Lista de Poemas

Floresta do saber

Floresta linda do pensar.
Estava simplesmente,
Com olhares da luz permanente,
Quando vaga-lumes encandencentes, me guiaram para alma do saber misterioso...
Olha que coisa serena de pensar:
Ser um pré pago da história ou uma conta viva do agora?
Que maneiro, fazer poesia com sua sina, de homem senil!
Embriagado por suco de uva, com cheiro de capim limão, com dozes de cana de açúcar, de qualquer sermão!
Que chocante ter a certeza,
da patética clareza,
da bela firmeza,
de ser,
o ser mais sábio do planeta.
Estamos juntos em,
almanaques,
livros ou quadrinhos?
Onde as linhas e resultados nem sempre são escritos e falados,
mas tem sempre um belo final feliz.
Vamos manter assim?
Pensamentos soltos de pura paixão ao amor permanente da quimera ilusão!
Fim?
Creio que não.
Coelho da Matta
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Cidadão cara-palida

Escutamos dos presidentes aos deputados, senadores, juristas e deuses onipresentes.
"Exerça a sua cidadania"
"Vote consciente"
Fui pesquisar não encontrei no que votar. 
E agora cara pálida?
Não vou anular, não vou votar, não vou pagar multa, vou mesmo é viajar.
Viajar?
Não pode cidadão livre, em país democrático.
Cadê suas obrigações cívicas?
Não posso viajar?
"É obrigatório você votar."
Lembrei da minha professora me obrigando a fazer um desenho. Acabei fazendo o monstro que via nela.
Cidadão vote consciente!
Vote no melhor mostro sorridente.
Coelho da Matta
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Tempo ruminar

O tempo faz presente, diga pro passado.
Já foi?
Sim.
Como fica? Caramba... Tá indo....
Espera ai!
La fora tem tempo com capricho de todo agora.
Eita, amanhã planejo tudo.
Estou à planejar.
Sim é aquele futurinho, que preciso alcançar.
O passado esterco ou o presente à degustar.
Opa! Tem rumino aí.
Deguste bem os mais horrores ou os melhores sabores.
O efeito colateral é o mesmo.
Do salmão ao peixe espada, da picanha ou toda salada.
Não tem jeito!
Sempre sai aquela "cagada".
Coelho da Matta
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Lugar da fé


Lugares da fé são aqueles que nos fazem chorar.
Aperta o peito, nó na garganta, vem a esperança do bem estar!

Pensamentos soltos, sombrios ou de flores belas a abrochar.
Não faz mal: vem a fé, ai estamos.
Estamos na face da Terra.
Curtindo o prazer da carne,
E de toda sensação da cura da alma.

Mesmo consternados com tamanhos assombramentos, sim.
A fé tem esses momentos,
Nos fazem  delirar.

Se a fé está aqui?
Se a fé está ali? Sim.
Felizmente ela está.
Fé, não deixa sair, não vá embora do seu lugar.

Ateísta fé...
Religiosa fé...
Não deixe de estar presente!
Com capricho de todo credo,
Necessitamos da fé na mente.
Coelho da Matta
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Que te-quero!

Amor que te -quero.
Amores do coração,
Nossa que emoção!
Derrepente o amor acontece simples assim.
Acontece quando não estamos calçando sapatos.
Os mais primitivos amores do seu, nossos corações.
Simplista, condizente, igualitário estatelado.
Desenvolver o seu sentimento como uma semente que germina no tempo sem interferência humana!
Humano uhmmmmm tem razão aí.
Vai feder.
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H de todo H


Homem gente
Homem parente
Homenageados mente
Homini presente
Hoje e todo sempre
Haja patente
Hino da mente
Hoje pra sempre!
Hipopótamo berrante.
História falante
Hiena estridente
Hiato marcante
Horta do seu jardim
Hora do alecrim
Humilde ser
Hidrante abriu
Hi
How
H
Hora
Tchau.

Coelho da Matta
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Trágica poesia

Tragédia é assim.

Olha que coisa assombrosa:
Temos mesmo que...
Simplesmente chorar?

Realmente explicar?
Não.
De tamanha sacanagem...

De querer o bem,
La vem,
O naturalmente mal!

Tragédia não tem querer.
Sim...
Natureza invisível,
Imprevisível!

Inexplicável
Não quero te ver.

Não.
Muito menos,
Te viver.

Coelho da Matta
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Simples da vida

Saudar o simples da vida:
Saúde!
Brindar os sentimentos mais intensos.
Sentinelas que vem, Sentinelas que vão.
Paradoxal vestido de sentidos.
Dúvidas? Credo!
Simples é saudar.
Saudar aquilo que é simples, não.
Devemos saudar os mais belos sentimentos da nossa existência.
Que vem e vão, que simplesmente estão.
Sentir e saudar.
Que Saudade de estar!

Coelho da Matta
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Bichos e fatos

Os fatos que diríamos latos,
São factoides se não fartos.
Os cantos dos urubus se permeiam aos vôos dos avestruzes.
Passando ao passado passarinho falando e rindo no mesmo ninho,
Como pirâmides de formigas no caminho.
Não justifique o olhar das tamanhas artimanhas de nosso papagaio ao gritar, tramaaaaanhas.

Coelho da Matta
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Belo ou prazer

Belo ou prazer?

Por menores, quando repente!
Por piores, quando o derradeiro destino.

Tentando imaginar aquele tesão inconsequente!
Não muito imaculado na sua própria paixão.
Destes seres loucos...
Serenos,
Belos,
Egoístas e sem nenhum mal!

Dos difíceis e inúmeros provérbios:

De existir,
De sacanear,
De mentir,
De fingir,
De amar,
De prosperar...

Buscando seu próprio deleite sempre sorridente, pergunta:
Des - jejum?
Come - mato, capim amargo ou um belo arroz de pato?
Muito mais do que de fato,
Limitou -se!

Coelho da Matta.
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