Escritas

Lista de Poemas

Soneto inglês V

Soneto inglês V

Ama-me como donzela, e que me adoras...
Das loas já venceste os rios dos laços;
Cai-lhe o viver esplêndido, e já não choras!
Sinto-me o jovem como olharás os passos.

Vês! Amo-te como jovem que és tão pura!
Às vezes não me ama tanta alma carnal;
Da amizade já sentes a amada dura:
"Vais amar-me o azo pelo amor sensual."

Ó minha amiga! Deus vos sinta o lirismo...
Olharás o meu langor como anjo eterno;
Sinto o teu peito como bom romantismo,
Amo-te tanto amor a vê-lo o ser terno.

Ó forte coração! Deus vos ama o peito...
Que, ao ver-te o colo como amigo perfeito.

Autor:Lucas Munhoz

*Direitos Autorais Reservados

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A mãe amada e maravilhosa

A mãe amada e maravilhosa

Como o beijo dói... Que nos vimos a alma!
Beija-me o cálix dáouro! Eis-me o bom fado...
Como a moda seduz... Amo-te a alvura!
Dos amores já vens a amar-me o amado.

Ergue-te o olhar amável... Que és mui doce!
Bela volúpia já vens a amar-me a alma;
Ó mulher do meu viver! Que és mui forte!
Deixa-me alçar os teus olhos sem palma.

Deixo-te amar os meus corações dáouro!
Dos alvores já vens a amar-me o anelo;
À vaga eterna a ti... Quero-te o peito!
Quase a beijar a alva do teu cabelo...

Ó minha querida! Quase a arder o amor!
Amo, mas já me sinto a tua alcova...
Dos ardores já vens a amar-me o leito;
Aos beijos do alvor que sentes a cova...

Bela amiga já vens a amar-me o beijo;
Ali sentiste o meu viver que me amas,
Se me amares o alaúde que és mui bela!
Canta! Brilha! Que vens as belas chamas.

Ó minha donzela! Amo-te o forte alvor!...
Beija-me o colo eterno! Eis-me o perfume!...
Dos lábios já vens a beijar-me o vinho!
Amas, mas já vens o meu forte lume...

À tua amiga eterna... Ama-me o ardor!
Dos teus lábios já sentes a amizade;
A ti que és mui serena e doce em vida,
Beija-me o amor quente a vê-la a vaidade.

Ó minha amiga! Amo-te o forte alvor!...
Dos corações já vens a amar-me o colo;
A mim que és mui bondosa em avidez
Amo-te o amor eterno como Apolo!...

Autor:Lucas Munhoz

*Direitos Autorais Reservados
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A Doce Menina delicada

A Doce Menina delicada

Dos teus olhares... Ó nudez que me sentes!
Vai-te a malva perfumosa nos teus braços;
Olho-te fortemente os mares dos laços,
Vem-me o anseio, a beijar-te os seios ardentes.

Ó desejo carnal! Dou-te as artes quentes...
Se este momento, que vens os meus abraços
Ontem à tarde, mas vens os fortes passos
Ó mil cabelos! Tens-me os doces presentes.

Hei de amar-te tanto amor mui deleitoso,
Dos meus amores... Ó frenesi sem dor!
Da beleza já vens amar-me o meu gozo.

Ó volúpia que me amas o sentimento...
De encher os corações em forte licor,
Tu, porque sentes a musa do acalento.

Autor:Lucas Munhoz
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Soneto da Estrelinha

Soneto da Estrelinha

Nua, e no teu gozo que já me abala...
A tua voz, ei-la a nudez a bebê-la
Sê forte como o cio, e vês a estrela:
"Quero o teu pêlo, mais forte a sugá-la!"

Afoga-me! ó fome ardente a beijá-la!
Depois a mordê-lo o sol da donzela;
Se queres a tua delícia a vê-la:
"Vem! Vais ondear o meu sol da sala!"

Em gozos quentes, a vê-la o acalanto...
ó dor ardente! Vens-me o bom orgasmo:
"Mais forte! Meu bem... ó calor do canto!"

Se queres o teu sexo, mas sem pejo!...
Vês a nudez lírica, ó forte espasmo!
à delícia do fogo, vem-me o desejo!...

Autor:Lucas Munhoz

*Direitos Autorais Reservados
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Sonetinho a grande Musa

Sonetinho a grande Musa

Amor, sou um bom poeta
No véu da alma sem dor;
Lá vem a flor do amor,
Do véu à flor dileta.

Doce, e que vens a brisa
Que vives o meu fado;
Se olhares o meu lado,
Da nudez à cor lisa.

ó mulher!... Vi-a a plaga!
Beija-me a flor, querida!
Da cor à doce vaga.

ó flor!... Amo-te o véu!
Se és minha cor erguida!
Da flor ao doce céu.

Autor:Lucas Munhoz

*Direitos Autorais Reservados
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O poema do Lucas Munhoz

O menino poeta&Doce Menina (Doce Flor)

(Primeiro ato, cena I)

O menino poeta

Era o ardor quem foste a mim!
Dos alvores vens o amante...
Doce, era o amor do jasmim
Dá-me os nomes do carmim!
Foi-se a cor do olhar vagante;
Quem sentes o sol possante?

Da alcova vens a emoção;
Que em tua vaga ao relento,
Deu-te o fulgor da paixão
O ardor é um bom coração.
Tu, porque és um doce vento
Dos lábios vens o acalento.

Doce Menina

Ó meu poeta! Ama-me a flor da musa!...
Foste o jovem fogoso que és mui forte!
Faço-te os versos pelos meus ardores!
Sinto-te o palor porque és minha sorte.

És o coração dáouro como o amante...
Tingir-vos o coração nos teus fados,
Fora o langor à vaga da alvorada
Ama-me como o gênio dos meus lados.

O menino poeta

De amor me sente o delírio;
Eras a flor que eu te amei!
Se foras a cor do lírio.
Amei-te o langor do rio!
Que o bom amante sonhei!
Do amor carnal já chorei.

Doce Menina

Ó meu querido! Amo-te a doce alvura!...
Fica-me ao labor ardente sem dores;
Quero a ti - como a musa dos desejos
Lambe a carne vagada como as flores.

O amor! Que o jovem sedutor a mim!...
Em peito amoroso dáouro a vivê-lo;
Ó palor sedutor! Que amas o amor!
Amo-te tanto amor quente em anelo.

Autor:Lucas Munhoz
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Soneto da minha amiga

Soneto da minha amiga

Se vos adoras como amiga, Amor!
Sentes, ao meu carinho a apaixonar-te
Deu-me ao meu coração a desejar-te,
O sentimento, que o sentes o alvor.

A dizer-me que não me sente a dor?
Um viver da beleza a procurar-te,
Beija-me as mãos sentidas a vagar-te;
Que eu a amei como amigo sedutor.

Amiga, meu Amor... À flor do amado!
Queres ser a minha amiga da vida!?
Amo-te como menino!... Ao meu lado.

Deixa-me ver o amor do sentimento,
Amo-te tanto!... E nunca vos olvida!
Beija-me os carinhos do bom alento...

Autor:Lucas Munhoz
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Soneto da amizade amorosa

Soneto da amizade amorosa

Deixa-me ser a bela amiga, Amor!
À flor sensual vens o meu lírio,
Ó beijo molhado... Tens o meu rio!
Dize-me: "amo-te como o doce alvor.

Amo-te como amigo, porque és flor!...
Amemos! Dou-te os beijos do delírio...
Meu amor, se queres o meu ser frio
Amo-te tanto! Dou-te a bela cor!

Amigo afago-te, se és em flor.
Em meu ombro... acolho carinho
De pétalas molhadas de amor.

Dou-te a mão...Terás porto seguro
Amizade delirante, de doce sabor.
Sincera, no presente e no futuro.

Autor:Lucas Munhoz&Regina Ferreirinha
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Soneto da musa

Soneto da musa

Se me sentires como doce amiga!
Quando ama o bom menino do licor;
Quem vês a vaga para ti à flor:
"Quero sentir-me o coração, sem viga."

Amor, a ti do amor... Bela fadiga!
Só queres ser a musa, meu Amor!
Se me amas o poema pelo ardor.
São os amores por ti que já diga...

Aqui só sente o peito da amizade;
"Amo-te"! Só me queres como a Diva!
Dar-me já vens a musa da verdade.

Como se fosse o meu amor por ti...
Que já vens o licor da paixão viva!
Que és do delírio, e que já me senti.

Autor:Lucas Munhoz
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Uma nova carta do amor

Uma nova carta do amor

Minha querida amiga,

Sinto no teu coração dáouro a amá-lo;
Minha querida! Sabes que eu te amei!
Beija-me a forte ternura, Sem medo!
Abraçar o amigo que vens a graça;
Por um só carinho se torna a ser
Dos enlevos me vistes o bom rosto,
Beijá-los já sinto a forte bondade!
Ó tinir do carinho! Mas sem choro!
Amo-te como amigo, minha amiga
Dos meus abraços sumiu-se o carinho;
Abraça-me tão forte como a amiga!
Ah! Minha querida! Já posso amar-te!...
Lembro-te o peito amante que me sentes;
Não encontres o medo, e sim a amar-te!
Dei-te o abraço lírico por mim ao véu;
Sabes que eu te amei como o menino!
Abraçar o medo sem vida a amar-me?
Amo-te tanto amor do meu carinho;
Ó cal do meu lado! Amo-te sempre!
Vês!? Meu amor! Minha doce princesa!
Dos sentimentos me sentes o fado;
Amo-te como amigo, meu amor...

Autor:Lucas Munhoz
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Comentários (9)

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Rosimeire Seixas
Rosimeire Seixas
2022-04-27

no meu entender que nunca chegamos ou conquistamos algo sozinhos, temos interesse em chegar a algum lugar ,mesmo que fazemos grandes esforços. mas sempre temos alguém por trás ,ou seja, que indicou o caminho, orientou, enfim, mesmo que seja mérito nosso, mas sempre tem alguém.

Fernando Mendes
Fernando Mendes
2020-05-28

Um poeta alem do tempo.

Inês
Inês
2018-08-14

Desde muito tempo, o mundo sempre teve as diferenças entre seu povos , ricos e pobres, escravos, o passado nos mostra muitas coisas, mudou muita coisa , mas ainda ha de mudar muito e muito a escravidão foi abolida, mas ainda vivemos muitas coisa do passado.

Jessica  F G
Jessica F G
2018-02-13

Que reflexao mais linda e profunda!

Iviane Queiroz
Iviane Queiroz
2018-02-04

Vemos neste poema a importância do trabalho, porém sem reconhecimento nenhum para o que o fez