Amanda Sebaio

Amanda Sebaio

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Água

Água, essência da vida em seu fluir, Pura e cristalina, a nos nutrir, Doce e refrescante, sagrado bem, Em cada gota, um oceano de além.

Nos rios e lagos, tua morada, Ecoando canções, uma sinfonia encantada, Danças com as pedras, abraças as margens, Em tua serenidade, encontramos alívio nas passagens.

Nas quedas d'água, tua força se revela, Um espetáculo de poder que embriaga, A energia vital que nos impulsiona, Renovando a vida a cada queda que desfruta.

Nos mares imensos, vastidão sem fim, Ondas quebrando, salpicando enfim, Teu abraço salgado, teu mistério profundo, Esconde tesouros, um mundo submerso no fundo.

No céu, te transformas em nuvens brancas, Viajando ao vento, em danças francas, Em chuvas, te derramas sobre a terra, Alimentando a vida, uma dádiva que se encerra.

Nos lagos tranquilos, espelhos de serenidade, Refletindo céus azuis, em pura claridade, Tu és um espelho de calma e quietude, Um convite à paz, à plenitude.

Água, em tuas múltiplas formas e faces, És essencial, vital em todos os lugares, Doce sustento, fonte de vida e saúde, Em ti, encontramos a essência da plenitude.

Cuidemos de ti, ó preciosa dádiva, Preservemos tuas nascentes, tua beleza viva, Que em cada gota, saibamos reconhecer, A importância e o poder que em ti podemos ver.

Água, elo de conexão entre toda criação, Te celebramos com gratidão, Porque em teu abraço, encontramos renovação, Água, a essência da vida em sua perfeição.
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Biografia
Sou paranaense, nascida na cidade de Cambé no Paraná em 19/08, não vim ao mundo sozinha vim com a minha irmã gêma Aline Josiane Sebaio mas sou caçula por 5 minutos.

Sou graduanda de Geologia pela Universidade Federal de Uberlândia na cidade de Monte Carmelo.

Sou graduanda de Administração pelo Instituto Federal do Triângulo Mineiro na cidade de Patos de Minas, já no 5º período, onde sou apaixonada pelo meu curso.

Amo ler e escrever e uma das minhas prioridades é o amor...

Poemas

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Diamantes

No coração da terra, um tesouro lapidado,

Um brilho eterno, um diamante encantado.

Nascido sob pressão, em camadas ocultas,

Uma joia preciosa, que a natureza exulta.

 

Formado em tempos imemoriais, silenciosa arte,

Carbono cristalizado, manifestação de poder e arte.

Cinzas do tempo, sob calor e pressão incessante,

Transformaram-se em beleza, em luz cintilante.

 

Diamante, símbolo de pureza e resistência,

Reflete a luz, em sua clara transparência.

Brilho intenso, um fulgor que cativa os olhares,

Espelha sonhos e desejos, em seus contornos singulares.

 

Na joalheria da vida, o diamante reluz,

Em anéis e colares, em adornos de luz.

Um presente valioso, um gesto de amor eterno,

Um símbolo etéreo, que transcende o eterno.

 

Mas além do seu valor, há um significado mais profundo,

O diamante nos lembra, do potencial que temos no mundo.

Assim como ele, somos lapidados em nossa jornada,

Em desafios e pressões, forjando nossa alma arrojada.

 

Brilhe, diamante interior, com luz radiante,

Mostre ao mundo sua beleza deslumbrante.

Seja forte e resiliente, nas adversidades que enfrenta,

Deixe sua essência brilhar, como uma gema reluzente.

 

O diamante nos inspira, a buscar o melhor de nós,

A valorizar nossa essência, a brilhar como algo singular e grandioso.

Em cada um de nós, um diamante oculto pode estar,

Revelando sua verdadeira beleza, para o mundo admirar.
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Erupção Vulcânica

No ventre da terra, um poder adormecido,

A força ancestral, um vulcão escondido.

Na calmaria das montanhas, ele repousa,

Até que chegue o momento, a hora derradeira.

 

Um despertar abrupto, um rugido profundo,

A erupção vulcânica, um espetáculo fecundo.

A terra treme, a fúria se liberta,

A natureza exibe sua beleza incerta.

 

Das entranhas da terra, o magma escorre,

Emaranhado de fogo, a dança que ocorre.

As lavas incandescentes pintam o horizonte,

Uma sinfonia de fogo, intensa e pronte.

 

A fumaça se eleva, formando um véu,

Cobrindo o céu como um manto de breu.

As cinzas se espalham, como asas negras,

Escondendo a luz, trazendo trevas.

 

Mas em meio à destruição, há vida a emergir,

Pois após a erupção, a esperança a florir.

A terra renova-se, fertilidade em seu rastro,

E o ciclo da vida persiste, forte e vasto.

 

A erupção vulcânica, um espetáculo de força,

Lembrança de que a natureza tem sua voz.

Uma explosão de energia, poder imenso,

Recordando-nos da grandiosidade do universo intenso.

 

Assim, contemplamos a erupção vulcânica,

Uma demonstração de poder semântica.

Que nos faz lembrar nossa fragilidade,

E a imensidão da natureza em sua realidade.
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Terremotos

Nas profundezas da Terra, uma força desperta,

Um rugido subterrâneo que abala a certeza.

Os terremotos, dançarinos da instabilidade,

Sacodem o solo, desafiando a estabilidade.

 

A crosta terrestre treme em convulsões,

Como um coração agitado em suas pulsações.

Placas colidem, liberando energia acumulada,

Um espetáculo violento, na dança desenfreada.

 

A Terra se contorce em ondas de choque,

Edifícios balançam, enquanto a natureza invoca.

As ruas se partem, como rachaduras profundas,

Ecos do subterrâneo, ecoando em todas as veredas.

 

Os terremotos trazem medo e destruição,

Mas também mostram a força da transformação.

Novas paisagens se formam, montanhas emergem,

Ciclos da Terra, que o tempo não deterge.

 

No caos sísmico, a humanidade se une,

Com solidariedade e coragem que não se esquivam.

Reconstruindo laços, erguendo-se do abalo,

Enfrentando os desafios, juntos, passo a passo.

 

Terremotos nos lembram da fragilidade humana,

E da grandiosidade da mãe Terra soberana.

Uma dança cósmica entre forças em conflito,

Nosso respeito e compreensão é um imperativo.

 

Que possamos aprender com os terremotos,

A valorizar a vida e seus preciosos momentos.

E, com humildade, reconhecer nossa posição,

Em um planeta vivo, em constante transformação.
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