Lista de Poemas

Interna, externa!

Escrever trás sensação de bem estar.
Poetizar é gozar do próprio eu.
Eu hein! Interior de coisas malucas!
Maluquices de coisas verdadeiras!
Volta não, vá.
Vá para longe do seu interior.
Interiorizar as nossas sensações....
Externa e interna que diferença faz!
São minhas não suas!
Apenas escreva faça e não mais...
Aconteça!

Coelho da Matta
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Flores do passadiço

Ao cheiro verde e sons do rio, entre montanhas, passadiço!
Ponte Romana, és um paraíso!
Entre curvas, vales, cachoeiras não deixe de passaear nisso!
Javali, cogumelo, lontra, não deixe de ver isso!
Aqui é o paraíso do passadiço.

Coelho da Matta
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Medo amor

Não ter medo é não "amar"!
Ao "amar" temos medo de tudo.
Medo da perda,
Medo do novo,
Medo do desconhecido....
"Amemos" e tenhamos medo!
Que venham os medos dos desconhecidos caminhos do "amor". Sem "amar" com medo não estaremos entrelaçados no "amor".
Entendeu?
VIDA.

Coelho da Matta
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Merda literal

Caindo em desatino!
Com sensações de alívio e sabedoria!
Mergulhando um a um, como nos prazeres do mundo!
Aliviando seu corpo...
Aliviando seus pensamentos...
Esculpindo formas interpretativas...
Eis realmente o que estas pensando!
A merda literal do espetaculoso cagalhão matinal.

Coelho da Matta
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Selma

Sei não SELMA, que vida é essa!
Se mais autêntico,
Se mais capricho,
Se mais contido,
Se complacente!

Sei não SELMA, que vida é essa!
Se mais ausente,
Se mais parente,
Se mais amigo,
Se sorridente!

Sei não SELMA, que vida é essa!
Se mais postura,
Se mais da rua,
Se mais altura,
Se contundente!

Sei não SELVA, que bicho é esse?

Coelho da Matta
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Época olímpica

Aos dias olímpicos em semântica bela.
Festa, cor,  raça, união,  aos pobres e ricos, representantes de uma nação ou não  de uma simples tigela.

Unindo todos os conceitos, da vitória da derrota, do ouro ao latão, da participação ao pódio de cada cidadão.

Perpetuar o espírito e crença olímpica, sabendo que refugiados pela "pátria guerra", participam pelos atípicos interesses nela.

Na vitória ou na derrota, ganhar sem que haja perdedor da vida!

Difícil é festejar ao pendão, estendido com as cores da união, sem que haja dissabores de qualquer razão.

Coelho da Matta
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Jambeiro

Pecado aos pecadores,
Dos invejados aos invejosos!
Aos dias de poucas palavras,
Somos todos jambos copiosos.

Fruta doce de mel na boca.
Carregado de flor vermelha.
Descascando ao passar do tempo.
Pé de Jambo não tem pêra.

Do lixo ao luxo.
Do luxo ao lixo.
Frenético  na vida.
Fanático na terra.
Vai cair, vai cair, vai cair.
Se segura jambo doido.
Faz tão bem ao existir!

Não há mal nenhum nascer...
Faz parte do não saber!
Corre, Corre, Corre....
Vamos todos apodrecer.

Aos estúpidos dias perplexos!
Meus pêsames de quem tem "razão".
Aos desafios da nossa caminhada.
Que pé de Jambo que nada!
Não tem nenhum condão.
Coelho da Matta
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Arte nua e crua!

Aonde encarar o pecado do nu?

No banheiro se olhando no espelho ou no chuveiro limpando o cú?

Estes REIS pelados de cultura, surfando a onda da ignorância, não podem estirpar a cultura, a arte de nossas vidas, de nossas cidades!

Nascemos fantasiados e embrulhados de preconceitos e conceitos sociais....normal somos sociáveis seres terrestres!

Não permitir arte em casa de arte, é mais que censura é ignorância social.

"Arte não é para agradar... é para elevar" já dizia Fernando Pessoa.

Choremos...

Buaaaa, buaaaa, unheeé, unheée...

Nascemos chorando quando descobrimos a luz social artificial, mas não podemos envelhecer chorando na escuridão intelectual dos poderosos profissionais do cabresto.

Coelho da Matta
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Guerra bomba

Diante dos terrores da guerra santa,
Possuidores do mal perfeito.

Amanhã, qualquer um a sua volta Explodindo a vida de todo jeito.

Seres infelizes,  incapazes de se ouvir, dizem "à Deus" a todo tempo,
Sempre escondidos e naturais, matam a qualquer vento.

Sem alma da vida, não se importam com nada.
Dentro dos seus credos sujos, planejam o horror alheio nas estradas.

Coelho da Matta
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Lorde inglês

Para ser um lorde inglês, precisa-se decorar e seguir todas as leis.
Os credos e espíritos maus, ficam para trás.
Somos como lorde inglês.
Somos todos fenômenais!
Aos arrepios dos costumes sociais, das leis dívinas ao tamanho da merda do que foi Alcatraz.
O homem tem a solução!
A fé tem a salvação!
E o espírito?
Fica na mão?
Aos melhores passos da nossa sobrevivência.
Nesta selva de condescendência.
Aos desafios mil.
Somos todos iguais, porra.
Somos lordes do Brasil.

Coelho da Matta
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