Um Outro Sol, Um Outro Pão

António Ramos Rosa
António Ramos Rosa
1 min min de leitura 1961 Voz inicial
Em vão acumulo. Em vão se acumula.
Abri-me ao sol e disse: Eis o sol
todos os dias
e cheguei a sentir o sol das veias.

Árvore! gritaste.

Nunca se te abriu o pão da mesa
um pão limpo
uns olhos de mulher de água tranquila?
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