Lista de Poemas
A Menor Idade Penal
A Menor Idade Penal
Se o menor de idade tem discernimento
Aos dezesseis anos, para decidir eleição
Na escolha do mais alto chefe da nação
Não terá, para seus atos, o mesmo entendimento?
Se assim não for, quero crer que deputados
Senadores e até mesmo nosso presidente
Não podem considerar legítimos dessa gente
Os votos que por eles foram sufragados
Presume-se insensata conquista política
Que só absorve do menor, o que lhe interessa
Incutindo ideais em sua cabeça
Para depois, do mesmo inda fazer crítica
O menor aos dezesseis anos está maduro
Mais do que antigamente aos vinte e um
É que a televisão, a internet e o cartum
Despertaram o menor de antes inseguro
Não se diga que não têm conhecimento
Muito menos critério, tino, juízo
Senão quem fica é você no prejuízo
Pois talvez tenha menos discernimento
Quantos deles aos dezesseis anos são pais
Morando na companhia de mulheres
Assumindo de verdade os seus deveres
Enquanto outros por caminhos desiguais
Envoltos na crista do crime e na droga
Roubando e matando impiedosamente
Ainda troçam na TV acintosamente
Rindo das façanhas e de tal se esnoba
Tem ainda quem defenda suas proezas
Indecorosas, cruéis e insublimadas
Até que um dia sejam por eles vitimadas
Quando passarão a condená-los, com certeza
A lei protege o menor com a impunidade
Por isso ele rouba e mata celeremente
Sabe que não vai pagar, a lei é benevolente
É considerado infrator, pela menoridade
Assim, não se compraz só em roubar objetos
Para sua auto afirmação; rouba a vida
Da vítima do roubo, para logo em seguida
Adquirir o craque imundo e abjeto
Aquele que o leva a cometer novos crimes
Podendo estuprar, traficar e roubar
Sua conduta, a lei não a vai parar
E ele, ciente da impunidade, joga no time
O time da maldade, da perversidade
Onde o ódio o impele à execração
Ao rancor, à violência, e à aversão
Animosidade que define a crueldade
Mata, como se abate uma rês e dá risada
Pela ciência que tem da impunidade
O Congresso nada faz pra mudar a idade
Idade penal que só no Brasil é avançada
Vejamos o que ocorre ao redor do mundo
Sobre a ótica da ilicitude do menor de idade
Aos quinze na Dinamarca paga incivilidade
Menos um, Itália e Alemanha, prendem imundo
Aos treze na França sofre a imputabilidade
Na Holanda e Escócia com doze é punido
Na Inglaterra, aos dez, também, não é excluído
Nos Estados Unidos entre seis e doze anos
Veja o Mapa Múndi anexo:
América do Norte
- Estados Unidos – entre 6 e
18 anos, conforme legislação
Estadual.
- México -11 e 12 anos, na
maioria dos estados
África
- África do Sul – 7 anos
- Argélia – 13 anos
- Egito – 15 anos
- Etiópia – 9 anos
- Marrocos – 12 anos
- Nigéria – 7 anos
- Quênia – 8 anos
- Sudão – 7 anos
- Tanzânia – 7 anos
- Uganda – 12 anos-
Àsia
- Bangladesh – 7 anos
- China – 14
- Coréia do Sul – 12 anos
- Filipinas – 9 anos
- Índia – 7 anos
- Indonésia – 8 anos
- Japão- 14 anos
- Myanmar – 7 anos
- Nepal - -10 anos
- Paquistão – 7 anos
- Tailândia – 7anos
- Uzbequistão – 13 anos
- Vietnã – 14 anos
América do Sul
- Argentina – 14 anos
- Brasil – 18 anos
- Chile- 16 anos
- Colômbia – 18 anos
- Peru – 18 anos
Europa
-Alemanha - 14 anos
-Dinamarca – 15 anos
-Finlândia – 15 anos
-França – 13 anos
-Itália 14 anos
- Noruega – 15 anos
- Escócia – 8 anos
- Inglaterra -10 anos
- Suécia – 15 anos
- Ucrânia – 10 anos
Como se vê, só parcialmente na América do Sul
A menor idade penal ocorre aos dezoito anos
Parece que estamos no país dos desenganos
Incapazes de arcar o fato neste país taful
Deixo a vocês leitores o sofrido arremate
Nós somos eleitores, sem representação
Sei que é difícil a prudente conclusão
Nossa delegação de poderes, foi um disparate !
São Paulo, 14/05/2013
Armando A. C. Garcia
Visite meu Blog: http://brisadapoesia.blogspot.com
Se o menor de idade tem discernimento
Aos dezesseis anos, para decidir eleição
Na escolha do mais alto chefe da nação
Não terá, para seus atos, o mesmo entendimento?
Se assim não for, quero crer que deputados
Senadores e até mesmo nosso presidente
Não podem considerar legítimos dessa gente
Os votos que por eles foram sufragados
Presume-se insensata conquista política
Que só absorve do menor, o que lhe interessa
Incutindo ideais em sua cabeça
Para depois, do mesmo inda fazer crítica
O menor aos dezesseis anos está maduro
Mais do que antigamente aos vinte e um
É que a televisão, a internet e o cartum
Despertaram o menor de antes inseguro
Não se diga que não têm conhecimento
Muito menos critério, tino, juízo
Senão quem fica é você no prejuízo
Pois talvez tenha menos discernimento
Quantos deles aos dezesseis anos são pais
Morando na companhia de mulheres
Assumindo de verdade os seus deveres
Enquanto outros por caminhos desiguais
Envoltos na crista do crime e na droga
Roubando e matando impiedosamente
Ainda troçam na TV acintosamente
Rindo das façanhas e de tal se esnoba
Tem ainda quem defenda suas proezas
Indecorosas, cruéis e insublimadas
Até que um dia sejam por eles vitimadas
Quando passarão a condená-los, com certeza
A lei protege o menor com a impunidade
Por isso ele rouba e mata celeremente
Sabe que não vai pagar, a lei é benevolente
É considerado infrator, pela menoridade
Assim, não se compraz só em roubar objetos
Para sua auto afirmação; rouba a vida
Da vítima do roubo, para logo em seguida
Adquirir o craque imundo e abjeto
Aquele que o leva a cometer novos crimes
Podendo estuprar, traficar e roubar
Sua conduta, a lei não a vai parar
E ele, ciente da impunidade, joga no time
O time da maldade, da perversidade
Onde o ódio o impele à execração
Ao rancor, à violência, e à aversão
Animosidade que define a crueldade
Mata, como se abate uma rês e dá risada
Pela ciência que tem da impunidade
O Congresso nada faz pra mudar a idade
Idade penal que só no Brasil é avançada
Vejamos o que ocorre ao redor do mundo
Sobre a ótica da ilicitude do menor de idade
Aos quinze na Dinamarca paga incivilidade
Menos um, Itália e Alemanha, prendem imundo
Aos treze na França sofre a imputabilidade
Na Holanda e Escócia com doze é punido
Na Inglaterra, aos dez, também, não é excluído
Nos Estados Unidos entre seis e doze anos
Veja o Mapa Múndi anexo:
América do Norte
- Estados Unidos – entre 6 e
18 anos, conforme legislação
Estadual.
- México -11 e 12 anos, na
maioria dos estados
África
- África do Sul – 7 anos
- Argélia – 13 anos
- Egito – 15 anos
- Etiópia – 9 anos
- Marrocos – 12 anos
- Nigéria – 7 anos
- Quênia – 8 anos
- Sudão – 7 anos
- Tanzânia – 7 anos
- Uganda – 12 anos-
Àsia
- Bangladesh – 7 anos
- China – 14
- Coréia do Sul – 12 anos
- Filipinas – 9 anos
- Índia – 7 anos
- Indonésia – 8 anos
- Japão- 14 anos
- Myanmar – 7 anos
- Nepal - -10 anos
- Paquistão – 7 anos
- Tailândia – 7anos
- Uzbequistão – 13 anos
- Vietnã – 14 anos
América do Sul
- Argentina – 14 anos
- Brasil – 18 anos
- Chile- 16 anos
- Colômbia – 18 anos
- Peru – 18 anos
Europa
-Alemanha - 14 anos
-Dinamarca – 15 anos
-Finlândia – 15 anos
-França – 13 anos
-Itália 14 anos
- Noruega – 15 anos
- Escócia – 8 anos
- Inglaterra -10 anos
- Suécia – 15 anos
- Ucrânia – 10 anos
Como se vê, só parcialmente na América do Sul
A menor idade penal ocorre aos dezoito anos
Parece que estamos no país dos desenganos
Incapazes de arcar o fato neste país taful
Deixo a vocês leitores o sofrido arremate
Nós somos eleitores, sem representação
Sei que é difícil a prudente conclusão
Nossa delegação de poderes, foi um disparate !
São Paulo, 14/05/2013
Armando A. C. Garcia
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👁️ 634
Delindo tua fúria (soneto)
Delindo tua fúria
*Delindo a rigidez da tua fúria
Abrandando o ânimo de tua exaltação
Dilui a discórdia sem causar injúria
Por fim beijei tua alma e coração
Cuidando melhorar-te mais, ainda
Fingi, não ouvir tuas imprecações
Se caminhasses nessa saga infinda
Despida de esperança, sem emoções
Certamente, cairias no abismo
Exaurida, seca completamente
Na tendência do totalitarismo
Hoje, vejo-te suavizada, moderada
És outra pessoa, vives contente
Diferente da mulher obstinada
•apagar;desvanecer
Porangaba, 27/04/2013
Armando A. C. Garcia
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*Delindo a rigidez da tua fúria
Abrandando o ânimo de tua exaltação
Dilui a discórdia sem causar injúria
Por fim beijei tua alma e coração
Cuidando melhorar-te mais, ainda
Fingi, não ouvir tuas imprecações
Se caminhasses nessa saga infinda
Despida de esperança, sem emoções
Certamente, cairias no abismo
Exaurida, seca completamente
Na tendência do totalitarismo
Hoje, vejo-te suavizada, moderada
És outra pessoa, vives contente
Diferente da mulher obstinada
•apagar;desvanecer
Porangaba, 27/04/2013
Armando A. C. Garcia
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👁️ 588
Trova em chamas !
Trova em chamas !
Pouco entendo dessa chama
Chama, que se chama amor
É perdição de quem ama
Do desprezado, é dor
Porangaba, 27/04/2013
Armando A. C. Garcia
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Pouco entendo dessa chama
Chama, que se chama amor
É perdição de quem ama
Do desprezado, é dor
Porangaba, 27/04/2013
Armando A. C. Garcia
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👁️ 560
Ambrosia no poder
Ambrosia no poder
O Brasil é um pedaço de ambrosia
Para políticos e para quem o regência
Para os pobres... futebol e carnaval
A classe média, finge bem, mas passa mal
Participam, à sua custa do manjar
Aqueles que souberam no trabalho granjear
E os filhos destes, que já ricos nasceram
Mas que na verdade, o manjar não mereceram
A ambrosia no poder tem divinal sabor
Para reproduzir o encanto e a cor
Do gosto do bem e do mal, e mais que tudo
Usam máscara com disfarce de veludo
Do inferno ao paraíso, entre o céu e a terra
Nada, além de luxúrias... ninguém se ferra
Na farra com dinheiro público, sem moral
Sem honra, sem dignidade, anjos do mal
Que com falsas verdades enganam o povo
Esse povo humilde que come pão e ovo
E cheio de esperança, continua esperando
Melhorias sociais que vão ambicionando
E ao longo do caminho nada acontece
O pobre do pobre, chora, se aborrece
Vê os mensaleiros cheios de dinheiro
E a nenhum deles, vê ir pro cativeiro
Porangaba, 05/05/2013
Armando A. C. Garcia
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O Brasil é um pedaço de ambrosia
Para políticos e para quem o regência
Para os pobres... futebol e carnaval
A classe média, finge bem, mas passa mal
Participam, à sua custa do manjar
Aqueles que souberam no trabalho granjear
E os filhos destes, que já ricos nasceram
Mas que na verdade, o manjar não mereceram
A ambrosia no poder tem divinal sabor
Para reproduzir o encanto e a cor
Do gosto do bem e do mal, e mais que tudo
Usam máscara com disfarce de veludo
Do inferno ao paraíso, entre o céu e a terra
Nada, além de luxúrias... ninguém se ferra
Na farra com dinheiro público, sem moral
Sem honra, sem dignidade, anjos do mal
Que com falsas verdades enganam o povo
Esse povo humilde que come pão e ovo
E cheio de esperança, continua esperando
Melhorias sociais que vão ambicionando
E ao longo do caminho nada acontece
O pobre do pobre, chora, se aborrece
Vê os mensaleiros cheios de dinheiro
E a nenhum deles, vê ir pro cativeiro
Porangaba, 05/05/2013
Armando A. C. Garcia
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👁️ 565
É diferente - I e II
É diferente - I e II
I
É diferente nosso gênio e opinião
Como ridicula é tua presunção
Qu’estabelece como verdade a mentira
E esta, é tua verdade, que ninguém tira
É diferente a nossa reputação
Diferente o amor de nosso coração
Nossa diferença é tamanha e tanta
Quão grande o muro que se levanta
Como diferente nosso rumo de amar
Nossa maneira de sorrir, de beijar
Diferente ainda, o mundo que nos cerca
És diferente, desigual, do que se merca
Diferente na aparência de teu visual
Em tudo e na intensidade emocional
Tamanhas são as diferenças entre nós
Que acabamos ficando longe e a sós
Por sermos tão diferentes, o desconhecido
Será o fim de nosso louco amor perdido
Sem um sorriso fugaz ou um lamento
Ponho ponto final no relacionamento.
II
É tão diferente aquilo que a gente sente
Quando gosta de alguém sinceramente,
É contundente, é real, é decisivo
É o amor castiço, vero, primitivo
Diferente é do sensual, voluptuoso.
Aquele amor franco, cordial, afetuoso
O coração que ama é qual sacrário
Não pode ser apenas um relicário
Onde se guardam somente as lembranças
Deve guardar, antes de tudo esperanças
De um futuro promissor, até morrer.
Quando já velhos e cansados de viver,
Quando as noites ficam escuras, tenebrosas
Com o breu da solidão, tão pavorosa
Que nos cerceia ao avançarmos na idade
O oposto do que foi nossa mocidade
É diferente o conceito do pensamento
Que à alma e matéria, dá discernimento
Diferente é ser diverso, é ser desigual
E o é, a onda de emoção cerebral
É diferente o critério da razão
O sentimento de amor no coração
Ao do ódio, que só causa animosidade
Como o é, a verdade da falsidade
Diferente o moderado do radical
Como é, o concreto do imaterial
Também, diferente o amor à ilusão
A hostilidade à racial integração
É diferente o legal ao ilegal
Como é dessemelhante o bem do mal
É diferente que eu não possa te dizer
Da gratidão por você me estar a ler.
Porangaba, 25/04/2013
Armando A. C. Garcia
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I
É diferente nosso gênio e opinião
Como ridicula é tua presunção
Qu’estabelece como verdade a mentira
E esta, é tua verdade, que ninguém tira
É diferente a nossa reputação
Diferente o amor de nosso coração
Nossa diferença é tamanha e tanta
Quão grande o muro que se levanta
Como diferente nosso rumo de amar
Nossa maneira de sorrir, de beijar
Diferente ainda, o mundo que nos cerca
És diferente, desigual, do que se merca
Diferente na aparência de teu visual
Em tudo e na intensidade emocional
Tamanhas são as diferenças entre nós
Que acabamos ficando longe e a sós
Por sermos tão diferentes, o desconhecido
Será o fim de nosso louco amor perdido
Sem um sorriso fugaz ou um lamento
Ponho ponto final no relacionamento.
II
É tão diferente aquilo que a gente sente
Quando gosta de alguém sinceramente,
É contundente, é real, é decisivo
É o amor castiço, vero, primitivo
Diferente é do sensual, voluptuoso.
Aquele amor franco, cordial, afetuoso
O coração que ama é qual sacrário
Não pode ser apenas um relicário
Onde se guardam somente as lembranças
Deve guardar, antes de tudo esperanças
De um futuro promissor, até morrer.
Quando já velhos e cansados de viver,
Quando as noites ficam escuras, tenebrosas
Com o breu da solidão, tão pavorosa
Que nos cerceia ao avançarmos na idade
O oposto do que foi nossa mocidade
É diferente o conceito do pensamento
Que à alma e matéria, dá discernimento
Diferente é ser diverso, é ser desigual
E o é, a onda de emoção cerebral
É diferente o critério da razão
O sentimento de amor no coração
Ao do ódio, que só causa animosidade
Como o é, a verdade da falsidade
Diferente o moderado do radical
Como é, o concreto do imaterial
Também, diferente o amor à ilusão
A hostilidade à racial integração
É diferente o legal ao ilegal
Como é dessemelhante o bem do mal
É diferente que eu não possa te dizer
Da gratidão por você me estar a ler.
Porangaba, 25/04/2013
Armando A. C. Garcia
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O que restou
...O que restou!
Ser-te-á na alma um novo horizonte
Substância do ontem e do amanhã
Alheia, enfraquecida, outrora sã
Foi o que sobrou da tua linda fronte
É o resto da carcaça envelhecida
Tão velha, como o nada que sobrou
É o tempo a conspirar; eis que ganhou
Na batalha que tecemos pela vida !
E no segredo de seu manto nos envolve
E com dardo oculto aniquila nossas veias
É o *Hades a interpor-se no caminho
Esvaziando sem nuances nossos dias
Nas formas e no contraste em desalinho
E... sem ele o coração nada resolve !
*na mitologia grega, é o deus do mundo inferior e dos mortos
São Paulo, 19/05/2013
Armando A. C. Garcia
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Ser-te-á na alma um novo horizonte
Substância do ontem e do amanhã
Alheia, enfraquecida, outrora sã
Foi o que sobrou da tua linda fronte
É o resto da carcaça envelhecida
Tão velha, como o nada que sobrou
É o tempo a conspirar; eis que ganhou
Na batalha que tecemos pela vida !
E no segredo de seu manto nos envolve
E com dardo oculto aniquila nossas veias
É o *Hades a interpor-se no caminho
Esvaziando sem nuances nossos dias
Nas formas e no contraste em desalinho
E... sem ele o coração nada resolve !
*na mitologia grega, é o deus do mundo inferior e dos mortos
São Paulo, 19/05/2013
Armando A. C. Garcia
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👁️ 646
Homenagens ao dia da Mãe
Homenagens ao dia da Mãe
MÃE !
Mãe, é palavra Divina
No seio da humanidade
Na vida traz a alegria
Na morte deixa a saudade !
São Paulo, 07 de maio de 2009
Armando A. C. Garcia
Mãe I
Ama-a, cheia de defeitos ou de bondade
Ama-a tal qual é, porque ela é tua mãe
Não lhe meças os erros se é que ela os tem
Tampouco a enobreças se for cheia de bondade.
Ama-a, porque ela deu um pouco de si mesma
E dessa dádiva, brotou um rebento. És tu!
Que ela, jamais, deixou secar enquanto que tu...
Tornas-te indigno de ser filho dela mesma.
Ama-a, como um filho deve amar sem preconceitos
Porque o amor de uma mãe não pode ser ultrajado
E aquele que o fizer, será eternamente condenado.
Será um réprobo, um monstro, sem mais direitos.
Cobre de beijos, sua pele já sulcada de rugas
E em cada fio de cabelo argenteado
Deposita um beijo e perdoa seu pecado
Assim como ela em criança perdoava tuas fugas.
Mas se assim não for, redobra então teus carinhos
Para que um dia, quando morrer, leve na lembrança,
A certeza de que na terra deixou uma esperança!...
A quem mais tarde, será a luz de seus caminhos.
São Paulo, 04/04/1964
Armando A. C. Garcia
Mãe II
A palavra pequenina
Que maior carinho tem
É a palavra Divina
Que tem a expressão de Mãe !
Mãe é palavra sagrada
Cheia de amor e amizade
Mãe... é a expressão mais amada
Sinônimo de Felicidade.
São Paulo, 21/04/2004
Armando A. C. Garcia
Mãe III
Presta a justa homenagem
À mãe, rainha do lar
Que reflita sua imagem
Como santa no altar
Lembra-te dos seus carinhos
E dos desvelos sem fim
Orientando teus caminhos
Qual lâmpada de Aladim !
E nesta data festiva
Enche de paz e alegria
E leva a tua rogativa
Aos pés da virgem Maria
Só em ter-te concebido
Carregando-te no ventre
Deves ser agradecido
E louvá-la eternamente
São Paulo, 04/05/2004
Armando A. C. Garcia
MÃE (IV)
I
Carinhos quantos me deste
Ó minha mãe tão querida
Mil afagos, tu soubeste
Colocar em minha vida
II
Velaste noites a fio
Quase sempre, sem dormir
Quer no calor, quer no frio.
- De dia, alegre a sorrir
III
Em teu regaço ó mãe
Aprendi sempre o melhor
Ensinaste-me, também
Quem foi do mundo o Feitor !
IV
Bendita seja a mãe
Que na palavra interpela
Fazendo do filho alguém
Na expressão lúcida e bela
V
Com o tempo fui crescendo
- Sempre tu a orientar-me
E em teus conselhos, aprendo
A do mal, sempre afastar-me
VI
Em minha alma gravaste
Princípios de honestidade
E quantas noites passaste
Velando minha mocidade
VII
Eu, fui crescendo na vida
Tu, prateando os cabelos
Ias ficando envelhecida
Mantendo os mesmos desvelos
VIII
Oh! Se eu pudesse voltar
Aos tempos de minha infância
Teu rosto iria beijar
Com ternura e *jactância
IX
O tempo nada perdoa
Consome até a esperança
- Mas deixa uma coisa boa
Que é, a eterna lembrança !
* orgulho - altivez
São Paulo, 26/04/2008
Armando A. C. Garcia
ÀQUELA QUE VAI SER MÃE ! ...
I
Vai ser mãe não tem receio
A espera é um anseio
É esperança, é alegria
De fecundar sua cria
II
O amor em si, canta e vibra
Ela é força que equilibra
Aurora cheia de brilho
É mulher. Espera um filho
III
Ao seu filho tão amado
Sempre estará a seu lado
Cuidando e dando carinho
Tal como a ave em seu ninho
IV
Será amável dedicada
Alma em sonhos perfumada
Da rosa pétala flor
Magia dum amor maior
V
Como rocha, firme e forte
Enfrentas até a morte
Pela primorosa flor
Fruto de um grande amor!
VI
Vais ser mãe. Bendita sejas
E em minha prece singela
Peço a Deus p'ra que não sejas
A mãe de outra Isabella !
São Paulo, 26/04/2008
Armando A. C. Garcia
ÀS MÃES, QUE DEUS JÁ LÁ TEM !
Às mães, que Deus já lá tem
Que glorificadas sejam
Amor de todos amores. Mãe
Oh! Quanta falta tu fazes
Aos meus anseios de vida
Sem teus conselhos querida
Meus desejos incapazes
De trilhar todo caminho
Só temores atormentando.
A casa, não é mais ninho
Como o foi, no teu passado...[
Ò se pudesses voltar
Ao convívio novamente,
Como iria te amar
Numa ternura envolvente
Mas se assim não pode ser
Eu sei que o Criador
Do Universo, se quiser
Com seu Dom inspirador
Pode levar até ti
Amostra do meu amor
Para saberes que senti
Com tua falta, grande dor!
São Paulo, 28/04/2005
Armando A. C. Garcia
E-mail: armandoacgarcia@superig.com.br
Visite meu Blog: http://brisadapoesia.blogspot.com
MÃE !
Mãe, é palavra Divina
No seio da humanidade
Na vida traz a alegria
Na morte deixa a saudade !
São Paulo, 07 de maio de 2009
Armando A. C. Garcia
Mãe I
Ama-a, cheia de defeitos ou de bondade
Ama-a tal qual é, porque ela é tua mãe
Não lhe meças os erros se é que ela os tem
Tampouco a enobreças se for cheia de bondade.
Ama-a, porque ela deu um pouco de si mesma
E dessa dádiva, brotou um rebento. És tu!
Que ela, jamais, deixou secar enquanto que tu...
Tornas-te indigno de ser filho dela mesma.
Ama-a, como um filho deve amar sem preconceitos
Porque o amor de uma mãe não pode ser ultrajado
E aquele que o fizer, será eternamente condenado.
Será um réprobo, um monstro, sem mais direitos.
Cobre de beijos, sua pele já sulcada de rugas
E em cada fio de cabelo argenteado
Deposita um beijo e perdoa seu pecado
Assim como ela em criança perdoava tuas fugas.
Mas se assim não for, redobra então teus carinhos
Para que um dia, quando morrer, leve na lembrança,
A certeza de que na terra deixou uma esperança!...
A quem mais tarde, será a luz de seus caminhos.
São Paulo, 04/04/1964
Armando A. C. Garcia
Mãe II
A palavra pequenina
Que maior carinho tem
É a palavra Divina
Que tem a expressão de Mãe !
Mãe é palavra sagrada
Cheia de amor e amizade
Mãe... é a expressão mais amada
Sinônimo de Felicidade.
São Paulo, 21/04/2004
Armando A. C. Garcia
Mãe III
Presta a justa homenagem
À mãe, rainha do lar
Que reflita sua imagem
Como santa no altar
Lembra-te dos seus carinhos
E dos desvelos sem fim
Orientando teus caminhos
Qual lâmpada de Aladim !
E nesta data festiva
Enche de paz e alegria
E leva a tua rogativa
Aos pés da virgem Maria
Só em ter-te concebido
Carregando-te no ventre
Deves ser agradecido
E louvá-la eternamente
São Paulo, 04/05/2004
Armando A. C. Garcia
MÃE (IV)
I
Carinhos quantos me deste
Ó minha mãe tão querida
Mil afagos, tu soubeste
Colocar em minha vida
II
Velaste noites a fio
Quase sempre, sem dormir
Quer no calor, quer no frio.
- De dia, alegre a sorrir
III
Em teu regaço ó mãe
Aprendi sempre o melhor
Ensinaste-me, também
Quem foi do mundo o Feitor !
IV
Bendita seja a mãe
Que na palavra interpela
Fazendo do filho alguém
Na expressão lúcida e bela
V
Com o tempo fui crescendo
- Sempre tu a orientar-me
E em teus conselhos, aprendo
A do mal, sempre afastar-me
VI
Em minha alma gravaste
Princípios de honestidade
E quantas noites passaste
Velando minha mocidade
VII
Eu, fui crescendo na vida
Tu, prateando os cabelos
Ias ficando envelhecida
Mantendo os mesmos desvelos
VIII
Oh! Se eu pudesse voltar
Aos tempos de minha infância
Teu rosto iria beijar
Com ternura e *jactância
IX
O tempo nada perdoa
Consome até a esperança
- Mas deixa uma coisa boa
Que é, a eterna lembrança !
* orgulho - altivez
São Paulo, 26/04/2008
Armando A. C. Garcia
ÀQUELA QUE VAI SER MÃE ! ...
I
Vai ser mãe não tem receio
A espera é um anseio
É esperança, é alegria
De fecundar sua cria
II
O amor em si, canta e vibra
Ela é força que equilibra
Aurora cheia de brilho
É mulher. Espera um filho
III
Ao seu filho tão amado
Sempre estará a seu lado
Cuidando e dando carinho
Tal como a ave em seu ninho
IV
Será amável dedicada
Alma em sonhos perfumada
Da rosa pétala flor
Magia dum amor maior
V
Como rocha, firme e forte
Enfrentas até a morte
Pela primorosa flor
Fruto de um grande amor!
VI
Vais ser mãe. Bendita sejas
E em minha prece singela
Peço a Deus p'ra que não sejas
A mãe de outra Isabella !
São Paulo, 26/04/2008
Armando A. C. Garcia
ÀS MÃES, QUE DEUS JÁ LÁ TEM !
Às mães, que Deus já lá tem
Que glorificadas sejam
Amor de todos amores. Mãe
Oh! Quanta falta tu fazes
Aos meus anseios de vida
Sem teus conselhos querida
Meus desejos incapazes
De trilhar todo caminho
Só temores atormentando.
A casa, não é mais ninho
Como o foi, no teu passado...[
Ò se pudesses voltar
Ao convívio novamente,
Como iria te amar
Numa ternura envolvente
Mas se assim não pode ser
Eu sei que o Criador
Do Universo, se quiser
Com seu Dom inspirador
Pode levar até ti
Amostra do meu amor
Para saberes que senti
Com tua falta, grande dor!
São Paulo, 28/04/2005
Armando A. C. Garcia
E-mail: armandoacgarcia@superig.com.br
Visite meu Blog: http://brisadapoesia.blogspot.com
👁️ 570
Abissal abismo
Abissal abismo
Começo a pensar neste universo de incertezas
Se devo temer, ainda o abissal abismo
Pois de ver crescer imunidades insanas
Onde campeiam a corrupção e ardilezas
Num surto vertiginoso de amoralismo
Onde políticos do mensalão não tomam canas
Começo a pensar sinceramente que na realidade
O crime neste país compensa realmente
E que essa tal de moralidade em que cresci
É fruto tacanho de ulterior coletividade
Época que a honestidade era certamente
O crivo de honra, e dignidade; que virou xixi !
São Paulo, 01/05/2013
Armando A. C. Garcia
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Começo a pensar neste universo de incertezas
Se devo temer, ainda o abissal abismo
Pois de ver crescer imunidades insanas
Onde campeiam a corrupção e ardilezas
Num surto vertiginoso de amoralismo
Onde políticos do mensalão não tomam canas
Começo a pensar sinceramente que na realidade
O crime neste país compensa realmente
E que essa tal de moralidade em que cresci
É fruto tacanho de ulterior coletividade
Época que a honestidade era certamente
O crivo de honra, e dignidade; que virou xixi !
São Paulo, 01/05/2013
Armando A. C. Garcia
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Ainda que assim não fosse (soneto)
Ainda que assim não fosse
Ainda que quisesse que assim não fosse
A força do destino me conduz.
O sabor da amargura não é doce
Assim, tenho que carregar minha cruz
Vê com brandura, minha posição
Nas aspérrimas estradas da vida
Por clemência, afasta esse mau fado
Que deixa minha alma constrangida
À luta, antepõe tua mansidão
Com teu manto cobre meu infortúnio
Deixo minhas dúvidas em tua mão
Os arrogantes queixumes, cedo ao fado
Rebatendo o curso deste desvario
Nos tácitos favores do desventurado !
Porangaba, 23/04/2013
Armando A. C. Garcia
Visite meu blog:
http://brisadapoesia.blogspot.com
Ainda que quisesse que assim não fosse
A força do destino me conduz.
O sabor da amargura não é doce
Assim, tenho que carregar minha cruz
Vê com brandura, minha posição
Nas aspérrimas estradas da vida
Por clemência, afasta esse mau fado
Que deixa minha alma constrangida
À luta, antepõe tua mansidão
Com teu manto cobre meu infortúnio
Deixo minhas dúvidas em tua mão
Os arrogantes queixumes, cedo ao fado
Rebatendo o curso deste desvario
Nos tácitos favores do desventurado !
Porangaba, 23/04/2013
Armando A. C. Garcia
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Ninguém ama contrafeita
Ninguém ama contrafeita
Ninguém ama contrafeita
No amor a porta é estrita
Sempre a impor ao padecente
A dor que é decorrente
Da recusa, ao que ama
Pois não logra ver a trama
Que envolve o não querer
Do amor que viu nascer
Em seu peito acalentou
E a recusa o afastou
Dizendo que não interessa
Pois já o tirou da cabeça
Quando já não sente mais
O fascínio dos mortais
A atração chegou ao fim
Gelado, qual manequim !
São Paulo, 08/05/2013
Armando A. C. Garcia
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Ninguém ama contrafeita
No amor a porta é estrita
Sempre a impor ao padecente
A dor que é decorrente
Da recusa, ao que ama
Pois não logra ver a trama
Que envolve o não querer
Do amor que viu nascer
Em seu peito acalentou
E a recusa o afastou
Dizendo que não interessa
Pois já o tirou da cabeça
Quando já não sente mais
O fascínio dos mortais
A atração chegou ao fim
Gelado, qual manequim !
São Paulo, 08/05/2013
Armando A. C. Garcia
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Sou Poeta !
E poeta é qual vinho envelhecido
Em antigos tonéis de carvalho
Por alguns será bebido,
Por outros, só degustado !
São Paulo, 10/09/2009
Armando A. C. Garcia
Visite meu blog://http://brisadapoesia.blogspot.com
E poeta é qual vinho envelhecido
Em antigos tonéis de carvalho
Por alguns será bebido,
Por outros, só degustado !
São Paulo, 10/09/2009
Armando A. C. Garcia
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