Lista de Poemas

Terras Ibéricas

Oh terras Ibéricas,
Que do Iberos nome tendes!
Amai-me como a vossos poetas,
Vós e vossas gentes!

Reinos de: Portucalen,
Galiza, Leão,
Navarra, Castela
E reino de Aragão!

Terras de Afonsos reis;
De cavaleiros de Borgonha,
Que de condes, o título dado haveis.

Ficai ao meu lado,
Sem vergonha...
Pois mais que Henrique e Raimundo por vós amor sinto!
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Conhecer-te

Jesus que ser és?!...
CLARO QUE SEI, BOM SERES,
Cheio de todo o poder,
Que me fizeste renascer.
Ainda mais meu ser,
CANTA, PELO TEU PODER,
Que levanta,
Esta humana alma...
Que sem ti, não consegue tirar,
Do meu peito de existência humana,
Força tamanha,
PARA TE ADORAR.
TAMBÉM SEI JESUS,
Que para dar vida, aos débeis seres racionais, a cruz
TOMASTE, PARA TORNÁ-LOS ESPIRITUAIS.
Ainda este material de pó sabe...
Que és Deus e Senhor,
CHEIO DE ETERNO AMOR...
MAS DEIXAI-ME ENTOAR, ESTA PARTE FINAL,
COM TODO O AR,
QUE DE TI VEM...
LUTANDO CONTRA O MAL, A FAVOR DO BEM...
SENHOR EM CONCLUSÃO.
COM QUANTA FORÇA TEM ESTE CORAÇÃO!...
EM ALTA VOZ EM ORAÇÃO,
CLAMAR: DEIXA-ME CONHECER-TE,
AINDA DE TAL MODO,
QUE ESSE CONHECIMENTO,
EM MIM,
FAÇA O MUNDO, ESTREMECER...
DIANTE DE TI!!!...


HELDER DUARTE
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Poemas

Os meus poemas são escritos antes d'eu os escrever.
Se eu não tivesse nascido ou mesmo existido,
Os meus poemas teriam ainda assim, sentido.
Pois eles existem antes d'eu mesmo nascer!

Eu os escrevi, não tanto em papel somente,
mas os escrevo nos do mundo lugares.
Nos meus passos, que dou em andamento,
e nos corações, qu'ouvem, meus cantares.

Mas eles existem antes de mim ainda assim,
vêm do tempo sem tempo, mas não antigo.
São filhos do hino sublime e suave, sim!

Filhos do tempo, tão terno e musical,
quando a música no universo, se ouvia, digo.
E não havia mesmo nenhum mal!...
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Perdigueiro

Perdigão, perdigueiro, perdiz.
Mata, mata, mata, mata!...
Oh perdigueiro! O perdigão que salta;
E a perdiz, que no voo é aprendiz.


Foge perdigão e perdiz!
Para que o perdigueiro, vos não mate.
Mas vão, para onde Deus vos diz.
Para que ele, perdigueiro, não vos maltrate.


Mas oh Deus! Porque caça o perdigueiro?
O perdigão e a perdiz?...
Quem assim, o quis, primeiro?


Vós! aves sabei a verdade!
Da origem desta, perseguição infeliz.
Mas ide a Deus, que vo-la dirá em sinceridade!
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Um Grande Poema

Escreve um grande poema!
Mas fá-lo, sem tinta...
Sem rima...
Sem tema...

Sem palavras,
Sem poesia...
Sem métricas!!!
Nem fantasia.

Antes, teu ser, o escreva,
Amando, teu próximo...
De modo, que esse poema, ele em ti veja...

E diga:
Este ama...
E não me engana!

D
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Portugal e Espanha

Portugal e ESPANHA!
Terras de povos de vária ordem.
E culturas tamanhas.
De valores, que no tempo permanecem.

Descendentes sois,
Dos povos seguintes pois:
Társis, Iberos, Celtas
E de outras origens.

Cartagineses, Gregos, Fenícios,
Lusitanos e Romanos.
Godos e Mouros.
Povos de vários principios.

De diversas religiões.
Uns pagãs, outros cristãos.
Vós nações Ibéricas.
Que fostes, senhoras das Américas.

Do mundo,
E de mares muito.
Terras de artistas,
Camões, poetas, Amália, fadistas.

Vinde para Deus,
Que dos vossos pais e de vós é criador.
Do universo é Senhor.
Verdadeiros, são valores seus!

Eis que vem.
Para reinar eternamente.
Pois fim, não tem,
Seu reino, que será para sempre!!!
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Vários



vale do Linho

Ai que saudades de ser menino!
Naquele, de Monchique, «Vale do Linho»...
Ai que dor e ansiedade!...
Como quem, perdeu a liberdade!

Laranjais, trigais e flores de mil cores...
Consolavam, minha alma, com caridade.
Naquele tempo, de minha tenra idade.
Também, pássaros eram lindos cantores!

Minhas ovelhas!... Onde estais!?...
Ai, que tanto, vos perdi!...
Mas ainda estarei, convosco, lá e ali.

Vinde ! Oh tempos eternos!... Vinde!
Vinde renovar, o que já não contemplais!
O" Vale do Linho"... Dos laranjais!


ESTAVAS LINDA INÊS

«...Estavas linda Inês...»
Nesse teu amar.
Quando os algozes tua vida vieram tirar,
Por amor teres.

Os filhos de Portugal,
E do Norte,
Te mataram de morte.
Para por Pedro, tirar esse teu amor total.

A mim não me mataram em concreto.
Nem por amor desse género teu,
Antes me matassem de morrer certo!

E nunca com esta morte minha,
Em que me mataram por amar Deus meu!
Assim sofro mais que se de morte morrera!!!






Mais vida

Já estou morto!...
Morto! Morto! Morto!...
Mas estou morto para a morte.
Porque não há, em mim, alguma com sorte.
Para este meu ser, tomar…
Eis qu’ele disse:
«…Em mim, ninguém morrerá»!
Por isso, morrendo, com este negro, em mim, mar.
Estou vivo! Vivo! Vivo! E tu viverás!
Estou podre! Podre! Neste corpo.
Mas tenho vida. Muita vida «Nele»!
Eis, que não há mal, em mim,
Nem nada em mim, torto.
Porque, já tudo brilha…
Pombas voam! Voam!... Com ele.
E eu estou levitando. Voando…
Para a eterna ilha!..


NADA I

Quem sou eu?
Quem és tu? De quem é o que é teu?
Quem é ele e sua casa?
E nós humanos, nesta vida de azafama?

O que é o humano ser?
O que é o Ser existir?
O que é o tudo ter?
O que é o nada ou tudo sentir?

O que é a paz?
O que é a guerra?
O velho e o jovem rapaz?

Eis que tudo é nada.
Nada é a terra.
Mas pergunto: Existe alguém, antes e depois do nada?

Adeus

Adeus mundo e tu tempo!
Adeus terras e longes terras!
Adeus Portugal, Algarve e guerras.
Bem-vindo sejas, tu «Todo o sempre».

Adeus pai, mãe e Monchique.
Também tu Alvor e vós Alcobaça.
E vós que me odiais, pois eis que aqui não fico.
Vou para uma terra, que nunca passa.

N'ela só há flores e pássaros.
Não há serpentes...
Há pombas, que formam arcos.

Há lá um cântico suave.
Para sempre, sempre, sempre...
Como o do rouxinol ave!


POETAS III


Poetas, poetas, poetas!

Neste assunto, continuo,

Não, que tenha mais moral ou éticas!

Isso, também assumo.

Mas sabeis uma cousa;

Nem só terra e homem,

Estão em desordem.

Mas também, existência outra...

Para equilibrar tudo:

Equilibrar o homem;

E pôr tudo em ordem;

Real e mundo...

Sim para equilíbrio, haver,

No existencial, Ser...

Caminho, alto, o humano poeta,

Deve ter, como profeta...

Não baixo e relativo,

Mas absoluto e activo.

Caminho, de ventos, de verdade.

Caminho, de águas de liberdade!


PLANTAR

És meu amigo?
Então, porque, não m´auxilias a replantar,
Este campo já antigo?...
Com rosas da cor da paz, para o mundo, perfumar!

Vamos! Vem então.
Eu sozinho, pouco faço, com tremula mão...
Bem que eu queria fazer...
Mas nem água, em paz posso beber.

Plantemos! Plantemos! A paz.
Para que o menino,
Esta acção, continuo e em homem, seja também capaz.

E sendo homem, seja também, pequenino.
E então, eu já sem tremer e todos, com emoção,
Cantaremos uma nova canção!



ELE VIRÁ
Naquele dia tudo mudará...
O que estava no coração de Deus será...
Pois ele virá...
E em acção ele reinará,
Fará sua vontade.
Nesse dia, vencerá sua verdade...
Nesse dia seu povo dirá:
Eis que finalmente, veio, o mal derrotou,
E de todo triunfou,
Sobre: a morte, maligno e inferno,
Que no lago
De fogo lançou.
Eis que ele é rei,
De toda a existência.
Dá-me: força Senhor,
Para meu louvor,
Te dar, sem impedimento,
Algum, cheio de contentamento, te adorar.
Porque nesse dia...
Assim vai ser, com absoluta alegria.
E com toda a autoridade,
Meu ser cheio de liberdade,
Te dirá, o que até então,
Este meu espírito,
Nunca na dimensão,
Humana te houvera dito!!!...

RIOS DE BABILÓNIA
Ai vós rios de Babilónia!...
E vós terras do Éden...
Terras da Suméria!...
E tu Assíria também!

E vós outras nações...
Que dessa torre de Babel...
Saíste, por erradas acções,
Como as que fez, Caim a Abel.

Estais alegres, neste momento.
Talvez, todos os filhos de Noé...
Ao mesmo tempo!...
Dizeis, que tendes fé...

Temos fé!!! Tanta fé!!!
Que o mal acabou.
Um mundo melhor, começou...
O bem, veio, enfim até...

Com verdade vos digo:
Com autoridade, vos afirmo,
Que por matardes Sadam,
Esse, que é filho de Adam...

O mundo, bem não terá;
Paz, não haverá.
Porque, quer do Sul ou do Norte...
Como ele merecemos a morte.

Somos todos maus...
Ninguém, pode matar...
Nem se gloriar,
Pois naturezas, temos iguais.

Por isso estou triste!
Por convicção ter,
Que matar, só a Deus consiste.
E não a quem o quer fazer...

Lamentai... Lamentai!
Chorai... Chorai!
Porque todo o homem, está no mal!!!
2
TERRA DO MEU NASCIMENTO

Ai minha linda Lamego!
Cidade do meu coração.
Como te ama meu ego,
Mais além da razão.

Em ti não nasci,
Mas é como tivesse sido.
Logo que cheguei a ti,
Fora como houvera ai nascido!

Apesar de tudo,
Quando os filhos do alto,
E do mundo,

Me mataram.
Não sei se a meu lado,
Teus filhos estavam?!


MENINO


Menino, menino!
Dorme meu filho,
Nesse teu sono, tranquílo
De pequenino...

Dorme, dorme criança!
Nessa tua infância...
Dorme! Porque o vento, ainda não sopra.
Só o rouxinol, música sua, toca.

E quando fores homem,
Sê menino, ainda,
Nesse estado de ordem...

Ouve música d´arpa!
Por campos, verdes, faz tua saída!
Continua, brincando


Mae

Não tenhas medo mãe!...
A Primavera vem,
Caminha então...
No caminho, que o teu jardim tem.

As flores do campo já perfumam,
Os passarinhos neidificam,
O sol brilha!
Pasta o cordeiro e a ovelha.

Por isso vive tua vida...
Porque o teu sol é eterno...
Tua luz é eterna...

Caminha nesse jardim,
Tão calmo...
Que não tem fim!



SABEI

Sabe tu terra e universo!
Que estando, como estou.
Num abismo, tão perverso!
Nesta vida e morte que sou!

E tu Pai e Deus meu!
Sim criador e vós criatura!
Aqui fala a vida que, Deus nos deu.
E que é mais alta, que minha amargura!

Estou mal, mal, mal!
Nem morto, nem vivo!
Nem nada em mim sou afinal

Mas sabei ainda: Vós Pai, Filho
E Espírito Santo, divo!
Em vós creio! E convosco, vida eterna, partilho!


AMAR

Eis, que é o vosso dia!
Sem que a noite, seja fria…
É dia de amor, nesse longo escurecer.
Mas que o vosso amor, faz nele, a luz nascer…
Amai! Neste jardim de rosas brancas.
Nesse amar, infindo, onde as pombas,
Voam ao vosso redor e cantam…
Sim!... Cânticos dos anjos, entoam…
Não façais … como eu fiz!
Que fui infeliz, no meu amar!
Mas amai! Amai!... Sem parar.
Pois, eu vosso amigo…
Também, assim fazer o quis!...
Mas vós! Sede! Zelosos e amigos…
Levai esse ramo de rosas, juntos!
E olhai para os Brancos cisnes,
Porque, vede! Como nadam,
No lago dos juncos…
Onde também!...
Há andorinhas!
E coelhos saltam, até ao ar…
Em redor, desse lago,
Que é vosso e das avezinhas.
Fazei, vosso ninho, oh rouxinóis!
Vós os dois, nesse eterno amar!...

Dedicado aos noivos…


PORTO

Porto! Porto! Cidade!
Se o soubésseis!...
Talvez me amasses!..
Pois tu tens caridade!

Oh filhos do Porto!...
Oh filhos do Porto!...
Porque a outra me fez isto?!
Porque eu nisto ainda insisto!

Ela me fez mal…
Mas tu não, afinal…
Tu não!... Não!...

Tu oh cidade! Eu te amo…
E a ela também. Ai como!..
Nem eu sei, a razão!
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Pecados

Eu tanto queria te dizer, a todo o tempo,
Estou contigo, em todo o momento.
Mas eis que não te disse nada disso.
E se o disse, não fiz mesmo isso.

Eu queria estar contígo na tua aflição,
mas eis que não te dei a minha mão.
Quando estavas a muito chorar,
Eu fingi que te não vi a clamar.

Quando não tinhas o teu pão,
eu também não te dei a tua porção.
Eu no fundo queria, sempre te amar,
mas eu, fiquei no meu só lugar.

Eu senti muito, quando estiveste, na prisão.
Mas de visitar-te, não tive tal ação.
Nem quando estiveste, doente,
eu junto de ti estive presente.

Eu te peço perdão, por isso tudo,
Eu falhei, mais que todos no mundo,
Eu te peço também a ti oh Deus,
que me perdoes, pecados meus!
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AINDA CANTO


Ouvi! Vós que sois nações, filhas de Sem Cão e Jafé!
Como Camões, continuarei com toda a minha fé,
a este cântico clamar, com força da minha alma,
que recebi, daquele, que meu espírito ama!

Clamo em pulmão forte, o que deixar de fazer, não posso!
Que por mares fortes e de ondas gigantes, com perigos tantos.
E por meio de demónios, gigantes que aos homens causam prantos,
foi a gente filha de luso, em viagens esforçadas, com ajuda de Deus nosso.

Estas gentes tinham uma alma grande, desde tempos antigos,
que esta empresa faziam, de ao mal desafiar, até o bem conseguir!
Foi gente de guerras muitas, por nobres causas as fizeram.
A do mundo terra amaram, por ela a vida deram! Até as terras adquirir.


Do Islão antiga terra libertaram com fé guerrearam,
até que daqui os expulsaram, para as outras terras de Ismael.
Do rei poderoso tinham todo o apoio, como David apoiou Israel.
Foi ele Dom Afonso o primeiro, a quem os nobres, apoiavam.

E neste acto de lutar, os seus filhos continuaram, sem medo ter,
de aos povos dar o bem, ainda que pela espada fosse isso assim.
Como Miguel, príncipe de Deus, do céu a Lúcifer expulsou, enfim!
E aos seus anjos tirou o principado e muito do seu poder.

Assim esta gente esforçada mais que a mente humana,
possa tal imaginar, foram ao mar desbravar os altos caminhos,
que hoje os homens modernos têm, na sua mente racional de tanta fama.
Foi esta fillha da Lusitânia que deu força aos povos pequeninos.


Para que os povos fossem da ciência, muito conhecedores,
E ao homem dessem seus muitos, e muitos valores!
Por tal foi Portugal aos mares, com muita ação.
E com toda a de Deus ajuda, disso eu sei, com razao!

Mas tudo isto de deveu aos poderosos reis Portugueses,
que ao bem queriam conquistar, como o de Avis herdeiro,
Que foi grande lutador, e da expansão o pioneiro!
Em Ceuta, começou este acto de Portugal por muitas ao mar ir vezes.

Mas oh povo do mundo, sabei com muita atenção que Portugal,
era povo muito inteligente e de muito estudo, afinal!...
Se a religião, aos outros países, tirava toda a razão,
Os cientistas em Portugal, estudaram a expansão.

Antes de irem para o mar, ao povos falar e d'eles também muito aprender.
Foi o nobre infante Dom Herique, para Sagres, o mar estudar,
E dos ventos e as estrelas, muito conhecimento de lá tirar.
Era homem, que acreditava, que ciência e fé são razão, em todo o ser.

Assim foram os portugueses ao mundo, em perigos muitos,
às indias do ocidente e do orinte, aos povos mostrar,
que a vida tem perigos, mas que vale a pena, lutar!
Por aquilo que é racional e de muitos conhecimentos.

Vasco da gama foi homem de bem e de muito valor,
Também, Cristóvão Colombo, com ele aprendeu,
As coisas do navegar, em todo o seu resplendor.
De modo que à América outros mundos, deu.

De igual modo oh povo do Mundo, sabei,
que Fernão Magalhães dos pioneiros,
o conhecimento, isso entendei!
O recebeu dos navegadores, os primeiros.
x
Enquanto Deus me der folgo cantarei Portugal,
Com o cântico de alma minha, de vida cheia.
Que ao mal tanto e sempre faz guerreia.
Pois Portugal, foi pais pequeno, com muita força afinal!

Hoje a cultura e o saber, que vós tendes, veio desta expansão,
que uniu o mundo, em saberes tantos e na muita ciência razão,
Até que aos planetas chegastes, com todo e muito conhecimento.
Disso com os Portugueses aprendeste e tiveste muito entendimento.

Portugal deu novos mundos ao mundo, dos homens.
Deu esperança aos povos em várias do saber ordens.
Isso eu sei com muita e gloriosa certeza!
Que foi alta e sublime, a grande gente Portuguesa!
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Amor

Amor é um pensar muito em ti,
é um ausente, sempre presente,
é um sofrer, sem mal dizer, sempre.
É um estar, muito longe daqui.

E um gozo no tempo permanente,
que liga duas vidas eternamente.
É um estado de toda a perfeição,
que vem à mente e ao coração.

Mas para sentir, este clamor,
sabe, oh, gentil alma humana,
que tendes antes de ter dor.

E em vosso ser alto clamar,
com força que jamais engana,
a quem com esta dor, se diz amar!
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