Lista de Poemas
Maya, a ilusão
Renego a ilusão
A ilusão é renegada
Renegando a renegar,
parte de todo ato ilusório
Cobro-me por coisas efêmeras, ilusórias
De ilusão a ilusão, a realidade é tecida
Em nove realidades paralelas
Cada qual influenciada,
por uma ato de ilusão único,
cujo conjunto cria a maior das ilusões
Desejos, vícios e o tempo
sendo este último, a maior de todas
O jarro transbordando de ilusões e possibilidades
Passageira jornada, interrompida
Desprendendo muito tempo
Criando sua própria cilada, Maya.
https://www.poesiasnonsense.com/2019/03/maya-ilusao.html
A ilusão é renegada
Renegando a renegar,
parte de todo ato ilusório
Cobro-me por coisas efêmeras, ilusórias
De ilusão a ilusão, a realidade é tecida
Em nove realidades paralelas
Cada qual influenciada,
por uma ato de ilusão único,
cujo conjunto cria a maior das ilusões
Desejos, vícios e o tempo
sendo este último, a maior de todas
O jarro transbordando de ilusões e possibilidades
Passageira jornada, interrompida
Desprendendo muito tempo
Criando sua própria cilada, Maya.
https://www.poesiasnonsense.com/2019/03/maya-ilusao.html
👁️ 82
Maya, a ilusão
Renego a ilusão
A ilusão é renegada
Renegando a renegar,
parte de todo ato ilusório
Cobro-me por coisas efêmeras, ilusórias
De ilusão a ilusão, a realidade é tecida
Em nove realidades paralelas
Cada qual influenciada,
por uma ato de ilusão único,
cujo conjunto cria a maior das ilusões
Desejos, vícios e o tempo
sendo este último, a maior de todas
O jarro transbordando de ilusões e possibilidades
Passageira jornada, interrompida
Desprendendo muito tempo
Criando sua própria cilada, Maya.
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A ilusão é renegada
Renegando a renegar,
parte de todo ato ilusório
Cobro-me por coisas efêmeras, ilusórias
De ilusão a ilusão, a realidade é tecida
Em nove realidades paralelas
Cada qual influenciada,
por uma ato de ilusão único,
cujo conjunto cria a maior das ilusões
Desejos, vícios e o tempo
sendo este último, a maior de todas
O jarro transbordando de ilusões e possibilidades
Passageira jornada, interrompida
Desprendendo muito tempo
Criando sua própria cilada, Maya.
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👁️ 137
Dukkha
Perturbação,
irritação,
depressão,
Preocupação,
desespero,
medo,
temor,
angústia,
ansiedade,
Vulnerabilidade,
ferimento,
inabilidade,
inferioridade;
enfermidade,
envelhecimento,
decadência do corpo
senilidade,
Dor/prazer;
excitação/tédio;
privação/excesso;
desejo/frustração,
Supressão;
saudades/estar sem rumo;
esperança/sem esperança;
esforço, atividade,
Esforço/repressão;
perda,
querer,
insuficiência/saciedade;
amor/falta de amor,
falta de amigos;
Antipatia,
aversão/atração;
paternidade/desprovido de filhos;
Submissão/rebelião;
decisão/indecisão,
vacilação,
incerteza!
https://www.poesiasnonsense.com/2019/03/dukkha.html
irritação,
depressão,
Preocupação,
desespero,
medo,
temor,
angústia,
ansiedade,
Vulnerabilidade,
ferimento,
inabilidade,
inferioridade;
enfermidade,
envelhecimento,
decadência do corpo
senilidade,
Dor/prazer;
excitação/tédio;
privação/excesso;
desejo/frustração,
Supressão;
saudades/estar sem rumo;
esperança/sem esperança;
esforço, atividade,
Esforço/repressão;
perda,
querer,
insuficiência/saciedade;
amor/falta de amor,
falta de amigos;
Antipatia,
aversão/atração;
paternidade/desprovido de filhos;
Submissão/rebelião;
decisão/indecisão,
vacilação,
incerteza!
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👁️ 77
Rumo a Atziluth
E serão aquelas escadas
que me levarão a Atziluth
Sob o coro dos Querubins e Serafins
Foram aquelas escadas,
onde superei o abismo de minha existência
Quão espantoso é este lugar!
Betel, a porta dos céus
Voltei para a casa
Deixando o exílio e as ilusões desta morada
Quão espantoso é este lugar!
Terra azeitada de ternura e benevolência
Soube, então, o Bem
https://www.poesiasnonsense.com/2019/01/rumo-atziluth.html
que me levarão a Atziluth
Sob o coro dos Querubins e Serafins
Foram aquelas escadas,
onde superei o abismo de minha existência
Quão espantoso é este lugar!
Betel, a porta dos céus
Voltei para a casa
Deixando o exílio e as ilusões desta morada
Quão espantoso é este lugar!
Terra azeitada de ternura e benevolência
Soube, então, o Bem
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👁️ 84
Último ato
Colha o dia, dizia Horácio
A sua vontade, concentre
Ressignificando o elo com sua morte
Podes, sem remorsos, tristeza ou preocupação?
Esvaziando, sem se inquietar com a hora de passagem
Diva, açoite suas expectativas licorosas
Invente! Como se tivesse todo o tempo do mundo
E descobrirá que não há todo tempo do mundo!
Module seus atos como sua última batalha na terra
https://www.poesiasnonsense.com/2019/01/ultimo-ato.html
A sua vontade, concentre
Ressignificando o elo com sua morte
Podes, sem remorsos, tristeza ou preocupação?
Esvaziando, sem se inquietar com a hora de passagem
Diva, açoite suas expectativas licorosas
Invente! Como se tivesse todo o tempo do mundo
E descobrirá que não há todo tempo do mundo!
Module seus atos como sua última batalha na terra
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👁️ 95
De incertitudine et vanitate scientiarum
Sicofantas do púlpito.
Sofistas do escárnio.
De joelho, beijam vossa face.
Na futilidade das coisas,
esculpem vãs acusações.
Trismegestiando elucubrações.
Oras, qual o preço da verdade?
Xenofantiando a imensidão
de meia verdades.
Não há moedas, ouro ou preço,
a se pagar pela verdade.
Não há suplícios a eterna-mentira.
Não há caminho maior que a verdade.
Verdadeira ilusão valsante
Escorrendo pelas lágrimas de seu rosto.
https://www.poesiasnonsense.com/2019/01/de-incertitudine-et-vanitate-scientiarum.html
Sofistas do escárnio.
De joelho, beijam vossa face.
Na futilidade das coisas,
esculpem vãs acusações.
Trismegestiando elucubrações.
Oras, qual o preço da verdade?
Xenofantiando a imensidão
de meia verdades.
Não há moedas, ouro ou preço,
a se pagar pela verdade.
Não há suplícios a eterna-mentira.
Não há caminho maior que a verdade.
Verdadeira ilusão valsante
Escorrendo pelas lágrimas de seu rosto.
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👁️ 81
Indomável âmago
A silhueta que cobriu de bruma, névoa;
Texturizada, bruta-flor voaria como um condor.
Longe da razão, embriagado pelo cintilante, tinitas.
Descobrindo rastros de estrelas congelantes
Que por algum milagre inexplicável conjecturam a trama
Realinharam átomos para lhe dar o sopro da vida.
Lamentável, seria, se no encontro de casualidades,
Cerceados seriam os homens desta contemplação angelical.
A humanidade, sem cor ficaria, a espera de algum apocalipse
E encontraria uma maneira de realinhar todas as moléculas
Para reencontrar, no mais profundo sonho,
teu rascunho, a arte final.
Oras, horas.
Indomável âmago.
Mentalizando o rompante quando suas mãos.
Por um instante, revelaram a natureza, esplêndida.
E no trago de um cigarro, um delírio amante.
Maresia e a umidade refletiam os raios do astro-rei.
Ilusão fonética-elétrica.
A conjunção, não mais que diferente, que;
Repetiu, os encantos da criação de um novo sistema planetário.
https://www.poesiasnonsense.com/2018/12/indomavel-amago.html
Texturizada, bruta-flor voaria como um condor.
Longe da razão, embriagado pelo cintilante, tinitas.
Descobrindo rastros de estrelas congelantes
Que por algum milagre inexplicável conjecturam a trama
Realinharam átomos para lhe dar o sopro da vida.
Lamentável, seria, se no encontro de casualidades,
Cerceados seriam os homens desta contemplação angelical.
A humanidade, sem cor ficaria, a espera de algum apocalipse
E encontraria uma maneira de realinhar todas as moléculas
Para reencontrar, no mais profundo sonho,
teu rascunho, a arte final.
Oras, horas.
Indomável âmago.
Mentalizando o rompante quando suas mãos.
Por um instante, revelaram a natureza, esplêndida.
E no trago de um cigarro, um delírio amante.
Maresia e a umidade refletiam os raios do astro-rei.
Ilusão fonética-elétrica.
A conjunção, não mais que diferente, que;
Repetiu, os encantos da criação de um novo sistema planetário.
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👁️ 61
Adsumus
Neste mundo, o coração é um covil de assassinos,
antro de pestilência,
doença contagiosa:
epidêmica!
Dirijo-me pelos vales de sombras
e conduzo meu coração a luz,
E conheço-a, mundo,
este coração é
um covil pestilento
Apregoado na derme micosada,
pelos vales de ignorância,
conduzirei este coração e
me concebeis com um ente em sua morada!
https://www.poesiasnonsense.com/2018/03/adsumus.html
antro de pestilência,
doença contagiosa:
epidêmica!
Dirijo-me pelos vales de sombras
e conduzo meu coração a luz,
E conheço-a, mundo,
este coração é
um covil pestilento
Apregoado na derme micosada,
pelos vales de ignorância,
conduzirei este coração e
me concebeis com um ente em sua morada!
https://www.poesiasnonsense.com/2018/03/adsumus.html
👁️ 48
Cinismo
PT
Pet
Pete
Pita
Poça
Paçoca
Pindamonhangaba
Gabar
Gado
Gasto
Gasimetria
Gama-aminobutírico
Não há exceções
Neste infinito universo!
https://www.poesiasnonsense.com/2018/04/cinismo.html
Pet
Pete
Pita
Poça
Paçoca
Pindamonhangaba
Gabar
Gado
Gasto
Gasimetria
Gama-aminobutírico
Não há exceções
Neste infinito universo!
https://www.poesiasnonsense.com/2018/04/cinismo.html
👁️ 113
Esquecê-lo-ei
Embrutece-lo-ia no alvorada de um certo dia.
Embrutece-lo-ia com o choro do que não sentia
Embrutece-lo-ia num castelo beira-mar
Embrutece-lo-ia numa república voraz
Esquecê-lo-ei pus me a brindar
Esquecê-lo-ei sentido-ausente, capataz
Esquecê-lo-ei nas tormentas do 'tudo-nada'
Esquecê-lo-ei nos discursos a propagar
Mas tudo, enfim, chega ao início
No fim do percurso ou de um ciclo
Embrutece-lo-ia esquecê-lo-ei!
https://www.poesiasnonsense.com/2018/08/esquece-lo-ei.html
👁️ 64
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