdido de amor
me dizes:
Que covinhas lindas no rosto!
E esse tímido sorriso?!
Nessa tarde já longínqua, ao doce
crepúsculo, era Agosto.
Olhares embaraçados
Lábios em sofreguidão
Corpos colados,
silêncio, ouvindo-se apenas
o bater acelerado do coração.
Acordo do devaneio
Incrível como o tempo voa
Nunca mais tem cura esta saudade
A que o resto do mundo é alheio.
Mas a ela não renunciarei, ainda que doa
Hoje não é tão doce a tarde
Mas há aves no céu!
E instantes vibrantes, vivos
Onde sou tua, e tu és meu!
Há coisas que me fazem subir
o coração à boca
O sol nos teus olhos brinca alegremente
E eu como louca
Adivinho os teus desejos, me entregando
docemente.
Disseste-me que era linda
Mesmo com rugas no rosto
E eu com saudade infinda
Lembrei-te a tarde longínqua
do mês de Agosto.
E de alto abaixo te mirei
Meu amor da vida inteira
Poemas de amor te escreverei
Saudosa da visão primeira.
natalia nuno
rosafogo
pinta o chão de matizes
Enquanto tu perdido de amor
me dizes:
Que covinhas lindas no rosto!
E esse tímido sorriso?!
Nessa tarde já longínqua, ao doce
crepúsculo, era Agosto.
Olhares embaraçados
Lábios em sofreguidão
Corpos colados,
silêncio, ouvindo-se apenas
o bater acelerado do coração.
Acordo do devaneio
Incrível como o tempo voa
Nunca mais tem cura esta saudade
A que o resto do mundo é alheio.
Mas a ela não renunciarei, ainda que doa
Hoje não é tão doce a tarde
Mas há aves no céu!
E instantes vibrantes, vivos
Onde sou tua, e tu és meu!
Há coisas que me fazem subir
o coração à boca
O sol nos teus olhos brinca alegremente
E eu como louca
Adivinho os teus desejos, me entregando
docemente.
Disseste-me que era linda
Mesmo com rugas no rosto
E eu com saudade infinda
Lembrei-te a tarde longínqua
do mês de Agosto.
E de alto abaixo te mirei
Meu amor da vida inteira
Poemas de amor te escreverei
Saudosa da visão primeira.
natalia nuno
rosafogo
👁️ 274
folhas caídas...
Quanto mais a noite é escura
Mais brilham estrelas no Céu
Nem sempre o amor assim dura
Mas... dura o meu e o teu.
Os sonhos, o vento levou
São folhas secas p'lo chão
Lágrimas da fonte que secou
Desfeitos p'la vida em confusão.
É sempre Amor que nos anima
E o beijo que nos embriaga
O desejo cresce e aproxima
Mas é o olhar que se alaga.
Enfeiticei-me com teu sorriso
E com tuas graciosas maneiras
Mas trago o coração indeciso
Nas brasas das tuas fogueiras.
Sem temor nem hesitação
Entreguei-te a vida inteira
Com tanto amor tanta paixão!
Fiquei cega de tanta cegueira.
Deixo-me afogar em teus braços
Vivo desta fugaz ilusão.
Penetro num mar de abraços
Me diluo, em rio de paixão.
De todos os sonhos sonhados
Nem todos a Vida matou!
Rumam em ventos trocados
Calam-se os ventos, lá estou!
E na ânsia de te querer
Já minha força é pequena
Não tenho mais pra te dizer
Só que o amor...valeu a pena!
rosafogo
natália nuno
Leia mais: https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=195110 © Luso-Poemas
Mais brilham estrelas no Céu
Nem sempre o amor assim dura
Mas... dura o meu e o teu.
Os sonhos, o vento levou
São folhas secas p'lo chão
Lágrimas da fonte que secou
Desfeitos p'la vida em confusão.
É sempre Amor que nos anima
E o beijo que nos embriaga
O desejo cresce e aproxima
Mas é o olhar que se alaga.
Enfeiticei-me com teu sorriso
E com tuas graciosas maneiras
Mas trago o coração indeciso
Nas brasas das tuas fogueiras.
Sem temor nem hesitação
Entreguei-te a vida inteira
Com tanto amor tanta paixão!
Fiquei cega de tanta cegueira.
Deixo-me afogar em teus braços
Vivo desta fugaz ilusão.
Penetro num mar de abraços
Me diluo, em rio de paixão.
De todos os sonhos sonhados
Nem todos a Vida matou!
Rumam em ventos trocados
Calam-se os ventos, lá estou!
E na ânsia de te querer
Já minha força é pequena
Não tenho mais pra te dizer
Só que o amor...valeu a pena!
rosafogo
natália nuno
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👁️ 254
sem quê...nem porquê....
No canavial o sol se deitou
E as estrelas chegaram atrasadas
Até a lua tardou,
Tarda a morte as passadas.
Eu recolhi serena
Como uma folha pequena
Ao vento minha vida embalei
Esqueci a pena,
e como pesa a ameaça
da vida que passa.
O coração sabe
Da sombra que a alma habita
Neste meu verso não cabe
A água dos meus olhos tristes,
nem a minha desdita.
Tão pouco os sonhos meus
que fogem, fogem para nada
Sem lua nem estrelas, sigo desolada.
Sigo arrastando-me
e ninguém me vê
A vida gastando-me
Sem quê nem porquê!
No meu olhar de frio aço
O verde é já desbotado
Na paisagem da alma o cansaço
A cor do desespero é o meu fado.
Suspensa na minha face
Há uma lágrima que vai rolar
Como se a vida me arrancasse
A última janela, a que ainda quero assomar.
rosafogo
natalia nuno
Leia mais: https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=193732 © Luso-Poemas
E as estrelas chegaram atrasadas
Até a lua tardou,
Tarda a morte as passadas.
Eu recolhi serena
Como uma folha pequena
Ao vento minha vida embalei
Esqueci a pena,
e como pesa a ameaça
da vida que passa.
O coração sabe
Da sombra que a alma habita
Neste meu verso não cabe
A água dos meus olhos tristes,
nem a minha desdita.
Tão pouco os sonhos meus
que fogem, fogem para nada
Sem lua nem estrelas, sigo desolada.
Sigo arrastando-me
e ninguém me vê
A vida gastando-me
Sem quê nem porquê!
No meu olhar de frio aço
O verde é já desbotado
Na paisagem da alma o cansaço
A cor do desespero é o meu fado.
Suspensa na minha face
Há uma lágrima que vai rolar
Como se a vida me arrancasse
A última janela, a que ainda quero assomar.
rosafogo
natalia nuno
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👁️ 264
agora que o sol se pôs...prosa poética
o tempo sequestra suas asas e algema o sorriso, os sonhos fazem-se nela silêncio, e a saudade faz-se grito...despe-se de Maio, veste-se de Outono, e os olhos secam...aos ombros carrega a tristeza. e no cartaz fala de esperança que ainda lhe resta, feita de retalhos...alimenta no peito gaivotas, lembranças que vão e voltam trazendo saudade de si, assim, nesta amarga condição vê chegar o frio à vida e o vazio à mente... o corpo de garça abriu e fechou em flor, traz recordações presas às raízes da memória em conflito com o presente e a idade sabe de cor embora de Janeiro faz por esquecer o ano inteiro, da sua boca rebentam palavras de cor outonal, navega em dois rios, num deixa-se levar pela trama do tempo, e no outro pega nos remos e rema contra a maré com fé, enquanto o coração estremece e, ainda que nada regresse, volta sempre ao lugar do sonho sem ousar despertar... cansada da viagem, perdida desse resto de si, olha a imagem e como louca ri...
natália nuno
natália nuno
👁️ 272
pensamento...
nos dedos da solidão, há palavras fugitivas do tempo...e no mutismo dos olhos, recordações que não querem renunciar...
nataliarosafogo
nataliarosafogo
👁️ 172
pensamento...
na memória palpita um mundo de lembranças, num afã a abrir-nos a porta da saudade...
nataliarosafogo
nataliarosafogo
👁️ 218
às mulheres de então...
posso ainda ouvir o dobrar do sino
e o silêncio das mulheres
que rezam... ao divino,
pelas sombras da sua vida
que só Ele pode iluminar
a sede e a fome mitigar.
no céu resiste a estrela
a mesma avistada pelos magos
e na tigela restam do
arroz, já poucos bagos.
a vida
repetida
a fragilidade a resistir
e o sino ecoa
à mesma hora todos os dias
a persistir,
chamando à reza... que Deus não perdoa.
assim se vive contente
no meio da tristeza
na certeza
permanente,
que não vai mudar nunca.
eram as mulheres da minha aldeia
sempre adultas na idade
sempre de barriga cheia
filhos eram a novidade.
sucedem-se os dias sem suspeitar
que pouco mais dela sobra,
assim passa a vida
enquanto o tempo dobra e desdobra.
mais tarde fortaleza esquecida
esmorecida, cansada,
afinal pouco mais que nada.
Ave à sua sorte abandonada...
natalia nuno
e o silêncio das mulheres
que rezam... ao divino,
pelas sombras da sua vida
que só Ele pode iluminar
a sede e a fome mitigar.
no céu resiste a estrela
a mesma avistada pelos magos
e na tigela restam do
arroz, já poucos bagos.
a vida
repetida
a fragilidade a resistir
e o sino ecoa
à mesma hora todos os dias
a persistir,
chamando à reza... que Deus não perdoa.
assim se vive contente
no meio da tristeza
na certeza
permanente,
que não vai mudar nunca.
eram as mulheres da minha aldeia
sempre adultas na idade
sempre de barriga cheia
filhos eram a novidade.
sucedem-se os dias sem suspeitar
que pouco mais dela sobra,
assim passa a vida
enquanto o tempo dobra e desdobra.
mais tarde fortaleza esquecida
esmorecida, cansada,
afinal pouco mais que nada.
Ave à sua sorte abandonada...
natalia nuno
👁️ 298
Comentários (11)
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natalia nuno
2021-11-06
Grata por todo o apreço dado à minha Poesia, a todos desejo muita felicidade e que vossos sonhos se realizem. Um abraço
rosafogo
2018-12-15
A todos agradeço o apreço precioso aos meus poemas...obrigado! Abraço-vos
charlesburck
2018-12-14
A distância não nos impede as canções, vc canta lidamente ao teu amor
atal66
2018-10-22
Fica-se com o gosto de mel e amoras ao ler os seus pensamentos ...um momento de puro deleite
quaglino
2018-10-17
Poeta forte! Muito bom, muito bom mesmo. Quem sabe um dia chego lá. Parabéns de novo.
Natural de Lapas/Torres Novas
A Poeta nasceu na pequena aldeia Ribatejana chamada Lapas/ Torres Novas a 19/1, Estudou na Escola Industrial e Comercial de Torres Novas .
Participou nas seguintes Antologias: «Entre o sono e o sonho III» «trago-te um sonho nas mãos», «por um sorriso», «poiesis vol. XIII» e «poiesis vol. XXIX», «Viva Outubro 2009» e «Viva outubro 2010», «Licença poética 2011» , « Alma gémea 2011 antologia brasileira», «Tu cá, tu lá II», «Horizontes da Poesia III 2011», « Digo não ao não», «Na magia da noite», «Entre o sono e o sonho III» , «Mãe», « Poetar Contemporâneo 2012», « Cruzada da Poesia», «Horizontes da Poesia IV», «Horizontes de Poesia V» Antologia Poética Contemporânea «Entre o Sono e o Sonho IV», «A Palavra é uma Espada», «Amantes da Poesia 2014», «Horizontes da Poesia IX» «Utopia(s)», «Poetas da Cidade»… Antologias editadas por diversas Editoras situadas em Portugal e Brasil.
Colaborou no jornal da sua cidade natal «O Almonda»
Prefaciou as obras: « No Chão de àgua » do Poeta Paulo César,
O romance « Óh África...oh África Minha» do escritor José Silva, e
« Encontro-me nas Palavras» da Poeta Maria Antonieta Oliveira.
Livros seus editados/ de Poesia: «Pesa-me a Alma» em 2011 Editora Lua de Marfim e «A Melodia do Tempo» em 2014 pela mesma editora.
Com o 3º livro de Poesia editado na Roménia com o nome de «Moldura da Saudade» ou «Margini de dor». O quarto livro «Estremecimentos d'Alma» editado pelo editor Vieira da Silva em 2017......................todos os meus poemas estão registados no IGAC
Entre 2016 e 2018 participou em cerca de quatro dezenas de Antologias a convite........
Caraca, muito bom mesmo. Alma poeta.
Contundente, muito bom mesmo. Parabéns.
Obrigada :)
obrigado
Fernando Pessoa Entre o sono e o sonho, Entre mim e o que em mim É o quem eu me suponho, Corre um rio sem fim.
Parabéns pela beleza da escrita!