Biografia
Lista de Poemas
Uma letra entregue a quem lê
Como um belo canto de um canário,
Nasce um poema jorrando frases vindas que criam vidas em infinitos cenários.
Estradas formadas pelo nada, formatadas pela imaginação prolongada.
Uma folha parada dançante,
Um lápis com medo de rabiscar seus desejos mais fascinantes.
Uma macieira plantando bananeira, colhendo seus frutos laranja,
Um galo de granja com crista azul,
Uma formiga antiga que, com apenas um dia em vida, conquista todo o Hemisfério Sul.
Lá do outro lado do hemisfério,
A abelha-rainha era apenas uma aventureira boiadeira que havia esquecido do seu império.
Borboletas imitavam lesmas e as mesmas caçoavam de vacas elegantes que já não mais faziam "mu".
Dona zebra Zilda zela da sua sala azul
E de sua bela sela de vulgo Maru.
Um grilo tomando chá de gotas de chuva, totalmente cru.
Somos um elo, manto itinerário,
Ás em temas, idas e voltas em íntimos literários.
Uma letra entregue a quem lê.
Por : Ícaro Italo Gomes dos Santos
Rever versos ao reverso
Eu observava alguém de longe
Não quis me aproximar
A luz da lua adere minha pele
Sentado na areia da praia
Ouço as ondas do mar
No silêncio da mente
Tento despertar minha força recôndita
Olhei em torno
Senti que era a hora exata de fazer um pedido
Realizei uma oração
Minha visão intelectual me permite não ser cego de ego
A poesia é a figura maternal,
a cultura que restaura o estrutural e nos faz transcender a matéria e nos conectar com qualquer ancestral
Me vejo velho hoje
mas já fui jovem ontem
Sai de dentro do ventre,
Agora estou entre o tempo e o vento
Me vejo preso no passado
Amanhã, talvez você me encontre...
Por Ícaro Italo Gomes dos Santos
A anatomia da ratoeira
Todos eles roem o mesmo queijo e riem absurdamente do outro rato que permanece a olhar de longe seus semelhantes encherem suas barrigas. E assim seguiu esse ciclo por aproximadamente sete dias.
O rato que se recusa a aventurar-se em saciar sua fome estava completamente desnutrido e fraco, enquanto os outros se vangloriavam por suas refeições e corpos saudáveis. Ao nono dia, a rotina, que já era bem comum, mudou drasticamente após os ratos comerem o queijo, que, por sua vez, já não era mais o mesmo, pois havia sido envenenado.
O rato que não se dispôs a comer viu seus semelhantes falecerem quase no mesmo período. Embora sozinho e sem incentivo de qualquer outro rato, arriscou-se a comer um pequeno pedaço que estava em cima da ratoeira. Ela veio a disparar e, por fim, o último rato chegou ao seu trágico — ou, para alguns, magnífico — fim.
Seja o queijo envenenado:
Não proporcione vantagens para aqueles que apenas querem o que você pode fornecer.
Sejam os ratos:
Desfrute das oportunidades; elas são únicas.
Seja o rato:
Não se deixe ser levado ao abismo para satisfazer suas vontades.
Seja a ratoeira:
Habilidosamente calma, ágil e encerrando as suas pragas.
Não seja o queijo envenenado:
Não forneça ruínas.
Não sejam os ratos:
Não divida seu queijo.
Não seja o rato:
Não tenha preguiça de buscar nutrição melhor do que a que é capaz de ver.
Não seja a ratoeira:
Não crie armadilhas; fique longe delas.
Por ; Ícaro Italo Gomes dos Santos
Pseudônimo de italo_poetrix
23:55 h , Quarta-feira
A mente é um veículo em constante deriva,
Absolutamente presa a um ciclo em contraste fixo como gotículas de chuva no para-brisa,
Onde a visão se ofusca pelo excesso de fluxo,
E de maneira ofuscada, seguimos o GPS de cada batida cardíaca, e essa condição de condução maníaca é um vasto crucifixo.
Pois o destino é um átrio de inexorável desfecho;
O banco desse barco é desconfortável e, muitas vezes, chegando ou não ao destino, antes de agradecer eu simplesmente me queixo,
Revelando a pusilanimidade diante do imponderável,
Relembrando a calamidade errante ao irrefutável,
Que transmuta o estupor em um silêncio implacável.
Olho a vastidão do Cosmo e me pergunto: se um dia tudo que vivenciei até agora será algo sonhável?
Pois a memória é o arcabouço do que é efêmero,
E se eu tivesse tudo aquilo que desejo?
Pois o real é apenas o lastro do que é imutável.
Que seja, pois ando insatisfeito nesse universo do comparável,
Buscando o ápice no que é apenas mensurável.
Mas quem sabe eu não me deixe nas profundezas mórbidas, sensual, censurável;
Mastigo pregos não porque tenho fome, e sim porque não a tenho,
Provando o estratagema de um espírito que se fez estranho —
Tal estranho ao ponto de sermos amigos,
Pois a alteridade dissolve antigos perigos.
A depressão não é tão perigosa assim, a menos que já não seja mais ela,
Mas sim o vaticínio que se oculta atrás da janela.
Existe um muro encostado na mesma; seria uma forma de esconder ou esquecer o que estaria do outro lado dela?
Erguendo o antemural para que a alma não se atropele.
Para alguns seria até antimoral não viver preso dentro de uma acomodação tão bela!
Pois o conforto é a mordaça da mente que se cancela.
Me pedem cautela, mas tenho por mim que não suportariam a ausência que tenho de mim mesmo; e ainda dizem que são apenas rumores sobre pequenas dores na costela.
Ignoram o estigma que a alma revela.
O que é necessário para eu não ser necessário?
Para anular a finitude, torna-te o próprio itinerário.
São 23:55 h de uma quarta-feira; simplesmente eu mesmo com adulteração ótica insaciavelmente,
Refletindo a quimera de uma mente permanente.
Já não tenho certeza se quero essa sonhada vida eterna,
Suave letra gélida que hiberna.
Não quero cárcere;
Quero algo que canse-me.
Um cansaço efêmero para que eu descanse e deixe que meu lado psíquico cace-me.
Em linhas de distúrbios, eu converso atentamente com o caos,
Extraindo a ordem dos escombros mordazes,
Estipulando os lordes dos encontros vorazes.
Um falso banquete,
E, em um ato de insignificância, fazemos as pazes.
Raízes, diretrizes exuberantes,
Nutrindo o âmago dos seres errantes.
Doses de um velho uísque que por décadas era guardado na estante;
O presente sendo vivenciado pela embriaguez do passado.
Calado, embora falante por dentro,
Gritando o estupor em meu próprio epicentro.
E todas as manhãs,já não eram todas
Por: Ícaro Italo Gomes dos Santos
Aonde eu tenho ido?
Atingido no ar tingido, regido parcialmente, propositalmente parecido com o córtex de um ser desbravador que permanece foragido. Formidavelmente foi ágil, driblando os espelhos como um mímico tímido.
Restarão apenas os cacos de vidros.
Restaurará centenas de células do envolvido, todas elas marcadas nas páginas dos livros.
Resultará belas provas de medos lidos.
Em meio às verdades, por completas, as mentiras não dão ouvidos.
Duvido que esse eu lírico sádico tem contribuído com a ressonância desse pulmão fingido.
Resultado obtido foi abatido ao radiocarbono.
Governante do seu vasto Cosmo se fez Ur-Nammu sem trono.
Viver já era um bônus.
Morrer era saber que apenas saberia da existência da incerteza se não tivesse vida além da que foi capaz de ver ou duvidar aos olhos humanos.
Olhos famintos, pois fomentos somos.
Momentos temos.
Não é o relógio que acaba nos desperdiçando.
Leio versos cheios de memórias valiosas.
Creio em imersos meios de vitórias vultuosas.
Letras capturadas tão belas quanto soltas.
A arte da cultura reestrutura mentes incultas,
E cala aquele cujo respondia ser sábio.
Atingido no ar tingido, regido particularmente, paralelamente aquecido pela sinapse de um ser desesperador que adapta-se no lúgubre sonhar coagido.
Aonde eu tenho ido?
"Não vejo o sol, mas sinto o seu calor."
Sei que a intensidade de acreditar me designa.
"Não vejo a flor, mas sinto seu perfume."
Clássico versálico ao tom Delfina Benigna.
Escrito por ; Icaro Italo Gomes dos Santos, pseudônimo italo_poetrix
Nódulo do não
Desfazer o laço do lazer
Desprender do abraço do prazer
Depender do faço agora e
é isso que eu quero ser
Sublime a versão preliminar
Adrenalina sem filtro
Um filme particular dentro do olhar
Esse nó do não,
Esse nódulo é o acúmulo inóspito da indecisão,
Mercê ao módulo nulo ímprobo logrado errante peculiar razão
Suspensão centrifugadora da imersão perpendicular
Drenagem em litros,
Comum perfume peculiar cêntrico ao ar
Saudades em gotas,
Sabor de mar
Indagado à exuberância da procrastinação
Guardando segredos que não são meus
Linhas confusas consumidas com o tempo
Destinos rasos escorregadios na palma da mão
Infiltrado na eminência da proliferação calma e
maliciosa
Queixo-me às rosas,
Reconsidero rever os delírios seus
POR ; ÍCARO ITALO GOMES DOS SANTOS (Italo_Poetrix)
Ao ar cultural , cavalgada.
Ao ar a poeira sobe
Nesse lar ,o solo que tudo sabe
Representatividade em demonstração do quão valioso é o nosso sonho
Antes dos 8 segundos somos o templo do tempo
por isso já não nos cabe se lamentar
Carimba que é golpe ....
De cultura,não no parlamentar !
No dia em que eu saí de casa
Minha mãe me disse
Esse mundo é seu , então explora
E lá foi eu com uma botina ,sonhos no alforje
Um cinto ,e uma impecável espora
Vivenciando situações das quais ninguém espera
Espelha sua imagem de antes ao agora
O quanto mudou e o quanto você não gostaria que mudasse é um palíndromo transcendental da evolução mental existencial
Nesse paradoxo do agora
Antes de estar dentro do meu primeiro evento
Eu já aplaudia muitos do lado de fora
Aprendi que a felicidade tambem mora aonde o sol não brilha
E toda ,
Toda chuva que cai do céu molha meu chapéu
Regando a essência do meu Ser
Resgatando a transparência do meu amadurecer
Regrando-me antes do amanhecer para não esquecer da noite passada formada pelo meu renascer
Bebi da dádiva da dúvida em lágrimas
Tempestades de verdades forjaram penumbras de vaidades
Minhas maiores conquistas jamais serão vistas nos livros
De páginas em páginas
Quando cessei o fôlego
Fiz uma apnéia em respiração na transição em introspecção à inspiração
Hoje em pasto vasto avisto a felicidade pairando ao vento
Invisto no tempo
Sou exemplo de quem fui
Exceto quem sou
Pois o meu rio de glórias ainda flui
Aprendi que ao jogar o laço eu estava capturando fragmentos de mim na resiliência de cada passo
Abençoado seja cada tropeço
Abençoada seja essa sinfonia da cavalgada que ao longo da estrada é o meu patrimônio cultural desde o berço
Ciente dos lugares que coloquei os pés onde estribo (trocadilho da palavra estive)
A sela é o selo que sela o elo do meu destino
Faço-me Teresa de Bendela ao próprio Chico "Arino "
E é assim que me defino
Gênero forte,para alguns amargo
"Cá" fé dentro da xícara do chakra
Com a mente em estado de Sítio
Meu livre arbítrio na simplicidade dentro de uma chácara
Nessa vida desembrenhado sem freio
Sem sela ,na busca bruta da minha versão mais sincera
Foi em meio ao rodeio que encontrei o Brasil que eu creio,
e o meu novo eu veio com uma receita sem receio de divisão de cores e classes e o recheio que me alimenta é a competitividade no olhar em melhorar cada recorde ainda que o adversário o quebrasse,nunca deixei que os obstáculos por mim falassem por mais que me parassem sempre fiz o bloqueio do meu CPF ao CNPJ para nunca decair aos males alheios
Divina inspiração que me brinda
Resplandecente Luz pro Mundo ,Barretos
Quem guia minhas rédeas me blinda
Troféus de verdade é família
Faço valer cada segundo da minha vida
Vitórias e derrotas são bem vindas
E a maior batalha dentro ou fora da arena é aquela que eu não enfrentei ainda
Ao ar a poeira sobe
Nesse lar, o solo que tudo sabe
É apenas eu e o meu sonho de viver intensamente pelo o que amo e acredito quando as porteiras se "abre"...
Carimba que é golpe...
Eu faço parte do descobrimento de cada arte
Muito antes do 244
Mentalidade de Lincoln pelos arados 275
Íntegro ao íntimo agro
Nossa história , nosso povo
Valor insubstituível , inestimável ao mercado pago
Terra ao adubo da persistência
Reforma agrícola, agrária
Não é conhecidência que a República Federativa é referência quando o assunto é riqueza em solo
Trabalho braçal em sol ou chuva
Não há adversidade párea que pare a nossa força recôndita
Olha um pouco as mãos do povo
Linhas ancestrais de um passado atrás em evolução a um mundo novo
Ao ar,a poeira sobe ...
Por ícaro Italo Gomes dos Santos
Pseudônimo: Italo_Poetrix
Olhos de águia , traços mentirosos
Mentiras discaradas
Verdades compradas
Vendidas à ilusão fascínoa falsificada
O guia do cinismo é a fome perfeita do ilusionismo
Traições do mesmo egocentrismo em cada ato ao corte da adaga
Vejo quem fere e profere ódio e discórdia
Ao longo dos dias se propaga
Propagandas sobre um futuro incrível apenas para quem paga
Dívidas no olhar da esperança se alagam
Mercadorias humanas esquecidas conforme o tempo
Desvalorização da ética demonstra o exemplo
Desgosto da honra exemplar
O relógio não diz nada sobre qual o melhor momento
Esgoto da cobiça exposto expele o davastamento de pensamentos
Clímax rústico nas areias de Marte
Uma única vida é pouco após a morte na arte
Divisão de fatos
Visão e atos de tempos atrás
Futuro distante em um presente conturbado entre nós
Essa voz ainda permanece na minha mente
Exclusivamente quero ser excluído permanentemente
Petrificado por residir em um inalcançável destino de resistir
Coagido por ter agido diferente e ágil
Ríspido , sádico, dentro do campo minado do desespero desesperadamente eu fiz estágio
Olhos de águia
Cântico guia
Garras afiadas
Vôos adulterados
Um novo mundo
Sem retorno para casa
Penas que caíram ,apenas presságios passados
Tempos de caça
Vejo a carcaça de quem conspira contra mim
Jamais atingido novamente por meras falácias
Quero deslumbrar de um vôo livre sem fim
São,
Olhos de águia
Milhas e ventos fortes
Tempestades ou secas
Resultados virão com aventuras ainda não sancionadas
Olhos de águia
Cântico guia
Garras afiadas
Vôos adulterados
Olhos....olhos...olhos...
Olhos de águia...
Por ícaro Italo Gomes dos Santos
Asas
Ânsia análoga psicótica em ódio mórbido de fonte sarcástica
Derreto a máscara,derroto a face da personificação do medo criado pela víbora
Seu veneno eu vi por lá dentro da minha corrente sanguínea
Coagulação de decepção que me fez chorar
Precisei de uma transfusão de fé para continuar
Ao homem que pretende voar é necessário se libertar da ênfase do destino que pretende ao que precisa chegar
Ícaro passará próximo ao pássaro e profetizará
_Dentro de todo pássaro_
_Haverá uma jaula_
A verdadeira liberdade vem de como você resolve bater suas asas
Pulei duas casas decimais desses sinais oblíquos
Desci mais nos primórdios dos princípios
É necessário compreender quem sou eu se nego a não ser aquela pessoa pela qual o divino introduziu no destino um parágrafo que até então não poderia ser mudado
Vi que nessas linhas tortas eram poucas as portas de oportunidades que cobrisse minhas necessidades ou as meras vaidades
Em vez de ser mandado,
Resolvi ser o mandamento que com o tempo pode ser moldado para a eficiência da evolução
Rígido na essência,por isso cada palavra que profiro é um pedaço de mim que procuro
Nunca,nunca que minha citação será em vão
Ficarão registradas em todo tempo
Aliás ,o tempo é um único bem mais valioso
E todo,todo tempo,
Todo tempo deve ser apreciado
Parece até ironia né?
Você têm se perguntado o que ocasionou seus momentos de frustrações?
E durante esses momentos,o que você fez para se revigorar ?
O que te define são ações
Eu penso sim...
Quebrando versos por ai...
Verdadeiramente me admira a mentira
Essa vida é tão vazia e rasa que esse eco do vazio está repleto de uma intensidade maior condensada e fria ,mas basta um acreditar que vemos o aquecer da fé ressurgindo das profundezas do rio compacto de dores e esperança
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