Lista de Poemas
INDIGESTO
Receita intragável
De medidas prontas
Para formar mais um
Bobo
Na cozedura
Dos dias
Crescido de fermento
Artificial
Assado no tormento
Real
Para a degustação
Da realeza.
De medidas prontas
Para formar mais um
Bobo
Na cozedura
Dos dias
Crescido de fermento
Artificial
Assado no tormento
Real
Para a degustação
Da realeza.
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Vulnerabilidades
Vulnerabilidade
Não tem idade
Para pobre
Para rico
Para quem
Está vivo
Por que nos eximimos tanto
Para não evidenciar
Vulnerabilidades?
Por que nos exibimos tanto
Com as vaidades?
Quando
Desde o começo
Ao fim
Somos leitos
De vulnerabilidades
Quem me disse?
O bebê que nasceu
E o vovô que tudo confirmou.
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A VIOLÊNCIA
A violência é democrática
Acontece que
A democracia está morrendo
A violência não
O povo abraça a democracia
Como tábua de salvação
E é abraçado pela violência
Não há regime ou religião
Que ensine
O homem a ter humanidade
Se assim ele não quiser
A equiparidade vem com
O senso de responsabilidade
Social
Pessoal
Intrapessoal
Interpessoal
Um sinal
Que apita na consciência
De quem se dispõe a ouvir
Mas
O barulho da violência
Procura ser mais estridente
Para intimidar toda gente
Que se dispõe a evoluir
Diante da tamanha farfalhada
Não é de se admirar
Perpetuar-se nas ruas e nas casas
A eleita guerra fria
Entre medíocres e covardes.
Acontece que
A democracia está morrendo
A violência não
O povo abraça a democracia
Como tábua de salvação
E é abraçado pela violência
Não há regime ou religião
Que ensine
O homem a ter humanidade
Se assim ele não quiser
A equiparidade vem com
O senso de responsabilidade
Social
Pessoal
Intrapessoal
Interpessoal
Um sinal
Que apita na consciência
De quem se dispõe a ouvir
Mas
O barulho da violência
Procura ser mais estridente
Para intimidar toda gente
Que se dispõe a evoluir
Diante da tamanha farfalhada
Não é de se admirar
Perpetuar-se nas ruas e nas casas
A eleita guerra fria
Entre medíocres e covardes.
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Muito Mais
Quanta dor tem na sua alma?
Quanta alma tem na sua dor?
Calma
A sentença não é o que você pensa
Mas sim
O que você alimenta
Poucos centenários restaram
Com seus olhos cansados
Dos dias passados
Com seus sorrisos banguelos
Diante de abraços singelos
Para nos dizer que
Somos muito mais
Do que se pode ver
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Comentários (3)
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joaoeuzebio
2020-07-27
UM BELO POEMA MUSICA ETERNA QUE NOS LEVA A VIAJAR PARABÉNS
wilson1970
2020-02-27
poetisa , a ilustre escreve com maestria parabéns .
marciobar
2019-12-23
Parabéns...belo trabalho.
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