Lista de Poemas
É tudo tão....
É tudo tão feio
tão simétrico
um caderno tão cheio
com linhas tão vazias
deixa tudo tão tanto faz
tão solitário
tão sem horários.
Por que eu não fico tão em paz?
É tudo tão feliz
tão sozinho e infeliz
parece tudo tão bem
Mas é tão... tão triste
linhas nem tão ruins
linhas tão péssimas
versos tão putrefeitos
tão moribundos
para seres tão desfeitos
humanos tão... tão imundos
Tão vivo
Porém tão necrosado
cadavérico, estérico
esteriotipado
sozinho e escroto
aquecido por fora
por dentro fede esgoto
chora e chora
erro atrás de desgosto
ou seria na frente de?
amigos, cadê?
Eu já perdi a mentalidade
PORRA, NÃO TEM UM SER HUMANO PRA EU TANTO MOSTRAR
ESSA TÃO FALSA FELICIDADE
tão simétrico
um caderno tão cheio
com linhas tão vazias
deixa tudo tão tanto faz
tão solitário
tão sem horários.
Por que eu não fico tão em paz?
É tudo tão feliz
tão sozinho e infeliz
parece tudo tão bem
Mas é tão... tão triste
linhas nem tão ruins
linhas tão péssimas
versos tão putrefeitos
tão moribundos
para seres tão desfeitos
humanos tão... tão imundos
Tão vivo
Porém tão necrosado
cadavérico, estérico
esteriotipado
sozinho e escroto
aquecido por fora
por dentro fede esgoto
chora e chora
erro atrás de desgosto
ou seria na frente de?
amigos, cadê?
Eu já perdi a mentalidade
PORRA, NÃO TEM UM SER HUMANO PRA EU TANTO MOSTRAR
ESSA TÃO FALSA FELICIDADE
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Resolução
Você ira errar
E se eu correr?
Você ira chorar
E se eu correr?
Você ira arrepender-se
E se eu correr?
Você ira se sofrer
E se eu correr?
E se eu correr?
Você ira tropeçar e morrer
E se eu não morrer?
Você vai voltar a correr
Primeiro você erra, depois você chora, ai se arrrepende, por isso sofre
Então você corre
Tropeça e morre
E se não morre?
Você percebe que o erro foi se arrepender
Depois de errar eu já lhe disse o que ira acontecer
E se eu correr?
Você ira chorar
E se eu correr?
Você ira arrepender-se
E se eu correr?
Você ira se sofrer
E se eu correr?
E se eu correr?
Você ira tropeçar e morrer
E se eu não morrer?
Você vai voltar a correr
Primeiro você erra, depois você chora, ai se arrrepende, por isso sofre
Então você corre
Tropeça e morre
E se não morre?
Você percebe que o erro foi se arrepender
Depois de errar eu já lhe disse o que ira acontecer
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Brincadeira de verdade
Brincando com os versos
Eu não jogo sério esse jogo
O Mundo é imundo
E eu ainda resto de lodo
Tão pouco sei o que faço
Só me embaraço
Tão pouco faço o que sei
E ainda quero buscar o título de rei
Do imundo, sujo vulgo mundo
Eu não jogo sério esse jogo
O Mundo é imundo
E eu ainda resto de lodo
Tão pouco sei o que faço
Só me embaraço
Tão pouco faço o que sei
E ainda quero buscar o título de rei
Do imundo, sujo vulgo mundo
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Eu?
Me pergunte o que sou: O que sei responderei.
Me pergunte o que quero: O que não tenho responderei.
Me pergunte onde vou: Onde ainda não fui responderei.
Me pergunte porque morrer por isso: Por que estou vivo comprovarei.
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Ferro e Feio
Com rima esperneio,
Uma lírica feita de um berro;
A insegurança me torna tão feio
Traído, sempre ferido a ferro
Estou tão acostumado,
A estar sozinho,
Corringindo, mal acompanhado
De certos amores que encontrei no caminho
Onde minha companhia são cachorros
Que não traem
não ladram
não mordem
não ferem
E devem ser tão solitários, devem
Desculpa, minha insegurança é feia
Minha ferida não me torna nobre
Maldito ferro que me fere
Maldito pensamento que me cobre
De angústia e agoro
Oque ela está fazendo lá fora?
Com quem ela está agora?
Por tão inseguro, feio se piora
Por mim o ferro nunca chora
quem vai chorar por mim, alguém que sozinho já chora?
Uma lírica feita de um berro;
A insegurança me torna tão feio
Traído, sempre ferido a ferro
Estou tão acostumado,
A estar sozinho,
Corringindo, mal acompanhado
De certos amores que encontrei no caminho
Onde minha companhia são cachorros
Que não traem
não ladram
não mordem
não ferem
E devem ser tão solitários, devem
Desculpa, minha insegurança é feia
Minha ferida não me torna nobre
Maldito ferro que me fere
Maldito pensamento que me cobre
De angústia e agoro
Oque ela está fazendo lá fora?
Com quem ela está agora?
Por tão inseguro, feio se piora
Por mim o ferro nunca chora
quem vai chorar por mim, alguém que sozinho já chora?
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Homem Poeta Simples
Eu sou um homem simples
eu vejo pessoas e sorrio
Quando sinto o ar
Eu simplesmente respiro
eu corro, porra eu transpiro
as vezes eu choro, eu suspiro
Eu sou um poeta simples
Eu realmente inspiro
Eu choro e ainda berro
acerto e erro
eu tenho alguma vida, algum talento
se não tenho, eu tento
Eu sou um homem poeta simples
Pelo menos alguma coisa eu sou
Eu sou triste.
eu vejo pessoas e sorrio
Quando sinto o ar
Eu simplesmente respiro
eu corro, porra eu transpiro
as vezes eu choro, eu suspiro
Eu sou um poeta simples
Eu realmente inspiro
Eu choro e ainda berro
acerto e erro
eu tenho alguma vida, algum talento
se não tenho, eu tento
Eu sou um homem poeta simples
Pelo menos alguma coisa eu sou
Eu sou triste.
👁️ 612
Tudo Oque Eu Queria
Tudo que eu queria
era ser oque ela queria
minha mãe querida
logo sorriria
Tudo que eu queria
era ser oque esse bando queria
como eles, tão santo
logo morreria
Tudo que eu queria
era ser oque eu queria
seria tão bom, rimaria
Tudo que eu tocasse, virasse poesia
Tudo que eu precisava
era ser oque eu amava
seria tão livre, sairia do meu corpo minh'alma
livre da tristeza que me matava
Então isso seria tudo que eu deixava
tudo que eu não queria
meu sangue então correria
numa folha de liberdade, numa veia vazia
era ser oque ela queria
minha mãe querida
logo sorriria
Tudo que eu queria
era ser oque esse bando queria
como eles, tão santo
logo morreria
Tudo que eu queria
era ser oque eu queria
seria tão bom, rimaria
Tudo que eu tocasse, virasse poesia
Tudo que eu precisava
era ser oque eu amava
seria tão livre, sairia do meu corpo minh'alma
livre da tristeza que me matava
Então isso seria tudo que eu deixava
tudo que eu não queria
meu sangue então correria
numa folha de liberdade, numa veia vazia
👁️ 614
Peito De Papel Açoitado
Puro, como verdade
escorre puro, alíbido
Como engolir o cidro
dessa falsa fraternidade
Que me fratura,
a tortura, puro, puro;
Como a cura
daquilo a doer
Como se encontrar, em planos diferentes
Tudo que corta, vai precisar sangrar
Mas felicidade é estancar
Porque pra sorrir basta os dentes
Sangue estanca
Minha caneta de alavanca,
levanto as letras em troca meu peito espanca;
minha alma se tranca
Foge da adaga,
minha mente se rasga
meu pulso que paga.
Meu choro afaga;
a chama do ódio apaga
Ódio de si,
que meu peito açoitado traga
Como se escrevo no própio receio:
de sangue, de choro
de ódio, de fogo.
Verso feio; De anseio
escorre puro, alíbido
Como engolir o cidro
dessa falsa fraternidade
Que me fratura,
a tortura, puro, puro;
Como a cura
daquilo a doer
Como se encontrar, em planos diferentes
Tudo que corta, vai precisar sangrar
Mas felicidade é estancar
Porque pra sorrir basta os dentes
Sangue estanca
Minha caneta de alavanca,
levanto as letras em troca meu peito espanca;
minha alma se tranca
Foge da adaga,
minha mente se rasga
meu pulso que paga.
Meu choro afaga;
a chama do ódio apaga
Ódio de si,
que meu peito açoitado traga
Como se escrevo no própio receio:
de sangue, de choro
de ódio, de fogo.
Verso feio; De anseio
👁️ 622
Modernista do Século XXII
Medo da morte não temos
medo doque não sabemos.
Oque é que vem depois?
a vida é uma só, ou se divide em dois?
De quando era pequenino;
jovem tolo, jovem menino.
De quando eu corria atrás do que via na frente
hoje eu vejo aquela poesia de olhos e pernas, indiferente
Nem tentei, qualquer elogio mente.
Não consigo mesmo, pra ela insuficiente,
pra essa poesia sou o suficiente;
Nada mais que o suficiente
medo doque não sabemos.
Oque é que vem depois?
a vida é uma só, ou se divide em dois?
De quando era pequenino;
jovem tolo, jovem menino.
De quando eu corria atrás do que via na frente
hoje eu vejo aquela poesia de olhos e pernas, indiferente
Nem tentei, qualquer elogio mente.
Não consigo mesmo, pra ela insuficiente,
pra essa poesia sou o suficiente;
Nada mais que o suficiente
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a morte mora no fumacê
Ouço poesia
Me sinto mais poesia
Vejo uma pessoa viva
Me sinto mal
stagnado, pelo menos morto,
assim me livro
de ser vivo.
dos dogmas dos incônscientes
nem vivos, eles só desfalecidos
Ao menos isso
os dêmonios do poeta
quem sabe lhes-retiro
morto, não vivo
eu só escrevo
eu só respiro
escrevo, suspiro
choro, respiro
sangro e repito
tempos que não como nem durmo,
piedade me imploro,
me tranco e choro
e se saio é porque fumo
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Comentários (6)
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ToPostComment
wilson1970
2020-03-07
Marcelo, Gosto da tua poética principalmente como escreves de forma livre e verdadeira ,
57812215
2018-09-17
Muito bom mano, você tem talento, já tenho um livro publicado e com certeza você vai chegar lá, sucesso aí pra você, abraço
cfs
2018-08-21
Marcelo. Tem instagran ?
marianaLilibelty
2018-08-16
Fiquei emocionada seus poemas são simplesmente incríveis <3
luluca
2018-08-03
Vejo que escreve o que sente. E já sofre a angústia de decidir quem será nesse mundo imundo, concordo, que nos ilude sem parar. Boa sorte!
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Español
Seus textos são maravilhosos! s2