
Triângulo amoroso e tanto amor
As mãos que a seguraram concedem tanto bem
O homem e a rosa
Mãos que a furtaram da plena solidão
O homem por amor, não existe pecado.
As mãos que a seguraram sangraram-se
Com os espinhos
O homem, a rosa e seus espinhos.
Triângulo amoroso, não existe dor.
Mudou tudo naquela morada
Mas o rumo não se perdeu:
Um homem que ama sua mulher
A mulher que também ama muito
Com a rosa ou sem ela
Amam-se nas feridas dos espinhos
Amam-se nas tempestades
Amam-se na fome
Amam-se no desejo
Amam-se no pensamento
Amam-se na tortura dos dias
Renovam-se como as flores
Também no sorriso
Triângulo amoroso e tanto amor
Homem, mulher e seus filhos.
Wilson não se preocupe, quando meu livro for publicado, você irá receber um, obrigada!
Wilson, vim espreitar e gostei muito do que li. Certamente vou acompanhar.
Wilson ainda não tenho livro publicado, mas em breve ei de ter.
Wilson, que poesia bela, me senti encantada, um poeta admirável, amei!
obrigado pelos comentários
Parabéns poeta, versos profundos que emocionam e encantam! abraços, ania..