“O homem é um ser perecível. É possível que assim seja; mas resistamos ao nosso perecimento e, se for mesmo o nada que nos aguarda, não nos permitamos agir como se esse fosse um destino justo” [Sénancour]. Altere a sentença da forma negativa para a positiva — “e, se for mesmo o nada que nos aguarda, ajamos de modo que esse seja um destino injusto” —, e você obterá a mais firme base de ação para o homem que não pode ou não deseja ser um dogmático.

 

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