O mundo é estranho, Sandy

Golgona Anghel
Golgona Anghel
1 min min de leitura 2011 Vim porque me pagavam
«O mundo é estranho, Sandy!»
O nosso é parecido com a palavra agora.
Das mãos nasce-nos uma espécie de nostalgia trémula
que na versão alemã traduziram por dipsomania.

Quando temos sede abrimos um rio
de esperas na noite dentro
e arregaçamos as calças até aos joelhos.
Não se dê que a madrugada
nos surpreenda com as cheias.

Estou com esta doença agora, but it’s ok.
I close my eyes and drift away;
I softly say a silent pray.
Não ligues nem comentes,
just press play:
 «O mundo é estranho, Sandy! O nosso é parecido.»
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