Lista de Poemas

Nova Ordem Mundial

Vós que quereis o governo mundial,
Eu vos digo, que ele virá logo afinal.
Mas é um erro e é totalmente do diabo.
Cristãos acordai, pois vai ser enviado.

E tudo indica, que será, com o Coranavirus.
Pensa-se que Deus, tira daqui o seu povo,
Isto é os que são nascidos, de novo.
São arrebatados, os santos que estão vivos.

Depois vem o filho do engano, e o falso profeta,
que vão fazer a "Nova Ordem Mundial" no planeta.
Esta "Nova Ordem Mundial" é o assassino governo.

Será Destruído pelo Senhor Jesus Cristo, que virá,
na batalha do Armagedom, que em Israel será...
E Jesus Cristo começará o seu reino eterno!
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As Pedras

Se quereis saber das coisas antigas, às pedras perguntai. 
Já que elas, viram o começo de tudo, as pedras do tempo.
Elas estão na terra, desde, o tempo que há muito por cá vai.
As pedras duras e antigas, têm ciência, que vem do sempre.

Ouvi o seu silêncio e escutai o que elas dizem, não falando.
Eis que viram o começo de tudo, as pedras do mundo.
Aprendei com elas e ficai no silêncio com elas comunicando.
E então ouvi, a vossa alma falar, com o criador de tudo.

Padras! Falai com os homens e dizei-lhes as coisas antigas,
que vós vistes, com as quais cantastes, lindas cantigas.
Sim! Porque vós vistes e aprendestes as lindas ações.

Vós que sois pedras sempre mortas, aprendei a verdade,
Que das muitas pedras vivas vem a todo o vosso ser,
e sede vós pedras de sabedoria, por toda a eternidade!
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O Trono

Então vi um trono branco e o que estava assentado nele,
de quem diante do qual, fugiram a terra e todo o céu,
e não se achou lugar, para os que fugiram dele.
Forte é a sua gloriosa presença, e o seu majestoso eu!

E vieram os mortos à sua presença tanto grandes,
como pequenos, e abriram-se os livros registantes,
e todos foram jugados pelas, coisas, neles escritas.
O mar entregou o que as águas tinham em si escondidas.

E todos os seres foram julgados pelas suas obras,
e também a morte e o inferno  por Deus foram julgados.
E no lago de fogo foram eles, por ele lançados.

E assim a morte foi para todo o sempre vencida,
O diabo também, não teve nenhuma mais investida,
nem do mal, não houve mais nenhumas sobras!


Baseado em Apocalipse 20:11-15
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Felicidade

E a humanidade afastou-se de Deus, no passado,
por isso, o Senhor os entregou às paixões infames.
As mulheres deixaram o uso natural, para seus danos.
E na sua sensualidade, deram, um passo mal dado.

Igualmente os homens se inflamaram, uns com os outros,
E assim muito se afundaram no pecado, cada vez mais,
de modo, que Deus viu que os homens eram maus todos.
Não tinham nenhum temor a Deus, isso jamais!

A humanidade está cheia de toda a injustiça, terrível,
De malícia, avareza, maldade, inveja, é tão incrivel.
E ainda homicídio, contenda, engano e toda a malignidade,

Sem terem com isso, alguma, tomada de consciência.
Mas antes, pemaneceram na sua falta de ciência,
Assim dizei-me vós, como pode o homem ter felicidade?

Baseado em Romanos 1:26-32
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Portimão


Portimão! Cidade onde cresci,
Mas em ti não nasci…
Foi por te amar, contudo,
Que eu por ti ainda, canto p’elo mundo.
Canto-te, um poema, como Aleixo.
Que cantava, seus poemas de amor.
Assim, também não te deixo.
Minha alma, te exalta, com clamor!
Em ti me formei,
Nesse teu liceu.
Poeta António Aleixo, onde estudei!
Por ti, choro, por te amar,
Porque esse Arade, teu…
Um dia, vim a deixar!
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Voltei

Sim! Voltei!... Voltei!... Voltei...Aqui!... Pois.
Sim, porque ainda que morto, qu'estou...
Esta é uma morte de vida... Pois vida eu sou.
Sabei então, o porquê, de ter voltado hoje!



Mas eu não o sei! Eu nada entendo...
Não sei... Pois nada compreendo!
Quereis saber mais?!... Mas, eu não o sei.
Nem, eu sei nada! Nem mesmo vós, da lei...


Mas uma cousa sei, enfim: Voltei...
Sabeis porquê?! Nisto, em verdade, sei...
Porque eu vos amo... Tanto!...Tanto!...



Com este amor, meu. Só meu... Meu...
Qu'é vida!... Mas, não é igual ao teu...
Este!... É meu! Com o qual, eu ainda, canto!
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Amor Verdadeiro

Lamento esta história de amor verdadeiro.
De Inês de Castro, que foi morta por amar.
Ela amou tanto a Dom Pedro o primeiro,
Que depois de morta, teve o seu reinar.


A linda Inês de Castro, teve morte,
Por o malvado Afonso IV, que lhe tirou a sorte.
Matou-a, por esta tanto amar...
A seu filho, o príncipe que viria a reinar.


Foi um amor lindo, este,
Que Dom Pedro, teve por ela.
E que filhos, tinha também dela.
Mas Afonso IV, tinha repulsa deste.

Mandou mata'-la à espada. ..
Não teve nenhuma compaixão.
Nem dor no coração,
Para a vida tirar a esta tão amada.

Canta! Coimbra! Canta!
Que não esqueceste de chorar,
Canta com força tanta,
Este tão forte amar!


Águas do Mondego, sabei que em vós esteve,
As lágrimas de Coimbra, que não se conteve,
De tanto mas tanto chorar, chorar...
Esta que morreu, por muito amar...!


E depois de morta, foi rainha,
Por Dom Pedro, que amava ainda.
Esta que privada, ficou da vida...
Por amor, que ao príncipe, tanto tinha!

Em Portugal, houve grandes amores.
E Também, por isso muitas dores,
Por mal, deste de tanto amar...
E disso se querer, continuar!
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Luso

Luso és! Eu também!
Sou português de Portugal.
Do pais, que, já cá estava, em...
Tempos remotos. Cá estava, afinal.
Esse pais que Deus usou!
Sim! Usou! E sabeis de que modo!?
Usou, pois. É claro! O grande «Eu Sou».
Foi este. Não outro. Mesmo sendo pequeno.
Não temeu o gigante, do cabo da África...
Não teve medo. E eu penso, que não tenho, também.
E porque não tenho medo? Porque, sou pequeno, bem.
Portucalen, é pequeno, mas força não, lhe falta.
Pois cá está, Dom Afonso Henriques, para lutar.
Sim! Vamos lutar, com uma espada, de ouro.
Bem afiada, para matar e também, salvar...
Essa espada me deu, «o ancião de dias»
Pois esse, que o profeta viu, na deportação.
Para os rios de Babilónia. Onde cantou, cântico de Sião.
Sim. Também a tinha na mão Eliseu e Elias.
Portugal, foi usado. Mas porquê usado?
Para juntar o mundo. As gentes...
Aqueles, que são descendentes de: Sem, Cão e Jafé.
Aqueles, que em yavé, deveriam ter fé.
Mas não têm. Mas a têm, em deuses doentes.
Como a têm, na fátima, que tantos joelhos tem magoado.
E estas gentes... São os que saíram de Babel.
A terra da torre, de antigamente. Elas estão, sem leite e mel.
E têm, fome. Eis que caminham, para a morte.
E separadas de Deus, estão, no sul e no norte.
No oriente e no ocidente. No espaço e no tempo.
E assim,é desde o Adão de antigamente...


E Deus usou, também: Noé, Abrão e Moisés...
E Israel, Babilónia e outros, mais...
E assim, vai dirigindo, o mundo...
Pois é dele e não nosso. Dele é tudo.
E tu, Site! És de Deus... Pois!...
Continuemos, poetas, pois em actos seus.
Agora ainda e mesmo nos tempos depois.
Porque, há papel para escrever poemas teus.
Ai!... Se há!... Tanto cartão, na tua rua.
E também, o há na minha. E gente sem pão e nua.
Mas nua, da verdade. E da liberdade...
Por isso, vos digo... Não escrevamos...
Só no papel e no site de poemas...
Mas canto, agora com força de Camões...
Um cântico de poeta! De poeta de Portugal.
De poeta de Deus, também, afinal.
E tudo o que é verdade digo. Como o Daniel. O dos leões.
Digo, então! Ide à rua! E escrevei, vossos poemas.
Com, da verdade, rimas e temas. E sem métrica, esquemas.
Escrevamos, nossos poemas, nos cartões, da rua.
Onde está a gente sem pão e nua…
Ide! Oh poetas!... Também à cova dos leões!
E falai, sem medo!... Sem medo!...
Sai , não em mim , mas no nome , do que vem , cedo!...
Sai , na força da verdade… e liberdade.
Libertai os povos!... Oh poetas deste site, de caridade!
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A flor

A flor, veio de lá e ficou cá.
Ficou, para sempre e será.
A flor, sou eu, sim! Sou!
Vim de lá e não de cá!


Fiquei e serei sempre, cá e lá.
Pois voltarei, para o jardim.
Onde esteve a flor, num principio, lá.
Não! Não existi lá. Mas só cá!


Lá era, uma parte de Deus!
Mas não existia. Não! Não…
Aqui, fui então!...


Irei pois ao jardim!
Lá irei e serei, perfeito, assim.
Assim, um ser, por completo enfim!
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Adeus

Adeus mundo e tu tempo!
Adeus terras e longes terras!
Adeus Portugal, Algarve e guerras.
Bem-vindo sejas, tu «Todo o sempre».



Adeus pai, mãe e Monchique.
Também tu Alvor e vós Alcobaça.
E vós que me odiais, pois eis que aqui não fico.
Vou para uma terra, que nunca passa.



N'ela só há flores e pássaros.
Não há serpentes...
Há pombas, que formam arcos.



Há lá um cântico suave.
Para sempre, sempre, sempre...
Como o do rouxinol ave!
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