
Todo dia, sai coração afora alguma coisa:
Para a edificação ainda é diminuto o amor,
Mas se esvai algo
Como detritos insalubres
Que passa como por canais
Não de águas límpidas, nem transparentes
Todo dia sai algo de um coração adulterado,
Porque o orgulho é como um esgoto imprestável,
Que deve passar por nossa visão rapidamente.
Saiu de nós há poucos segundos palavras ferinas
Que anulam sonhos de outros!
A muitas horas saiu também, morna brandura
Que quase não atingiu ninguém
A instantes paramos no mar das inconstantes alegrias,
De maldades planejadas pelo poder enganador,
De vez em quando, sai alguma coisa produtiva de nós
A ganancia não permite que sai mais ...
Talvez, meio pronunciamento benévolo e até meio perdão.
Para estancar sangramentos, ferimentos emocionais
De vez em quando sai de nós ensaio para a humildade.
Wilson não se preocupe, quando meu livro for publicado, você irá receber um, obrigada!
Wilson, vim espreitar e gostei muito do que li. Certamente vou acompanhar.
Wilson ainda não tenho livro publicado, mas em breve ei de ter.
Wilson, que poesia bela, me senti encantada, um poeta admirável, amei!
obrigado pelos comentários
Parabéns poeta, versos profundos que emocionam e encantam! abraços, ania..