Lista de Poemas
VIDA
Apesar de tudo o que construímos,
a vida continua a me ensinar.
Apesar de tudo o que fizemos,
a vida continua a me ensinar.
Apesar de tudo o que sentimos,
a vida continua a me ensinar.
Apesar de tudo o que vivemos,
a vida continua...
a vida continua a me ensinar.
Apesar de tudo o que fizemos,
a vida continua a me ensinar.
Apesar de tudo o que sentimos,
a vida continua a me ensinar.
Apesar de tudo o que vivemos,
a vida continua...
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MÃE NATUREZA
Em noites calmas no campo,
neste céu imenso e límpido a brilhar,
enxergo a luz do luar.
Escuto o rio correndo
e as arvores se mexendo,
sinto o vento soprando a terra
batendo em minha janela.
é a mãe natureza nos envolvendo
e nos encobrindo em o seu manto
de paz, amor e encanto.
neste céu imenso e límpido a brilhar,
enxergo a luz do luar.
Escuto o rio correndo
e as arvores se mexendo,
sinto o vento soprando a terra
batendo em minha janela.
é a mãe natureza nos envolvendo
e nos encobrindo em o seu manto
de paz, amor e encanto.
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APESAR
Apesar dos meus olhos poderem enxergar,
eu estava cego.
Apesar dos meus ouvidos poderem ouvir,
eu estava surdo.
Apesar das minhas pernas poderem andar,
eu estava parado.
Apesar da minha mente poder pensar,
eu estava louco.
Somente haverá paz, quando tudo acabar.
Repouse sua cabeça cansada,
não precisa mais chorar.
eu estava cego.
Apesar dos meus ouvidos poderem ouvir,
eu estava surdo.
Apesar das minhas pernas poderem andar,
eu estava parado.
Apesar da minha mente poder pensar,
eu estava louco.
Somente haverá paz, quando tudo acabar.
Repouse sua cabeça cansada,
não precisa mais chorar.
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ESPELHOS DISTORCIDOS
Da alma
Alma caída
iludida
sentida
perdida.
Da calma
Calma funda
imunda
profunda
vagabunda.
Do amor
Amor cigano
profano
humano
freudiano.
Do humor
Humor frio
vazio
vadio
sombrio.
Do olhar
Olhar quente
ardente
Insistente
crescente.
Do mar
Mar puro
escuro
obscuro
inseguro.
Do luar
Luar coitado
ofuscado
castigado
desajustado.
Da vida
Vida pretendida
ferida
bandida
rompida.
Alma caída
iludida
sentida
perdida.
Da calma
Calma funda
imunda
profunda
vagabunda.
Do amor
Amor cigano
profano
humano
freudiano.
Do humor
Humor frio
vazio
vadio
sombrio.
Do olhar
Olhar quente
ardente
Insistente
crescente.
Do mar
Mar puro
escuro
obscuro
inseguro.
Do luar
Luar coitado
ofuscado
castigado
desajustado.
Da vida
Vida pretendida
ferida
bandida
rompida.
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Comentários (8)
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Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
2023-12-18
Saudações poéticas!
isabel-morais-ribeiro-fonseca
2020-07-01
Parabéns poeta-um abraço
edu2018
2018-06-11
PARABÊNS ALBERTODECASTRO,SEUS POEMAS SÃO BEM REFLECTIVOS. Abraços EDUARDO POETA!
italo071
2018-01-15
Gostei
mari_80s_ana
2017-12-04
Obrigada pelos seus comentários e por disponibilizar um pouco do seu tempo para apreciar a minha escrita. Muito grata. Bem haja!
Sou Paulistano, aposentado da área de TI, moro em Caraguatatuba - São Paulo - Brasil. Sou apaixonado por literatura do gênero poético com temática filosófica. Gosto muito de Basquete, esporte o qual dediquei muitos anos da minha vida. Tenho dois livros publicados: Caminhos (2012) e Sem Rastros, Sem Vestígios (2013).
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Obrigado pela boa vontade. E também pelo epíteto 'intrigante'. Porque como antítese para as minhas definições de mundo, gosto das suas (também), justamente a sua visão precisa de viver: algo como, viver só se vive vivendo, o que é por si só uma definição solar. O lado prático do mundo merece também ter objetivos nobre e grandeza de espírito.
Parabéns por essa imensa sensibilidade, poeta...teus versos mexem com a emoção, gosto disso!!!
Muito bom, parabéns poeta!