Lista de Poemas
Princípio de Eros
Princípio de Eros
Noite meio clara... como se insinuasse
As idéias mais intimamente secretas,
As quais um dia, não obstante nos prometemos
Em confidentes e calorosas declarações.
O começo habitou o tempo necessário,
Para sobrevir sem atropelos da ansiedade.
Singelo como composto em suave poesia,
História a qual estava apenas por despertar.
Contudo, o princípio não era para ser nada!
Mas nem sempre escrevemos nossos tramas,
Com a particularidade de nossas próprias palavras,
E não dominamos o que o destino nos reserva.
Mas não foi porventura de algo incerto,
Que você surgiu em minha vida sem pretensões.
Quente como o sol que pela janela aquece
As cortinas brancas entre abertas de meu quarto.
Disposta carinhosa à mesa a garrafa de vinho suave.
É a prova circunstancial que os ânimos excitados
Estão irredutíveis à espera oportunamente calada,
De seus enigmas que se revelam sorrateiramente
Pasmo... admirando cada qual os seus detalhes.
Aquieto... sonhando acordado em seu colo.
Sinto seu prazer perfumando meu corpo
Convidando-me para silenciosamente te amar.
Entrego-me a tentação clamando quase mudo seu nome,
Deixando minha vingança vir a sua face cheia de vergonha,
Aprisionando o tempo que neste momento é dispensável.
Não cultivando mais pequenos gestos de inútil medo.
O televisor fora do ar, deixado ao abandono...
Acusa o tardar das horas as quais passaram despercebidas.
Transparentes e incontáveis ao relógio sem pilhas,
Que repousa prático e inerte ao fútil criado mudo.
Na hesitação da cama, comportamos nossos sorrisos,
Acalmando delicadamente àquela primeira ansiedade,
A qual incontrolável atingia dominante o íntimo da alma.
O desejo de te possuir completa e aflora agora o coração.
Murmuro ao seu ouvido, segredos que te causam arrepios.
Uma explosão de vontades, e um gozo antes contido,
Desprendem-se em uma luta de pés descalços e quentes,
Perdendo-se na fragilidade da relva de suas escassas vestes.
Cavalga! Entregue-se descontrolada em corpo pouco suado.
Despindo-me em leves toques de seus lábios macios,
Entorpecendo minhas veias com a poção do amor
De quem sabe seus segredos generosamente revelar.
Cubra-me com os apelos de seu corpo cálido!
Vista-me com apenas o toque de seus pudores!
Provoca-me o retorcer de músculos não conhecidos,
Sensível a sua pele com perfume todo particular.
É passional este vigor entusiasmado que nos vence o juízo!
Beirando a correnteza do rio da loucura, e mais que de repente...
Vem com intensidade um tremor vindo de dentro,
E as pernas sem domínio tremem involuntárias à vontade.
Quero agora mergulhar na maciez de seus seios...
Permanecer na calmaria do êxtase chegado,
E no seu olhar levemente sonolento...
Humildemente confessar todo meu amor.
Autor: Jorge Jacinto da Silva Junior
Noite meio clara... como se insinuasse
As idéias mais intimamente secretas,
As quais um dia, não obstante nos prometemos
Em confidentes e calorosas declarações.
O começo habitou o tempo necessário,
Para sobrevir sem atropelos da ansiedade.
Singelo como composto em suave poesia,
História a qual estava apenas por despertar.
Contudo, o princípio não era para ser nada!
Mas nem sempre escrevemos nossos tramas,
Com a particularidade de nossas próprias palavras,
E não dominamos o que o destino nos reserva.
Mas não foi porventura de algo incerto,
Que você surgiu em minha vida sem pretensões.
Quente como o sol que pela janela aquece
As cortinas brancas entre abertas de meu quarto.
Disposta carinhosa à mesa a garrafa de vinho suave.
É a prova circunstancial que os ânimos excitados
Estão irredutíveis à espera oportunamente calada,
De seus enigmas que se revelam sorrateiramente
Pasmo... admirando cada qual os seus detalhes.
Aquieto... sonhando acordado em seu colo.
Sinto seu prazer perfumando meu corpo
Convidando-me para silenciosamente te amar.
Entrego-me a tentação clamando quase mudo seu nome,
Deixando minha vingança vir a sua face cheia de vergonha,
Aprisionando o tempo que neste momento é dispensável.
Não cultivando mais pequenos gestos de inútil medo.
O televisor fora do ar, deixado ao abandono...
Acusa o tardar das horas as quais passaram despercebidas.
Transparentes e incontáveis ao relógio sem pilhas,
Que repousa prático e inerte ao fútil criado mudo.
Na hesitação da cama, comportamos nossos sorrisos,
Acalmando delicadamente àquela primeira ansiedade,
A qual incontrolável atingia dominante o íntimo da alma.
O desejo de te possuir completa e aflora agora o coração.
Murmuro ao seu ouvido, segredos que te causam arrepios.
Uma explosão de vontades, e um gozo antes contido,
Desprendem-se em uma luta de pés descalços e quentes,
Perdendo-se na fragilidade da relva de suas escassas vestes.
Cavalga! Entregue-se descontrolada em corpo pouco suado.
Despindo-me em leves toques de seus lábios macios,
Entorpecendo minhas veias com a poção do amor
De quem sabe seus segredos generosamente revelar.
Cubra-me com os apelos de seu corpo cálido!
Vista-me com apenas o toque de seus pudores!
Provoca-me o retorcer de músculos não conhecidos,
Sensível a sua pele com perfume todo particular.
É passional este vigor entusiasmado que nos vence o juízo!
Beirando a correnteza do rio da loucura, e mais que de repente...
Vem com intensidade um tremor vindo de dentro,
E as pernas sem domínio tremem involuntárias à vontade.
Quero agora mergulhar na maciez de seus seios...
Permanecer na calmaria do êxtase chegado,
E no seu olhar levemente sonolento...
Humildemente confessar todo meu amor.
Autor: Jorge Jacinto da Silva Junior
👁️ 55
LIBERTE-SE
Liberte-se
Não se pode guardar no presente certas marcas
Mesmo que a dor seja mais profunda que os sorrisos
Não se devem manter cravadas na pele essas farpas
Viver do passado de longe nunca foi o melhor caminho
Assassinamos nosso tempo
Perdemos nossa tranqüilidade
Crucificamos nossos sonhos
Não vivemos mais o momento que nos prepara o futuro
Limitamos todo nosso amanhã a irreais incertezas
Matamos com isso a esperança num psicótico surto
Que mina as bases de nossa vida com desapercebida sutileza
Amputamos nossa felicidade
Destruímos nosso respeito
Traímos nossas perspectivas
Ninguém pode ser feliz sem acreditar em seu potencial
Uma vez que na vida se evolui praticando o otimismo
É necessário crer que tudo em você se faz muito especial
Quando se planta o amor cultivando no rosto um lindo sorriso
Jorge Jacinto da Silva Junior
Não se pode guardar no presente certas marcas
Mesmo que a dor seja mais profunda que os sorrisos
Não se devem manter cravadas na pele essas farpas
Viver do passado de longe nunca foi o melhor caminho
Assassinamos nosso tempo
Perdemos nossa tranqüilidade
Crucificamos nossos sonhos
Não vivemos mais o momento que nos prepara o futuro
Limitamos todo nosso amanhã a irreais incertezas
Matamos com isso a esperança num psicótico surto
Que mina as bases de nossa vida com desapercebida sutileza
Amputamos nossa felicidade
Destruímos nosso respeito
Traímos nossas perspectivas
Ninguém pode ser feliz sem acreditar em seu potencial
Uma vez que na vida se evolui praticando o otimismo
É necessário crer que tudo em você se faz muito especial
Quando se planta o amor cultivando no rosto um lindo sorriso
Jorge Jacinto da Silva Junior
👁️ 55
Poesia: Mundo Mulher
Mundo Mulher
Mulher... tão pouco melhor seria mulher
O mundo visto pela janela dos seus olhos
Neste observar carinhoso deveras meigo
As minúcias riquezas do amor próximo.
Quanto o perceber feminino é primoroso
O dom da sensibilidade o qual comete à pele
Reverte em postura vitoriosa perante as batalhas
Conquistadas com sabedoria que sempre a segue.
Como é divino o Ser Mulher
Este presente da maternidade na alma
O respeito no falar de lábios sinceros
Como voz de mãe que a escuridão acalma.
Jorge Jacinto da Silva Junior
Mulher... tão pouco melhor seria mulher
O mundo visto pela janela dos seus olhos
Neste observar carinhoso deveras meigo
As minúcias riquezas do amor próximo.
Quanto o perceber feminino é primoroso
O dom da sensibilidade o qual comete à pele
Reverte em postura vitoriosa perante as batalhas
Conquistadas com sabedoria que sempre a segue.
Como é divino o Ser Mulher
Este presente da maternidade na alma
O respeito no falar de lábios sinceros
Como voz de mãe que a escuridão acalma.
Jorge Jacinto da Silva Junior
👁️ 84
Frase: Nada mais próximo...
“Nada mais próximo do certo que estar sempre por perto”.
Jorge Jacinto da Silva Jr.
Jorge Jacinto da Silva Jr.
👁️ 60
Poesia: Enigma Ambulante
Enigma Ambulante
Não sou eu... não sou você...
Sou este enigma ambulante,
Que me transfiguro em inúmeras formas
Cada hora... em cada instante
Sou a alegria no momento de tristeza,
O sorriso da criança que chora
Sou da insegurança a certeza
Sou um amor que não vai embora.
Sou as estrelas mais distantes do céu
Sou as flores de um lindo campo
Do mundo sou um menestrel
E da lua seu escuro manto
Sou do jogo da vida a sorte...
E nessa metamorfose transformei
Minha vida inteira
No esplendor de minha morte
Porque sou este parasita que me mata
Sou da vida um simples navegante
Eu sou tudo em um universo de nada
Sou este enigma ambulante.
Jorge Jacinto da Silva Junior
Não sou eu... não sou você...
Sou este enigma ambulante,
Que me transfiguro em inúmeras formas
Cada hora... em cada instante
Sou a alegria no momento de tristeza,
O sorriso da criança que chora
Sou da insegurança a certeza
Sou um amor que não vai embora.
Sou as estrelas mais distantes do céu
Sou as flores de um lindo campo
Do mundo sou um menestrel
E da lua seu escuro manto
Sou do jogo da vida a sorte...
E nessa metamorfose transformei
Minha vida inteira
No esplendor de minha morte
Porque sou este parasita que me mata
Sou da vida um simples navegante
Eu sou tudo em um universo de nada
Sou este enigma ambulante.
Jorge Jacinto da Silva Junior
👁️ 87
Radar
Radar
Joga-se longe ao vento.
Sem receios voa livre.
Explorando sentimentos
Ao tato ato que arrebata,
Pois poeta disso vive:
Do ecoar de suas palavras.
Jorge Jacinto da Silva Jr.
jorge.jacinto@gmail.com
Joga-se longe ao vento.
Sem receios voa livre.
Explorando sentimentos
Ao tato ato que arrebata,
Pois poeta disso vive:
Do ecoar de suas palavras.
Jorge Jacinto da Silva Jr.
jorge.jacinto@gmail.com
👁️ 510
Noturno
Noturno
Bailo entre nuvens
Calo-me no seu beijo
Iluminado por vaga-lumes.
Jorge Jacinto da Silva Jr.
jorge.jacinto@gmail.com
Bailo entre nuvens
Calo-me no seu beijo
Iluminado por vaga-lumes.
Jorge Jacinto da Silva Jr.
jorge.jacinto@gmail.com
👁️ 492
Outros Olhos
Outros Olhos
Quando se aprende a amar
Há uma beleza diferente nos olhos,
Pois algo íntimo em nós se confirma.
Perde-se a beleza do óbvio.
Não que o amor não seja belo,
Mas se descobre que não é feito
Somente de pessoas bonitas.
Jorge Jacinto da Silva Jr.
jorge.jacinto@gmail.com
Quando se aprende a amar
Há uma beleza diferente nos olhos,
Pois algo íntimo em nós se confirma.
Perde-se a beleza do óbvio.
Não que o amor não seja belo,
Mas se descobre que não é feito
Somente de pessoas bonitas.
Jorge Jacinto da Silva Jr.
jorge.jacinto@gmail.com
👁️ 497
Rebelde
Rebelde
O poeta é um revoltado
Com a sensibilidade e o amor,
Deixados pelo mundo de lado.
Jorge Jacinto da Silva Jr.
jorge.jacinto@gmail.com
O poeta é um revoltado
Com a sensibilidade e o amor,
Deixados pelo mundo de lado.
Jorge Jacinto da Silva Jr.
jorge.jacinto@gmail.com
👁️ 530
Ato de Amar
Ato de Amar
Mais Amar do que ser amado!
O ato de amar e tão generoso,
Que se permite ser compensado.
Jorge Jacinto da Silva Jr.
jorge.jacinto@gmail.com
Mais Amar do que ser amado!
O ato de amar e tão generoso,
Que se permite ser compensado.
Jorge Jacinto da Silva Jr.
jorge.jacinto@gmail.com
👁️ 578
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