A VIOLÊNCIA
A violência é democrática
Acontece que
A democracia está morrendo
A violência não
O povo abraça a democracia
Como tábua de salvação
E é abraçado pela violência
Não há regime ou religião
Que ensine
O homem a ter humanidade
Se assim ele não quiser
A equiparidade vem com
O senso de responsabilidade
Social
Pessoal
Intrapessoal
Interpessoal
Um sinal
Que apita na consciência
De quem se dispõe a ouvir
Mas
O barulho da violência
Procura ser mais estridente
Para intimidar toda gente
Que se dispõe a evoluir
Diante da tamanha farfalhada
Não é de se admirar
Perpetuar-se nas ruas e nas casas
A eleita guerra fria
Entre medíocres e covardes.
Acontece que
A democracia está morrendo
A violência não
O povo abraça a democracia
Como tábua de salvação
E é abraçado pela violência
Não há regime ou religião
Que ensine
O homem a ter humanidade
Se assim ele não quiser
A equiparidade vem com
O senso de responsabilidade
Social
Pessoal
Intrapessoal
Interpessoal
Um sinal
Que apita na consciência
De quem se dispõe a ouvir
Mas
O barulho da violência
Procura ser mais estridente
Para intimidar toda gente
Que se dispõe a evoluir
Diante da tamanha farfalhada
Não é de se admirar
Perpetuar-se nas ruas e nas casas
A eleita guerra fria
Entre medíocres e covardes.
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