XXXVIII
Não achas que vive a morte
dentro do sol de uma cereja?
Não pode também matar-te
um beijo da primavera?
Achas que o luto te adianta
a bandeira de teu destino?
E encontras na caveira
tua estirpe a osso condenada?
dentro do sol de uma cereja?
Não pode também matar-te
um beijo da primavera?
Achas que o luto te adianta
a bandeira de teu destino?
E encontras na caveira
tua estirpe a osso condenada?
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