Lista de Poemas
Soneto de Amor
Soneto de Amor
Ame o jovem menino, doce amiga
Amar é tão lindo que ama a verdade,
Ao seu fado, sim só vive a amizade;
Que a Dama nos ama a bela fadiga.
Amor! Lá tem a doce flor da viga...
Amar é tão doce que ama a beldade,
Sim! Lá tenho a Dama da lealdade!
Amo a bela amiga da Musa antiga...
Foi-se o nosso albor da vida a vivê-la;
Sem os lembrar a ti do sentimento...
Quem ama o poeta da bela estrela.
Diga o mesmo carinho, como o vento...
Se é minha flor, sim adoro a donzela
Que a ti não me encha do belo tormento.
Autor:Lucas Munhoz
Ame o jovem menino, doce amiga
Amar é tão lindo que ama a verdade,
Ao seu fado, sim só vive a amizade;
Que a Dama nos ama a bela fadiga.
Amor! Lá tem a doce flor da viga...
Amar é tão doce que ama a beldade,
Sim! Lá tenho a Dama da lealdade!
Amo a bela amiga da Musa antiga...
Foi-se o nosso albor da vida a vivê-la;
Sem os lembrar a ti do sentimento...
Quem ama o poeta da bela estrela.
Diga o mesmo carinho, como o vento...
Se é minha flor, sim adoro a donzela
Que a ti não me encha do belo tormento.
Autor:Lucas Munhoz
👁️ 758
A amizade da juventude
A amizade da juventude
Falo a ti como Deus à cama eterna;
Amigo, meu poeta... Amo-te o Deus!
Olharás o rosto a ti como os véus,
A ti da alma amável entre a paz terna.
Ele, e que vos ama a parte materna
E ao carinho do fulgor como os céus!
Dos amores me sente os versos meus;
Que a ti da margem à vida paterna.
Se me amares como o belo menino;
O corpo mui ditoso, e que me adora
Dos amores me sentes o destino...
Sê mui feliz, e como o bom amor
à sua flor, e que me sente a aurora
Dos amores me sentes o fulgor...
Autor:Lucas Munhoz
*Direitos Autorais Reservados
Falo a ti como Deus à cama eterna;
Amigo, meu poeta... Amo-te o Deus!
Olharás o rosto a ti como os véus,
A ti da alma amável entre a paz terna.
Ele, e que vos ama a parte materna
E ao carinho do fulgor como os céus!
Dos amores me sente os versos meus;
Que a ti da margem à vida paterna.
Se me amares como o belo menino;
O corpo mui ditoso, e que me adora
Dos amores me sentes o destino...
Sê mui feliz, e como o bom amor
à sua flor, e que me sente a aurora
Dos amores me sentes o fulgor...
Autor:Lucas Munhoz
*Direitos Autorais Reservados
👁️ 776
A minha meretriz do prazer
A minha meretriz do prazer
Toco-te os seios nos gozos do leito;
Docemente o leite na minha língua
Sou como teu amador, mulher nua
Gozar-te o meu ser que o langor perfeito.
E cheira o meu langor no teu orgasmo,
Ó beijo que os teus bicos ao meu cio!
Hás de beijar-me o deleite sadio...
Alimento-me o teu gozo no espasmo.
Fortemente as danças nuas no ardor,
E no teu corpo vibrante ao meu colo
Gozar-me como os desejos do amor.
Hás de colar-me o prazer do desejo...
Ó volúpia! Sou como o bom consolo!
Beber-te o pêlo do sabor ao harpejo.
Autor:Lucas Munhoz
Toco-te os seios nos gozos do leito;
Docemente o leite na minha língua
Sou como teu amador, mulher nua
Gozar-te o meu ser que o langor perfeito.
E cheira o meu langor no teu orgasmo,
Ó beijo que os teus bicos ao meu cio!
Hás de beijar-me o deleite sadio...
Alimento-me o teu gozo no espasmo.
Fortemente as danças nuas no ardor,
E no teu corpo vibrante ao meu colo
Gozar-me como os desejos do amor.
Hás de colar-me o prazer do desejo...
Ó volúpia! Sou como o bom consolo!
Beber-te o pêlo do sabor ao harpejo.
Autor:Lucas Munhoz
👁️ 780
Minha bela musa (Cássia Oliveira)
Minha bela musa (Cássia Oliveira)
Era o amor a ti da vida;
Tu, que o labor já chorei!
Que em tua musa vivida,
Do anjo a nudez mui perdida.
Da alma orlada já sonhei!
Eras a cor que eu te amei.
Quem foste a minha donzela!
Dei-te a amante do verão;
Da amante a vida mui bela
Amei-te a alvorada dela!
Foi-se a amante da paixão,
Do alvor vens o coração.
Eras o amor dos meus lírios:
"Amo-te o alvor como amante;
Senti-te os fortes delírios!
Eis-me o dulçor dos meus rios,
Dos meus céus ao Deus possante!
Amo-te o amor mui passante."
Do amor a cor mui serena;
À flor da vida em carinhos
A mim dos lírios sem pena,
Como eras a doce Helena!
Dos alvores aos meus vinhos,
Sinto-te o alento dos ninhos.
Autor:Lucas Munhoz
Era o amor a ti da vida;
Tu, que o labor já chorei!
Que em tua musa vivida,
Do anjo a nudez mui perdida.
Da alma orlada já sonhei!
Eras a cor que eu te amei.
Quem foste a minha donzela!
Dei-te a amante do verão;
Da amante a vida mui bela
Amei-te a alvorada dela!
Foi-se a amante da paixão,
Do alvor vens o coração.
Eras o amor dos meus lírios:
"Amo-te o alvor como amante;
Senti-te os fortes delírios!
Eis-me o dulçor dos meus rios,
Dos meus céus ao Deus possante!
Amo-te o amor mui passante."
Do amor a cor mui serena;
À flor da vida em carinhos
A mim dos lírios sem pena,
Como eras a doce Helena!
Dos alvores aos meus vinhos,
Sinto-te o alento dos ninhos.
Autor:Lucas Munhoz
👁️ 871
A uma musa inspiradora (Doce Menina)
A uma musa inspiradora (Doce Menina)
Amor é tão doce ao meu canto,
Dar-lhe a mulher que nem sonhei...
Beijei-te o ardor que nem chorei!
Amor é tão forte ao meu pranto.
Dos meus fulgores ao meu rosto;
A mim do leito que não me ama
Tens o palor quem ama a chama,
Dei-te a paixão que vens o posto.
Beijei-te o amor que sente a voz;
Ó meu amor!... Amei-te o fado!
Dos meus licores ao meu lado,
Amei-te o leito como a sós...
Queres sentir-me o doce leito;
Dos meus vergéis a apaixoná-los
Tens o fulgor que ama os estalos,
Amei-te o leito mui perfeito!
Lembro-me a noite do acalento;
Do sentimento deu-me ao gozo
A ti do alento mui fogoso!...
Vem-me o bom leito do Sorrento.
Ó meu amor!... Eis-me a vaidade!
Beijei-te os lábios sem palor...
Que ao sol me sente o teu amor
Ó meu amor!... Eis-me a saudade!
Dos meus alentos que ama o sol;
Ó musa! Que o licor me amava...
Do coração que já me olhava!
Da comoção deu-me o arrebol.
Autor:Lucas Munhoz
Amor é tão doce ao meu canto,
Dar-lhe a mulher que nem sonhei...
Beijei-te o ardor que nem chorei!
Amor é tão forte ao meu pranto.
Dos meus fulgores ao meu rosto;
A mim do leito que não me ama
Tens o palor quem ama a chama,
Dei-te a paixão que vens o posto.
Beijei-te o amor que sente a voz;
Ó meu amor!... Amei-te o fado!
Dos meus licores ao meu lado,
Amei-te o leito como a sós...
Queres sentir-me o doce leito;
Dos meus vergéis a apaixoná-los
Tens o fulgor que ama os estalos,
Amei-te o leito mui perfeito!
Lembro-me a noite do acalento;
Do sentimento deu-me ao gozo
A ti do alento mui fogoso!...
Vem-me o bom leito do Sorrento.
Ó meu amor!... Eis-me a vaidade!
Beijei-te os lábios sem palor...
Que ao sol me sente o teu amor
Ó meu amor!... Eis-me a saudade!
Dos meus alentos que ama o sol;
Ó musa! Que o licor me amava...
Do coração que já me olhava!
Da comoção deu-me o arrebol.
Autor:Lucas Munhoz
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Soneto à Doce Menina (Pimentinha)
Soneto à Doce Menina (Pimentinha)
Dar-me tesão vence a mudez, Amor!
Lambe-a a vulva sem dor, sê mui molhada
Ó cio atrevido! Dou-te a alma orlada!...
Tenho a alçar-te o sabor entre o amador.
Bebê-la nua a fome quente ao licor...
Que vens a morder o meu pêlo, amada!
Dar-mas o fio dáágua mui vagada;
Sem morte, vais mordê-lo o forte ardor.
Até que me beijes a noite ardente;
Lambê-la a pimenta que sentes a fome
Ó forte orgasmo! Dou-te a touça quente.
Fizeste o teu sexo que vens a alcova;
Ei-la a mulher virgem ao forte nome!
Dar-me a fantasia carnal que já mova.
Autor:Lucas Munhoz
Dar-me tesão vence a mudez, Amor!
Lambe-a a vulva sem dor, sê mui molhada
Ó cio atrevido! Dou-te a alma orlada!...
Tenho a alçar-te o sabor entre o amador.
Bebê-la nua a fome quente ao licor...
Que vens a morder o meu pêlo, amada!
Dar-mas o fio dáágua mui vagada;
Sem morte, vais mordê-lo o forte ardor.
Até que me beijes a noite ardente;
Lambê-la a pimenta que sentes a fome
Ó forte orgasmo! Dou-te a touça quente.
Fizeste o teu sexo que vens a alcova;
Ei-la a mulher virgem ao forte nome!
Dar-me a fantasia carnal que já mova.
Autor:Lucas Munhoz
👁️ 951
A canção da Doce Menina
Canção da Doce Menina
Inda amo a sua beleza,
Sem que eu encontre a nudez
Lá à Musa adora a avidez,
Que eu vejo a sua pureza.
Sem dor, mas ama o poeta
Tem o amor do belo amante;
Lá tem mais vida completa!
Que adora a vida possante.
Que eu encontro a sua vida,
Sem medo, mas ama o jovem
Lá tem mais vaga vivida!
Inda adora o melhor homem
Lá não tem mais dor perfeita!
Que chora a mulher eleita.
Em alma, que adora o amor
Lá ao jovem ama a mulher;
Onde sente a melhor dor,
Lá tem mais grande viver!
Que eu encontro a sua cama
Sem ciúme, mas sim chama.
Lá à Musa ama a lealdade,
Lá arqueja o doce menino
Em mar, mas ama a bondade
Lá à Musa adora o destino.
Autor:Lucas Munhoz
Inda amo a sua beleza,
Sem que eu encontre a nudez
Lá à Musa adora a avidez,
Que eu vejo a sua pureza.
Sem dor, mas ama o poeta
Tem o amor do belo amante;
Lá tem mais vida completa!
Que adora a vida possante.
Que eu encontro a sua vida,
Sem medo, mas ama o jovem
Lá tem mais vaga vivida!
Inda adora o melhor homem
Lá não tem mais dor perfeita!
Que chora a mulher eleita.
Em alma, que adora o amor
Lá ao jovem ama a mulher;
Onde sente a melhor dor,
Lá tem mais grande viver!
Que eu encontro a sua cama
Sem ciúme, mas sim chama.
Lá à Musa ama a lealdade,
Lá arqueja o doce menino
Em mar, mas ama a bondade
Lá à Musa adora o destino.
Autor:Lucas Munhoz
👁️ 733
A amizade da velhice
A amizade da velhice
Vão-se o esplendor essas flores da vida,
São os amores da flor, como o pranto
Do rosto não lhe alcançara o seu canto;
Vão-se a bondade, e que ama a dor vivida.
À sua alvura, e que ama a flor erguida
São os amores do véu, como o encanto
O rosto, em Deus à vida que o amo tanto!
São tão fortes, quem tem a dor perdida?
São tão puros à cor do Deus eterno,
E a sua saudade do amor sem morte;
São os anjos do alvor como o céu terno.
À sua cor como o anelo do Deus...
São os amores do céu como a sorte;
Dos véus são os grandes amigos meus!
Autor:Lucas Munhoz
Vão-se o esplendor essas flores da vida,
São os amores da flor, como o pranto
Do rosto não lhe alcançara o seu canto;
Vão-se a bondade, e que ama a dor vivida.
À sua alvura, e que ama a flor erguida
São os amores do véu, como o encanto
O rosto, em Deus à vida que o amo tanto!
São tão fortes, quem tem a dor perdida?
São tão puros à cor do Deus eterno,
E a sua saudade do amor sem morte;
São os anjos do alvor como o céu terno.
À sua cor como o anelo do Deus...
São os amores do céu como a sorte;
Dos véus são os grandes amigos meus!
Autor:Lucas Munhoz
👁️ 814
Comentários (9)
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Rosimeire Seixas
2022-04-27
no meu entender que nunca chegamos ou conquistamos algo sozinhos, temos interesse em chegar a algum lugar ,mesmo que fazemos grandes esforços. mas sempre temos alguém por trás ,ou seja, que indicou o caminho, orientou, enfim, mesmo que seja mérito nosso, mas sempre tem alguém.
Fernando Mendes
2020-05-28
Um poeta alem do tempo.
Inês
2018-08-14
Desde muito tempo, o mundo sempre teve as diferenças entre seu povos , ricos e pobres, escravos, o passado nos mostra muitas coisas, mudou muita coisa , mas ainda ha de mudar muito e muito a escravidão foi abolida, mas ainda vivemos muitas coisa do passado.
Jessica F G
2018-02-13
Que reflexao mais linda e profunda!
Iviane Queiroz
2018-02-04
Vemos neste poema a importância do trabalho, porém sem reconhecimento nenhum para o que o fez
A mãe amada e maravilhosa
Como o beijo dói... Que nos vimos a alma!
Beija-me o cálix d´ouro! Eis-me o bom fado...
Como a moda seduz... Amo-te a alvura!
Dos amores já vens a amar-me o amado.
Ergue-te o olhar amável... Que és mui doce!
Bela volúpia já vens a amar-me a alma;
Ó mulher do meu viver! Que és mui forte!
Deixa-me alçar os teus olhos sem palma.
Deixo-te amar os meus corações d´ouro!
Dos alvores já vens a amar-me o anelo;
À vaga eterna a ti... Quero-te o peito!
Quase a beijar a alva do teu cabelo...
Ó minha querida! Quase a arder o amor!
Amo, mas já me sinto a tua alcova...
Dos ardores já vens a amar-me o leito;
Aos beijos do alvor que sentes a cova...
Bela amiga já vens a amar-me o beijo;
Ali sentiste o meu viver que me amas,
Se me amares o alaúde que és mui bela!
Canta! Brilha! Que vens as belas chamas.
Ó minha donzela! Amo-te o forte alvor!...
Beija-me o colo eterno! Eis-me o perfume!...
Dos lábios já vens a beijar-me o vinho!
Amas, mas já vens o meu forte lume...
À tua amiga eterna... Ama-me o ardor!
Dos teus lábios já sentes a amizade;
A ti que és mui serena e doce em vida,
Beija-me o amor quente a vê-la a vaidade.
Ó minha amiga! Amo-te o forte alvor!...
Dos corações já vens a amar-me o colo;
A mim que és mui bondosa em avidez
Amo-te o amor eterno como Apolo!...
Autor:Lucas Munhoz
*Direitos Autorais Reservados
Português
English
Español
perfeito
Para momentos, como o atual no Brasil, nada melhor que Brecht para nos fazer entender o que é óbvio. Sua poesia política continua atual e descortinadora de verdades!!!
Newton Sabbá, cala a boca, cu de onça! Só vc vê ideologia, cara! Não diga asneiras, tape sua boca de fossa!
Utilizamos para acresccentar nos estudos de pedagogia do primeiro semestre da Uninove.