CORASSIS

CORASSIS

Sou Wilson Cordeiro ,de diminutas pretensões, desde jovem escrevo o meu pequeno mundo, Agradeço aqueles que poderem olhar minha página,

n. 0000-03-11, São Paulo

128 691 Visualizações

Direito




Dai me o direito a ter direito a sombra
que não sou,
ao meu anti gosto predileto
Dai me o direito a mais
do oxigênio contaminado necessário.
Dai me o direito de ser imperfeito
de ser profundamente mediano
Nas decisões assertivas da vida
e nas mediocridades humanas.


 

 
Ler poema completo

Poemas

285

Deus me livre


Deus me livre

Deus me livre das sátiras ,não dos risos.
Não me conceda bençãos mas a alegria dos pobres
801

SILÊNCIO




Me ofereci ao silêncio 
que aceitou prontamente
não acho palavras na reserva moral de minhas expectativas ,
fui vencido
fui avaliado
pela acidez de outras mentes ,
talvez o amor me aceite e eu o conheça.
297

Eu sou

Eu sou hábito 
Um habitat
A solução  de quem escuta 
A marcha solitária e   certeira  dos cavalos 
Um afago, uma consequente cura 
Que até tem  misericórdia
Dos ratos do porão 
Eu sou trato perfeito, a justiça 
Em gotas temperadas de quem sabe esperar 
Eu sou a paz 
De todo aquele que permite abrandar !
Eu sou arte , até o terrível trovão 
E sou a flecha que se  desvia do alvo planejado 
Eu sou árvore frondosa 
A madeira do machado 
Não permito o alvo da morte 
Daqueles bem treinados 
Que me ajudam a combater a dor
Tenho dó dos injustiçados!
Eu sou toda exatidão 
Que aceita a imperfeição 
Eu sou as dores do parto 
Das mulheres queridas 
E sou o fim das guerras 
Que não preparei 
Eu sou o metal da espada 
Que espera não ser usada 
Eu sol o sol 
E a divindade da lua 
Eu sou parceiro de toda felicidade 
Eu não criei a maldade 
Em minhas cercanias 
Eu juro por mim , 
Um de muitos olhos 
Julga pela lealdade 
Para muitos que de meu nome 
Fazem  sua segurança 
Eu sou a esperança 
Amém .

194

Eu sou

Eu sou hábito 
Um habitat
A solução  de quem escuta 
A marcha solitária e   certeira  dos cavalos 
Um afago, uma consequente cura 
Que até tem  misericórdia
Dos ratos do porão 
Eu sou trato perfeito, a justiça 
Em gotas temperadas de quem sabe esperar 
Eu sou a paz 
De todo aquele que permite abrandar !
Eu sou arte , até o terrível trovão 
E sou a flecha que se  desvia do alvo planejado 
Eu sou árvore frondosa 
A madeira do machado 
Não permito o alvo da morte 
Daqueles bem treinados 
Que me ajudam a combater a dor
Tenho dó dos injustiçados!
Eu sou toda exatidão 
Que aceita a imperfeição 
Eu sou as dores do parto 
Das mulheres queridas 
E sou o fim das guerras 
Que não preparei 
Eu sou o metal da espada 
Que espera não ser usada 
Eu sol o sol 
E a divindade da lua 
Eu sou parceiro de toda felicidade 
Eu não criei a maldade 
Em minhas cercanias 
Eu juro por mim , 
Um de muitos olhos 
Julga pela lealdade 
Para muitos que de meu nome 
Fazem  sua segurança 
Eu sou a esperança 
Amém .

173

Eu sou

Eu sou hábito 
Um habitat
A solução  de quem escuta 
A marcha solitária e   certeira  dos cavalos 
Um afago, uma consequente cura 
Que até tem  misericórdia
Dos ratos do porão 
Eu sou trato perfeito, a justiça 
Em gotas temperadas de quem sabe esperar 
Eu sou a paz 
De todo aquele que permite abrandar !
Eu sou arte , até o terrível trovão 
E sou a flecha que se  desvia do alvo planejado 
Eu sou árvore frondosa 
A madeira do machado 
Não permito o alvo da morte 
Daqueles bem treinados 
Que me ajudam a combater a dor
Tenho dó dos injustiçados!
Eu sou toda exatidão 
Que aceita a imperfeição 
Eu sou as dores do parto 
Das mulheres queridas 
E sou o fim das guerras 
Que não preparei 
Eu sou o metal da espada 
Que espera não ser usada 
Eu sol o sol 
E a divindade da lua 
Eu sou parceiro de toda felicidade 
Eu não criei a maldade 
Em minhas cercanias 
Eu juro por mim , 
Um de muitos olhos 
Julga pela lealdade 
Para muitos que de meu nome 
Fazem  sua segurança 
Eu sou a esperança 
Amém .

163

Eu sou

Eu sou hábito 
Um habitat
A solução  de quem escuta 
A marcha solitária e   certeira  dos cavalos 
Um afago, uma consequente cura 
Que até tem  misericórdia
Dos ratos do porão 
Eu sou trato perfeito, a justiça 
Em gotas temperadas de quem sabe esperar 
Eu sou a paz 
De todo aquele que permite abrandar !
Eu sou arte , até o terrível trovão 
E sou a flecha que se  desvia do alvo planejado 
Eu sou árvore frondosa 
A madeira do machado 
Não permito o alvo da morte 
Daqueles bem treinados 
Que me ajudam a combater a dor
Tenho dó dos injustiçados!
Eu sou toda exatidão 
Que aceita a imperfeição 
Eu sou as dores do parto 
Das mulheres queridas 
E sou o fim das guerras 
Que não preparei 
Eu sou o metal da espada 
Que espera não ser usada 
Eu sol o sol 
E a divindade da lua 
Eu sou parceiro de toda felicidade 
Eu não criei a maldade 
Em minhas cercanias 
Eu juro por mim , 
Um de muitos olhos 
Julga pela lealdade 
Para muitos que de meu nome 
Fazem  sua segurança 
Eu sou a esperança 
Amém .

174

Eu sou

Eu sou hábito 
Um habitat
A solução  de quem escuta 
A marcha solitária e   certeira  dos cavalos 
Um afago, uma consequente cura 
Que até tem  misericórdia
Dos ratos do porão 
Eu sou trato perfeito, a justiça 
Em gotas temperadas de quem sabe esperar 
Eu sou a paz 
De todo aquele que permite abrandar !
Eu sou arte , até o terrível trovão 
E sou a flecha que se  desvia do alvo planejado 
Eu sou árvore frondosa 
A madeira do machado 
Não permito o alvo da morte 
Daqueles bem treinados 
Que me ajudam a combater a dor
Tenho dó dos injustiçados!
Eu sou toda exatidão 
Que aceita a imperfeição 
Eu sou as dores do parto 
Das mulheres queridas 
E sou o fim das guerras 
Que não preparei 
Eu sou o metal da espada 
Que espera não ser usada 
Eu sol o sol 
E a divindade da lua 
Eu sou parceiro de toda felicidade 
Eu não criei a maldade 
Em minhas cercanias 
Eu juro por mim , 
Um de muitos olhos 
Julga pela lealdade 
Para muitos que de meu nome 
Fazem  sua segurança 
Eu sou a esperança 
Amém .

183

Eu sou

Eu sou hábito 
Um habitat
A solução  de quem escuta 
A marcha solitária e   certeira  dos cavalos 
Um afago, uma consequente cura 
Que até tem  misericórdia
Dos ratos do porão 
Eu sou trato perfeito, a justiça 
Em gotas temperadas de quem sabe esperar 
Eu sou a paz 
De todo aquele que permite abrandar !
Eu sou arte , até o terrível trovão 
E sou a flecha que se  desvia do alvo planejado 
Eu sou árvore frondosa 
A madeira do machado 
Não permito o alvo da morte 
Daqueles bem treinados 
Que me ajudam a combater a dor
Tenho dó dos injustiçados!
Eu sou toda exatidão 
Que aceita a imperfeição 
Eu sou as dores do parto 
Das mulheres queridas 
E sou o fim das guerras 
Que não preparei 
Eu sou o metal da espada 
Que espera não ser usada 
Eu sol o sol 
E a divindade da lua 
Eu sou parceiro de toda felicidade 
Eu não criei a maldade 
Em minhas cercanias 
Eu juro por mim , 
Um de muitos olhos 
Julga pela lealdade 
Para muitos que de meu nome 
Fazem  sua segurança 
Eu sou a esperança 
Amém .

180

Amar

Eu amo 

Uma pronúncia quase perpétua 

Em todos os alfabetos possíveis

O que apetece o coração

Ou que talvez não se acredite 

Em flechas desgovernadas

Que persistem 

Enlutando  a proposta 

Dias melhores do porvir !

Enclausurado eu canto

Porque na vida não se admira ,

Nem espanto , nem pranto

Suportar a vida sem encanto

Há prazeres tantos a

Apaziguar !

Uma língua universal  se concretizará 

E destas 

Cada palavra em que me abrigo

E tirado de todo mundo

Som,  melodias e amor

Queimam a garganta

A própria língua é brasa sem rumo Realmente eu ainda não me  engano

Eu amo

Esse universo perigoso

De todos os alfabetos possíveis 

Descobri nobres palavras 

Fiz da semântica um abrigo.

Pois quem ama 

Escuta um canto nobre

Um coral de anjos ,

Acalanto para crianças 

Tantas palavras benévolas 

Que amo tanto.
195

O tempo


O tempo saboreia todas  minhas veias 
Um conglomerado de células 
Desimportante para  este senhor 
Consumidas também 
Sem piedade pelo  assustador  espelho
Não é com a aparência 
Que  me preocupo 
E com que eu prego  no mundo
Eu me sinto triste , 
Para que esconder o que sinto ?
Os trocados de afetividade  são os
que servem ,
São entregues para quitar a anti alegria 
Viver preparando  os retalhos para 
Cortinar a sala  durante a refeição do tempo, 
De profecias particulares 
Um tiquinho de  felicidade 
Para coroar os lares 
Mas sabe :
A felicidade tá no lado de fora.
Minha tristeza é que me afaga
São minhas lágrimas que banham  e que 
Não se calam
São as dores 
Não as cores 
Quadros anestésicos
Que entorpecem e aquecem
Via Crucis do meu eu penitente 
Meu rio atormentado 
Onde pode se encontrar 
Também diamante 
Peixe  que reside 
Em aquário minúsculo 
Desta felicidade .
154

Comentários (11)

Partilhar
Iniciar sessão para publicar um comentário.
parabéns
parabéns

amei parabéns

rosalinapoetisa

Gratidão por sua gentil observação de minha escrita poética, agora sou eu que vim observar suas produções literárias, abraços.

Thaís Fontenele

Um grande poeta, amo suas poesias, sempre estou lendo-as! Genial, profundo e atemporal!

fernandoarroz

show de bola wilson

ngm_liga

seus poemas nos convidam para uma conversa interna