Quem devera fiar-se de poucos de ninguém se fia. Não há verdade que se creia, nem razão que se não tenha por suspeita, nem zelo tão sincero e desinteressado a que se não dêem outros fins; com que tudo é confusão e irresolução.
Quem devera fiar-se de poucos de ninguém se fia. Não há verdade que se creia, nem razão que se não tenha por suspeita, nem zelo tão sincero e desinteressado a que se não dêem outros fins; com que tudo é confusão e irresolução.