CORASSIS

CORASSIS

Sou Wilson Cordeiro ,de diminutas pretensões, desde jovem escrevo o meu pequeno mundo, Agradeço aqueles que poderem olhar minha página,

n. 0000-03-11, São Paulo

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Direito




Dai me o direito a ter direito a sombra
que não sou,
ao meu anti gosto predileto
Dai me o direito a mais
do oxigênio contaminado necessário.
Dai me o direito de ser imperfeito
de ser profundamente mediano
Nas decisões assertivas da vida
e nas mediocridades humanas.


 

 
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Poemas

285

Meu gosto humano



Meu gosto é  antidoto muito barato
As necessidades diarias.
Por favor , eu preciso do clamor
Que esta dentro das pequenas coisas
A saber : o amor constante ,
Todo delicado sabor
E ainda faz parte destas necessidades
Exterminar o tédio ,
Ser valente em me amar.
E Amar ...
Você também.
1 587

Melancolia



Num mundo de intranquilidades

Muitas ilusões
Sonhos diminutos não são realizados
Vida melancolica
Na linha de partida
Ser ou não
Demais solidão?
Solidão que também
É nossa inimiga
Mundo esse confinado
E sem rumos...
É preciso lacrimejar até
A lágrima não derramada
Para não ser consumado
Na linha de chegada
Pois é necessario continuar
Nas andanças desta vida
1 706

Apocalipse



Antigo dilúvio que nos cansa
Luminoso sol que nos dá esperança
Esta vida é uma eterna herança
Que anima o coração a ser criança

Aonde a fé sempre avança
Homem feliz nunca descansa
O sol dá luz e a sombra é mansa
Apenas com Deus, a melhor aliança!

Sofre o jovem e o homem de má atitude
Dorme o injusto o sono tranquilo?
Quem toma o vinho da quietude?

Quem se rebela a salvação alcança?
Fazer o bem não como desafio
Sabemos qual a melhorar aliança


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Do mundo ainda



Hoje não se engana ninguém.

nem criança ou neném
Elas são verdadeiras
Dizem com sinceridade e de primeira.
E difícil desviar os ouvidos
Frases e balbucios de amor
O olhar frágil, dor e gemidos
Os homens esquecem da primeira e única lição:
O céu não é o limite nem aliado partidário
O chão não é feito de algodão
Peguemos sim, e calcemos todos
As sandálias dos humilhados
Não aos rifles nem as cruzadas !
Muito menos as medalhas
De puro plástico,
Pouco se vive com o salário
Que vida é essa que muitos não querem viver?
Mas, com a grata flor do destino vim pertencer:
E no mundo ainda o primeiro ato
Consideremos poesia com fino trato
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Da construção humana



Todo dia, sai coração afora alguma coisa:

Para a edificação ainda é diminuto o amor,

Mas se esvai algo

Como detritos insalubres

Que passa como por canais

Não de águas límpidas, nem transparentes

Todo dia sai algo de um coração adulterado,

Porque o orgulho é como um esgoto imprestável,

Que deve passar por nossa visão rapidamente.

Saiu de nós há poucos segundos palavras ferinas

Que anulam sonhos de outros!

A muitas horas saiu também, morna brandura

Que quase não atingiu ninguém

A instantes paramos no mar das inconstantes alegrias,

De maldades planejadas pelo poder enganador,

De vez em quando, sai alguma coisa produtiva de nós

A ganancia não permite que sai mais ...

Talvez, meio pronunciamento benévolo e até meio perdão.

Para estancar sangramentos, ferimentos emocionais

De vez em quando sai de nós ensaio para a humildade.
413

O tempo




Qual tempo promove entendimento?
Qual melhor tempo para se viver ?
Doravante
Sejamos
De uma ultilidade anonimata
Pequenos e de grande serventia
Sejamos simples
Lavemos aos poucos
Nossas vestes angustiantes
E façamos aos poucos
A purificação de nossas desordens.
e perfeitos continuemos nossa jornada.
1 462

Para Augusto dos Anjos



Qual dia a humana carne não sente medo ?
é o pecado original, uma sordida vingança?
sofrendo o homem trevas, a luz não avança!
assiste tão calmo a morte às vezes cedo

Momentos de paz ,ou vida que finaliza!
homem observado no patio como um bicho
um numeral fraco, costela sem capricho
Vive ainda, mas de perto a morte sinaliza?


Quando Deus, homem a sua imagem o ajustará ?
quanto de fé ao homem, a perfeição o santificará?
qual vida fértil e purificada humana se mostrará ,

Quando pois, saberá, o que é não sofrer ?
decerto nenhum homem consegue entender
todos mistérios da vida, antes de morrer
1 584

Melancolia




Num mundo de intranquilidades

Muitas ilusões
Sonhos não são realizados
Vida melancolica
Na linha de partida
Ser ou não
Demais solidão
Solidão que também
É nossa inimiga
mundo confinado
E sem rumos
É preciso lacrimejar até
A lágrima não derramada
Para não ser consumado
Na linha de chegada
Pois é necessario continuar
Nas andanças desta vida 






1 064

A morte não absorveu



Não descanso em
Castelo algum após uma vida de plebeu.
Mas quem tem vida sabe,
Que a morte em vida, ainda não o absorveu.
O mundo não contamina
Apesar da expectativa da alcateia.
Podemos modificar a atmosfera ruim do planeta coração.
Mesmo o lobo mestre
Fazendo uma prece ruim
Não desista cordeiro bom
Este triste terá o seu fim
O rebanho sabe ,
Todos continuamos plebeus
Quem tem vida sabe ,
Que a morte não o absorveu.
1 847

Leilão




Hoje leiloaram a alegria de Cristo.
Foi vendida pelo preço maior da Terra!

Não foram convidados para este leilão:
Personas mundiais: empresários milionários, reis ou magnatas.

Quem arrematou?

Pasmem!
O valor pago foi o sorriso puro de uma criança...
Eis a seleção celestial !

Felizes os candidatos que se habilitam para este evento.
1 690

Comentários (11)

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parabéns
parabéns

amei parabéns

rosalinapoetisa

Gratidão por sua gentil observação de minha escrita poética, agora sou eu que vim observar suas produções literárias, abraços.

Thaís Fontenele

Um grande poeta, amo suas poesias, sempre estou lendo-as! Genial, profundo e atemporal!

fernandoarroz

show de bola wilson

ngm_liga

seus poemas nos convidam para uma conversa interna