Lista de Poemas
No hay castos; solamente hay enfermos, hipócritas y locos.
No hay gobierno popular. Gobernar es crear descontentos
No perdamos nada del pasado. Sólo con el pasado se forma el porvenir
No se ama verdaderamente, sino cuando se ama sin razón
Nunca se da tanto como cuando se dan esperanzas.
Para digerir la sabiduría se precisa haberla devorado con apetito.
Para lograr grandes cosas debemos no sólo actuar, sino también soñar. No sólo planear, sino también creer
Prefiero los errores del entusiasmo a la indiferencia de la sabiduría.
Sabed sufrir. Sabiendo sufrir, se sufre menos
Si cincuenta millones de personas piensan una tontería, sigue siendo una tontería.
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Anatole France (16 de abril de 1844 - 12 de outubro de 1924), nascido François-Anatole Thibault, foi um poeta, jornalista e romancista francês. Considerado um dos maiores escritores franceses de sua geração, France foi agraciado com o Prêmio Nobel de Literatura em 1921 "em reconhecimento às suas brilhantes conquistas literárias, caracterizadas por nobreza de estilo, profunda simpatia humana, graça e um verdadeiro temperamento galês". Nascido em Paris, sua obra é marcada por um estilo clássico, ironia sutil e um profundo ceticismo em relação às instituições e crenças estabelecidas. Seus romances, como "O Crime de Sylvestre Bonnard" (1881) e "A Ilha dos Pingüins" (1908), exploram a natureza humana com sagacidade e uma perspectiva humanista. France também foi um crítico literário influente e um defensor de causas sociais e políticas, embora sua postura tenha evoluído ao longo de sua vida. Ele se tornou uma figura literária respeitada e admirada em toda a Europa, e seu legado perdura como um exemplo de maestria estilística e pensamento crítico.