Lista de Poemas
PRENÚNCIO!
A língua é pena á falar os ditares do coração
Lampejos na escuridão, lampejos...
Chaves nos portais do pensar.
O silêncio prostrado como santo no altar.
Palavras á ressoar na intima câmara.
Trovas - versos, nos degraus da garganta.
Vitrais marejados de lágrimas, ótica embaçada.
Os sinos da inspiração á anunciar...
"Quimeras á versejar!"
"Quimeras á versejar!"
Márcia Costa
👁️ 418
SAUDADE!
A saudade faz com que tenha ilusões.
E a mente cria a fantasia de que se estender a mão,
Tua face posso tocar á regalia.
A realidade escapou de mim,
Prefiro dormir e sonhar...
É mais fácil escapar do que encarar,
O que ainda não posso vencer.
Se hoje mato um leão, amanhã ele torna á viver.
Todos os dias são iguais.
A saudade é rotineira, faz ronda em minhas esquinas.
Sou tédio, nostalgia...
Nuvem cinza que a todo instante se precipita.
Márcia Costa
👁️ 445
PALAVRAS!
Apenas palavras dançando, indecentes e nuas.
Cheias de vida, de uma emoção que é só minha.
Estimulando-me a mente,
Afagando-me o ego com pureza e malícia.
No íntimo uma tolerância permissiva,
Um prazer quase imoral ao grifarem-se em minhas linhas.
Márcia Costa
Cheias de vida, de uma emoção que é só minha.
Estimulando-me a mente,
Afagando-me o ego com pureza e malícia.
No íntimo uma tolerância permissiva,
Um prazer quase imoral ao grifarem-se em minhas linhas.
Márcia Costa
👁️ 444
Paixão
Arroubos de paixão,
Diante do olhar lúbrico repleto de falas,
Que jamais julguei ouvir...
Adentrei no ousado olhar ao sentir a alma em gozo.
Gotas de volúpia tal qual lava ardente,
Escorria pelas trincheiras do meu corpo.
Por beijos a boca ardia.
Caricias fazem-me rendida,
Desde a superfície ao mais fecundo,
Quando entra no meu mundo.
Márcia Costa
Diante do olhar lúbrico repleto de falas,
Que jamais julguei ouvir...
Adentrei no ousado olhar ao sentir a alma em gozo.
Gotas de volúpia tal qual lava ardente,
Escorria pelas trincheiras do meu corpo.
Por beijos a boca ardia.
Caricias fazem-me rendida,
Desde a superfície ao mais fecundo,
Quando entra no meu mundo.
Márcia Costa
👁️ 425
VEJO-TE!
Vejo-te por um facho de luz de sentimentos tantos...
Palavras ditas nas estrofes, nas linhas... Tua face,
Tua áurea vestida de amor...
Nascendo e se pondo como se fosse um sol dentro de mim,
E nem sabes que estou aqui do outro lado das palavras,
Que saem de ti feito brisa mansa afagando o meu existir.
Márcia Costa
Palavras ditas nas estrofes, nas linhas... Tua face,
Tua áurea vestida de amor...
Nascendo e se pondo como se fosse um sol dentro de mim,
E nem sabes que estou aqui do outro lado das palavras,
Que saem de ti feito brisa mansa afagando o meu existir.
Márcia Costa
👁️ 562
Sonhando!
Se fosse folha me lançaria ao vento,
E voaria pelo mundo sem receios.
Mas, não sou folha, nem brisa, nem vento...
Se acaso tiver asas é na imaginação nos pensamentos.
Márcia Costa
E voaria pelo mundo sem receios.
Mas, não sou folha, nem brisa, nem vento...
Se acaso tiver asas é na imaginação nos pensamentos.
Márcia Costa
👁️ 548
SILHUETA!
A folha de papel em branco não me diz nada,
Então... Esculpo um corpo com palavras.
Afago a masculinidade perfeita em versalhadas,
Tiro das lembranças fartas, um verso lúdico.
Faço teu riso dos versos sem juízo...
Sem pudor, o cio do amor...
Preenchendo as folhas em branco das noites de ardor.
Márcia Costa
Então... Esculpo um corpo com palavras.
Afago a masculinidade perfeita em versalhadas,
Tiro das lembranças fartas, um verso lúdico.
Faço teu riso dos versos sem juízo...
Sem pudor, o cio do amor...
Preenchendo as folhas em branco das noites de ardor.
Márcia Costa
👁️ 509
Beijo!
Quisera o beijo...
Aquele que toca o céu com a ponta da língua
E passeia e brinca de falar com outra língua o dialeto do prazer.
Quisera você...
Com este olhar de rio, dizendo "mergulhe em mim!"
Márcia Costa
Aquele que toca o céu com a ponta da língua
E passeia e brinca de falar com outra língua o dialeto do prazer.
Quisera você...
Com este olhar de rio, dizendo "mergulhe em mim!"
Márcia Costa
👁️ 498
ANSEIO!
A pele precisa respirar o cheiro de outra pele.
Que seja sem nome, apenas um porto, um cais para atracar a nau da solidão.
Depois o destino é singrar pela madrugada, com o sabor do sexo no paladar do corpo.
Márcia Costa
Que seja sem nome, apenas um porto, um cais para atracar a nau da solidão.
Depois o destino é singrar pela madrugada, com o sabor do sexo no paladar do corpo.
Márcia Costa
👁️ 517
Coração!
Coração, lança para o alto a ansiedade,
Liberte-se do peso.
Se não fosse um orgão preso ao peito,
Voaria pelos céus sem mais receios?
Ah, relicário de segredos!
Tua pulsação é tão vital.
Quanto senti o amor, pulsa forte, ligeiro.
Cantando sonhos aos versos seresteiros,
Doando-se por inteiro...
Como o sol ao ver o mar.
Márcia Costa
Liberte-se do peso.
Se não fosse um orgão preso ao peito,
Voaria pelos céus sem mais receios?
Ah, relicário de segredos!
Tua pulsação é tão vital.
Quanto senti o amor, pulsa forte, ligeiro.
Cantando sonhos aos versos seresteiros,
Doando-se por inteiro...
Como o sol ao ver o mar.
Márcia Costa
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