Mediadora da Totalidade Secreta

António Ramos Rosa
António Ramos Rosa
1 min min de leitura 1985 Mediadoras
Alguma ressonância, alguma esquiva
sílaba de água. Não desígnios.
Um ar ignorado, um arco
por nascer.

Algum vislumbre mas obscuro.
Algum halo ou hálito pressentido.
Alguma vibração antes da luz.
Algo mais que um silêncio de pedra.

A promessa do pulso imediata.
O arco inesperado do impenetrável.
Sede de palavras subterrâneas.
Secreta totalidade respirada.
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