Todo dia sai de mim alguma coisa
em uma análise plena
para a edificação ainda é pouco o amor ,
mas se esvai de mim mesmo algo
como detritos insalubres
que passa como por canais
não de águas límpidas nem transparente ,
todo dia sai algo de mim ,
porque a raiva é como um esgoto imprestável ,
que se deve passar por nossas vistas rapidamente .
Saiu de mim há poucos segundos
palavras ferinas que anulam sonhos de outros,
A muitas horas saiu de mim
morna brandura que quase não atingiu ninguém.
A instantes eu fui parar no mar das inconstantes alegrias,de maldades planejadas pelo dinheiro enganador,de vez em quando sai de mim meio pronunciamento benévolo e até meio perdão.de vez em quando sai de mim ensaio para a humildade.
Wilson não se preocupe, quando meu livro for publicado, você irá receber um, obrigada!
Wilson, vim espreitar e gostei muito do que li. Certamente vou acompanhar.
Wilson ainda não tenho livro publicado, mas em breve ei de ter.
Wilson, que poesia bela, me senti encantada, um poeta admirável, amei!
obrigado pelos comentários
Parabéns poeta, versos profundos que emocionam e encantam! abraços, ania..