Mediadora Apagada

António Ramos Rosa
António Ramos Rosa
1 min min de leitura 1985 Mediadoras
Acolhe na sua língua
um veneno de lâmpadas.
Apaga-se e
centra-se

na obscura falha.
Onde os nomes nas ervas
da noite?
Um silêncio de ilha

propaga-se nas palavras.
Uma boca desaparece
no fulgor
de uma nuvem.
510 Visualizações
Partilhar

Comentários (0)

Iniciar sessão para publicar um comentário.

Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.