Lista de Poemas
versos que grito, alto!
Ou não me convidou para entrar
Não julgo e também não o quero!
Mas quantas,ai meu Deus! quantas vezes eu estive ali
Feito uma roupa estirada no varal
Esperando..
Precisando ...
Que sol viesse me secar
Tão jovem...
e com tanta angustia no peito
e marcas tão profundas no caçarão
Tão calmo
e ainda assim brutalmente tão esquecido
Tão bom
e mesmo assim a tanto tempo perdido, a esmo,
como algo ruim que deve também se esquecido
Tão carinhoso
e também tão maltratado ,
feito uma nota que suou no escuro
e que ninguém soube qual foi
Tão romântico
e tão desperdiçado,
como uma torneira que a tempos jorra séculos por segundos
juro que reneguei
juro também que não foi por querer que não foi por querer
Talvez eu
Esperasse
Ttalvez eu
precisasse
ou talvez eu...
Mentisse
Fugisse
e também falasse sempre a verdade
Mas não merecia o mesmo
Juro que não merecia o mesmo
Porque em mim a dor foi... além
Porque em mim o amor foi o primeiro
Porque em mim o amor foi maior tão maior
Que por ele eu fiz pequenas loucuras
Que não faria por grandíssima certeza alguma
E para que ele batesse no meu peito
eu
Esperei
Precisei
Que cada hora doesse por mil anos
Não é magoa que remoo
São só versos que grito, alto!
Não desistir de Te amar
Eu não desistir de te mar
Apenas deixei de sofrer.
Dói menos pra um jardineiro não plantar
Do que não regar e ver uma flor morrer.
Sim, os teus gestos ainda mexem em mim!
E o teu sorriso também me faz feliz
Por mais distante que esteja a minha paz.
Porém eu não te revelarei este segredo,
Não por medo e sim por gratidão.
Saibas que é muito difícil resistir
A lei interior que me atrai a ti.
Mas eu vou seguindo tão forte e tão sereno
Que quanto mais eu sofro
Mais o meu lamento é pequeno.
Ah! da montanha que são
A alegria e a aflição por te ver,
Eu não deixarei diminuir sequer um grão de pedra.
E não esquecerei a tua bruta meiguice
Nem os teus cabelos.
Somente guardarei estas peças de querer e de lembrar
Nas pálpebras do meu guarda-roupas.
Como fumaça que aos poucos se acaba
Viverei
mínimo
feliz
Na tão tristeza de nunca...
- te ter tido.
Não se preocupe
Mas ainda que ela não for o suficiente...
- Deixe a esperança
Que como os meus braços estão abertos
Para te receber e aquecer a qualquer momento
Não se preocupe com que amou primeiro
O amor as vez é uma ave machucada
E precisa de ajuda para voar
Se a primeira colheita foi de tristeza
Cuide para que a próxima seja feliz
Já que mil vezes voltaria à primavera
Por uma flor que não nasceu
Assim também é o coração que uma vez amou,
Nunca esquece os caminhos que trilhou
E sempre perdoa a mão que de leve o machucou
Pois no livro da vida
Escreve melhor quem muito chorou
E com seus lágrimas toda magoa apagou
E paciente espera com a pena na mão e folha na alma
toda a alegria partida... chegar
Porque o verdadeiro plantador
É aquele que mesmo sofrendo em terras secas
Sempre planta amor
Profecia
É algo divino e infernal
O esquecimento de repente surpreenderá a vida, e desta vez não terá mnada a ver com a saudade:
um domingo mês de Março, por do sol e um beijo que nunca jamais sairá do esquecimento.
Escada
Subi a escada da vida
Numa grande vontade de olhar par atrás.
Igual a minha mão
Que nunca toca o próprio pulso que a firma,
E pisar nuns degrus e pular outros.
A noite escura veio
Como uma foice matando eu e meus sonhos
E vivo tive que morrer para sempre.
Depois... Veio o futuro e o tempo apenas passou passou.
E eu nunca pude fazer o que ja não tinha feito.
Agora choro agora só choro choro... - mais nada.
De repente
Deixe-me sentir teu perfume e seu gosto e sua presença e sua raiva e sua alegria... enfim...! deixe me sentir qualquer coisa que não a tua distancia e a tua ausência e a consciência de você não existir! Porque eu faço ,pela noite, versos que não são para você que também não é e contente durmo como uma mão fria que encontrou uma luva quente.
Deixe- me com meu paladar gostar de qualquer parte de você! porque o meu pensamento também sente e inventa e segue te invantando, coitado! descobri-la quando, de repente, você brotar mais real do que meu sonho.
Porquanto isso que eu não exista ainda, enquanto você brote desta mínima e longa pausa, mas que sonhe todo o meus sonhos, pois mesmo você não estando neles é a você que os dedicarei...
– É nesses versos broncos loucos e poucos que toco em quem é você?!
Sempre
Dançando ao vento feito a chama de uma vela vou gastando a vida como se fosse a cera, abandonado e sem ter a quê iluminar. nunca respondo pelo sim, mas sempre pelo não... sou sinônimo de navio perdido a vagar vagar e de estrela sem sem constelação. minhas mãos são Gueiros sem força se a batalha for vencer, mas que levantam montanhas se a batalha for perder perder. minhas ilusões e desiludidas ilusões são traços de realidade... - da minha realidade machucada !
Pano de lagrimas não encharcado, gotas de mares de lagrimas não chorada e nada vez nada... tudo isso tenho estocado dentro de mim, como um tesouro um agridoce tesouro! E há sempre mais espaço para mais. cachoeira de alegria que secou , voo da vida que esfolou a cara no chão e o trágico romântico que ainda
não se suicidou, - e nem vai!, porque dói menos morrer do que perder ... - Sou a hipérbole do sofrimento!
Por isso, de tanto beber solidão sinto gosto de fel ate no pensamento e de tanto conversar com o silencio ouço adeus ate do vento e de tantos e por todos abraços não dados... - sou um vácuo preenchido de esquecimento. Mas quase se não ninguém me viu passar por de fora da vida e por de trás do mundo e no fundo de tudo, com coração batendo e com os olhos brilhando e com muito frio.
Saudades
De saudade ás vezes tenho, mas é só o coração perdendo ausência
Da saudade ás vezes corro, mas é quando nunca saio do lugar
De saudade às vezes falo, mas é apenas o silencio que não consigo dizer
De saudade às vezes minto quando não me deixa perder.
De saudade de repente tenho saudade saudade por tudo e por nada e por ninguém ...
- Saudade de não ter saudade!
Pobre Alma
Mas Peça os meus inimigos que não mais se importem comigo - não é necessário nem o desperdício de munição! Porém, Peça presa, pois eu tenho presa! E fale que estou com o peito aberto e de fendas nos olhos.
Diga que a tristeza lhe abriu um buraco, e que toda a felicidade não pode ter completar.
- Vai minha alma: diga isto aos meus adversários...
Fale que eu desisto! Desisto porque essa batalha não é minha, Porque eu nem sair de casa, mas todos aqueles corpos ao chão sou eu - e eu não morro não e nem nunca. Por isso, diga que não e justo! Que assim é covardia... Mostre que é covardia! Não e justo que todos os corpos ao chão sejam eu... - Vai amada alma diga, depois de tua volta ao mundo, que não que não que não quero mais lutar!
Primavera de Inverno
Há tantos desertos em minhas primaveras. E eu nunca sei ao certo se é tempo de colheita ou de seca em minhas emoções. Nuinhos, rodas giram e moem meus sentimentos, mas cá eu vou indo e caindo e saindo e fluindo e também sorrindo a tudo isso. Prendo-me a olhares que mais tarde se fecham por mim, e mesmo que não me vêem sempre sorrio para eles. Quem pode negar que sou assim... - Mas quem pôde notar!
E chamo: volta, amor...! - Mesmo sem ter a quem amar! E abro a janela para gritar bem alto mais uma vez, volta meu amor...! Mas fora o canto da noite e a imagem triste da solidão com frio perto do muro, nunca existiu alguém lá!
Falo com os olhos tudo que não posso, porque a boca, quando quero, quase não sai palavra;
E o meu suave e lindo sorrido, como dizem, é a minha fantasia de sofrer;
Os meus olhos em cachoeiras de lagrimas sonham amores. Daí então descobrir que o NÃO sempre é dito, enquanto o sim é descoberto.
Há abismo selvagens dentro do meu coração e a águia só voa acima dele porque eu sou a esperança da águia. Não sei e muito menos me importa em dar coerência a este texto. Porque é assim que estou agora - sem acalento de tanto desalento em meus anos de vida...
Eu só tive um sonho, eu só sou sincero e tímido e as vezes sou humildade, porem por não poder ser rude com quem merece; e ninguém nunca soube o que fazer com a minha humildade, meus Deus - por que gente? Em nenhuma das minhas inúmeras lágrimas eu desacreditei de mim; e todo vez que eu tive que recuar meu coração e esquecer de um brilho ou ate mesmo apagar um estrela -eu nunca me envergonhei de mim e nem nunca chorei sem realmente querer, ou ate mesmo por não poder segurar as gotas meio salgadas.
Mas eu tenho um plano para mim: pedi a lua para servi de pés e o brilhos das estrelas para ser os olhos e as mãos de Deus de vitoria, ao desejo de meu coração em ter uma canção de paz de madrugada e um brilho de sol a meia noite!
Comentários (2)
Obrigado
Gostei de passar por aqui e conhecer um pouco do seu trabalho. Hoje tem tanta gente boa escrevendo por aí que é quase impossível dar conta de tudo!
Escrevo para saber que um dia sofrir, mas que também foi um Cezar, um Cezar para mim mesmo. Por isso, não publico nada, guardo aqui estas notas e ponto.
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