Lista de Poemas
Desfazer as contradições

Tanta amargura é a punhalada mais profunda
a solidão que persegue
alegria de festim, festival de maldades.
vontade de vencer a escuridão
deste sorriso confuso
desfazer as amarras da melancolia em tempo recorde
Sentimento momentâneo na terra
mas que parece atingir mil anos.
preciso educar meu filho
espero uma ajuda divina
só CRISTO tem piedade destes dias
onde passo desapercebido
penso que vivo a ampliar o amor
semeando fora de época
coisas que apenas eu sinto
queria viver uma boêmia desvairada
ou ainda ser como a pedra
que imutável tem muito a ensinar,
cada queda inocente
dói na carne sente a alma
gostaria de abraçar o filho que não tenho.
É apenas um resumo pessimista?
Então,
vamos velar o terror
destruir a maldade
vamos pensar na igualdade,quem disfarça sentimento
machuca sua carne
arrebentaremos nossas lágrimas
vamos desfazer nossas contradições.
👁️ 451
SILÊNCIO

Me ofereci ao silêncio
que aceitou prontamente
não acho palavras na reserva moral de minhas expectativas ,fui vencido
fui avaliado
pela acidez de outras mentes ,
talvez o amor me aceite e eu o conheça.
👁️ 266
Deus me livre

Deus me livre
Deus me livre das sátiras ,não dos risos.
Não me conceda bençãos mas a alegria dos pobres
👁️ 759
Eu sou
Eu sou hábito
Um habitat
A solução de quem escuta
A marcha solitária e certeira dos cavalos
Um afago, uma consequente cura
Que até tem misericórdia
Dos ratos do porão
Eu sou trato perfeito, a justiça
Em gotas temperadas de quem sabe esperar
Eu sou a paz
De todo aquele que permite abrandar !
Eu sou arte , até o terrível trovão
E sou a flecha que se desvia do alvo planejado
Eu sou árvore frondosa
A madeira do machado
Não permito o alvo da morte
Daqueles bem treinados
Que me ajudam a combater a dor
Tenho dó dos injustiçados!
Eu sou toda exatidão
Que aceita a imperfeição
Eu sou as dores do parto
Das mulheres queridas
E sou o fim das guerras
Que não preparei
Eu sou o metal da espada
Que espera não ser usada
Eu sol o sol
E a divindade da lua
Eu sou parceiro de toda felicidade
Eu não criei a maldade
Em minhas cercanias
Eu juro por mim ,
Um de muitos olhos
Julga pela lealdade
Para muitos que de meu nome
Fazem sua segurança
Eu sou a esperança
Amém .
Um habitat
A solução de quem escuta
A marcha solitária e certeira dos cavalos
Um afago, uma consequente cura
Que até tem misericórdia
Dos ratos do porão
Eu sou trato perfeito, a justiça
Em gotas temperadas de quem sabe esperar
Eu sou a paz
De todo aquele que permite abrandar !
Eu sou arte , até o terrível trovão
E sou a flecha que se desvia do alvo planejado
Eu sou árvore frondosa
A madeira do machado
Não permito o alvo da morte
Daqueles bem treinados
Que me ajudam a combater a dor
Tenho dó dos injustiçados!
Eu sou toda exatidão
Que aceita a imperfeição
Eu sou as dores do parto
Das mulheres queridas
E sou o fim das guerras
Que não preparei
Eu sou o metal da espada
Que espera não ser usada
Eu sol o sol
E a divindade da lua
Eu sou parceiro de toda felicidade
Eu não criei a maldade
Em minhas cercanias
Eu juro por mim ,
Um de muitos olhos
Julga pela lealdade
Para muitos que de meu nome
Fazem sua segurança
Eu sou a esperança
Amém .
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Eu sou
Eu sou hábito
Um habitat
A solução de quem escuta
A marcha solitária e certeira dos cavalos
Um afago, uma consequente cura
Que até tem misericórdia
Dos ratos do porão
Eu sou trato perfeito, a justiça
Em gotas temperadas de quem sabe esperar
Eu sou a paz
De todo aquele que permite abrandar !
Eu sou arte , até o terrível trovão
E sou a flecha que se desvia do alvo planejado
Eu sou árvore frondosa
A madeira do machado
Não permito o alvo da morte
Daqueles bem treinados
Que me ajudam a combater a dor
Tenho dó dos injustiçados!
Eu sou toda exatidão
Que aceita a imperfeição
Eu sou as dores do parto
Das mulheres queridas
E sou o fim das guerras
Que não preparei
Eu sou o metal da espada
Que espera não ser usada
Eu sol o sol
E a divindade da lua
Eu sou parceiro de toda felicidade
Eu não criei a maldade
Em minhas cercanias
Eu juro por mim ,
Um de muitos olhos
Julga pela lealdade
Para muitos que de meu nome
Fazem sua segurança
Eu sou a esperança
Amém .
Um habitat
A solução de quem escuta
A marcha solitária e certeira dos cavalos
Um afago, uma consequente cura
Que até tem misericórdia
Dos ratos do porão
Eu sou trato perfeito, a justiça
Em gotas temperadas de quem sabe esperar
Eu sou a paz
De todo aquele que permite abrandar !
Eu sou arte , até o terrível trovão
E sou a flecha que se desvia do alvo planejado
Eu sou árvore frondosa
A madeira do machado
Não permito o alvo da morte
Daqueles bem treinados
Que me ajudam a combater a dor
Tenho dó dos injustiçados!
Eu sou toda exatidão
Que aceita a imperfeição
Eu sou as dores do parto
Das mulheres queridas
E sou o fim das guerras
Que não preparei
Eu sou o metal da espada
Que espera não ser usada
Eu sol o sol
E a divindade da lua
Eu sou parceiro de toda felicidade
Eu não criei a maldade
Em minhas cercanias
Eu juro por mim ,
Um de muitos olhos
Julga pela lealdade
Para muitos que de meu nome
Fazem sua segurança
Eu sou a esperança
Amém .
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Eu sou
Eu sou hábito
Um habitat
A solução de quem escuta
A marcha solitária e certeira dos cavalos
Um afago, uma consequente cura
Que até tem misericórdia
Dos ratos do porão
Eu sou trato perfeito, a justiça
Em gotas temperadas de quem sabe esperar
Eu sou a paz
De todo aquele que permite abrandar !
Eu sou arte , até o terrível trovão
E sou a flecha que se desvia do alvo planejado
Eu sou árvore frondosa
A madeira do machado
Não permito o alvo da morte
Daqueles bem treinados
Que me ajudam a combater a dor
Tenho dó dos injustiçados!
Eu sou toda exatidão
Que aceita a imperfeição
Eu sou as dores do parto
Das mulheres queridas
E sou o fim das guerras
Que não preparei
Eu sou o metal da espada
Que espera não ser usada
Eu sol o sol
E a divindade da lua
Eu sou parceiro de toda felicidade
Eu não criei a maldade
Em minhas cercanias
Eu juro por mim ,
Um de muitos olhos
Julga pela lealdade
Para muitos que de meu nome
Fazem sua segurança
Eu sou a esperança
Amém .
Um habitat
A solução de quem escuta
A marcha solitária e certeira dos cavalos
Um afago, uma consequente cura
Que até tem misericórdia
Dos ratos do porão
Eu sou trato perfeito, a justiça
Em gotas temperadas de quem sabe esperar
Eu sou a paz
De todo aquele que permite abrandar !
Eu sou arte , até o terrível trovão
E sou a flecha que se desvia do alvo planejado
Eu sou árvore frondosa
A madeira do machado
Não permito o alvo da morte
Daqueles bem treinados
Que me ajudam a combater a dor
Tenho dó dos injustiçados!
Eu sou toda exatidão
Que aceita a imperfeição
Eu sou as dores do parto
Das mulheres queridas
E sou o fim das guerras
Que não preparei
Eu sou o metal da espada
Que espera não ser usada
Eu sol o sol
E a divindade da lua
Eu sou parceiro de toda felicidade
Eu não criei a maldade
Em minhas cercanias
Eu juro por mim ,
Um de muitos olhos
Julga pela lealdade
Para muitos que de meu nome
Fazem sua segurança
Eu sou a esperança
Amém .
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Eu sou
Eu sou hábito
Um habitat
A solução de quem escuta
A marcha solitária e certeira dos cavalos
Um afago, uma consequente cura
Que até tem misericórdia
Dos ratos do porão
Eu sou trato perfeito, a justiça
Em gotas temperadas de quem sabe esperar
Eu sou a paz
De todo aquele que permite abrandar !
Eu sou arte , até o terrível trovão
E sou a flecha que se desvia do alvo planejado
Eu sou árvore frondosa
A madeira do machado
Não permito o alvo da morte
Daqueles bem treinados
Que me ajudam a combater a dor
Tenho dó dos injustiçados!
Eu sou toda exatidão
Que aceita a imperfeição
Eu sou as dores do parto
Das mulheres queridas
E sou o fim das guerras
Que não preparei
Eu sou o metal da espada
Que espera não ser usada
Eu sol o sol
E a divindade da lua
Eu sou parceiro de toda felicidade
Eu não criei a maldade
Em minhas cercanias
Eu juro por mim ,
Um de muitos olhos
Julga pela lealdade
Para muitos que de meu nome
Fazem sua segurança
Eu sou a esperança
Amém .
Um habitat
A solução de quem escuta
A marcha solitária e certeira dos cavalos
Um afago, uma consequente cura
Que até tem misericórdia
Dos ratos do porão
Eu sou trato perfeito, a justiça
Em gotas temperadas de quem sabe esperar
Eu sou a paz
De todo aquele que permite abrandar !
Eu sou arte , até o terrível trovão
E sou a flecha que se desvia do alvo planejado
Eu sou árvore frondosa
A madeira do machado
Não permito o alvo da morte
Daqueles bem treinados
Que me ajudam a combater a dor
Tenho dó dos injustiçados!
Eu sou toda exatidão
Que aceita a imperfeição
Eu sou as dores do parto
Das mulheres queridas
E sou o fim das guerras
Que não preparei
Eu sou o metal da espada
Que espera não ser usada
Eu sol o sol
E a divindade da lua
Eu sou parceiro de toda felicidade
Eu não criei a maldade
Em minhas cercanias
Eu juro por mim ,
Um de muitos olhos
Julga pela lealdade
Para muitos que de meu nome
Fazem sua segurança
Eu sou a esperança
Amém .
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Eu sou hábito
Um habitat
A solução de quem escuta
A marcha solitária e certeira dos cavalos
Um afago, uma consequente cura
Que até tem misericórdia
Dos ratos do porão
Eu sou trato perfeito, a justiça
Em gotas temperadas de quem sabe esperar
Eu sou a paz
De todo aquele que permite abrandar !
Eu sou arte , até o terrível trovão
E sou a flecha que se desvia do alvo planejado
Eu sou árvore frondosa
A madeira do machado
Não permito o alvo da morte
Daqueles bem treinados
Que me ajudam a combater a dor
Tenho dó dos injustiçados!
Eu sou toda exatidão
Que aceita a imperfeição
Eu sou as dores do parto
Das mulheres queridas
E sou o fim das guerras
Que não preparei
Eu sou o metal da espada
Que espera não ser usada
Eu sol o sol
E a divindade da lua
Eu sou parceiro de toda felicidade
Eu não criei a maldade
Em minhas cercanias
Eu juro por mim ,
Um de muitos olhos
Julga pela lealdade
Para muitos que de meu nome
Fazem sua segurança
Eu sou a esperança
Amém .
Um habitat
A solução de quem escuta
A marcha solitária e certeira dos cavalos
Um afago, uma consequente cura
Que até tem misericórdia
Dos ratos do porão
Eu sou trato perfeito, a justiça
Em gotas temperadas de quem sabe esperar
Eu sou a paz
De todo aquele que permite abrandar !
Eu sou arte , até o terrível trovão
E sou a flecha que se desvia do alvo planejado
Eu sou árvore frondosa
A madeira do machado
Não permito o alvo da morte
Daqueles bem treinados
Que me ajudam a combater a dor
Tenho dó dos injustiçados!
Eu sou toda exatidão
Que aceita a imperfeição
Eu sou as dores do parto
Das mulheres queridas
E sou o fim das guerras
Que não preparei
Eu sou o metal da espada
Que espera não ser usada
Eu sol o sol
E a divindade da lua
Eu sou parceiro de toda felicidade
Eu não criei a maldade
Em minhas cercanias
Eu juro por mim ,
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Para muitos que de meu nome
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Eu sou a esperança
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Eu sou hábito
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A solução de quem escuta
A marcha solitária e certeira dos cavalos
Um afago, uma consequente cura
Que até tem misericórdia
Dos ratos do porão
Eu sou trato perfeito, a justiça
Em gotas temperadas de quem sabe esperar
Eu sou a paz
De todo aquele que permite abrandar !
Eu sou arte , até o terrível trovão
E sou a flecha que se desvia do alvo planejado
Eu sou árvore frondosa
A madeira do machado
Não permito o alvo da morte
Daqueles bem treinados
Que me ajudam a combater a dor
Tenho dó dos injustiçados!
Eu sou toda exatidão
Que aceita a imperfeição
Eu sou as dores do parto
Das mulheres queridas
E sou o fim das guerras
Que não preparei
Eu sou o metal da espada
Que espera não ser usada
Eu sol o sol
E a divindade da lua
Eu sou parceiro de toda felicidade
Eu não criei a maldade
Em minhas cercanias
Eu juro por mim ,
Um de muitos olhos
Julga pela lealdade
Para muitos que de meu nome
Fazem sua segurança
Eu sou a esperança
Amém .
Um habitat
A solução de quem escuta
A marcha solitária e certeira dos cavalos
Um afago, uma consequente cura
Que até tem misericórdia
Dos ratos do porão
Eu sou trato perfeito, a justiça
Em gotas temperadas de quem sabe esperar
Eu sou a paz
De todo aquele que permite abrandar !
Eu sou arte , até o terrível trovão
E sou a flecha que se desvia do alvo planejado
Eu sou árvore frondosa
A madeira do machado
Não permito o alvo da morte
Daqueles bem treinados
Que me ajudam a combater a dor
Tenho dó dos injustiçados!
Eu sou toda exatidão
Que aceita a imperfeição
Eu sou as dores do parto
Das mulheres queridas
E sou o fim das guerras
Que não preparei
Eu sou o metal da espada
Que espera não ser usada
Eu sol o sol
E a divindade da lua
Eu sou parceiro de toda felicidade
Eu não criei a maldade
Em minhas cercanias
Eu juro por mim ,
Um de muitos olhos
Julga pela lealdade
Para muitos que de meu nome
Fazem sua segurança
Eu sou a esperança
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Eu sou hábito
Um habitat
A solução de quem escuta
A marcha solitária e certeira dos cavalos
Um afago, uma consequente cura
Que até tem misericórdia
Dos ratos do porão
Eu sou trato perfeito, a justiça
Em gotas temperadas de quem sabe esperar
Eu sou a paz
De todo aquele que permite abrandar !
Eu sou arte , até o terrível trovão
E sou a flecha que se desvia do alvo planejado
Eu sou árvore frondosa
A madeira do machado
Não permito o alvo da morte
Daqueles bem treinados
Que me ajudam a combater a dor
Tenho dó dos injustiçados!
Eu sou toda exatidão
Que aceita a imperfeição
Eu sou as dores do parto
Das mulheres queridas
E sou o fim das guerras
Que não preparei
Eu sou o metal da espada
Que espera não ser usada
Eu sol o sol
E a divindade da lua
Eu sou parceiro de toda felicidade
Eu não criei a maldade
Em minhas cercanias
Eu juro por mim ,
Um de muitos olhos
Julga pela lealdade
Para muitos que de meu nome
Fazem sua segurança
Eu sou a esperança
Amém .
Um habitat
A solução de quem escuta
A marcha solitária e certeira dos cavalos
Um afago, uma consequente cura
Que até tem misericórdia
Dos ratos do porão
Eu sou trato perfeito, a justiça
Em gotas temperadas de quem sabe esperar
Eu sou a paz
De todo aquele que permite abrandar !
Eu sou arte , até o terrível trovão
E sou a flecha que se desvia do alvo planejado
Eu sou árvore frondosa
A madeira do machado
Não permito o alvo da morte
Daqueles bem treinados
Que me ajudam a combater a dor
Tenho dó dos injustiçados!
Eu sou toda exatidão
Que aceita a imperfeição
Eu sou as dores do parto
Das mulheres queridas
E sou o fim das guerras
Que não preparei
Eu sou o metal da espada
Que espera não ser usada
Eu sol o sol
E a divindade da lua
Eu sou parceiro de toda felicidade
Eu não criei a maldade
Em minhas cercanias
Eu juro por mim ,
Um de muitos olhos
Julga pela lealdade
Para muitos que de meu nome
Fazem sua segurança
Eu sou a esperança
Amém .
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Comentários (11)
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parabéns
2024-11-11
amei parabéns
rosalinapoetisa
2020-06-05
Gratidão por sua gentil observação de minha escrita poética, agora sou eu que vim observar suas produções literárias, abraços.
thaisftnl
2020-05-25
Um grande poeta, amo suas poesias, sempre estou lendo-as! Genial, profundo e atemporal!
fernandoarroz
2020-05-18
show de bola wilson
ngm_liga
2020-05-06
seus poemas nos convidam para uma conversa interna
Português
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Español
Wilson não se preocupe, quando meu livro for publicado, você irá receber um, obrigada!
Wilson, vim espreitar e gostei muito do que li. Certamente vou acompanhar.
Wilson ainda não tenho livro publicado, mas em breve ei de ter.
Wilson, que poesia bela, me senti encantada, um poeta admirável, amei!
obrigado pelos comentários
Parabéns poeta, versos profundos que emocionam e encantam! abraços, ania..